#digitalbestpractices

Há SEA e SEA, há ir e voltar
27 fevereiro, 2020

Há SEA e SEA, há ir e voltar

Não, isto não é nenhum artigo sobre maus trocadilhos. Pedimos desculpa por isso, mas foi o título que se arranjou. Brincámos com a palavra SEA que, em inglês, quer dizer mar (não tem de agradecer por esta essencial lição de inglês), e então fizemos este trocadilho do qual nos orgulhamos. Vá, não nos orgulhamos assim tanto, mas é o que é. E, vendo bem, o SEA de que vamos falar tem tudo que ver com o mar... que é a Internet. Ufff, safámo-nos bem na justificação do título? Bem, vamos mas é ao que interessa.

 

O que é SEA?

O nome completo do SEA é Search Engine Advertising, é natural do Marketing Digital, filho do SEM (Search Engine Marketing) e irmão do SEO (Search Engine Optimization). Vivem todos juntos na vivenda do Mundo Digital e dão um jeito tremendo a empresas que queiram potenciar e divulgar o seu negócio.

 

Quais os objetivos de SEA?

O principal objetivo de vida da SEA consiste em angariar tráfego para o seu site através da apresentação de anúncios online. Estes anúncios são patrocinados/pagos e indexados a determinadas keywords que, quando pesquisadas no motor de pesquisa (ex: Google), surgem em forma de anúncio ao utilizador.

 

Estratégia de Search Engine Advertising

Uma boa estratégia de SEA (Search Engine Advertising) deve ser realizada em simultâneo com uma boa estratégia de SEO (Search Engine Optimization), com o objetivo de maximizar os resultados e de aumentar as vendas e a relevância online.

A sua empresa pode ser dona disto tudo se dominar os resultados de pesquisa orgânica e de pesquisa paga. Desta forma, irá aumentar, significativamente, o tráfego no seu website e dará a ideia a quem o visita de que você/a sua empresa é uma barra no seu mercado e tem o seu negócio bem consolidado.

 

Qual a diferença entre SEA e SEO?

É muito fácil confundir SEA (Search Engine Advertising) com SEO (Search Engine Optimization). É só uma letrinha de diferença e são os dois irmãos do mesmo pai, o Search Engine Marketing. Mas, como todos os irmãos, têm as suas características particulares.O SEO é uma série de métodos, idealmente gratuitos, de otimizar um site para que os motores de busca entendam o seu conteúdo como relevante e o mostre primeiro aos seus utilizadores.

Os artigos do seu site, por exemplo, devem seguir todas as boas práticas de otimização de conteúdo, como a keyword principal estar no início do texto, o conteúdo ser completo, estruturado e relevante, conter alt image, links, título H1 e subtítulos H2, dados estruturados e por aí fora.

O SEA, por sua vez, não trabalha no seu site, mas sim nos anúncios externos que visam encaminhar utilizadores para o seu site. Uma das ferramentas utilizadas para a criação dos anúncios é o Google Ads. O conteúdo também é, obviamente, essencial. No entanto, a estratégia baseia-se em ir lá fora, com base em anúncios, buscar o futuro cliente.

 

Google ADS - Publicidade no Google

O Google Ads é a maior ferramenta de links patrocinados da Internet. Daí a sua importante ligação com uma boa estratégia de SEA. O Google Ads permite criar campanhas de anúncios (artigos, vídeos, banners...) que apenas surgem quando o utilizador pesquisa por termos relacionados com o seu negócio - e é você que define esses termos / keywords!

Isto permite alcançar um público muito mais segmentado e qualificado (e também mensurável), uma vez que já sabemos que ele está interessado no que nós temos para oferecer.

O Google AdWords é a principal fonte de receita do Google. Em 2011, esta plataforma gerou 96% dos 38 mil milhões de dólares que a empresa faturou.

O Google Ads permite a utilização de diferentes formas de segmentação para que a exibição dos anúncios seja ainda mais eficaz:

  1. Público-alvo: é possível acertar nas pessoas certas;
  2. Keywords: os anúncios serão exibidos consoante as palavras-chave pesquisadas;
  3. Tópicos: com o Google Ads, pode escolher exibir os seus anúncios em sites sobre determinados tópicos;
  4. Local: pode escolher onde colocar os seus anúncios: em mecanismos de busca, em sites pessoais, em sites profissionais...
  5. Horário: é possível exibir os anúncios em determinadas horas ou dias da semana, e escolher a frequência de exibição desses anúncios;
  6. Idade, local e idioma: a plataforma permite escolher a idade, a localização geográfica e o idioma de quem será atingido pelos anúncios;
  7. Dispositivos: os anúncios podem ser exibidos em todos os tipos de dispositivos (computadores, tablets, laptops, smartphones...).

Pensando bem, o título deste artigo não é assim tão descabido quanto isso. Há SEA e SEA, há ir e voltar. E isso é mesmo verdade.

Com uma boa estratégia de Search Engine Advertising, o utilizador pode ir, pode estar lá fora, mas volta. Nós vamos lá buscá-lo onde ele está para o sítio onde ele quer estar. É essa a maravilha deste mar chamado Internet.

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital
05 fevereiro, 2020

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital

Está a ler este artigo, não está? Claro que está, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se está a ler este artigo, no nosso blog, é porque foi apanhado na nossa teia do Inbound Marketing.

 

Inbound Marketing: o que é?

Como assim, apanhado numa teia? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia. Calma, amigo leitor. Não vale a pena combater o Inbound Marketing. Ele, mesmo sendo uma forma de marketing indireto, é bastante forte.

No Inbound Marketing, os clientes são atraídos através dos conteúdos produzidos, quer no blog, em posts, em vídeos...

O Inbound Marketing é contrário ao Outbound Marketing. Este último vai de encontro ao cliente, o primeiro atrai o cliente ao seu encontro. Mas já lá vamos.

 

Como funciona o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing assenta numa sólida estratégia de Marketing de Conteúdo, de acordo com o objetivo que o cliente pretenda atingir. Para criar uma boa estratégia, deverá seguir quatro etapas:

  1. Atração: através de conteúdo relacionado com o negócio da sua empresa, em blogs, sites, redes sociais, nunca esquecendo uma forte estratégia de SEO;
     
  2. Conversão: depois de atrair potenciais clientes, está na hora de os tornar consumidores assíduos dos seus conteúdos. Para isso, poderá usar landing pages (páginas de conversão), formulários (as landing pages levam ao preenchimento de formulários com os dados do usuário) CRM (este software reúne as informações que os usuários deram nos formulários);
     
  3. Venda: assim que tiver atraído as pessoas, o objetivo é fazê-las “comprar o seu produto”. Para isso, poderá utilizar diversas ferramentas, tais como automação de marketing, email marketing, nutrição de leads e lead scoring;
     
  4. Encantamento: se chegou a esta etapa, parabéns! Conseguiu um cliente. E, perante esta boa notícia, o objetivo é manter o cliente. Portanto, trate de o encantar, lá está, de forma a que ele se mantenha como cliente e a que promova o seu serviço a outros possíveis clientes. Relacione-se com ele, apresente-lhe conteúdos personalizados, faça-o sentir-se parte envolvente de todo o processo.

 

Inbound Marketing e SEO: uma parceria de sucesso

É óbvio de que precisará de um bom SEO. Esta otimização para motores de busca terá um impacto gigantesco no seu tráfego orgânico. O conteúdo tem de estar lá, mas tem de ser encontrado.

Caso contrário, não faz sentido existir. Daí, um bom SEO fazer toda a diferença. Lojas virtuais que adotam uma estratégia de SEO conquistam 13 vezes mais visitantes e 6 vezes mais clientes em comparação com os e-commerces não-otimizados com SEO.

O Google é a fonte mais usada para pesquisar produtos e tirar dúvidas. O SEO faz com que o seu site seja encontrado mais facilmente e consiga muito mais tráfego qualificado.

Inbound Marketing vs. Outbound Marketing - o duelo

São diferentes, nenhum melhor do que o outro, ambos importantes e cada um essencial perante o objetivo que se pretende alcançar. Se o Outbound Marketing se apresenta com um conjunto de estratégias mais conservadoras, que vemos desde sempre (telefone, stands de vendas, televisão, rádio, etc), o Inbound Marketing apresenta-se como um leque de estratégias mais “modernas” e diretas ao possível cliente.

Assim, podemos estabelecer algumas diferenças:

  1. Estilo de Comunicação: aberta no Inbound Marketing, unilateral no Outbound Marketing;
  2. Onde está o produto? No Inbound Marketing, o produto é encontrado pelas pessoas interessadas; no Outbound Marketing, o produto chega a todas as pessoas, interessadas e desinteressadas no seu produto;
  3. Relacionamento: mais duradouro no Inbound Marketing do que no Outbound Marketing;
  4. Engagement: maior engagement em estratégias de Inbound Marketing do que em estratégias de Outbound Marketing.

 

Vantagens do Inbound Marketing | Porquê usar uma Estratégia de Inbound Marketing?

O Inbound Marketing tem diversos benefícios. Com uma estratégia bem elaborada, pode alcançar o público certo, estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes, aumentar o seu poder de persuasão, encurtar o ciclo de vendas, diminuir os custos e medir os resultados em tempo real.

 

Alcançar o público certo

Segundo a Content Trends 2017, empresas que adotam o Marketing de Conteúdo alcançam 2,2 vezes mais visitas em comparação com as que não fazem uso dele.
Quantidade não é sinónimo de qualidade. Tem toda a razão. No entanto, neste caso específico, as empresas que usam Marketing de Conteúdo também conseguem gerar 3,2 vezes mais leads que as empresas sem uma estratégia similar.

 

Relacionamento mais próximo com os clientes

Aproximando-se do seu público, poderá apresentar-lhe soluções personalizadas para as suas questões. O seu público está mais receptivo a dicas e recomendações suas.

 

Maior poder de persuasão

Esta estratégia confere maior poder de persuasão uma vez que é um argumento baseado em informações sólidas, construído ao longo do tempo e não de uma vez só.

 

Encurtamento do ciclo de vendas

O ciclo de vendas é o tempo que a sua empresa gasta desde o contato inicial até à conclusão da venda. Segundo a pesquisa Martech 2017, 50,4% das empresas de tecnologia que adotam Inbound Marketing têm ciclo menor que 30 dias. Apenas 29,5% das que usam métodos Outbound têm esse desempenho.

 

Diminuição de custos

Em relação aos custos, o Inbound também é mais barato do que as soluções tradicionais, como anúncios e ativações de marca. Menos custos é sempre melhor.

 

Medição dos resultados em tempo real

É essencial acompanhar os dados em tempo real para saber com precisão e rapidez o que está funcionando ou não.


Continua a ler este artigo, não continua? Claro que sim, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se continua a ler este artigo, no nosso blog, é porque continua na nossa teia do Inbound Marketing. Como assim? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia.

Calma, amigo leitor. Volte ao início do texto e releia-o. Está cá tudo. E você tem interesse em saber.

Até ao próximo artigo, leitor fiel.

Link Building – isto anda tudo ligado
30 janeiro, 2020

Link Building – isto anda tudo ligado

O Link Building apresenta-se como fundamental, uma vez que apresenta ao utilizador outras fontes de informação, igualmente confiáveis, com conteúdos complementares e relevantes, face à pesquisa que efetuou.

 

O que é o Link Building?

Boa pergunta! Link Building é, resumidamente o que nós estamos a fazer agora. Ou seja, é a arte de conseguir atrair links para um determinado site, blog ou página de conteúdo.

Quer dizer, o que acabámos de fazer não foi bem arte e também não pode ser considerado, em abono da verdade, Link Building puro, porque não foi assim tão estruturado. Por exemplo, neste parágrafo, só temos links externos e nenhum interno. Mas já lá vamos.

 

Como fazer Link Building?

Há muitas formas de fazer Link Building. No entanto, nem todas são boas. Como referência no Marketing Digital que somos, vamos apresentar-lhe, apenas, as boas. Aliás, as melhores.

Há duas características essenciais a qualquer boa estratégia de Link Building:

  1. Links de qualidade: são os links “naturais”, relevantes para quem linka e para quem é linkado. Os maus links podem colocar o site num mau posicionamento perante os motores de busca.
     
  2. Bom conteúdo: conteúdo, conteúdo, conteúdo. A conversa é sempre a mesma. Um bom conteúdo faz com que o seu site seja mais vezes linkado. Conteúdo bom, conteúdo relevante, conteúdo que suscite partilhas.

Tendo estes dois pontos sempre presentes, o Link Building estará sempre mais próximo do sucesso. Depois, obviamente, os links apresentados terão de apresentar algumas características mais específicas, como:

  1. Utilizar links internos e links externos (com texto âncora - o texto que contém o link apontando para o seu site ou para uma página do seu site, imagens e outros tipos de links);
  2. Obter links de sites relevantes - os chamados backlinks;
  3. Guest posts: os artigos de convidados são essenciais para gerar links orgânicos;
  4. Divulgar conteúdos nas redes sociais;
  5. Não ter links quebrados - links incorretos ou com ligações para páginas inexistentes;
  6. Não comprar links - o Google topa que há um padrão suspeita e prejudica o posicionamento;
  7. Privilegiar uma estratégia integrada de SEO.

Eis o que acontece na complexa mente do Google: ele olha para um site e avalia a sua reputação e autoridade pelos links que ele recebe. A existência de links faz com que haja uma relação entre páginas, funcionando como uma espécie de “voto de confiança”. Fazer um link para outra página é dizer ao seu leitor que tem confiança naquela página. Os bons links são o motor do SEO.

 

Qual a importância do Link Building para SEO? 

O Link Building é essencial para que os motores de pesquisa vejam o seu conteúdo como mais relevante, levando-o a um melhor posicionamento nos resultados orgânicos de pesquisa. E aqui volta a entrar o nosso querido SEO (Search Engine Optimization). Uma estruturada estratégia de SEO tem de comportar um bom modelo de Link Building.

O utilizador tem sempre de encontrar a informação que procura. Esta frase está emoldurada na mesinha de cabeceira do Google.

 

Como conseguir backlinks de qualidade?

Os backlinks são links que direcionam diretamente para qualquer página do seu site a partir de outro domínio - backlinking. O objetivo é o de expandir o conhecimento do leitor e, em simultâneo, gerar tráfego de qualidade para o seu site ou blog.

Os Backlinks são muito importantes para SEO porque alguns motores de pesquisa, especialmente o Google, dão mais crédito a sites que têm um bom número de backlinks de qualidade (com elevado grau de relevância), considerando o seu conteúdo mais importante do que outros nas páginas de resultados.

 

Estratégias de Link Building – cá dentro e lá fora

Link Building interno

O Link Building interno não é mais do que o processo de linkar para páginas dentro do seu site. Este processo é bastante recomendado e valioso, levando a uma navegação interna relevante.

 

Link Building externo

Linkar para outros sites não prejudica em nada o seu próprio site. Pelo contrário. O algoritmo dos motores de pesquisa tem em consideração a linkagem externa, atribuindo-lhe relevância e, também, autoridade.

Portanto, muito resumidamente, não se esqueça: links internos, links externos e conteúdo, conteúdo, conteúdo. A conversa é sempre a mesma. Os resultados também, os melhores.

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE
12 dezembro, 2019

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE

É Natal por todo o lado. As ruas estão iluminadas com bolinhas e azevinhos, o Pai Natal multiplica-se pendurado nas varandas, a Mariah Carey canta nos carros e as redes sociais cheiram a musgo dos presépios. É uma época linda, onde toda a gente é generosa e se preocupa mais em praticar o bem do que em fazer um fatality a quem levou a última oled na Worten do Colombo.

 

All I want for Christmas is Christmas

Ainda não é Natal e já toda a gente está farta do Natal... desde Outubro. Costuma ser nessa altura que as marcas nos começam a envenenar com falinhas mansas de Natal. As boas marcas, claro. As más, ou as menos profissionais/atentas/organizadas, só começam a preparar o Natal... uma semaninha antes do Natal. E depois desatam a disparar campanhas de Facebook para toda a gente sem qualquer critério, a patrocinar posts no Instagram em cima da árvore em cima do joelho, a bombardear newsletters com promoções pensadas cinco minutos antes... e tudo tem de funcionar. Mas não funciona. Que espanto dos diabos! Quem diria que não iria funcionar?

 

Estratégia digital no sapatinho

Como já falámos várias vezes aqui, é essencial que haja uma estratégia de marketing digital bem planeada para que se atinjam os objetivos pré-estabelecidos e tudo corra da melhor forma possível. Não é acreditando nos Reis Magos que as coisas lá vão. É preciso seguir a Estrela-Guia – e essa estrela somos nós (ou os nossos ensinamentos, vá). Pedimos desculpa pela bazófia natalícia. E voltamos à história da publicidade paga vs. publicidade orgânica. Como é Natal - ou quase - partilhamos aqui o link para o artigo em que falamos desse já clássico duelo.

Há as empresas que trabalham bem - e atempadamente - e as empresas que trabalham mal – de ontem para hoje. No entanto, ambas trabalham e ambas se esforçam para atingir um determinado objectivo com vista a aproveitar este rodízio de prendas chamado Natal. Há que lhes dar esse crédito. Mas há aquelas empresas que, pura e simplesmente, não trabalham.

Podem não precisar do Natal para terem lucro, ok, mas não trabalham. E, não trabalhando, condicionam o trabalho das outras. E, condicionando, complicam.

Pois, isto agora mete-se o Natal, de maneiras que só lá para Fevereiro...” E eis que vem à tona um dos mais interessantes e paradoxais fenómenos da sociedade portuguesa actual: por um lado, anda tudo num rebuliço com compras até aos queixos, sem tempo para parar, pensar e, quem sabe, até, respirar. Por outro lado, muitas empresas param, estagnam, “fecham para obras”. Não respondem a emails, não atendem telefonemas, não publicam posts nas redes sociais nem artigos nos sites, não marcam reuniões, não fecham negócios, não abrem negócios, não nada. Cheirando a Natal, estas empresas colocam o cartãozinho VOLTO JÁ na janela e voltam só quando a Popota já tiver ido embora.

 

Renovação Digital: Ano novo, vida antiga

Terminado este período inebriante de bacalhau e meias, as empresas reabrem de espírito renovado e... com os mesmos vícios, com os mesmos erros e com as mesmas estratégias que não funcionaram antes e que não vão funcionar depois. Mas com pressa! Porque não vendemos nada no Natal, não trabalhámos nada no Natal e agora temos de compensar! E essa compensação - adivinhe, caro leitor - será feita em cima do joelho – adivinhou, não adivinhou? E nós, Bluesoft, cá estamos em cima destas empresas a ver se elas têm noção do que estão a fazer. Quer tenham, quer não, cá estamos nós para lhes iluminar o caminho.

O Natal é quando um homem quiser. O homem não pode é ficar nas palhinhas estendido, nas palhinhas deitado à espera que as prendas lhe caiam da chaminé.

7 Dicas para Aumentar as Vendas da sua Loja Online
10 outubro, 2019

7 Dicas para Aumentar as Vendas da sua Loja Online

É inspirador imaginar uma loja online a faturar sem parar, não é? Uma loja que venda tanto que o deixa sem mãos a medir.

Imaginar que a internet é a América dos tempos modernos, a nova corrida ao ouro, a terra (digital) das oportunidades, onde o sucesso é mais do que uma garantia.

Afinal, as possibilidades são infinitas quando milhares de milhões de pessoas utilizam a internet a toda a hora, sem limites nem barreiras físicas.

Posso continuar a aumentar-lhe as expetativas mas, se não existir uma estratégia digital forte, corre o risco de tornar a sua loja numa espécie de mercearia de aldeia, perdida num recanto qualquer da internet, onde ninguém vai, ninguém compra, ninguém vende. Se assim é, de que vale ter uma loja online, se são só despesas, desilusões e frustrações, sem visitas nem vendas suficientes? Para quê tanto trabalho?

Ao longo dos anos na Bluesoft, temos trabalhado com várias marcas que chegam até nós após maus investimentos no online. Dizem-nos frequentemente: "a nossa loja online foi muito cara, deu imenso trabalho mas, não vende."

Esta é a razão pelo qual escrevi este artigo, quero "dar-lhe de bandeja" algumas dicas a seguir para começar a vender online com sucesso.

 

As lojas online desenvolvidas pela Bluesoft estão na lista das que mais vendem em Portugal.

 

Como vender mais online

A primeira peça do puzzle é saber como atrair as pessoas certas, porque sem visitas não existem vendas. As pessoas certas são as que têm uma maior probabilidade de se tornarem clientes, ou seja, são o seu público-alvo.

 

Tenha uma noção clara do mercado: Sabe quantas pesquisas existem, todos os meses, no Google pelos produtos que quer vender? Os seus produtos aparecem nos resultados dessas pesquisas?

 

7 Dicas para aumentar as vendas online

  1. Conheça o seu público-alvo
  2. Saiba o que procura o seu público-alvo, conheça o volume das keywords mais relevantes para o seu negócio
  3. Desenvolva uma loja online que cumpra as boas práticas de otimização com os motores de pesquisa
  4. Posicione-se na primeira página dos resultados do Google pelas keywords mais relevantes para o seu negócio (identificadas no ponto 2)
  5. Crie conteúdo original, relevante e de qualidade, orientado ao seu público
  6. Invista em publicidade online direcionada ao seu público
  7. Aposte no SEO para melhorar o posicionamento do seu website nos resultados orgânicos do Google (queira ocupar a totalidade da 1ª página)

 

Acima de tudo, valorize o posicionamento e a visibilidade: Imagine uma loja física na principal avenida da cidade. Agora imagine a mesma loja numa aldeia do interior. Qual acha que vende mais?

 

1. Conheça o seu público-alvo

Existem duas ações que fazemos de forma constante: uma é respirar, a outra é pesquisar no Google. Quando queremos algo, pesquisamos. A título de exemplo: só no mês de Novembro de 2018, existiram 450.000 (aproximadamente meio milhão) pesquisas por "Black Friday" em Portugal. As "Prendas de Natal" registaram 33.100 pesquisas em Dezembro, demonstrando assim que a recolha de informação, e consequente tomada de decisão, por parte dos Portugueses ocorre, cada vez mais, em ambiente online, sobretudo nas épocas festivas e durante as efemérides onde o consumo é mais acentuado.

As lojas online são feitas para vender nos 365 dias do ano. Para isso, é fundamental saber aquilo que pesquisa o potencial cliente, a que horas pesquisa, os seus interesses, preferências e até as suas emoções, e claro, aparecer em lugar de destaque (nos primeiros resultados) pelo que é pesquisado.

Tudo o que é pesquisado no Google é registado temporal e geograficamente (quando e onde ... e quem)! É sobre estes dados que devemos focar toda a atenção!

 

2. Saiba o que procura o seu público-alvo

Se a loja online vender calçado infantil, deverá aparecer na 1ª posição de resultados do Google por "calçado infantil", "sapataria infantil", "sapatos criança", "sapatarias colombo", "botas menina" e até por "regresso às aulas", caso não apareça, perderá milhares de potenciais vendas.

Se a loja online vender calçado de segurança, deverá aparecer na 1ª posição de resultados por "calçado de segurança", que tem 1.000 pesquisas mensais em Portugal. No Reino Unido deverá aparecer por "safety shoes", termo que conta com 14.800 pesquisas mensais. No entanto, existem outras pesquisas relevantes pelas quais a loja deverá aparecer.

 

aumentar vendas online

É fundamental a existência de um relatório de keywords relacionadas com a oferta da loja online. Esta será sempre a base de trabalho principal para uma estrutura otimizada, seja ao nível de conteúdos, seja ao nível técnico.

 

Ao pesquisar "sapataria infantil" encontrará um cliente Bluesoft na 1º posição orgânica

Ao pesquisar "calçado de segurança" encontrará um cliente Bluesoft na 1º posição orgânica

 

3. Desenvolva uma loja online que cumpra as boas práticas tecnológicas

Na Bluesoft as lojas online são desenvolvidas à medida, com máxima atenção prestada ao detalhe e à qualidade tecnológica. Tecnologia essa, otimizada, assente em dados estruturados e com elevados níveis de performance.

A internet atingiu uma dimensão, com milhões e milhões de novas páginas lançadas para a web todos os dias, em que os motores de pesquisa querem dados organizados e estruturados para serem consumidos com ordem e relevância. Em suma: "fazer a papinha ao Google".

Plataformas "pré feitas" como  Shopify, WooCommerce, são tentações fáceis, baratas e de rápida implementação. Contudo, não cumprem as boas práticas de otimização ansiadas pelos motores de pesquisa, sendo na maioria dos casos, classificadas como "lixo" por parte dos motores de pesquisa e aplicações. Conclusão: não vendem!

Para vender é necessário aparecer nos primeiros resultados de pesquisas, para aparecer nos primeiros resultados é necessário conquistar a credibilidade orgânica. Para que isso aconteça, a tecnologia deverá ser "perfeita" e seguir criteriosamente as "regras" do ponto de vista técnico, "uma espécie de relógio Suíço".

 

Ao pesquisar "dados estruturados" encontrará a Bluesoft na 1º posição orgânica

 

4. Posicione-se na primeira página de resultados do Google pelas keywords mais relevantes para o seu negócio

Se os produtos que quer vender não aparecem na primeira página de resultados, não têm visibilidade, não existem, logo não vende!

Seja ambicioso. Não queira só a 1ª posição de resultados. Queira toda a 1º página do Google pelas keywords do seu negócio.

 

Ao pesquisar "remoção de tatuagem", "preço remover tatuagem" ou outras keywords relacionadas, encontrará um cliente Bluesoft em todas as primeiras posições de resultados.

 

5. Crie conteúdo original, relevante e de qualidade

Não é à toa que o Marketing de Conteúdo é considerado o ouro do século XXI!

Como atrair, reter e envolver os consumidores?” Ora, num mundo onde 75% deles recorrem a pesquisas na internet antes de efetuarem uma compra, um bom princípio de base será apostar na produção de conteúdo relevante, o inbound marketing: tática que permite atrair a atenção do consumidor, no momento em que ele mais necessita de informação útil para satisfazer as suas necessidades.

Estes conteúdos devem acertar bem no público-alvo e nos seus problemas, nas suas dores, nas suas dificuldades. Tocando-lhe na ferida, o público-alvo vai sentir ainda mais a ferida. Sentindo ainda mais a ferida, vai querer tratá-la. Querendo tratá-la, vai procurar uma solução. Procurando uma solução, encontra a sua marca, os seus produtos. Afinal, a sua marca já lá estava.

Saiba mais acerca de Marketing de Conteúdo

 

6. Invista em publicidade online

Investir em publicidade online é uma estratégia a considerar. A publicidade paga permite-lhe:

  • dar visibilidade imediata ao seu produto a quem pesquisa por palavras-chave relacionadas com o seu produto;
  • dar a conhecer a sua oferta, por mais inovadora, irreproduzível e inominável que seja, a futuros consumidores;
  • impactar exatamente quem pretende atingir - se pretende que um homem, entre os 35 e os 44 anos, presente fisicamente na próxima Web Summit, veja um anúncio ao seu produto enquanto navega na web, é precisamente isso que vai acontecer com uma campanha paga corretamente configurada e inteligentemente desenvolvida.

 

Já agora, se pesquisar por "publicidade orgânica" ou "publicidade paga" no Google, encontrará um artigo nosso, exclusivamente dedicado à publicidade online, na primeira página dos resultados devolvidos.

 

7. Aposte em SEO

SEO, ou Search Engine Optimization, consiste numa série de implementações de ordem técnica e de conteúdos de forma otimizar um site para que os motores de busca (Google, Yahoo, Bing, Ask, entre outros), entendam o  conteúdo como relevante e o mostrem-no em primeiro lugar aos seus utilizadores. É esse o significado de SEO.

 

Se quer ser a referência de vendas online no seu setor. Contacte-nos e faça parte da lista das lojas que mais vendem online!

 

Europeias 2019 - Abstenção de marketing
31 maio, 2019

Europeias 2019 - Abstenção de marketing

Estava a pensar em quem ia votar e percebi que não sabia absolutamente nada sobre os candidatos para as europeias 2019. Nem o que propõem, os seus valores ou a sua história. Quem são estas pessoas?

Seria muito facilitista apontar o dedo a mim próprio e dizer que a culpa é toda minha porque não fiz um esforço para me aproximar deles. Não acho que seja apenas culpa minha. Há uma transação a ter lugar. Ainda que o interesse superior em votar seja do cidadão, os candidatos, em concorrrência uns com os outros disputam o meu voto. 

Comecei a pensar então nos candidatos como produtos concorrentes numa prateleira de supermecado. O que é que está a acontecer para que eu olhe para os produtos e não faça ideia o que escolher porque não sei nada sobre eles?

 

Como criar uma ligação entre o partido e o público?

O Seth Godin, um grande pensador do marketing, diz que as pedras basilares da economia moderna são a confiança e a atenção. 

Uma marca precisa da minha atenção - que eu esteja a olhar para ela ou a ouvi-la - para me transmitir alguma mensagem. Depois precisa da minha confiança para me levar à compra. Isto é, especialmente interessante num perído eleitoral. Porque os candidatos, de acordo com a lei, só podem afixar propaganda e fazer publicidade comercial em alguns dias que antecedem às eleições, o período oficial de campanha. E, durante esses dias, estão todos a lutar pela nossa atenção, aos gritos uns por cima dos outros, a tentar ganhar a nossa confiança.

Muitas vezes através de iniciativas bizarras como ir a uma escola mandar beijinhos às ciranças, tocar bateria ou distribuir canetas na rua. Uma espécia de versão adulta das coisas loucas que os youtubers fazem para se destacarem uns dos outros e terem visualizações. Isto tudo aliado a que, numa campanha, toda a gente sabe que há uma expectativa de uma transação no fim. Por isso é como estar a ouvir um vendedor que sabemos que vai dizer tudo para nos impingir o produto dele. 

A confiança não se cria em poucos dias. Mas porquê restringirem-se ao período de campanha? 

Há outra coisa que podem no resto do tempo: criar a vossa marca. Exatamente aquilo que o nosso Presidente Marcelo fez. Durante 8 anos esteve na televisão todas as semanas. Tinha e criou atenção à sua volta. Todas as semanas deu a sua opinião sobre vários assuntos. Muita gente, ao saber da visão dele sobre esses assuntos, ganhou confiança nele.

No momento em que o Marcelo Rebelo de Sousa se candidatou, a campanha eleitorial foi uma mera formalidade. Só teve de dizer "estou aqui". E as pessoas que iam a passar na fila do supermecado viram um produto que reconheciam e no qual confiavam. Compraram. 

 

Plano de Marketing Político

Como é que um cadidato pode fazer isto? Na minha opinião é jogar o jogo a longo prazo e criar um plano de Marketing. Um plano de marketing define onde é que uma empresa está, para onde quer ir e o que vai fazer no entretanto para lá chegar.

O que é que acham mais eficaz: alguém que antes de uma eleição diz que o ambiente é uma preocupação enorme ou alguém que esteve um ano inteiro a participar em iniciativas ambientais?

Como é que eu quero que a minha marca seja percepcionada pelos outros e o que é eu vou fazer para criar essa percepção? Graças à fome voraz dos media por novos conteúdos que alimentem a máquina, possivelmente, conseguirão exposição mediática para essas ações. Se não, graças à internet, podem criar vocês mesmos essa exposição. E, quando chegar a campanha, não vão precisar de esgravatar com todos os outros pela minha atenção e confiança. Porque, pouco a pouco, ao longo de 4, 8 ou 12 anos já o fizeram. 

 

Francisco Baptista | Linkedin

Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar
11 abril, 2019

Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar

Os jovens querem lá saber de Política! Estão interessados é no Instagram, no Youtube e no Fortnite. É uma geração perdida, é o que é, carregadinha de putos egoístas e mimados que só pensam neles. Querem lá saber dos outros... Querem lá saber da Política... 

 

Os velhos de São Bento vs. Os putos da Internet

Como, certamente, percebeu, deixámos o Velho do Restelo escrever o primeiro parágrafo deste texto. Com a ajuda do Velho de São Bento, claro está. Ou melhor, dos Velhos de São Bento, que costumam andar por aquelas bandas a resmungar uns com os outros. 

Mas foi só o primeiro parágrafo. Nada tema, caro leitor. Agora que já tirámos o Velho do Restelo (e seus amigos de São Bento) daqui, já podemos escrever a realidade das coisas. (Não se preocupe com os Velhos – estão ali entretidos com uma máquina de escrever e um pombo correio. Ainda não percebem como funciona esta coisa super recente do computador.) 

 

Os Jovens e a Política: Amigos ou Inimigos? 

Será que os jovens portugueses não querem mesmo saber da Política? Ou será que é a Política que não quer saber dos jovens portugueses? Do que falamos quando falamos de Política? Do que falamos quando falamos do interesse dos jovens pela Política? 

Os jovens estão interessados no mundo que os rodeia. Os jovens estão interessados nas pessoas e na sociedade, na educação, no meio-ambiente, na economia, no emprego, no combate à corrupção, no combate à violência doméstica, na igualdade de género, na luta contra a pobreza. E manifestam-se, mostram-se, lutam pelos seus ideais e convicções. Não será isso Política? Não será isso fazer Política sem estarem engravatados num Parlamento às moscas? 

Nós diríamos que sim, é Política. No entanto, parece haver um fosso entre os jovens e os políticos. Parece não haver comunicação entre os dois lados. E, neste caso, a culpa não é tanto dos putos, que bem se esforçam para se fazerem ouvir. A culpa é mais dos cotas, que não se esforçam para os ouvir nem sem esforçam para que os jovens os oiçam. 

Em qualquer relação, tem de haver comunicação. E são sempre precisos dois para comunicar. Ninguém comunica sozinho. 

 

ESTOU? ESTÁ LÁ? NÃO ESTOU A OUVIR – COMUNICAÇÃO POLÍTICA, WE HAVE A PROBLEM

Vamos à parte teórica disto. Na base, está a comunicação. Se há dificuldade na comunicação política, é porque o Marketing Político não está a ser bem feito. 

Como sabemos, o Marketing Político é uma série de técnicas que têm como principal objetivo manter a ligação entre um político e o seu eleitorado. Mas não só. A ideia também é conquistar mais eleitores para as próximas eleições. 

Muitos desses eleitores são jovens. Se formos mais específicos, há 2.015.953 eleitores recenseados em Portugal que têm entre 18 e 34 anos. Esta massa jovem está esmagadoramente na Internet – não está na televisão nem na rádio nem nos jornais. Esta massa jovem comunica, intervém e faz Política (comunicando e intervindo), mas parece que os políticos não comunicam com ela. Porquê? 

 

Comunicação Política para Totós 

Vamos ser justos. Os políticos bem tentam comunicar. A comunicação está na base da Política e, se for bem feita, é sempre uma vantagem. Só que os políticos não sabem comunicar com os jovens. Eles têm sites, páginas de Facebook e de Instagram, contas no Twitter e, alguns, até têm podcasts. Mas, mesmo assim, não chega. 

Há esforço, mas não basta estar na “rua” onde estão os jovens. Há que estar na “rua”, sim, mas ir bater-lhes à “porta de casa”. O político tem de estar na Internet, tem de estar nas redes sociais, tem de fazer lá a sua comunicação. Mas, essencialmente, tem de estar onde estes jovens estão. O político tem de comunicar nas redes daqueles que os jovens seguem. O político tem de entrar pela “casa” dos putos pelas mãos dos seus ídolos.

Uma das formas é o Collab

 

Collab – Uma Cataplana de Peixe ou um Arrozinho de Atum?

O que é isso da Collab? Ora bem, Collab vem de “collaboration”, colaboração, em português. A Collab acontece quando dois canais distintos resolvem colaborar para ambos os canais e, assim, apresentar o canal convidado ao seu público, mostrando um conteúdo que possa ser interessante para os seguidores de cada canal. 

Collab, embora não pareça, é o António Costa ir ao programa da Cristina cozinhar uma cataplana de peixe. Antes, já lá tinha ido a Assunção Cristas cozinhar um arrozinho de atum. Isso é collab.

O que o António Costa e a Assunção Cristas lá foram fazer foi comunicar com o público da Cristina Ferreira. E bem. Mas o público da Cristina Ferreira não está propriamente entre os 18 e os 34 anos. Portanto, uma vez mais, estes mais de 2 milhões de eleitores ficaram de fora. 

“De fora, mas onde?” Por favor, não diga que não sabe onde eles estão. Basta ir à Internet e fazer uma simples pesquisa. É facílimo saber onde estão os jovens, o que fazem, quando fazem, por que razão o fazem, o que procuram, etc. 

Portanto, um político só não chega a estes jovens se não quiser. Além de colaborar com a Cristina Ferreira (ou com o Manuel Luís Goucha ou com a Filomena Cautela) – para chegar a outros públicos, também pode (deve) pensar em colaborar com os influencers das redes sociais – do Instagram ao Facebook, do Twitter ao Youtube – para chegar os mais jovens. 

 

Marketing Político: Os Putos de São Bento sabem comunicar

Estudos demonstram que os novos meios de comunicação têm um enorme poder no desenvolvimento de uma relação próxima com o eleitorado jovem e na captação de novos eleitores. 

A importância da Internet no Marketing Político é tanta que, segundo o estudo “The Internet’s Role in Campaign 2008”, esta tecnologia já ultrapassou as revistas e a rádio. A perspetiva aponta para que ultrapasse também os jornais, como fontes de informação sobre candidatos e eleições, nos Estados Unidos. E, como sabemos, é nos States que se ditam as regras. 

O crescimento da utilização da Internet veio incutir uma certa pressão na necessidade de adaptação por parte dos políticos. E é justo considerarmos que os políticos portugueses têm ainda um longo caminho a percorrer no Marketing Digital Político para aproveitarem as vantagens oferecidas por este universo digital. Uma delas é comunicar diretamente com mais de 2 milhões de eleitores. E nem sequer precisa de lhes dar beijinhos e apertos de mão como (ainda!) faz nos mercados. 

Os jovens querem saber de Política! Estão interessados no Instagram, no Youtube e no Fortnite e é lá que devemos comunicar com eles.

É uma geração que pode ser ganha por quem souber comunicar com ela, carregadinha de putos com ideias e vontade de mudar o mundo. Querem saber dos outros. Querem saber da Política. 

Alimentação Saudável e Estratégia Digital
07 fevereiro, 2019

Alimentação Saudável e Estratégia Digital

“Descubra o Top 10 das dietas mais saudáveis!”: vegan, vegetariana, ovolactovegetariana, sem glúten, paleolítica, mediterrânica, ... Bom, acho que já se percebeu a ideia. Caro leitor, seja bem-vindo a uma das temáticas mais quentes do mundo digital: a alimentação saudável.

Quer seja em pesquisas Google, páginas de Instagram, ou blogs mais ou menos credíveis, o fenómeno do bitaite nutricional veio para ficar. A preocupação em manter um estilo de vida saudável, tem gerado um efeito contraproducente na hora de adotar os hábitos alimentares mais adequados ao nosso organismo. Mas não perca a esperança! O consultório digital da Bluesoft tem o plano certo para a saúde da sua marca.

 

Marketing de produtos saudáveis: com a saúde não se brinca!

Cerca de 60% da população portuguesa é obesa ou está em risco de o ser. Sim, números no mínimo preocupantes mas de todo inesperados. A alimentação de hoje, carente de nutrientes vitais ao nosso bem-estar, torna-nos cada vez mais reféns de doenças crónicas logo desde tenra idade. Químicos, toxinas, pesticidas, corantes e conservantes passaram, assim, a ter lugar cativo no nosso corpo, com consequências nocivas para a saúde de miúdos e graúdos.

Certamente já lhe aconteceu ir a um supermercado, e comprar um produto dito “natural” ou “sem glúten”, pensando que este seria uma opção saudável. Ora para que esteja mais descansado, Portugal começou a ir aos treinos na área da nutrição e saúde, levando consigo as marcas do setor alimentar. Se muitos dos produtos hoje vendidos já são nutricionalmente ricos e equilibrados, as suas estratégias de marketing digital deixam ainda um gosto amargo na boca...

 

Planeamento estratégico: o ingrediente secreto das marcas online

As marcas, movidas pelo desejo de se tornarem referências digitais, comem a sua “cheat meal” mais vezes do que deviam. Ao passearem esfomeadas pelo mercado online, deixam-se hipnotizar pelo corredor espampanante dos influencers. Apimentados por amostras e códigos promocionais, estes disfarçam-se de nutricionistas credenciados, recomendando os tais produtos, como “parte essencial de uma alimentação saudável e equilibrada”.

Por muito que a receita esteja certa, pô-la nas mãos de quem não sabe cozinhá-la, é um risco demasiado elevado na presença online de qualquer marca. Para que um plano alimentar atinja os resultados desejáveis, nada melhor do que nós próprios tomarmos as rédeas da nossa saúde. Nesse sentido, a Bluesoft prescreve a definição de um planeamento estratégico de comunicação digital.

 

Reputação digital: saber bem para comunicar saudável

Se a conversa lhe estiver a abrir o apetite, temos todo o gosto em servir-lhe O Prato Certo, que ajuda as famílias portuguesas a fazer as escolhas certas à mesa. Provada esta entrada, segue-se o prato principal: uma marca saudável, nutritiva e capaz de potenciar a reputação digital junto do seu público-alvo.

Sabemos que a adoção de um estilo de vida saudável vai muito para além do fator "alimentação": a prática regular de exercício físico, sono diário de 7-8 horas e a qualidade das relações humanas, são ingredientes-chave para a receita do nosso bem-estar. De igual modo, ser uma marca de referência online exige, análise e compreensão dos consumidores, acompanhadas de optimização de keywords relevantes e conteúdos à medida.

Saia da moda do bitaite nutricional e entre no consultório digital da Bluesoft. Nós somos o que comemos, mas também os parceiros que escolhemos.

 

Como Criar uma Loja Online | Empresa Nossa que Estais na Net
13 dezembro, 2018

Como Criar uma Loja Online | Empresa Nossa que Estais na Net

“E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Ámen”. Ou, como se diz hoje em ambiente digital: “E não nos deixeis cair em tentação de usar plataformas já feitas como o Shopify, o Magento ou o WooCommerce, mas livrai-nos de fazermos tudo sozinhos ou com quem não percebe nada disto porque pensamos que não precisamos de programadores, designers ou gestores de conteúdos. Ámen”.

Hoje em dia, as marcas só existem se existirem online. Não tendo morada na Web, raramente sobrevivem. No entanto, ter essa morada não é ter garantia absoluta de sucesso. Tal como nós, humanos, precisamos de ter a nossa casa num sítio de que gostamos, que sirva os nossos interesses, que nos permita chegar rápido ao trabalho, que esteja perto da escola dos miúdos e por aí fora, também as empresas precisam de ter a sua morada online adaptada às suas características e objetivos.

Infelizmente, não é isso que acontece com muitas empresas. Com a ideia (errada) de poupança, optam por templates já feitos - que, é como quem diz, por uma casa já feita, mas mal feita e mal localizada. Mais tarde, terão a noção de que a dita poupança não existiu. Se a empresa não foi pesquisada, se a empresa não foi encontrada, não houve lucro, não houve poupança, houve prejuízo. Contas simples de se fazer.

 

Querido, mudei a Loja Online

A solução é simples e passa por um investimento inicial na construção da casa. Mas nada de contraplacados de templates já feitos e que toda a gente usa. Para uma boa casa, é preciso ter bom material. Para um bom website, terá de investir em programadores, em designers e em gestores de conteúdos. Mas dos verdadeiros. Atenção a esses chicos - espertos que, por saberem fazer COPY-PASTE, já se acham programadores, que, por saberem fazer memes no Paint, já se acham designers, e que, por tirarem umas fotos com o iPhone e escreverem posts no Instagram, já se acham gestores de conteúdos. Não são.

Estes templates já feitos estão alojados em plataformas que não são otimizadas para aparecerem nos resultados dos motores de pesquisas nem para gerarem visibilidade orgânica. Para que isto aconteça, será necessário um trabalho de SEO (Search Engine Optimization), conhecer o público-alvo, saber o que é pesquisado, trabalhar keywords e muitas mais coisas essenciais. Em plataformas a sério.

Tendo a casa bem construída e com uma boa localização, terá o sucesso quase garantido. Quase porque o conteúdo, como é óbvio, é essencial. Se tiver o conteúdo, a casa e a morada, apenas precisa de um bom banco onde depositar o dinheiro que vai lucrar.

 

Compras Online em Portugal

Segundo a ACEPI (Associação da Economia Digital), o valor das compras online feitas pelos portugueses foi de 1,7 mil milhões de euros em 2009 e de 4,6 mil milhões em 2017. Ou seja, em oito anos, o valor das compras online realizadas pelos portugueses mais do que duplicou. Espera-se que em 2025, seja atingido um valor de 8,9 mil milhões de euros.

Em 2009, as empresas e o Estado tiveram um volume de negócios online de 24 mil milhões de euros. Em 2017, o valor cresceu para 70 mil milhões de euros. Em 2025, a expectativa é de um volume de negócios de 132 mil milhões de euros até 2025.

Ainda acha que a sua empresa não deve estar online? Pois, bem nos parecia ...

 

O que deve fazer para criar uma loja online?

A visibilidade e o posicionamento são essenciais. Estar numa rua da Caparica não é o mesmo que estar em Times Square. Mas, em ambos os casos, é preciso saber destacar- se. As pessoas não entram na sua loja só por terem visto a montra. No mundo digital, as pessoas não entram no seu website só porque este se encontra na primeira página de resultados. É necessário saber destacar-se dos concorrentes.

Para isso, antes de tudo o resto, defina o seu público-alvo. Se a ideia é vender chinelos de praia, certamente terá mais sucesso na tal rua da Caparica do que em Times Square. Definir o público-alvo é essencial.

De seguida, elabore um plano estratégico digital que vá de encontro a esse mesmo público- alvo, com a criação de um site otimizado para os motores de pesquisa, com conteúdos relevantes e influentes.

Um plano de otimização de SEO é essencial para o seu website ser visto. Um plano estratégico de conteúdos relevantes é essencial para que o possível cliente fique no seu website.

Qualquer pessoa ou empresa pode criar uma loja online. Poucas pessoas ou empresas conseguem criar uma boa e eficaz loja online. Não caia na tentação dos templates já feitos, dos artistas dos computadores que se dizem programadores, dos pintores de Paint que se dizem designers nem dos fotógrafos e escritores de Instagram que se dizem gestores de conteúdos.

Se já caiu nessa tentação e está arrependido, nós perdoamos. Mas não o volte a fazer. Para o seu bem e para o bem da sua empresa. Em nome do SEO, do E-Commerce e do Marketing Digital. Ámen.

O Setor Automóvel e o Marketing Digital
13 setembro, 2018

O Setor Automóvel e o Marketing Digital

Caro leitor, pedimos-lhe que faça connosco o seguinte exercício: imagine que dispõe uma máquina do tempo à frente que o transportará até ao ano de 2024. Curioso em espreitar? A Bluesoft também. À luz da constante revolução digital que rege o nosso dia-a-dia, acreditamos que em 6 anos muito mudará, com destaque, para um setor de atividade em particular: o automóvel.

Empresas como a Uber ou a Tesla são hoje globalmente reconhecidas como disruptivas no que à nossa mobilidade diz respeito. Na verdade, têm sido elas as principais responsáveis por pôr a primeira transformação digital numa indústria que, aparenta não querer sair do descanso e dos hábitos do passado.

O automóvel será cada vez mais uma solução de mobilidade, onde 100% das viaturas novas vendidas em 2024 estarão conectadas com os seus utilizadores. O Automóvel será por isso um device sobre rodas e um veículo de negócio, onde cada vez mais, serão desenvolvidos produtos e soluções que se servem do automóvel para desenvolver negócio.

A mudança de paradigma entre a propriedade do bem e a utilização de um serviço já começou, mas o mercado continua a fechar os olhos a esta realidade, quando acordar e um dos gigantes tecnológicos tiver por exemplo comprado a Tesla, será tarde de mais, o estatuto de referência digital de repente pode ficar nas mãos de uma tecnológica em vez dos tradicionais agentes do setor automóvel!

 

Setor Automóvel de hoje: perigo à vista! 

Parafraseando a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), “29 mil empresas, 124 mil postos de trabalho direto, com um volume de negócios de 23,7 mil milhões de euros... O setor automóvel mantém-se há vários anos no primeiro lugar do ranking das exportações nacionais...” Perante tamanhas credenciais, só nos apetece recordar aquela frase feita (e muito bem feita): “chegar ao topo é fácil, difícil é mantermo-nos por lá!” 

Tal como à entrada de um cruzamento, nada melhor do que olhar à nossa volta para decidirmos qual o melhor caminho a seguir. Se há uns anos a Nokia foi destronada por uma tal Apple, em 2024 ninguém se admirará que marcas consagradas como a Mercedes ou a BMW, sejam ultrapassadas à boleia de mais uma revolução digital. 

É verdade que alguns construtores, em especial, BMW, Audi, Porsche, Mercedes, PSA têm feito um grande esforço no caminho da transformação tecnológica e da conectividade, mas continua a existir um enorme fosso entre eles e a nossa atual realidade digital.

 

Serviços do tempo da outra senhora: todos pagarão! 

Vamos ser francos, vivemos cada vez mais num mundo globalizado, onde a aquisição de um produto ou serviço está ao alcance de meia-dúzia de cliques num smartphone. Vestuário, livros, bilhetes, compras de supermercado, é só escolher! Ou então, nem por isso. A não ser que a sua carteira seja folgada o suficiente para comprar um Tesla, dificilmente conseguirá ter a chave do seu carro na sua mão, sem necessitar sair de casa. No caso de querer deixar o automóvel na oficina após as 20h, dizemos-lhe já que pode esperar sentado.

Atualmente, cerca de 75% dos consumidores recorrem a pesquisas na Internet antes de efetuarem uma compra. Em sentido contrário, assiste-se ainda no nosso país, a uma imensidão de anúncios de serviços automóveis na televisão e em páginas de revistas... Sejam marcas, oficinas ou empresas pós-venda, nenhuma dá sinais de querer integrar, por enquanto, a componente digital na sua estratégia de negócio.

Desenvolver sites para vender automóveis usados, fazer campanhas para veiculos novos, são ações que atualmente não surtem o efeito desejado, isto porque, não são pensadas nem trabalhadas do ponto de vista estratégico, o inbound marketing ou o posicionamento orgânico, ainda não constam no dicionário do setor. Acredita num 2024 assim?

 

A importância dos números na estratégia de marketing digital!

Mais de 7 milhões de Portugueses (70% da população nacional) acede à internet diáriamente.

Quando 85% de toda a navegação na internet começa em pesquisas no Google, é essencial conhecer que pesquisas são essas. Esse conhecimento dos números deverá ser o ponto de partida para toda a estratégia de marketing digital.

 

Pesquisas em Portugal pela gama Mercedes:

gráfico gama mercedes

 

Pesquisas em Portugal por algumas keywords do setor:

gráfico do setor automóvel

 

Estratégia de marketing digital: é hora de fazer inversão de marcha! 

Pronto, chega de bater no ceguinho. A Bluesoft é como um daqueles amigos que se preocupa em chamar os outros à razão, sem nunca deixar de apresentar soluções para endireitar caminho. Nesse sentido, qualquer agente do setor automóvel tem a oportunidade de atingir o estatuto de referência digital.

A caraterização do comportamento do público-alvo, utilização de keywords relevantes e marketing de conteúdos, são algumas das peças que farão ligar o motor das suas estratégias de marketing digital. Com os olhos postos em 2024, os kms percorridos permitirão aumentar a visibilidade, rentabilidade e credibilidade orgânica dos produtos e serviços automóveis no mundo online.

Porque a máquina do tempo nunca está em ponto morto, o setor automóvel não tem outra alternativa senão meter prego a fundo, em direção à estrada da transformação digital.