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Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar
11 abril, 2019

Marketing Político - Os Doutores não sabem comunicar

Os jovens querem lá saber de Política! Estão interessados é no Instagram, no Youtube e no Fortnite. É uma geração perdida, é o que é, carregadinha de putos egoístas e mimados que só pensam neles. Querem lá saber dos outros... Querem lá saber da Política... 

 

Os velhos de São Bento vs. Os putos da Internet

Como, certamente, percebeu, deixámos o Velho do Restelo escrever o primeiro parágrafo deste texto. Com a ajuda do Velho de São Bento, claro está. Ou melhor, dos Velhos de São Bento, que costumam andar por aquelas bandas a resmungar uns com os outros. 

Mas foi só o primeiro parágrafo. Nada tema, caro leitor. Agora que já tirámos o Velho do Restelo (e seus amigos de São Bento) daqui, já podemos escrever a realidade das coisas. (Não se preocupe com os Velhos – estão ali entretidos com uma máquina de escrever e um pombo correio. Ainda não percebem como funciona esta coisa super recente do computador.) 

 

Os Jovens e a Política: Amigos ou Inimigos? 

Será que os jovens portugueses não querem mesmo saber da Política? Ou será que é a Política que não quer saber dos jovens portugueses? Do que falamos quando falamos de Política? Do que falamos quando falamos do interesse dos jovens pela Política? 

Os jovens estão interessados no mundo que os rodeia. Os jovens estão interessados nas pessoas e na sociedade, na educação, no meio-ambiente, na economia, no emprego, no combate à corrupção, no combate à violência doméstica, na igualdade de género, na luta contra a pobreza. E manifestam-se, mostram-se, lutam pelos seus ideais e convicções. Não será isso Política? Não será isso fazer Política sem estarem engravatados num Parlamento às moscas? 

Nós diríamos que sim, é Política. No entanto, parece haver um fosso entre os jovens e os políticos. Parece não haver comunicação entre os dois lados. E, neste caso, a culpa não é tanto dos putos, que bem se esforçam para se fazerem ouvir. A culpa é mais dos cotas, que não se esforçam para os ouvir nem sem esforçam para que os jovens os oiçam. 

Em qualquer relação, tem de haver comunicação. E são sempre precisos dois para comunicar. Ninguém comunica sozinho. 

 

ESTOU? ESTÁ LÁ? NÃO ESTOU A OUVIR – COMUNICAÇÃO POLÍTICA, WE HAVE A PROBLEM

Vamos à parte teórica disto. Na base, está a comunicação. Se há dificuldade na comunicação política, é porque o Marketing Político não está a ser bem feito. 

Como sabemos, o Marketing Político é uma série de técnicas que têm como principal objetivo manter a ligação entre um político e o seu eleitorado. Mas não só. A ideia também é conquistar mais eleitores para as próximas eleições. 

Muitos desses eleitores são jovens. Se formos mais específicos, há 2.015.953 eleitores recenseados em Portugal que têm entre 18 e 34 anos. Esta massa jovem está esmagadoramente na Internet – não está na televisão nem na rádio nem nos jornais. Esta massa jovem comunica, intervém e faz Política (comunicando e intervindo), mas parece que os políticos não comunicam com ela. Porquê? 

 

Comunicação Política para Totós 

Vamos ser justos. Os políticos bem tentam comunicar. A comunicação está na base da Política e, se for bem feita, é sempre uma vantagem. Só que os políticos não sabem comunicar com os jovens. Eles têm sites, páginas de Facebook e de Instagram, contas no Twitter e, alguns, até têm podcasts. Mas, mesmo assim, não chega. 

Há esforço, mas não basta estar na “rua” onde estão os jovens. Há que estar na “rua”, sim, mas ir bater-lhes à “porta de casa”. O político tem de estar na Internet, tem de estar nas redes sociais, tem de fazer lá a sua comunicação. Mas, essencialmente, tem de estar onde estes jovens estão. O político tem de comunicar nas redes daqueles que os jovens seguem. O político tem de entrar pela “casa” dos putos pelas mãos dos seus ídolos.

Uma das formas é o Collab

 

Collab – Uma Cataplana de Peixe ou um Arrozinho de Atum?

O que é isso da Collab? Ora bem, Collab vem de “collaboration”, colaboração, em português. A Collab acontece quando dois canais distintos resolvem colaborar para ambos os canais e, assim, apresentar o canal convidado ao seu público, mostrando um conteúdo que possa ser interessante para os seguidores de cada canal. 

Collab, embora não pareça, é o António Costa ir ao programa da Cristina cozinhar uma cataplana de peixe. Antes, já lá tinha ido a Assunção Cristas cozinhar um arrozinho de atum. Isso é collab.

O que o António Costa e a Assunção Cristas lá foram fazer foi comunicar com o público da Cristina Ferreira. E bem. Mas o público da Cristina Ferreira não está propriamente entre os 18 e os 34 anos. Portanto, uma vez mais, estes mais de 2 milhões de eleitores ficaram de fora. 

“De fora, mas onde?” Por favor, não diga que não sabe onde eles estão. Basta ir à Internet e fazer uma simples pesquisa. É facílimo saber onde estão os jovens, o que fazem, quando fazem, por que razão o fazem, o que procuram, etc. 

Portanto, um político só não chega a estes jovens se não quiser. Além de colaborar com a Cristina Ferreira (ou com o Manuel Luís Goucha ou com a Filomena Cautela) – para chegar a outros públicos, também pode (deve) pensar em colaborar com os influencers das redes sociais – do Instagram ao Facebook, do Twitter ao Youtube – para chegar os mais jovens. 

 

Marketing Político: Os Putos de São Bento sabem comunicar

Estudos demonstram que os novos meios de comunicação têm um enorme poder no desenvolvimento de uma relação próxima com o eleitorado jovem e na captação de novos eleitores. 

A importância da Internet no Marketing Político é tanta que, segundo o estudo “The Internet’s Role in Campaign 2008”, esta tecnologia já ultrapassou as revistas e a rádio. A perspetiva aponta para que ultrapasse também os jornais, como fontes de informação sobre candidatos e eleições, nos Estados Unidos. E, como sabemos, é nos States que se ditam as regras. 

O crescimento da utilização da Internet veio incutir uma certa pressão na necessidade de adaptação por parte dos políticos. E é justo considerarmos que os políticos portugueses têm ainda um longo caminho a percorrer no Marketing Digital Político para aproveitarem as vantagens oferecidas por este universo digital. Uma delas é comunicar diretamente com mais de 2 milhões de eleitores. E nem sequer precisa de lhes dar beijinhos e apertos de mão como (ainda!) faz nos mercados. 

Os jovens querem saber de Política! Estão interessados no Instagram, no Youtube e no Fortnite e é lá que devemos comunicar com eles.

É uma geração que pode ser ganha por quem souber comunicar com ela, carregadinha de putos com ideias e vontade de mudar o mundo. Querem saber dos outros. Querem saber da Política. 

Alimentação Saudável e Estratégia Digital
07 fevereiro, 2019

Alimentação Saudável e Estratégia Digital

“Descubra o Top 10 das dietas mais saudáveis!”: vegan, vegetariana, ovolactovegetariana, sem glúten, paleolítica, mediterrânica, ... Bom, acho que já se percebeu a ideia. Caro leitor, seja bem-vindo a uma das temáticas mais quentes do mundo digital: a alimentação saudável.

Quer seja em pesquisas Google, páginas de Instagram, ou blogs mais ou menos credíveis, o fenómeno do bitaite nutricional veio para ficar. A preocupação em manter um estilo de vida saudável, tem gerado um efeito contraproducente na hora de adotar os hábitos alimentares mais adequados ao nosso organismo. Mas não perca a esperança! O consultório digital da Bluesoft tem o plano certo para a saúde da sua marca.

 

Marketing de produtos saudáveis: com a saúde não se brinca!

Cerca de 60% da população portuguesa é obesa ou está em risco de o ser. Sim, números no mínimo preocupantes mas de todo inesperados. A alimentação de hoje, carente de nutrientes vitais ao nosso bem-estar, torna-nos cada vez mais reféns de doenças crónicas logo desde tenra idade. Químicos, toxinas, pesticidas, corantes e conservantes passaram, assim, a ter lugar cativo no nosso corpo, com consequências nocivas para a saúde de miúdos e graúdos.

Certamente já lhe aconteceu ir a um supermercado, e comprar um produto dito “natural” ou “sem glúten”, pensando que este seria uma opção saudável. Ora para que esteja mais descansado, Portugal começou a ir aos treinos na área da nutrição e saúde, levando consigo as marcas do setor alimentar. Se muitos dos produtos hoje vendidos já são nutricionalmente ricos e equilibrados, as suas estratégias de marketing digital deixam ainda um gosto amargo na boca...

 

Planeamento estratégico: o ingrediente secreto das marcas online

As marcas, movidas pelo desejo de se tornarem referências digitais, comem a sua “cheat meal” mais vezes do que deviam. Ao passearem esfomeadas pelo mercado online, deixam-se hipnotizar pelo corredor espampanante dos influencers. Apimentados por amostras e códigos promocionais, estes disfarçam-se de nutricionistas credenciados, recomendando os tais produtos, como “parte essencial de uma alimentação saudável e equilibrada”.

Por muito que a receita esteja certa, pô-la nas mãos de quem não sabe cozinhá-la, é um risco demasiado elevado na presença online de qualquer marca. Para que um plano alimentar atinja os resultados desejáveis, nada melhor do que nós próprios tomarmos as rédeas da nossa saúde. Nesse sentido, a Bluesoft prescreve a definição de um planeamento estratégico de comunicação digital.

 

Reputação digital: saber bem para comunicar saudável

Se a conversa lhe estiver a abrir o apetite, temos todo o gosto em servir-lhe O Prato Certo, que ajuda as famílias portuguesas a fazer as escolhas certas à mesa. Provada esta entrada, segue-se o prato principal: uma marca saudável, nutritiva e capaz de potenciar a reputação digital junto do seu público-alvo.

Sabemos que a adoção de um estilo de vida saudável vai muito para além do fator "alimentação": a prática regular de exercício físico, sono diário de 7-8 horas e a qualidade das relações humanas, são ingredientes-chave para a receita do nosso bem-estar. De igual modo, ser uma marca de referência online exige, análise e compreensão dos consumidores, acompanhadas de optimização de keywords relevantes e conteúdos à medida.

Saia da moda do bitaite nutricional e entre no consultório digital da Bluesoft. Nós somos o que comemos, mas também os parceiros que escolhemos.

 

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE
20 dezembro, 2018

NATAL ONLINE, EMPRESAS OFFLINE

É Natal por todo o lado. As ruas estão iluminadas com bolinhas e azevinhos, o Pai Natal multiplica-se pendurado nas varandas, a Mariah Carey canta nos carros e as redes sociais cheiram a musgo dos presépios. É uma época linda, onde toda a gente é generosa e se preocupa mais em praticar o bem do que em fazer um fatality a quem levou o último par de pantufas do Star Wars que estava na Primark do Colombo.

 

All I want for Christmas is Christmas

Ainda não é Natal e já toda a gente está farta do Natal... desde Outubro. Costuma ser nessa altura que as marcas nos começam a envenenar com falinhas mansas de Natal. As boas marcas, claro. As más, ou as menos profissionais/atentas/organizadas, só começam a preparar o Natal... uma semaninha antes do Natal. E depois desatam a disparar campanhas de Facebook para toda a gente sem qualquer critério, a patrocinar posts no Instagram em cima da árvore em cima do joelho, a bombardear newsletters com promoções pensadas cinco minutos antes... e tudo tem de funcionar. Mas não funciona. Que espanto dos diabos! Quem diria que não iria funcionar?

 

Estratégia digital no sapatinho

Como já falámos várias vezes aqui, é essencial que haja uma estratégia de marketing digital bem planeada para que se atinjam os objetivos pré-estabelecidos e tudo corra da melhor forma possível. Não é acreditando nos Reis Magos que as coisas lá vão. É preciso seguir a Estrela-Guia – e essa estrela somos nós (ou os nossos ensinamentos, vá). Pedimos desculpa pela bazófia natalícia. E voltamos à história da publicidade paga vs. publicidade orgânica. Como é Natal - ou quase - partilhamos aqui o link para o artigo em que falamos desse já clássico duelo.

Há as empresas que trabalham bem - e atempadamente - e as empresas que trabalham mal – de ontem para hoje. No entanto, ambas trabalham e ambas se esforçam para atingir um determinado objectivo com vista a aproveitar este rodízio de prendas chamado Natal. Há que lhes dar esse crédito. Mas há aquelas empresas que, pura e simplesmente, não trabalham.

Podem não precisar do Natal para terem lucro, ok, mas não trabalham. E, não trabalhando, condicionam o trabalho das outras. E, condicionando, complicam.

Pois, isto agora mete-se o Natal, de maneiras que só lá para Fevereiro...” E eis que vem à tona um dos mais interessantes e paradoxais fenómenos da sociedade portuguesa actual: por um lado, anda tudo num rebuliço com compras até aos queixos, sem tempo para parar, pensar e, quem sabe, até, respirar. Por outro lado, muitas empresas param, estagnam, “fecham para obras”. Não respondem a emails, não atendem telefonemas, não publicam posts nas redes sociais nem artigos nos sites, não marcam reuniões, não fecham negócios, não abrem negócios, não nada. Cheirando a Natal, estas empresas colocam o cartãozinho VOLTO JÁ na janela e voltam só quando a Popota já tiver ido embora.

 

Renovação Digital: Ano novo, vida antiga

Terminado este período inebriante de bacalhau e meias, as empresas reabrem de espírito renovado e... com os mesmos vícios, com os mesmos erros e com as mesmas estratégias que não funcionaram antes e que não vão funcionar depois. Mas com pressa! Porque não vendemos nada no Natal, não trabalhámos nada no Natal e agora temos de compensar! E essa compensação - adivinhe, caro leitor - será feita em cima do joelho – adivinhou, não adivinhou? E nós, Bluesoft, cá estamos em cima destas empresas a ver se elas têm noção do que estão a fazer. Quer tenham, quer não, cá estamos nós para lhes iluminar o caminho.

O Natal é quando um homem quiser. O homem não pode é ficar nas palhinhas estendido, nas palhinhas deitado à espera que as prendas lhe caiam da chaminé.

Como Criar uma Loja Online | Empresa Nossa que Estais na Net
13 dezembro, 2018

Como Criar uma Loja Online | Empresa Nossa que Estais na Net

“E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mal. Ámen”. Ou, como se diz hoje em ambiente digital: “E não nos deixeis cair em tentação de usar plataformas já feitas como o Shopify, o Magento ou o WooCommerce, mas livrai-nos de fazermos tudo sozinhos ou com quem não percebe nada disto porque pensamos que não precisamos de programadores, designers ou gestores de conteúdos. Ámen”.

Hoje em dia, as marcas só existem se existirem online. Não tendo morada na Web, raramente sobrevivem. No entanto, ter essa morada não é ter garantia absoluta de sucesso. Tal como nós, humanos, precisamos de ter a nossa casa num sítio de que gostamos, que sirva os nossos interesses, que nos permita chegar rápido ao trabalho, que esteja perto da escola dos miúdos e por aí fora, também as empresas precisam de ter a sua morada online adaptada às suas características e objetivos.

Infelizmente, não é isso que acontece com muitas empresas. Com a ideia (errada) de poupança, optam por templates já feitos - que, é como quem diz, por uma casa já feita, mas mal feita e mal localizada. Mais tarde, terão a noção de que a dita poupança não existiu. Se a empresa não foi pesquisada, se a empresa não foi encontrada, não houve lucro, não houve poupança, houve prejuízo. Contas simples de se fazer.

 

Querido, mudei a Loja Online

A solução é simples e passa por um investimento inicial na construção da casa. Mas nada de contraplacados de templates já feitos e que toda a gente usa. Para uma boa casa, é preciso ter bom material. Para um bom website, terá de investir em programadores, em designers e em gestores de conteúdos. Mas dos verdadeiros. Atenção a esses chicos - espertos que, por saberem fazer COPY-PASTE, já se acham programadores, que, por saberem fazer memes no Paint, já se acham designers, e que, por tirarem umas fotos com o iPhone e escreverem posts no Instagram, já se acham gestores de conteúdos. Não são.

Estes templates já feitos estão alojados em plataformas que não são otimizadas para aparecerem nos resultados dos motores de pesquisas nem para gerarem visibilidade orgânica. Para que isto aconteça, será necessário um trabalho de SEO (Search Engine Optimization), conhecer o público-alvo, saber o que é pesquisado, trabalhar keywords e muitas mais coisas essenciais. Em plataformas a sério.

Tendo a casa bem construída e com uma boa localização, terá o sucesso quase garantido. Quase porque o conteúdo, como é óbvio, é essencial. Se tiver o conteúdo, a casa e a morada, apenas precisa de um bom banco onde depositar o dinheiro que vai lucrar.

 

Compras Online em Portugal

Segundo a ACEPI (Associação da Economia Digital), o valor das compras online feitas pelos portugueses foi de 1,7 mil milhões de euros em 2009 e de 4,6 mil milhões em 2017. Ou seja, em oito anos, o valor das compras online realizadas pelos portugueses mais do que duplicou. Espera-se que em 2025, seja atingido um valor de 8,9 mil milhões de euros.

Em 2009, as empresas e o Estado tiveram um volume de negócios online de 24 mil milhões de euros. Em 2017, o valor cresceu para 70 mil milhões de euros. Em 2025, a expectativa é de um volume de negócios de 132 mil milhões de euros até 2025.

Ainda acha que a sua empresa não deve estar online? Pois, bem nos parecia ...

 

O que deve fazer para criar uma loja online?

A visibilidade e o posicionamento são essenciais. Estar numa rua da Caparica não é o mesmo que estar em Times Square. Mas, em ambos os casos, é preciso saber destacar- se. As pessoas não entram na sua loja só por terem visto a montra. No mundo digital, as pessoas não entram no seu website só porque este se encontra na primeira página de resultados. É necessário saber destacar-se dos concorrentes.

Para isso, antes de tudo o resto, defina o seu público-alvo. Se a ideia é vender chinelos de praia, certamente terá mais sucesso na tal rua da Caparica do que em Times Square. Definir o público-alvo é essencial.

De seguida, elabore um plano estratégico digital que vá de encontro a esse mesmo público- alvo, com a criação de um site otimizado para os motores de pesquisa, com conteúdos relevantes e influentes.

Um plano de otimização de SEO é essencial para o seu website ser visto. Um plano estratégico de conteúdos relevantes é essencial para que o possível cliente fique no seu website.

Qualquer pessoa ou empresa pode criar uma loja online. Poucas pessoas ou empresas conseguem criar uma boa e eficaz loja online. Não caia na tentação dos templates já feitos, dos artistas dos computadores que se dizem programadores, dos pintores de Paint que se dizem designers nem dos fotógrafos e escritores de Instagram que se dizem gestores de conteúdos.

Se já caiu nessa tentação e está arrependido, nós perdoamos. Mas não o volte a fazer. Para o seu bem e para o bem da sua empresa. Em nome do SEO, do E-Commerce e do Marketing Digital. Ámen.

O Setor Automóvel e o Marketing Digital
13 setembro, 2018

O Setor Automóvel e o Marketing Digital

Caro leitor, pedimos-lhe que faça connosco o seguinte exercício: imagine que dispõe uma máquina do tempo à frente que o transportará até ao ano de 2024. Curioso em espreitar? A Bluesoft também. À luz da constante revolução digital que rege o nosso dia-a-dia, acreditamos que em 6 anos muito mudará, com destaque, para um setor de atividade em particular: o automóvel.

Empresas como a Uber ou a Tesla são hoje globalmente reconhecidas como disruptivas no que à nossa mobilidade diz respeito. Na verdade, têm sido elas as principais responsáveis por pôr a primeira transformação digital numa indústria que, aparenta não querer sair do descanso e dos hábitos do passado.

O automóvel será cada vez mais uma solução de mobilidade, onde 100% das viaturas novas vendidas em 2024 estarão conectadas com os seus utilizadores. O Automóvel será por isso um device sobre rodas e um veículo de negócio, onde cada vez mais, serão desenvolvidos produtos e soluções que se servem do automóvel para desenvolver negócio.

A mudança de paradigma entre a propriedade do bem e a utilização de um serviço já começou, mas o mercado continua a fechar os olhos a esta realidade, quando acordar e um dos gigantes tecnológicos tiver por exemplo comprado a Tesla, será tarde de mais, o estatuto de referência digital de repente pode ficar nas mãos de uma tecnológica em vez dos tradicionais agentes do setor automóvel!

 

Setor Automóvel de hoje: perigo à vista! 

Parafraseando a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), “29 mil empresas, 124 mil postos de trabalho direto, com um volume de negócios de 23,7 mil milhões de euros... O setor automóvel mantém-se há vários anos no primeiro lugar do ranking das exportações nacionais...” Perante tamanhas credenciais, só nos apetece recordar aquela frase feita (e muito bem feita): “chegar ao topo é fácil, difícil é mantermo-nos por lá!” 

Tal como à entrada de um cruzamento, nada melhor do que olhar à nossa volta para decidirmos qual o melhor caminho a seguir. Se há uns anos a Nokia foi destronada por uma tal Apple, em 2024 ninguém se admirará que marcas consagradas como a Mercedes ou a BMW, sejam ultrapassadas à boleia de mais uma revolução digital. 

É verdade que alguns construtores, em especial, BMW, Audi, Porsche, Mercedes, PSA têm feito um grande esforço no caminho da transformação tecnológica e da conectividade, mas continua a existir um enorme fosso entre eles e a nossa atual realidade digital.

 

Serviços do tempo da outra senhora: todos pagarão! 

Vamos ser francos, vivemos cada vez mais num mundo globalizado, onde a aquisição de um produto ou serviço está ao alcance de meia-dúzia de cliques num smartphone. Vestuário, livros, bilhetes, compras de supermercado, é só escolher! Ou então, nem por isso. A não ser que a sua carteira seja folgada o suficiente para comprar um Tesla, dificilmente conseguirá ter a chave do seu carro na sua mão, sem necessitar sair de casa. No caso de querer deixar o automóvel na oficina após as 20h, dizemos-lhe já que pode esperar sentado.

Atualmente, cerca de 75% dos consumidores recorrem a pesquisas na Internet antes de efetuarem uma compra. Em sentido contrário, assiste-se ainda no nosso país, a uma imensidão de anúncios de serviços automóveis na televisão e em páginas de revistas... Sejam marcas, oficinas ou empresas pós-venda, nenhuma dá sinais de querer integrar, por enquanto, a componente digital na sua estratégia de negócio.

Desenvolver sites para vender automóveis usados, fazer campanhas para veiculos novos, são ações que atualmente não surtem o efeito desejado, isto porque, não são pensadas nem trabalhadas do ponto de vista estratégico, o inbound marketing ou o posicionamento orgânico, ainda não constam no dicionário do setor. Acredita num 2024 assim?

 

A importância dos números na estratégia de marketing digital!

Mais de 7 milhões de Portugueses (70% da população nacional) acede à internet diáriamente.

Quando 85% de toda a navegação na internet começa em pesquisas no Google, é essencial conhecer que pesquisas são essas. Esse conhecimento dos números deverá ser o ponto de partida para toda a estratégia de marketing digital.

 

Pesquisas em Portugal pela gama Mercedes:

gráfico gama mercedes

 

Pesquisas em Portugal por algumas keywords do setor:

gráfico do setor automóvel

 

Estratégia de marketing digital: é hora de fazer inversão de marcha! 

Pronto, chega de bater no ceguinho. A Bluesoft é como um daqueles amigos que se preocupa em chamar os outros à razão, sem nunca deixar de apresentar soluções para endireitar caminho. Nesse sentido, qualquer agente do setor automóvel tem a oportunidade de atingir o estatuto de referência digital.

A caraterização do comportamento do público-alvo, utilização de keywords relevantes e marketing de conteúdos, são algumas das peças que farão ligar o motor das suas estratégias de marketing digital. Com os olhos postos em 2024, os kms percorridos permitirão aumentar a visibilidade, rentabilidade e credibilidade orgânica dos produtos e serviços automóveis no mundo online.

Porque a máquina do tempo nunca está em ponto morto, o setor automóvel não tem outra alternativa senão meter prego a fundo, em direção à estrada da transformação digital. 

Estratégia Digital | Planear para cantar vitória
06 setembro, 2018

Estratégia Digital | Planear para cantar vitória

O estádio está cheio e as 2 equipas sobem ao relvado preparadas para pôr a bola rolar. São 11 de cada lado, todos a lutar pelo mesmo objetivo: sair do jogo com a vitória no bolso. Imagine agora que uma das equipas define o plano para a partida: analisa o adversário, as condições do relvado, o estado de forma dos seus jogadores enquanto que a outra nada faz. No final dos 90 minutos, em quem apostaria como vencedor?

A grande maioria das empresas decide entrar no campo do marketing digital sem, de fato, saber o jogo que vai jogar; quais as regras a ter em conta e qual a melhor táctica para marcar golo. Pior que isso! Olham para a tabela da reputação digital e não sabem avaliar se o investimento de início de época gerou, ou não, os resultados pretendidos.

 

Planeamento: um passo atrás para dar dois à frente

Se no futebol o segredo da vitória vai para além de bons passes, dribles ou desmarcações, o sucesso de uma estratégia de marketing digital é mais do que criar um site ou publicar uns posts nas redes sociais. Antes de saltarem para o terreno de jogo, as empresas necessitam de blindar o seu balneário e fazer um planeamento cuidadoso dos passos a seguir, de modo a tornarem-se marcas de referência no digital.

Porque o “chuveirinho na área” há muito que deixou de fazer efeito, as organizações devem implementar as suas jogadas digitais à luz do valor acrescentado dos seus produtos e serviços e do público alvo mais interessado na sua aquisição. Esta é a base de jogo para a definição de objetivos SMART, que permitirão monitorizar a rentabilidade das marcas no mundo online.

 

Estratégia Digital: tácticas de A a Z

Quantas vezes já não ouvimos um treinador de bancada gritar “mete o jogo pelo meio! Vira agora para a esquerda, fura antes pela direita!” Seja pelas alas ou pelo centro do terreno, a bola deve circular até depois da linha de golo, em função das caraterísticas dos jogadores em campo e do posicionamento do adversário.

Para que os ativos digitais de uma marca alcancem crescentes níveis de visibilidade orgânica e tráfego de qualidade, importa assegurar que a sua comunicação seja direccionada para os canais onde o público-alvo navega, especialmente, nas horas de maior alcance. Optimização dos motores de pesquisa (SEO); investimento em keywords relevantes e marketing de conteúdos à medida, são algumas das boas práticas web que a Bluesoft define como princípios essenciais de jogo.

 

Reputação digital: limpinho, limpinho, limpinho

Por mais que no treino tudo nos saia às mil maravilhas, é nos jogos a doer que tudo se decide. Se num ano ou outro assistimos à consagração de vencedores pontuais, os verdadeiros campeões são os que atingem resultados consistentes, sedimentados em projectos de médio-longo prazo.

Felizmente, mais de 80% dos projetos que a Bluesoft desenvolve incluem um plano estratégico orientado para resultados. Casos como a Sonae Sierra, Jaba Recordatti ou Cão Nosso são sinónimo de aumento de visibilidade, rentabilidade e credibilidade orgânica, tornando-os marcas de referência online nos respetivos setores de atividade.

Acreditamos que um remate certeiro à baliza requer mais do que uns toques “brinca na areia”. A transformação digital é, sim, fruto de um planeamento estratégico, capaz de tornar as marcas relevantes no mundo online, através da constante criação de valor. Venha ao estádio da Bluesoft e cante vitória connosco.

Estratégia digital | A âncora de um investimento sem risco
12 julho, 2018

Estratégia digital | A âncora de um investimento sem risco

Portugal é hoje um país digitalizado e a prova disso é que mais de 7 milhões de portugueses já acedem à internet. Desde o tempo passado na proa das redes sociais, à navegação no Google, o nosso perfil, gostos e preferências estão ao perfeito alcance tanto de agências como dos respetivos clientes.

Envoltos nesta onda digital, desaguam as benditas buzzwords que todos gostamos de incluir em pomposos relatários e apresentações: otimização SEO, marketing de conteúdo, técnicas de “engagement”... A questão é saber se estes conceitos, fundamentais para a credibilidade orgânica de uma marca, não acabam por ficar à deriva até ao momento em que dão por si a morrer na praia.

 

Plano Estratégico Digital: um nó que tarda em desatar

 

Vamos recuar a um episódio clássico dos tempos de escola: estamos nós entretidos no recreio quando um colega aparece sorridente de brinquedo novo na mão. O que é que nós fazemos logo que chegamos a casa? “Mãe! Eu quero um igual!”

Este é um caso que ilustra bem o modo como muitas empresas encaram a contratação de serviços de marketing digital. “O meu concorrente está no Instagram e eu não? Vamos lá puxar da carteira para não ficar atrás!” Hoje assistimos à ausência de planeamento estratégico em prol de decisões tomadas ao sabor da maré, sem articulação com os objetivos do negócio. Fala-se cada vez mais de Big Data mas tudo leva a crer que somos arrastados por um Big Nada.

 

Matemática: o farol que nos guia

 

A maioria dos comuns mortais recordar-se-à das dores de cabeça à conta da Matemática... A verdade é que as decisões mais simples do nosso dia-a-dia recorrem ao rigor e exatidão desta disciplina! Ao planear a tão ansiada viagem ao nosso destino de sonho, é inevitável testarmos várias datas de embarque a fim de pagarmos o menor valor possível.

Neste sentido, qualquer marca que deseje içar a sua reputação digital nas primeiras páginas dos motores de busca, pode e deve validar decisões estratégicas à luz de dados quantitativos. São eles que nos facilitarão a vida ao tornar informação disponível em conhecimento prático! A título de exemplo, o registo público das pesquisas efetuadas no Google permite analisar e compreender o comportamento dos consumidores de forma estatisticamente significativa. Tal facto influenciará o investimento em keywords relevantes e, consequentemente, a performance dos websites nos motores de pesquisa.

 

Estratégia Digital: é Nau or Never!

 

Quer o que todos têm ou quer ter uma marca de referência?

Sim, o digital veio para ficar, assim como as novas oportunidades de negócio que dele advêm. Contudo, elas esfumar-se-ão se não formos capazes de decifrar este mapa do tesouro. Para que os nossos produtos e serviços alcancem maior visibilidade e rentabilidade no mundo online, porque não investir recursos nas variáveis que realmente importam?

Na Bluesoft, o barco não navega sem sabermos para onde ir nem o melhor caminho até lá chegar. Por entre a neblina que paira no mar digital, nós guiamo-nos pela máxima “contra factos não há argumentos”. Se a bússola direcionou a rota dos marinheiros de outrora, a nossa equipa levará a estratégia digital da sua marca a bom porto: um porto decerto seguro.

No mundo digital as marcas têm de ser autênticas
05 abril, 2018

No mundo digital as marcas têm de ser autênticas

Os consumidores estão a mudar, cada geração cria necessidades e estilos de vida radicalmente diferentes das anteriores, trazendo assim, novos e constantes desafios para as marcas.

 

“Generation gap” entre as marcas e os consumidores

Atualmente está a crescer a geração Z, que surgiu após 1997 e que se habituou a estar constantemente ligada, uma geração multitasking, exigente, que criou os seus próprios sensores e sofisticados radares de bullshit. Hoje em dia, uma criança de 8 anos tem a capacidade de escolher, não só, o conteúdo que é do seu interesse, como o conteúdo que é realmente autêntico.

Por exemplo, um vídeo com uma excelente produção e muito bem feito, pode ser perfeitamente inútil para comunicar com este target, por outro lado um vídeo sem qualquer tipo de produção "dita de qualidade" mas autêntico, que expresse o "sentimento" desta geração, poderá por sua vez gerar milhares de partilhas. Este é um grupo de pessoas para quem a publicidade nos seus termos tradicionais, não funciona.

Mas já vem de longe esta necessidade das marcas se adaptarem às novas gerações. Após 1980, surgiram os primeiros nativos digitais, a Geração Y também designados de Millennials. São eles os grandes protagonistas das selfies e os apologistas da personalização de produtos e serviços à sua medida.

 

Millennials, o grande desafio atual para as marcas

Esta é uma geração muito exigente digitalmente, que usa o Google diariamente para grande parte das suas decisões, que privilegia a experiência (o ser) e que não valoriza a posse (o ter). Que não gostam de acumular, mas de partilhar ou alugar, desde o carsharing ao cowork. Veja-se os exemplos da Uber o do Airbnb.

 

O que querem os Millenials (Geração Y)?

O que querem os Millenials (Geração Y)?

 

O que devem fazer as marcas para sobreviver?

As marcas têm de ser úteis a quem tem novos objetivos e necessidades. Por isso, o mundo digital tem que ser encarado com muita seriedade.

Os websites têm de proporcionar uma boa experiência de utilização, com elevados níveis de usabilidade e sendo otimizados para aparecerem nos primeiros resultados do Google pela sua oferta. Tudo isto aliado a uma estratégia digital que é essencial, de forma a criar e adaptar todos os conteúdos e funcionalidades a este exigente público alvo.

 

O que leva os Millenials a comprar?

 

Na Bluesoft temos 3 gerações, altamente qualificadas e eficientes, prontas para trabalhar para si:

 

  • 70% da equipa é da Geração Y - Millennials - (1980/1996)
  • 20%  da equipa é da Geração X - (1965/1979)
  • 10% da equipa é da Geração Z - (1997/2012)

 

Prepare a sua marca para as novas gerações. Fale connosco para criarmos uma estratégia, que faça a sua marca crescer com o consumidor e que não fique pelo caminho por não conseguir atualizar-se a tempo.