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Landing Page
25 fevereiro, 2021

Landing Page

Ter uma landing page é sempre uma boa ideia, seja qual for a sua área de negócio.

Quando bem desenhada, pode mesmo funcionar como a base para todas as suas vendas.

E, no digital, essas vendas acabam por depender de apenas dois pontos.

Sabe quais são?

Em primeiro lugar, o tráfego. Ou seja, de fazer com que as pessoas venham até si e à sua página.

E, em segundo lugar, de conversão. Ou seja, de fazer com que as pessoas que vieram até si se convertam em clientes.

Parece simples, não parece?

No Marketing Digital, muitas vezes o que parece simples acaba por se demonstrar um caso complexo, cheio de dados, de especificidades, de regras e de políticas a seguir.

A landing page talvez seja um caso raro, neste aspeto.

Explicamos porquê.

 

O que é uma Landing Page?

Uma landing page é, acima de tudo, uma página web cujo propósito é claro e objetivo.

Essencialmente, trata do segundo ponto que mencionámos acima, sobre a conversão de utilizadores em compradores.

É por isso que à landing page também chamamos página de vendas, porque o seu objetivo é só este: vender um produto ou um serviço.

É por isso que o conteúdo ali partilhado também deve ser claro. Deve conter apenas os elementos absolutamente necessários para a partilha de informação pertinente, terminando com um call-to-action também ele muito claro.

No fundo, queremos evitar que o utilizador tenha distrações de qualquer natureza. 

Lembre-se que isto é mais difícil do que parece, tendo em conta o mundo em que vivemos, constantemente a sermos bombardeados por mais e mais informação.

Dito assim, parece que uma landing page é quase um momento de meditação plena no meio da tempestade.

Não é bem isso, mas talvez não esteja longe. O objetivo não é acalmarmos os utilizadores, mas antes dar-lhes um momento raro de informação objetiva sobre o que queremos deles e o que temos para lhes oferecer.

Por último, as boas práticas pedem que esta página seja independente do seu website geral, funcionando como uma página para a qual encaminhamos os utilizadores.

Por várias razões.

 

Para que serve a Landing Page?

Como vimos, uma landing page cumpre um único propósito. 

Neste caso, a venda.

E serve para que essa informação fique concentrada numa única página, sem distrações.

Para além disso, por ser independente, permite também uma análise mais focada, tanto ao seu público, como até ao produto.

Com essa análise, vamos melhorando os nossos resultados obtidos através da landing page.

E este é apenas um dos seus benefícios.

 

Benefícios da Landing Page

Uma landing page oferece vários benefícios, tanto para o utilizador como para o seu negócio.

Em primeiro lugar, é uma excelente oportunidade para uma boa primeira impressão

Num mundo onde a atenção é cada vez menor, uma página clara e objetiva acaba por ser uma lufada de ar fresco para os utilizadores. 

Para isso, contamos e muito com a importância do user experience para a criação destas páginas.

Em poucos segundos, os leitores sabem ao que vêm e isso é sempre um bom sinal.

Significa que trata as pessoas com o respeito que elas merecem, para além de reconhecer o mundo atual em que vivemos. 

A experiência para o utilizador é positiva; a informação que presta é clara; e o seu objetivo está à vista. 

Faça mesmo esse exercício.

Pare um momento e tente lembrar-se da última vez que isso lhe aconteceu, enquanto navegava pela internet ou pesquisava por um produto?

Essa experiência positiva é um benefício que ajuda os interessados no seu produto a quererem saber mais e a passarem de utilizadores a compradores, através da sua landing page.

Mas o maior benefício talvez seja mesmo o aumento comprovado da geração de novos leads, ou seja, de potenciais clientes.

Ao colocar um formulário de contacto simples, já imaginou com quantos potenciais clientes vai poder começar a interagir e a conversar sobre os seus produtos?

 

Landing Page de vendas

Por ser uma página web única, clara e objetiva, há certos elementos que são essenciais para se ter uma landing page de sucesso.

O título e um subtítulo são essenciais para se dar início à conversa com os utilizadores. A página deve ser acompanhada de elementos visuais adequados e, se possível, de um vídeo acerca do seu produto, onde os seus benefícios fiquem à vista de todos.

Por último, é absolutamente essencial (obrigatório, mesmo) a inclusão de uma call-to-action que nos coloque em contacto direto com os nossos potenciais clientes.

E é isto. A sério. 

Lembre-se que uma landing page deve ser simples e clara.

Ainda que os seus conteúdos devam ser trabalhados da melhor forma possível.

Uma landing page eficiente, acaba por ficar a gerir o seu negócio, enquanto dedica o seu tempo a outros assuntos – quem sabe se não mesmo a outras landing pages?

Entre em contacto connosco e peça orçamento para a sua página de vendas.  

Gestão de Redes Sociais
21 janeiro, 2021

Gestão de Redes Sociais

Para muitas empresas, a gestão de redes sociais é um daqueles assuntos que fica sempre para segundo plano.

Isso acontece porque quase todos nós temos uma conta numa ou em várias das muitas redes sociais que existem. 

E o nosso pensamento rapidamente se vira para uma questão: afinal, quão diferente poderá ser? A resposta é simples. Direta: é muito diferente.

São poucas as pessoas que fazem uma gestão de redes sociais pessoal que se possa equiparar com a de uma empresa como à sua. 

Aliás, a estas pessoas até demos um nome: influencers

Mas esse é um assunto que fica para depois.

Pense no seguinte: faz realmente uma gestão das suas redes sociais? Ou partilha uns quantos artigos, opiniões e imagens de vez em quando? 

 

O que é a gestão de redes sociais?

Antes de mais, é uma expressão que pode induzir em erro.

O primeiro passo para que efetivamente exista uma gestão de redes sociais é a existência de uma estratégia para redes sociais.

Voltando à questão anterior: partilhar, aqui e ali, um artigo ou uma imagem, é uma estratégia? Este é o maior equívoco que muitas pessoas cometem ao fazer a gestão de redes sociais da sua própria empresa. Principalmente quando se trata pequenos negócios ou de empresas de tamanho médio.

Mas desengane-se quem achar que todas as grandes empresas têm uma estratégia de redes sociais ou uma gestão de redes sociais eficaz.  Ficaria surpreendido. Por isso, descanse – estamos aqui para ajudar nessa demanda.

A gestão de redes sociais é a gestão de uma estratégia. E envolve muito mais do que responder a eventuais comentários ou partilhar artigos.

Faz parte da sua estratégia de marketing digital global. Ou seja, faz parte do modo como aborda o posicionamento da sua empresa online, com o objetivo de gerar resultados.

E atenção: esta deve ser uma abordagem objetiva e factual. 

A sua rede social favorita até poderá ser o Twitter, por exemplo, mas o Twitter poderá não ser a melhor rede para a sua empresa.

 

Gestão de Redes Sociais para empresas

Se um dos maiores equívocos na gestão de redes sociais para empresas é a falta de estratégia, o segundo é a presença em todas as que existem, apenas porque sim.

Uma presença digital é importante, atenção. 

Mas imagine que a sua empresa é uma empresa pequena ou familiar, cujo negócio é a venda de produtos tradicionais. Faz mesmo sentido ter uma presença no Linkedin? 

Por outras palavras, faz sentido gastar o seu tempo e a sua energia a produzir conteúdo para uma rede muito focada no recrutamento e no B2B?

Em vez de estarmos em todo o lado, é importante percebermos que a gestão de redes sociais trará resultados muito mais benéficos se nos concentrarmos naquelas que fazem sentido para as nossas empresas.

 

Qual a importância das redes sociais para as empresas?

As redes sociais são uma espécie de praça pública digital, onde todos nos encontramos. A gestão de redes sociais é a gestão da sua presença nessa mesma praça: a forma como fala sobre os seus produtos e serviços.

Quando abdica dessa presença, arrisca-se a perder um grande número de clientes e potenciais clientes. 

A importância de uma gestão de redes sociais para as empresas está então diretamente ligada à importância do seu crescimento, a todos os níveis, incluindo os resultados financeiros.

Mas nessa praça pública digital existem milhares e milhares de pessoas. E cada canto da praça utiliza uma linguagem diferente.

Faça o seguinte exercício: divida essa praça em seis partes. 

Agora, imagine que, em cada uma dessas partes, estão públicos diferentes – de uma demografia e uma linguagem muito próprias. 

Para falar com esse público, para captar a sua atenção, vai ter de se enquadrar. Ou seja, vai ter de se adaptar a essa linguagem.

O mesmo é dizer que será necessário que que a sua presença se adeque aos diferentes tipos que existem. 

 

Tipos de Redes Sociais

Mais vídeo, menos vídeo; mais atual ou mais efémero; mais longo ou mais curto; a gestão de redes sociais implica sabermos como se comportam e quais os formatos com mais sucesso, em cada uma delas.

E há para todos os gostos.

Mas lembre-se da necessidade de se manter pragmático e objetivo, no momento de escolher qual – ou quais – as melhores redes sociais onde marcar presença.

Em seguida, apresentamos uma brevíssima descrição do que esperar das redes sociais mais utilizadas em Portugal.

Enquanto lê, experimente ver em qual delas a sua empresa se encaixa melhor. 

 

Facebook

A rede social que deu início a toda esta história. Atualmente, consta que tem mais de dois mil milhões de utilizadores ativos – cerca de 25% da população mundial. 

Quer melhor local para apresentar os seus produtos e serviços?

Mas a verdade é que se, no início, todos estávamos no Facebook, hoje encontramos mais os adultos e os menos jovens. 

Ou seja: os que têm um maior poder de compra. E este é um dado importante e até desvalorizado algumas vezes. 

Esta rede permite ainda uma melhor segmentação do público, bem como a criação de pequenos negócios de vendas online.

 

Instagram

Parte do universo do Facebook – no qual vamos registando uma maior integração – o Instagram é uma rede social com muito sucesso, utilizada pelo seu conteúdo extremamente visual e de fácil leitura. 

Aqui, encontramos os mais jovens e os jovens adultos. É com esta rede que nos aproximamos mais do nosso público. Fazemo-lo de uma forma um pouco mais emocional, que permite a fidelização de clientes, ao longo do tempo.

 

Youtube

Mas o conteúdo visual chega ao seu pico no Youtube. Em digital, o vídeo é o formato com maior poder de alcance e é nesse formato que o Youtube se foca.

Em vídeo, conseguimos gerar um variado leque de emoções no nosso público. E isso leva-nos a deixar uma marca importante na sua memória. 

Para além disso, o Youtube dá-nos ainda a possibilidade de criarmos conteúdo passível de se partilhar em quase todas as outras redes sociais. No entanto, o vídeo é também um dos formatos mais difíceis de produzir, dadas as necessidades técnicas envolvidas. 

 

Twitter

O Twitter é uma rede social que inverte os parâmetros do Instagram e do Youtube e se foca no conteúdo escrito, curto e efémero

Os tópicos abordados nesta rede são os mais atuais (praticamente ao momento) pelo que a presença de empresas nesta rede exige um acompanhamento dos temas contínuo – o que nem sempre é fácil.

 

Linkedin

Na gestão de redes sociais do Linkedin, focamo-nos no negócio e no mercado onde a sua empresa se insere.

Nesta rede, o público concentra-se nos agentes que atuam na sua esfera de negócios, incluindo os profissionais que nela laboram. E é aqui que nos posicionamos perante o mercado, de forma única e inovadora.

 

Tik Tok

O Tik Tok é a rede social mais recente. 

Nos últimos tempos, tem vindo a crescer de forma impressionante, em número de utilizadores. É como se tivesse pegado em tudo o que tornou as outras redes num sucesso e os juntasse num formato único:

Vídeos curtos, potencialmente virais e, ao mesmo tempo, efémeros.

Esta rede social é território novo, pronto a ser explorado. E é isso mesmo que muitas marcas têm feito ultimamente, procurando perceber a melhor maneira de se posicionarem neste canto da praça.

Faz sentido que a sua empresa tenha presença e atue em alguma destas redes sociais? 

De uma forma objetiva – sempre – procure enquadrar a sua empresa dentro de um destes tipos. Avalie a sua capacidade para a criação de novos conteúdos, de forma consistente e de acordo com os formatos pedidos por cada uma destas redes sociais. 

Porque esse é o primeiro passo.

E sempre que precisar de um especialista em estratégia e gestão de reputação digital, fale connosco.

SEM - Search Engine Marketing: Bilhete VIP para a Primeira Fila
05 março, 2020

SEM - Search Engine Marketing: Bilhete VIP para a Primeira Fila

Quer usufruir de um espectáculo na sua plenitude? Bilhete VIP na primeira fila, é a nossa sugestão. O mesmo acontece na Internet, com o seu negócio. Quer que o seu negócio tenha mais e melhor acesso aos clientes? Quer que os clientes o vejam mais e melhor? Search Engine Marketing.

 

O que é Search Engine Marketing?

Search Engine Marketing significa Marketing para os Motores de Pesquisa. Por Motores de Pesquisa, falamos, por exemplo, do Google.

Uma estratégia de Search Engine Marketing (SEM) tem um único objetivo: otimizar sites para os colocar no topo de resultados. Podemos fazer isto de forma orgânica ou de forma paga. De forma orgânica, temos o nosso muy conhecido Search Engine Optimization (SEO). De forma paga, temos o nosso mais recente amigo Search Engine Advertising (SEA). Mas já lá vamos ao encontro destes nossos amigos.

 

Google, Google, Google, tudo é Google!

Antes de mais, qual a razão para cingirmos os Motores de Pesquisa ao Google? Pedimos desculpa. Na verdade, tem, também, o Bing, o Yahoo, o Ask, o AOL, o Baidu, o Wolframalpha, o DuckDuckGo, o Archive, o Yandex, o Search Encrypt, o Boardreader, o Ecosia, entre muitos outros.

Conhece-os bem, não conhece? Usa-os regularmente, não usa? Deixe, nós respondemos por si. Claro que não conhece, claro que não usa. Pronto, a resposta é Google.

Para ter uma ideia, são realizadas 2.3 milhões de pesquisas no Google a cada segundo.


94% de todas as pesquisas na web acontecem no domínio da Google

 

Qual a importância de SEM?

Estar presente nos mecanismos de busca é essencial para que o seu negócio tenha sucesso. Na verdade, é essencial para que o seu negócio exista. Mas existir não basta. É preciso saber existir na Internet, esse admirável mundo do marketing digital onde a concorrência existe em cada byte. É aqui que entra o Search Engine Marketing e a sua estratégia.

 

Estratégia de SEM

São várias as dicas para implementar uma boa estratégia de Search Engine Marketing. Apresentamos-lhe algumas:

  1. Use keywords específicas: desta forma, é mais fácil encontrar a persona ideal e aumentar a taxa de conversão;
  2. Use o Google Analytics regularmente para analisar os dados. Se necessário, faça modificações nos artigos e/ou nos anúncios;
  3. Conheça bem o seu público-alvo. Toda a estratégia lhe deve ser dirigida, de forma a resolver os seus problemas;
  4. Esteja atento à concorrência e ao que ela faz. Benchmarking é essencial para alcançar os seus objetivos;
  5. Use Call to Actions nas suas páginas, para que o cliente se sinta encaminhado até ao objetivo final: conversão.

A par destas dicas, deve ter sempre em conta os nossos amigos - aqui estão eles - SEA e SEO.

 

SEA - Search Engine Advertising

Um dos nossos últimos artigos foi sobre o Search Engine Advertising, esta estratégia de marketing digital que se baseia em apresentação de anúncios online pagos para angariar tráfego para o seu site.

O SEA tem a estratégia de ir lá fora buscar os seus futuros clientes. É, portanto, parte essencial para uma estratégia de SEM.

 

SEO - Search Engine Optimization

O SEO já é um nosso (e seu) velho conhecido, caracterizando-se por um conjunto de técnicas que facilitam a visualização das páginas de um website, através da sua otimização nos motores de busca. Tudo isto de forma orgânica, não paga.

SEA e SEO, dois filhos do mesmo pai (SEM). Os três contribuem para o sucesso da estratégia digital do seu negócio.

Aproveite-se deles para atingir os objetivos do seu negócio. Mas atenção, use them wisely. O bilhete VIP na primeira fila não é assim tão inacessível.

Bom espectáculo!

Há SEA e SEA, há ir e voltar
27 fevereiro, 2020

Há SEA e SEA, há ir e voltar

Não, isto não é nenhum artigo sobre maus trocadilhos. Pedimos desculpa por isso, mas foi o título que se arranjou. Brincámos com a palavra SEA que, em inglês, quer dizer mar (não tem de agradecer por esta essencial lição de inglês), e então fizemos este trocadilho do qual nos orgulhamos. Vá, não nos orgulhamos assim tanto, mas é o que é. E, vendo bem, o SEA de que vamos falar tem tudo que ver com o mar... que é a Internet. Ufff, safámo-nos bem na justificação do título? Bem, vamos mas é ao que interessa.

 

O que é SEA?

O nome completo do SEA é Search Engine Advertising, é natural do Marketing Digital, filho do SEM (Search Engine Marketing) e irmão do SEO (Search Engine Optimization). Vivem todos juntos na vivenda do Mundo Digital e dão um jeito tremendo a empresas que queiram potenciar e divulgar o seu negócio.

 

Quais os objetivos de SEA?

O principal objetivo de vida da SEA consiste em angariar tráfego para o seu site através da apresentação de anúncios online. Estes anúncios são patrocinados/pagos e indexados a determinadas keywords que, quando pesquisadas no motor de pesquisa (ex: Google), surgem em forma de anúncio ao utilizador.

 

Estratégia de Search Engine Advertising

Uma boa estratégia de SEA (Search Engine Advertising) deve ser realizada em simultâneo com uma boa estratégia de SEO (Search Engine Optimization), com o objetivo de maximizar os resultados e de aumentar as vendas e a relevância online.

A sua empresa pode ser dona disto tudo se dominar os resultados de pesquisa orgânica e de pesquisa paga. Desta forma, irá aumentar, significativamente, o tráfego no seu website e dará a ideia a quem o visita de que você/a sua empresa é uma barra no seu mercado e tem o seu negócio bem consolidado.

 

Qual a diferença entre SEA e SEO?

É muito fácil confundir SEA (Search Engine Advertising) com SEO (Search Engine Optimization). É só uma letrinha de diferença e são os dois irmãos do mesmo pai, o Search Engine Marketing. Mas, como todos os irmãos, têm as suas características particulares.O SEO é uma série de métodos, idealmente gratuitos, de otimizar um site para que os motores de busca entendam o seu conteúdo como relevante e o mostre primeiro aos seus utilizadores.

Os artigos do seu site, por exemplo, devem seguir todas as boas práticas de otimização de conteúdo, como a keyword principal estar no início do texto, o conteúdo ser completo, estruturado e relevante, conter alt image, links, título H1 e subtítulos H2, dados estruturados e por aí fora.

O SEA, por sua vez, não trabalha no seu site, mas sim nos anúncios externos que visam encaminhar utilizadores para o seu site. Uma das ferramentas utilizadas para a criação dos anúncios é o Google Ads. O conteúdo também é, obviamente, essencial. No entanto, a estratégia baseia-se em ir lá fora, com base em anúncios, buscar o futuro cliente.

 

Google ADS - Publicidade no Google

O Google Ads é a maior ferramenta de links patrocinados da Internet. Daí a sua importante ligação com uma boa estratégia de SEA. O Google Ads permite criar campanhas de anúncios (artigos, vídeos, banners...) que apenas surgem quando o utilizador pesquisa por termos relacionados com o seu negócio - e é você que define esses termos / keywords!

Isto permite alcançar um público muito mais segmentado e qualificado (e também mensurável), uma vez que já sabemos que ele está interessado no que nós temos para oferecer.

O Google AdWords é a principal fonte de receita do Google. Em 2011, esta plataforma gerou 96% dos 38 mil milhões de dólares que a empresa faturou.

O Google Ads permite a utilização de diferentes formas de segmentação para que a exibição dos anúncios seja ainda mais eficaz:

  1. Público-alvo: é possível acertar nas pessoas certas;
  2. Keywords: os anúncios serão exibidos consoante as palavras-chave pesquisadas;
  3. Tópicos: com o Google Ads, pode escolher exibir os seus anúncios em sites sobre determinados tópicos;
  4. Local: pode escolher onde colocar os seus anúncios: em mecanismos de busca, em sites pessoais, em sites profissionais...
  5. Horário: é possível exibir os anúncios em determinadas horas ou dias da semana, e escolher a frequência de exibição desses anúncios;
  6. Idade, local e idioma: a plataforma permite escolher a idade, a localização geográfica e o idioma de quem será atingido pelos anúncios;
  7. Dispositivos: os anúncios podem ser exibidos em todos os tipos de dispositivos (computadores, tablets, laptops, smartphones...).

Pensando bem, o título deste artigo não é assim tão descabido quanto isso. Há SEA e SEA, há ir e voltar. E isso é mesmo verdade.

Com uma boa estratégia de Search Engine Advertising, o utilizador pode ir, pode estar lá fora, mas volta. Nós vamos lá buscá-lo onde ele está para o sítio onde ele quer estar. É essa a maravilha deste mar chamado Internet.

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital
05 fevereiro, 2020

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital

Está a ler este artigo, não está? Claro que está, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se está a ler este artigo, no nosso blog, é porque foi apanhado na nossa teia do Inbound Marketing.

 

Inbound Marketing: o que é?

Como assim, apanhado numa teia? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia. Calma, amigo leitor. Não vale a pena combater o Inbound Marketing. Ele, mesmo sendo uma forma de marketing indireto, é bastante forte.

No Inbound Marketing, os clientes são atraídos através dos conteúdos produzidos, quer no blog, em posts, em vídeos...

O Inbound Marketing é contrário ao Outbound Marketing. Este último vai de encontro ao cliente, o primeiro atrai o cliente ao seu encontro. Mas já lá vamos.

 

Como funciona o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing assenta numa sólida estratégia de Marketing de Conteúdo, de acordo com o objetivo que o cliente pretenda atingir. Para criar uma boa estratégia, deverá seguir quatro etapas:

  1. Atração: através de conteúdo relacionado com o negócio da sua empresa, em blogs, sites, redes sociais, nunca esquecendo uma forte estratégia de SEO;
     
  2. Conversão: depois de atrair potenciais clientes, está na hora de os tornar consumidores assíduos dos seus conteúdos. Para isso, poderá usar landing pages (páginas de conversão), formulários (as landing pages levam ao preenchimento de formulários com os dados do usuário) CRM (este software reúne as informações que os usuários deram nos formulários);
     
  3. Venda: assim que tiver atraído as pessoas, o objetivo é fazê-las “comprar o seu produto”. Para isso, poderá utilizar diversas ferramentas, tais como automação de marketing, email marketing, nutrição de leads e lead scoring;
     
  4. Encantamento: se chegou a esta etapa, parabéns! Conseguiu um cliente. E, perante esta boa notícia, o objetivo é manter o cliente. Portanto, trate de o encantar, lá está, de forma a que ele se mantenha como cliente e a que promova o seu serviço a outros possíveis clientes. Relacione-se com ele, apresente-lhe conteúdos personalizados, faça-o sentir-se parte envolvente de todo o processo.

 

Inbound Marketing e SEO: uma parceria de sucesso

É óbvio de que precisará de um bom SEO. Esta otimização para motores de busca terá um impacto gigantesco no seu tráfego orgânico. O conteúdo tem de estar lá, mas tem de ser encontrado.

Caso contrário, não faz sentido existir. Daí, um bom SEO fazer toda a diferença. Lojas virtuais que adotam uma estratégia de SEO conquistam 13 vezes mais visitantes e 6 vezes mais clientes em comparação com os e-commerces não-otimizados com SEO.

O Google é a fonte mais usada para pesquisar produtos e tirar dúvidas. O SEO faz com que o seu site seja encontrado mais facilmente e consiga muito mais tráfego qualificado.

Inbound Marketing vs. Outbound Marketing - o duelo

São diferentes, nenhum melhor do que o outro, ambos importantes e cada um essencial perante o objetivo que se pretende alcançar. Se o Outbound Marketing se apresenta com um conjunto de estratégias mais conservadoras, que vemos desde sempre (telefone, stands de vendas, televisão, rádio, etc), o Inbound Marketing apresenta-se como um leque de estratégias mais “modernas” e diretas ao possível cliente.

Assim, podemos estabelecer algumas diferenças:

  1. Estilo de Comunicação: aberta no Inbound Marketing, unilateral no Outbound Marketing;
  2. Onde está o produto? No Inbound Marketing, o produto é encontrado pelas pessoas interessadas; no Outbound Marketing, o produto chega a todas as pessoas, interessadas e desinteressadas no seu produto;
  3. Relacionamento: mais duradouro no Inbound Marketing do que no Outbound Marketing;
  4. Engagement: maior engagement em estratégias de Inbound Marketing do que em estratégias de Outbound Marketing.

 

Vantagens do Inbound Marketing | Porquê usar uma Estratégia de Inbound Marketing?

O Inbound Marketing tem diversos benefícios. Com uma estratégia bem elaborada, pode alcançar o público certo, estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes, aumentar o seu poder de persuasão, encurtar o ciclo de vendas, diminuir os custos e medir os resultados em tempo real.

 

Alcançar o público certo

Segundo a Content Trends 2017, empresas que adotam o Marketing de Conteúdo alcançam 2,2 vezes mais visitas em comparação com as que não fazem uso dele.
Quantidade não é sinónimo de qualidade. Tem toda a razão. No entanto, neste caso específico, as empresas que usam Marketing de Conteúdo também conseguem gerar 3,2 vezes mais leads que as empresas sem uma estratégia similar.

 

Relacionamento mais próximo com os clientes

Aproximando-se do seu público, poderá apresentar-lhe soluções personalizadas para as suas questões. O seu público está mais receptivo a dicas e recomendações suas.

 

Maior poder de persuasão

Esta estratégia confere maior poder de persuasão uma vez que é um argumento baseado em informações sólidas, construído ao longo do tempo e não de uma vez só.

 

Encurtamento do ciclo de vendas

O ciclo de vendas é o tempo que a sua empresa gasta desde o contato inicial até à conclusão da venda. Segundo a pesquisa Martech 2017, 50,4% das empresas de tecnologia que adotam Inbound Marketing têm ciclo menor que 30 dias. Apenas 29,5% das que usam métodos Outbound têm esse desempenho.

 

Diminuição de custos

Em relação aos custos, o Inbound também é mais barato do que as soluções tradicionais, como anúncios e ativações de marca. Menos custos é sempre melhor.

 

Medição dos resultados em tempo real

É essencial acompanhar os dados em tempo real para saber com precisão e rapidez o que está funcionando ou não.


Continua a ler este artigo, não continua? Claro que sim, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se continua a ler este artigo, no nosso blog, é porque continua na nossa teia do Inbound Marketing. Como assim? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia.

Calma, amigo leitor. Volte ao início do texto e releia-o. Está cá tudo. E você tem interesse em saber.

Até ao próximo artigo, leitor fiel.

Link Building – isto anda tudo ligado
30 janeiro, 2020

Link Building – isto anda tudo ligado

O Link Building apresenta-se como fundamental, uma vez que apresenta ao utilizador outras fontes de informação, igualmente confiáveis, com conteúdos complementares e relevantes, face à pesquisa que efetuou.

 

O que é o Link Building?

Boa pergunta! Link Building é, resumidamente o que nós estamos a fazer agora. Ou seja, é a arte de conseguir atrair links para um determinado site, blog ou página de conteúdo.

Quer dizer, o que acabámos de fazer não foi bem arte e também não pode ser considerado, em abono da verdade, Link Building puro, porque não foi assim tão estruturado. Por exemplo, neste parágrafo, só temos links externos e nenhum interno. Mas já lá vamos.

 

Como fazer Link Building?

Há muitas formas de fazer Link Building. No entanto, nem todas são boas. Como referência no Marketing Digital que somos, vamos apresentar-lhe, apenas, as boas. Aliás, as melhores.

Há duas características essenciais a qualquer boa estratégia de Link Building:

  1. Links de qualidade: são os links “naturais”, relevantes para quem linka e para quem é linkado. Os maus links podem colocar o site num mau posicionamento perante os motores de busca.
     
  2. Bom conteúdo: conteúdo, conteúdo, conteúdo. A conversa é sempre a mesma. Um bom conteúdo faz com que o seu site seja mais vezes linkado. Conteúdo bom, conteúdo relevante, conteúdo que suscite partilhas.

Tendo estes dois pontos sempre presentes, o Link Building estará sempre mais próximo do sucesso. Depois, obviamente, os links apresentados terão de apresentar algumas características mais específicas, como:

  1. Utilizar links internos e links externos (com texto âncora - o texto que contém o link apontando para o seu site ou para uma página do seu site, imagens e outros tipos de links);
  2. Obter links de sites relevantes - os chamados backlinks;
  3. Guest posts: os artigos de convidados são essenciais para gerar links orgânicos;
  4. Divulgar conteúdos nas redes sociais;
  5. Não ter links quebrados - links incorretos ou com ligações para páginas inexistentes;
  6. Não comprar links - o Google topa que há um padrão suspeita e prejudica o posicionamento;
  7. Privilegiar uma estratégia integrada de SEO.

Eis o que acontece na complexa mente do Google: ele olha para um site e avalia a sua reputação e autoridade pelos links que ele recebe. A existência de links faz com que haja uma relação entre páginas, funcionando como uma espécie de “voto de confiança”. Fazer um link para outra página é dizer ao seu leitor que tem confiança naquela página. Os bons links são o motor do SEO.

 

Qual a importância do Link Building para SEO? 

O Link Building é essencial para que os motores de pesquisa vejam o seu conteúdo como mais relevante, levando-o a um melhor posicionamento nos resultados orgânicos de pesquisa. E aqui volta a entrar o nosso querido SEO (Search Engine Optimization). Uma estruturada estratégia de SEO tem de comportar um bom modelo de Link Building.

O utilizador tem sempre de encontrar a informação que procura. Esta frase está emoldurada na mesinha de cabeceira do Google.

 

Como conseguir backlinks de qualidade?

Os backlinks são links que direcionam diretamente para qualquer página do seu site a partir de outro domínio - backlinking. O objetivo é o de expandir o conhecimento do leitor e, em simultâneo, gerar tráfego de qualidade para o seu site ou blog.

Os Backlinks são muito importantes para SEO porque alguns motores de pesquisa, especialmente o Google, dão mais crédito a sites que têm um bom número de backlinks de qualidade (com elevado grau de relevância), considerando o seu conteúdo mais importante do que outros nas páginas de resultados.

 

Estratégias de Link Building – cá dentro e lá fora

Link Building interno

O Link Building interno não é mais do que o processo de linkar para páginas dentro do seu site. Este processo é bastante recomendado e valioso, levando a uma navegação interna relevante.

 

Link Building externo

Linkar para outros sites não prejudica em nada o seu próprio site. Pelo contrário. O algoritmo dos motores de pesquisa tem em consideração a linkagem externa, atribuindo-lhe relevância e, também, autoridade.

Portanto, muito resumidamente, não se esqueça: links internos, links externos e conteúdo, conteúdo, conteúdo. A conversa é sempre a mesma. Os resultados também, os melhores.

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE
12 dezembro, 2019

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE

É Natal por todo o lado. As ruas estão iluminadas com bolinhas e azevinhos, o Pai Natal multiplica-se pendurado nas varandas, a Mariah Carey canta nos carros e as redes sociais cheiram a musgo dos presépios. É uma época linda, onde toda a gente é generosa e se preocupa mais em praticar o bem do que em fazer um fatality a quem levou a última oled na Worten do Colombo.

 

All I want for Christmas is Christmas

Ainda não é Natal e já toda a gente está farta do Natal... desde Outubro. Costuma ser nessa altura que as marcas nos começam a envenenar com falinhas mansas de Natal. As boas marcas, claro. As más, ou as menos profissionais/atentas/organizadas, só começam a preparar o Natal... uma semaninha antes do Natal. E depois desatam a disparar campanhas de Facebook para toda a gente sem qualquer critério, a patrocinar posts no Instagram em cima da árvore em cima do joelho, a bombardear newsletters com promoções pensadas cinco minutos antes... e tudo tem de funcionar. Mas não funciona. Que espanto dos diabos! Quem diria que não iria funcionar?

 

Estratégia digital no sapatinho

Como já falámos várias vezes aqui, é essencial que haja uma estratégia de marketing digital bem planeada para que se atinjam os objetivos pré-estabelecidos e tudo corra da melhor forma possível. Não é acreditando nos Reis Magos que as coisas lá vão. É preciso seguir a Estrela-Guia – e essa estrela somos nós (ou os nossos ensinamentos, vá). Pedimos desculpa pela bazófia natalícia. E voltamos à história da publicidade paga vs. publicidade orgânica. Como é Natal - ou quase - partilhamos aqui o link para o artigo em que falamos desse já clássico duelo.

Há as empresas que trabalham bem - e atempadamente - e as empresas que trabalham mal – de ontem para hoje. No entanto, ambas trabalham e ambas se esforçam para atingir um determinado objectivo com vista a aproveitar este rodízio de prendas chamado Natal. Há que lhes dar esse crédito. Mas há aquelas empresas que, pura e simplesmente, não trabalham.

Podem não precisar do Natal para terem lucro, ok, mas não trabalham. E, não trabalhando, condicionam o trabalho das outras. E, condicionando, complicam.

Pois, isto agora mete-se o Natal, de maneiras que só lá para Fevereiro...” E eis que vem à tona um dos mais interessantes e paradoxais fenómenos da sociedade portuguesa actual: por um lado, anda tudo num rebuliço com compras até aos queixos, sem tempo para parar, pensar e, quem sabe, até, respirar. Por outro lado, muitas empresas param, estagnam, “fecham para obras”. Não respondem a emails, não atendem telefonemas, não publicam posts nas redes sociais nem artigos nos sites, não marcam reuniões, não fecham negócios, não abrem negócios, não nada. Cheirando a Natal, estas empresas colocam o cartãozinho VOLTO JÁ na janela e voltam só quando a Popota já tiver ido embora.

 

Renovação Digital: Ano novo, vida antiga

Terminado este período inebriante de bacalhau e meias, as empresas reabrem de espírito renovado e... com os mesmos vícios, com os mesmos erros e com as mesmas estratégias que não funcionaram antes e que não vão funcionar depois. Mas com pressa! Porque não vendemos nada no Natal, não trabalhámos nada no Natal e agora temos de compensar! E essa compensação - adivinhe, caro leitor - será feita em cima do joelho – adivinhou, não adivinhou? E nós, Bluesoft, cá estamos em cima destas empresas a ver se elas têm noção do que estão a fazer. Quer tenham, quer não, cá estamos nós para lhes iluminar o caminho.

O Natal é quando um homem quiser. O homem não pode é ficar nas palhinhas estendido, nas palhinhas deitado à espera que as prendas lhe caiam da chaminé.

Europeias 2019 - Abstenção de marketing
31 maio, 2019

Europeias 2019 - Abstenção de marketing

Estava a pensar em quem ia votar e percebi que não sabia absolutamente nada sobre os candidatos para as europeias 2019. Nem o que propõem, os seus valores ou a sua história. Quem são estas pessoas?

Seria muito facilitista apontar o dedo a mim próprio e dizer que a culpa é toda minha porque não fiz um esforço para me aproximar deles. Não acho que seja apenas culpa minha. Há uma transação a ter lugar. Ainda que o interesse superior em votar seja do cidadão, os candidatos, em concorrrência uns com os outros disputam o meu voto. 

Comecei a pensar então nos candidatos como produtos concorrentes numa prateleira de supermecado. O que é que está a acontecer para que eu olhe para os produtos e não faça ideia o que escolher porque não sei nada sobre eles?

 

Como criar uma ligação entre o partido e o público?

O Seth Godin, um grande pensador do marketing, diz que as pedras basilares da economia moderna são a confiança e a atenção. 

Uma marca precisa da minha atenção - que eu esteja a olhar para ela ou a ouvi-la - para me transmitir alguma mensagem. Depois precisa da minha confiança para me levar à compra. Isto é, especialmente interessante num perído eleitoral. Porque os candidatos, de acordo com a lei, só podem afixar propaganda e fazer publicidade comercial em alguns dias que antecedem às eleições, o período oficial de campanha. E, durante esses dias, estão todos a lutar pela nossa atenção, aos gritos uns por cima dos outros, a tentar ganhar a nossa confiança.

Muitas vezes através de iniciativas bizarras como ir a uma escola mandar beijinhos às ciranças, tocar bateria ou distribuir canetas na rua. Uma espécia de versão adulta das coisas loucas que os youtubers fazem para se destacarem uns dos outros e terem visualizações. Isto tudo aliado a que, numa campanha, toda a gente sabe que há uma expectativa de uma transação no fim. Por isso é como estar a ouvir um vendedor que sabemos que vai dizer tudo para nos impingir o produto dele. 

A confiança não se cria em poucos dias. Mas porquê restringirem-se ao período de campanha? 

Há outra coisa que podem no resto do tempo: criar a vossa marca. Exatamente aquilo que o nosso Presidente Marcelo fez. Durante 8 anos esteve na televisão todas as semanas. Tinha e criou atenção à sua volta. Todas as semanas deu a sua opinião sobre vários assuntos. Muita gente, ao saber da visão dele sobre esses assuntos, ganhou confiança nele.

No momento em que o Marcelo Rebelo de Sousa se candidatou, a campanha eleitorial foi uma mera formalidade. Só teve de dizer "estou aqui". E as pessoas que iam a passar na fila do supermecado viram um produto que reconheciam e no qual confiavam. Compraram. 

 

Plano de Marketing Político

Como é que um cadidato pode fazer isto? Na minha opinião é jogar o jogo a longo prazo e criar um plano de Marketing. Um plano de marketing define onde é que uma empresa está, para onde quer ir e o que vai fazer no entretanto para lá chegar.

O que é que acham mais eficaz: alguém que antes de uma eleição diz que o ambiente é uma preocupação enorme ou alguém que esteve um ano inteiro a participar em iniciativas ambientais?

Como é que eu quero que a minha marca seja percepcionada pelos outros e o que é eu vou fazer para criar essa percepção? Graças à fome voraz dos media por novos conteúdos que alimentem a máquina, possivelmente, conseguirão exposição mediática para essas ações. Se não, graças à internet, podem criar vocês mesmos essa exposição. E, quando chegar a campanha, não vão precisar de esgravatar com todos os outros pela minha atenção e confiança. Porque, pouco a pouco, ao longo de 4, 8 ou 12 anos já o fizeram. 

 

Francisco Baptista | Linkedin

Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar
11 abril, 2019

Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar

Os jovens querem lá saber de Política! Estão interessados é no Instagram, no Youtube e no Fortnite. É uma geração perdida, é o que é, carregadinha de putos egoístas e mimados que só pensam neles. Querem lá saber dos outros... Querem lá saber da Política... 

 

Os velhos de São Bento vs. Os putos da Internet

Como, certamente, percebeu, deixámos o Velho do Restelo escrever o primeiro parágrafo deste texto. Com a ajuda do Velho de São Bento, claro está. Ou melhor, dos Velhos de São Bento, que costumam andar por aquelas bandas a resmungar uns com os outros. 

Mas foi só o primeiro parágrafo. Nada tema, caro leitor. Agora que já tirámos o Velho do Restelo (e seus amigos de São Bento) daqui, já podemos escrever a realidade das coisas. (Não se preocupe com os Velhos – estão ali entretidos com uma máquina de escrever e um pombo correio. Ainda não percebem como funciona esta coisa super recente do computador.) 

 

Os Jovens e a Política: Amigos ou Inimigos? 

Será que os jovens portugueses não querem mesmo saber da Política? Ou será que é a Política que não quer saber dos jovens portugueses? Do que falamos quando falamos de Política? Do que falamos quando falamos do interesse dos jovens pela Política? 

Os jovens estão interessados no mundo que os rodeia. Os jovens estão interessados nas pessoas e na sociedade, na educação, no meio-ambiente, na economia, no emprego, no combate à corrupção, no combate à violência doméstica, na igualdade de género, na luta contra a pobreza. E manifestam-se, mostram-se, lutam pelos seus ideais e convicções. Não será isso Política? Não será isso fazer Política sem estarem engravatados num Parlamento às moscas? 

Nós diríamos que sim, é Política. No entanto, parece haver um fosso entre os jovens e os políticos. Parece não haver comunicação entre os dois lados. E, neste caso, a culpa não é tanto dos putos, que bem se esforçam para se fazerem ouvir. A culpa é mais dos cotas, que não se esforçam para os ouvir nem sem esforçam para que os jovens os oiçam. 

Em qualquer relação, tem de haver comunicação. E são sempre precisos dois para comunicar. Ninguém comunica sozinho. 

 

ESTOU? ESTÁ LÁ? NÃO ESTOU A OUVIR – COMUNICAÇÃO POLÍTICA, WE HAVE A PROBLEM

Vamos à parte teórica disto. Na base, está a comunicação. Se há dificuldade na comunicação política, é porque o Marketing Político não está a ser bem feito. 

Como sabemos, o Marketing Político é uma série de técnicas que têm como principal objetivo manter a ligação entre um político e o seu eleitorado. Mas não só. A ideia também é conquistar mais eleitores para as próximas eleições. 

Muitos desses eleitores são jovens. Se formos mais específicos, há 2.015.953 eleitores recenseados em Portugal que têm entre 18 e 34 anos. Esta massa jovem está esmagadoramente na Internet – não está na televisão nem na rádio nem nos jornais. Esta massa jovem comunica, intervém e faz Política (comunicando e intervindo), mas parece que os políticos não comunicam com ela. Porquê? 

 

Comunicação Política para Totós 

Vamos ser justos. Os políticos bem tentam comunicar. A comunicação está na base da Política e, se for bem feita, é sempre uma vantagem. Só que os políticos não sabem comunicar com os jovens. Eles têm sites, páginas de Facebook e de Instagram, contas no Twitter e, alguns, até têm podcasts. Mas, mesmo assim, não chega. 

Há esforço, mas não basta estar na “rua” onde estão os jovens. Há que estar na “rua”, sim, mas ir bater-lhes à “porta de casa”. O político tem de estar na Internet, tem de estar nas redes sociais, tem de fazer lá a sua comunicação. Mas, essencialmente, tem de estar onde estes jovens estão. O político tem de comunicar nas redes daqueles que os jovens seguem. O político tem de entrar pela “casa” dos putos pelas mãos dos seus ídolos.

Uma das formas é o Collab

 

Collab – Uma Cataplana de Peixe ou um Arrozinho de Atum?

O que é isso da Collab? Ora bem, Collab vem de “collaboration”, colaboração, em português. A Collab acontece quando dois canais distintos resolvem colaborar para ambos os canais e, assim, apresentar o canal convidado ao seu público, mostrando um conteúdo que possa ser interessante para os seguidores de cada canal. 

Collab, embora não pareça, é o António Costa ir ao programa da Cristina cozinhar uma cataplana de peixe. Antes, já lá tinha ido a Assunção Cristas cozinhar um arrozinho de atum. Isso é collab.

O que o António Costa e a Assunção Cristas lá foram fazer foi comunicar com o público da Cristina Ferreira. E bem. Mas o público da Cristina Ferreira não está propriamente entre os 18 e os 34 anos. Portanto, uma vez mais, estes mais de 2 milhões de eleitores ficaram de fora. 

“De fora, mas onde?” Por favor, não diga que não sabe onde eles estão. Basta ir à Internet e fazer uma simples pesquisa. É facílimo saber onde estão os jovens, o que fazem, quando fazem, por que razão o fazem, o que procuram, etc. 

Portanto, um político só não chega a estes jovens se não quiser. Além de colaborar com a Cristina Ferreira (ou com o Manuel Luís Goucha ou com a Filomena Cautela) – para chegar a outros públicos, também pode (deve) pensar em colaborar com os influencers das redes sociais – do Instagram ao Facebook, do Twitter ao Youtube – para chegar os mais jovens. 

 

Marketing Político: Os Putos de São Bento sabem comunicar

Estudos demonstram que os novos meios de comunicação têm um enorme poder no desenvolvimento de uma relação próxima com o eleitorado jovem e na captação de novos eleitores. 

A importância da Internet no Marketing Político é tanta que, segundo o estudo “The Internet’s Role in Campaign 2008”, esta tecnologia já ultrapassou as revistas e a rádio. A perspetiva aponta para que ultrapasse também os jornais, como fontes de informação sobre candidatos e eleições, nos Estados Unidos. E, como sabemos, é nos States que se ditam as regras. 

O crescimento da utilização da Internet veio incutir uma certa pressão na necessidade de adaptação por parte dos políticos. E é justo considerarmos que os políticos portugueses têm ainda um longo caminho a percorrer no Marketing Digital Político para aproveitarem as vantagens oferecidas por este universo digital. Uma delas é comunicar diretamente com mais de 2 milhões de eleitores. E nem sequer precisa de lhes dar beijinhos e apertos de mão como (ainda!) faz nos mercados. 

Os jovens querem saber de Política! Estão interessados no Instagram, no Youtube e no Fortnite e é lá que devemos comunicar com eles.

É uma geração que pode ser ganha por quem souber comunicar com ela, carregadinha de putos com ideias e vontade de mudar o mundo. Querem saber dos outros. Querem saber da Política. 

Alimentação Saudável e Estratégia Digital
07 fevereiro, 2019

Alimentação Saudável e Estratégia Digital

“Descubra o Top 10 das dietas mais saudáveis!”: vegan, vegetariana, ovolactovegetariana, sem glúten, paleolítica, mediterrânica, ... Bom, acho que já se percebeu a ideia. Caro leitor, seja bem-vindo a uma das temáticas mais quentes do mundo digital: a alimentação saudável.

Quer seja em pesquisas Google, páginas de Instagram, ou blogs mais ou menos credíveis, o fenómeno do bitaite nutricional veio para ficar. A preocupação em manter um estilo de vida saudável, tem gerado um efeito contraproducente na hora de adotar os hábitos alimentares mais adequados ao nosso organismo. Mas não perca a esperança! O consultório digital da Bluesoft tem o plano certo para a saúde da sua marca.

 

Marketing de produtos saudáveis: com a saúde não se brinca!

Cerca de 60% da população portuguesa é obesa ou está em risco de o ser. Sim, números no mínimo preocupantes mas de todo inesperados. A alimentação de hoje, carente de nutrientes vitais ao nosso bem-estar, torna-nos cada vez mais reféns de doenças crónicas logo desde tenra idade. Químicos, toxinas, pesticidas, corantes e conservantes passaram, assim, a ter lugar cativo no nosso corpo, com consequências nocivas para a saúde de miúdos e graúdos.

Certamente já lhe aconteceu ir a um supermercado, e comprar um produto dito “natural” ou “sem glúten”, pensando que este seria uma opção saudável. Ora para que esteja mais descansado, Portugal começou a ir aos treinos na área da nutrição e saúde, levando consigo as marcas do setor alimentar. Se muitos dos produtos hoje vendidos já são nutricionalmente ricos e equilibrados, as suas estratégias de marketing digital deixam ainda um gosto amargo na boca...

 

Planeamento estratégico: o ingrediente secreto das marcas online

As marcas, movidas pelo desejo de se tornarem referências digitais, comem a sua “cheat meal” mais vezes do que deviam. Ao passearem esfomeadas pelo mercado online, deixam-se hipnotizar pelo corredor espampanante dos influencers. Apimentados por amostras e códigos promocionais, estes disfarçam-se de nutricionistas credenciados, recomendando os tais produtos, como “parte essencial de uma alimentação saudável e equilibrada”.

Por muito que a receita esteja certa, pô-la nas mãos de quem não sabe cozinhá-la, é um risco demasiado elevado na presença online de qualquer marca. Para que um plano alimentar atinja os resultados desejáveis, nada melhor do que nós próprios tomarmos as rédeas da nossa saúde. Nesse sentido, a Bluesoft prescreve a definição de um planeamento estratégico de comunicação digital.

 

Reputação digital: saber bem para comunicar saudável

Se a conversa lhe estiver a abrir o apetite, temos todo o gosto em servir-lhe O Prato Certo, que ajuda as famílias portuguesas a fazer as escolhas certas à mesa. Provada esta entrada, segue-se o prato principal: uma marca saudável, nutritiva e capaz de potenciar a reputação digital junto do seu público-alvo.

Sabemos que a adoção de um estilo de vida saudável vai muito para além do fator "alimentação": a prática regular de exercício físico, sono diário de 7-8 horas e a qualidade das relações humanas, são ingredientes-chave para a receita do nosso bem-estar. De igual modo, ser uma marca de referência online exige, análise e compreensão dos consumidores, acompanhadas de optimização de keywords relevantes e conteúdos à medida.

Saia da moda do bitaite nutricional e entre no consultório digital da Bluesoft. Nós somos o que comemos, mas também os parceiros que escolhemos.