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Estratégia de Marketing Digital
15 julho, 2021

Estratégia de Marketing Digital

Uma estratégia de marketing digital é um conceito amplo que engloba todas as estratégias digitais desenhadas para obter resultados no universo do marketing digital.

Marketing de Referência
08 julho, 2021

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O marketing de referência é uma estratégia de marketing que recorre a uma das práticas mais tradicionais da comunicação de produtos e serviços: o famoso “boca a boca”.

Mapa de Calor
01 julho, 2021

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Um mapa de calor (ou heatmap), é o resultado de uma análise feita às páginas de um website. Mostra-nos os pontos onde há mais atividade (ações e interações), por parte dos utilizadores, incluindo clicks ou scrolls na página.

Gestão de Ativos Digitais
24 junho, 2021

Gestão de Ativos Digitais

A gestão de ativos digitais ou, em inglês, Digital Asset Management é um sistema para a gestão de ativos digitais de uma empresa.

Testes AB
09 junho, 2021

Testes AB

Os testes AB são uma forma de testar, objetivamente, a performance de um dado conteúdo.

Google Shopping
06 maio, 2021

Google Shopping

Dê as boas vindas à sua montra virtual, com o Google Shopping.

É isso mesmo.

O Google Shopping é uma ferramenta da Google que lhe permite mostrar e anunciar os seus produtos aos utilizadores que pesquisam por eles.

Faça o teste. Vá até ao Google e pesquise por um produto: “comprar ténis”.

O que é a primeira coisa que vê?

Uma montra digital com várias opções de ténis.

E quanto mais específico for na utilização de palavras-chave, mais específicos são os produtos dessa montra.

O Google Shopping é mesmo um shopping online, no qual todas as lojas marcam a sua presença e todos os produtos estão disponíveis.

Num momento em que o e-commerce deixou de ser uma tendência para se afirmar nos hábitos de compra dos consumidores, esta é uma ferramenta imprescindível para a sua empresa.

E se é digital e essencial, então a Bluesoft é especialista.

Acompanhe-nos nesta leitura para ficar a perceber o que é, como funciona e quais as vantagens de investir no Google Shopping.

 

O que é o Google Shopping?

O Google Shopping é mesmo um mercado digital, com milhares de produtos e marcas disponíveis.

A grande diferença é que, sendo da Google, está integrado no universo de plataformas e ferramentas da Google, com ligação direta ao Google Ads.

Da mesma forma que otimizamos conteúdos para a criação de páginas web, por exemplo, é também possível aplicarmos esses mesmos princípios a campanhas de anúncios de venda de produtos no Google.

Quando um utilizador faz uma pesquisa de produto, como no exemplo que vimos logo ao início, sabemos que esse mesmo utilizador se encontra numa fase mais avançada do funil de vendas: no mínimo, está interessado em comprar um par de ténis, certo?

Através da otimização destes conteúdos, o objetivo é que o seu produto apareça antes do demais, respondendo àquela necessidade especifica do consumidor.

 

Como funciona o Google Shopping?

O primeiro passo para colocar o Google Shopping a funcionar implica a criação de um perfil no Google Merchant Center.

Depois de criado, é feita uma ligação entre esse perfil à conta de Google Ads, já existente.

Tanto o Google Merchant Center, como o Google Ads, serão abordados um pouco mais ao detalhe, no final deste artigo.

É depois destes dois passos que o Google Shopping começa, efetivamente, a funcionar.

Como em quase todas as plataformas e ferramentas da Google, a sua utilização é bastante user-friendly. Neste caso, começamos por dar à plataforma o inventário de produtos que queremos anunciar nesta montra.

A estes produtos, adicionamos então todo o tipo de informações – desde o seu nome até ao preço dos mesmos, passando pela sua descrição, imagens associadas, disponibilidade em loja e outros dados ou informações pedidas pela Google.

São estas informações que podemos otimizar, de modo a que os resultados sejam apresentados ao utilizador certo, no momento certo.

Depois de preenchermos e otimizarmos os conteúdos, é definido um montante de investimento e dá-se início à campanha.

 

Vantagens de investir no Google Shopping

Com o Google Shopping, além de poder começar a anunciar os seus produtos na página de resultados do Google – o motor de pesquisa mais utilizado do mundo – vai poder aumentar o seu número de vendas e perceber ainda melhor quais são os produtos que verdadeiramente funcionam.

Isto porque a maior vantagem do Google Shopping é a possibilidade de monitorizar e analisar a fundo a performance de cada um dos produtos anunciados.

Esta monitorização inclui até o levantamento de informações sobre a concorrência e, no conjunto, vai permitir a criação de uma linha de produtos extremamente eficaz no comércio online – ou seja, não só terá os seus conteúdos otimizados, como vai poder otimizar os próprios produtos!

Mas há mais quatro vantagens essenciais:

  1. Aumento de tráfego na loja virtual

    Os resultados do Google Shopping são os primeiros a aparecer nos resultados (antes dos links para websites e até mesmo antes de links patrocinados).

    É o primeiro conteúdo com que o utilizador se depara e, sendo composto por texto e imagem informativos, é também dos mais apelativos ao clique e à compra.

  2. Geração de Leads qualificadas

    Ao pesquisar por um produto, as opções apresentadas pelo Google Shopping promovem um estágio já mais avançado do funil de vendas.

    Ou seja, estes utilizadores encontram-se numa fase onde procuram as informações mais cruciais para a compra, tal como o preço do produto ou a oferta de custos de envio, por exemplo.

    E estas são, precisamente, as informações mais visíveis do Google Shopping.

  3. Maior número de conversões

    Se estes utilizadores se encontram numa fase avançada de compra e se os conteúdos do Google Shopping estão otimizados, então o mais certo é a sua loja receber mais cliques.

    Lembre-se que, neste momento, o utilizador se encontra praticamente a decidir de onde encomendar o seu produto – user experience ou facilidade de compra são as características a ter em conta aqui.

  4. Maior presença digital

    Uma vez que está integrado na rede de plataformas da Google, uma das vantagens do Google Shopping é a possibilidade de conjugar várias campanhas num único momento.

    Se os seus conteúdos estiverem otimizados e as configurações das várias campanhas bem definidas, é possível que um utilizador, ao procurar por um determinado produto, dê de caras com a sua loja, quase exclusivamente.

Está visto que investir no Google Shopping é uma mais valia para a sua empresa, mas também para os utilizadores que ao procurarem por um produto, o encontram sem problemas.

E como aceder a tudo isto?

 

O que é preciso para anunciar no Google Shopping?

Para anunciar no Google Shopping precisa, antes de mais, de duas ferramentas essenciais da Google:

O Google Merchant Center e o Google Ads.

 

Google Merchant Center

Esta é a plataforma com a qual providenciamos o Google Shopping com a tal listagem de produtos, ou inventário que queremos utilizar na montra digital.

Esta ferramenta vai também ajudar-nos a perceber e a analisar o tipo de procura feita pelos consumidores no Google Shopping, para que depois possamos otimizar os conteúdos apresentados.

E estes são então os conteúdos que, em seguida, anunciamos através do Google Ads.

 

Google Ads

Com certeza já terá ouvido falar nesta ferramenta.

O Google Ads é onde toda a publicidade do Google acontece, incluindo os anúncios de produtos do Google Shopping.

 

A Bluesoft é uma empresa especialista nesta plataforma, a partir da qual vai poder divulgar os seus produtos ou serviços a todo o universo digital.

Com o Google Ads, garantimos que os seus produtos aparecem aos seus consumidores, no momento certo, no local certo, respondendo às necessidades que eles procuram.

Para saber como retirar proveito de uma das ferramentas mais imprescindíveis no marketing digital, clique aqui.

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Google Tag Manager
29 abril, 2021

Google Tag Manager

O Google Tag Manager (GTM) é como uma máquina do tempo

Quando utilizamos esta ferramenta da Google, além de beneficiarmos de todas as suas vantagens, ganhamos tempo precioso. 

Caso contrário, todas as funcionalidades que apresenta, acabam por recair sobre as equipas de IT que, como sabemos, se encontram ocupadas com operações de manutenção diária.

Com o Google Tag Manager, os dias transformam-se em apenas algumas horas.

Durante muito tempo, trabalhar com dados implicava a análise dos dados provenientes da maior fonte à nossa disposição: o Google Analytics.

O panorama mudou por completo.

A monitorização dos dados de um website está diretamente ligada ao código associado a cada uma das suas páginas, ao qual adicionamos, modificamos ou retiramos, pedaços de código conhecidos como “tags” – responsáveis por esta monitorização.

Na prática, isto exigia o tempo de um especialista em código, dedicado a esta gestão.

Mas com o Tag Manager da Google, passa a poder fazer isso facilmente, a partir de uma única ferramenta.

 

O que é o Google Tag Manager?

O nome diz tudo: o Google Tag Manager é uma ferramenta de gestão de etiquetas (ou tags), disponibilizada pela Google. 

Estas etiquetas são pedaços de código utilizados para a monitorização de websites ou aplicações para o telemóvel.

O GTM é uma solução user-friendly que permite criação e gestão destas etiquetas que, por sua vez, nos permite monitorizar algumas ações dos utilizadores, desde os números de conversões ao remarketing, de forma mais simples.

Seguindo as suas instruções, o Tag Manager ajuda-o a decidir onde colocar o código e em que páginas específicas o deve utilizar.

A partir daqui, a ferramenta passa a tratar de tudo. 

 

Para que serve o Google Tag Manager?

Na prática, o Google Tag Manager serve para monitorizar, analisar e otimizar tanto páginas de website, como campanhas de marketing.

Serve para simplificar todo o processo associado à criação e gestão de etiquetas inseridas em código que monitorizam as ações dos utilizadores. 

É a análise destes dados que nos vai informar, de forma específica, onde e o que é que temos de otimizar nas páginas, para que os resultados melhorem.

No final deste texto vai ficar a conhecer todas as vantagens associadas ao GTM, mas a sua grande vantagem já foi desvendada:

Esta ferramenta foi desenhada para ser user-friendly

Ou seja, é de fácil utilização e confiável. Com ela, vamos poder criar, gerir e reportar a informação obtida a partir das tags, sem necessitar de recorrer constantemente a programadores.

Sempre que quiser alterar os parâmetros da monitorização, seja em que moldes for, basta aceder ao GTM.

Mas, com isto, estamos já a passar ao próximo tópico.

 

Como usar o Google Tag Manager?

Tal como na grande maioria das ferramentas disponibilizadas pela Google, o Google Tag Manager tem uma utilização fácil e intuitiva.

O primeiro passo para começar a usar o GTM é criar uma conta, que pode ser associada a uma conta Gmail já existente.

O segundo passo parte-se em dois e deve ser entendido como um processo de reorganização prévia.

Depois de criarmos uma conta no Tag Manager, seguimos as instruções disponibilizadas pela própria ferramenta. 

No final, temos acesso ao primeiro pedaço de código que utilizamos no website e a partir do qual começamos, efetivamente, a trabalhar com o Google Tag Manager.

É neste momento que passamos à “limpeza”.

Nas várias páginas de código de um website deixa de ser necessária a inclusão de outros pedaços, associados a outros programas, tais como, por exemplo, o Google Analytics.

O Google Tag Manager permite a integração de ferramentas de monitorização como o Analytics, mas também o AdWords ou o Pixel. 

O objetivo desta “limpeza” é tornar o código de cada página o mais simples e limpo possível, com o código associado ao GTM a ser o único pedaço referente aos parâmetros de monitorização, facilmente identificável.

Mas mesmo que este passo de “limpeza” seja adiado, o Tag Manager continua a funcionar na sua plenitude.

E, de uma forma geral, funciona em três pontos:

  1. A etiqueta: um pedaço de código que acrescentamos ao código já existente das páginas de um website.
     
  2. O Trigger: a definição do quando esta etiqueta passa a funcionar. Ou seja, a definição da ação do utilizador a monitoriza. Por exemplo, no momento exato em que acede a uma página.
     
  3. As Variáveis: Outro tipo de variáveis utilizados para recebermos e guardarmos os dados das etiquetas definidas.

É mais fácil do que parece. O próprio GTM apresenta sugestões e instruções para tudo isto, além de disponibilizar um guia de instruções.

No entanto, sempre que tiver dúvidas, fale com um especialista. É perfeitamente normal que, nos primeiros tempos, estes termos lhe pareçam estranhos, mas cedo se entranham.

Principalmente a partir do momento em que todas as vantagens do Google Tag Manager se tornam evidentes.

 

Vantagens do Google Tag Manager

Como vimos, o GTM é de fácil utilização, à qual juntamos uma certa tranquilidade.

A velocidade com que esta ferramenta funciona, aliada à sua capacidade para detetar eventuais incorreções, deixa-nos mais tranquilos, com a certeza de que a monitorização é precisa e de que potenciais alterações necessárias são feitas em tempo útil, mesmo durante os dias mais atarefados.

Com o GTM, a monitorização e análise de performance torna-se mais ágil e ampla, dadas as próprias funcionalidades do Tag Manager, nas quais se incluem sugestões para próximos passos. 

Além disso, a possibilidade de integração com outras ferramentas de monitorização faz com que trabalhemos com todos os dados relevantes a partir de um único local.

Tudo isto vai possibilitar as equipas trabalharem de forma mais eficiente e colaborativa, uma vez que todos passam a ter acesso à mesma informação.

Uma ferramenta como o Google Tag Manager tem enormes potencialidades e permite uma análise dos dados mais ampla e, ao mesmo tempo, concreta.

E isto significa decisões mais informadas e estratégias mais robustas. 

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Vender Online
22 abril, 2021

Vender Online

Vender online é uma prática quase tão antiga como a própria internet.

Na verdade, a criação do e-commerce remonta a 1979, aquando da invenção de um processo de vendas online criado por Michael Aldrich. 

O termo e-commerce é amplamente utilizado todos os dias, mas é claro que vender online hoje é bem diferente do que era há cerca de 40 anos.

As boas práticas para vender online estão diretamente ligadas ao conhecimento que temos sobre os comportamentos do consumidor. Quando um qualquer consumidor sente uma necessidade ou um desejo, sabe qual é o seu primeiro passo?

Uma pesquisa online

Sabemos que 75% de todas as compras online começam por aqui. E sabemos que, em 2021, cerca de 17,5% de todas as vendas de retalho serão feitas através de uma loja online. Ao mesmo tempo, sabemos ainda que os utilizadores só muito raramente passam da primeira página de resultados dos motores de pesquisa.

Ora, em conjunto, tudo isto nos diz o seguinte: vender online implica estarmos presentes no momento de pesquisa destes consumidores. E isso, por sua vez, diz-nos que é obrigatório termos uma estratégia digital bem desenhada e preparada ao nível do SEO.

Se o primeiro passo do consumidor é uma pesquisa online, então o primeiro passo para a loja online da sua empresa deve ser uma estratégia de SEO que o ajude a decidir o que vender online, como e onde o fazer.

 

O que vender online?

A pesquisa e o estudo de palavras-chave são os pontos essenciais para qualquer estratégia de SEO aplicada à prática de vender online.

Imagine que a sua empresa vende automóveis. 

Através das conclusões retiradas dos estudos e pesquisas que realizamos, ficamos a saber exatamente quais as marcas e os modelos de automóveis que os consumidores mais procuram.

Mas a talvez a sua empresa se concentre noutro tipo de serviços ou produtos para vender online. Sem problemas. 

Seja B2B ou B2C, dos serviços mais gerais aos produtos mais específicos, a partir do momento em que tem à sua disposição as palavras-chave mais utilizadas pelos consumidores, fica a saber exatamente o que precisa de vender online

Na prática, fica com “o quê” – vejamos agora as dicas para o “como” e o “onde” vender online em Portugal.

 

Como vender online?

Como vimos, a prática do e-commerce é já uma prática antiga. 

Todavia, vender online tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, não só graças aos avanços tecnológicos, mas também devido à necessidade e à aceleração provocadas pela pandemia Covid-19 e os vários períodos de confinamento.

E, sem rodeios, a questão é mesmo essa: para vender online, precisa de uma loja online.

No entanto, sabemos que isso é pouco. 

Ainda que a criação de uma loja online seja relativamente fácil de “abrir”, a questão, como sempre, concentra-se na necessidade de apresentar conteúdos otimizados para SEO, de modo a estarmos presentes no momento de procura.

Na prática, ter uma loja online sem estar otimizada para SEO é o mesmo que ter uma loja no deserto: os clientes, simplesmente, não vão aparecer.

E se o deserto é uma má ideia para abrir uma loja? Então, onde?

 

Onde vender online?

Há várias formas de vender online. Neste artigo concentramo-nos em duas.

A primeira forma de vender online é utilizar as redes sociais que, com o passar do tempo, começaram também elas a desenvolver as suas próprias capacidades de e-commerce, dada a recente aceleração.

No entanto, os estudos indicam-nos que estas taxas de conversão são mais baixas do que uma loja online independente e otimizada para SEO. As redes sociais são mais utilizadas em momentos de lazer do que propriamente para a procura de artigos ou produtos que respondam às nossas procuras.

Já a segunda forma de vender online apresenta duas opções: 

Depois de decidir abrir a sua loja online, vai estar perante uma segunda decisão: vai sozinho ou acompanhado?

Sozinho implica partir numa aventura rumo ao desconhecido, aprender por si mesmo, com o tempo que a experiência exige. Quem sabe, pode ser que resulte? 

Mas acompanhado, lado a lado com empresas especialistas no assunto, como a Bluesoft, vai ter à sua disposição todo o apoio necessário para a criação da sua nova loja online.

Em conjunto, pensamos em tudo.

Desde o planeamento estratégico que envolve estudos de mercado e públicos-alvo, imprescindíveis no momento de escolha de produtos a vender, por exemplo, até à escrita mais eficaz, com base em palavras-chave que o vão ajudar a vender online.

Se tem vindo a acompanhar o nosso blog semanalmente, sabe que a qualidade dos seus produtos ou serviços é o mais importante que tem; mas também está a par da importância dos conteúdos otimizados para o digital.

Com as lojas online acontece precisamente o mesmo. 

Depois de criada a sua loja online, com os produtos escolhidos com base em estudos e os conteúdos otimizados para SEO, vai poder retirar todas as vantagens que existem ao vender online.

 

Vantagens de vender online

Um planeamento estratégico adequado, em conjunto com a otimização de conteúdos em SEO, vai dar-lhe logo uma vantagem direta:

Quando os consumidores fizerem uma pesquisa, vão encontrar a sua loja e os seus produtos, antes dos demais.

Além disso, por ser online, vai poder chegar a uma audiência muito maior – global – e interagir com os seus clientes, de forma a fidelizá-los e a fazer com que eles voltem a comprar os produtos que procuram, a si.

Há muitas vantagens que podemos retirar das vendas online. 

Podemos dizer-lhe que:

  • Os consumidores já se encontram online;
  • Sabemos que são fãs da facilidade com que podem comprar produtos dessa forma;
  • Os custos associados ao e-commerce são menores do que os de uma loja física;
  • Pode personalizar a experiência de compra do consumidor;
  • Vai poder analisar melhor as métricas e otimizá-las de acordo.

Mas quer saber qual é a maior vantagem de vender online?

É que vai poder fazer dinheiro a dormir.

Uma loja online está aberta 24 horas, a trabalhar por si, enquanto descansa.

Os seus produtos e serviços estão disponíveis a qualquer momento, a qualquer hora, para quem os procura e isso só é possível através de uma loja online. 

Isto, claro, partindo do pressuposto de que o encontram quando procuram, certo?

 

Loja Online

Abrir uma loja online é hoje um processo bem mais fácil de implementar do que era há uns anos atrás.

O digital já faz parte das nossas vidas e a aceleração de que o e-commerce tem vindo a ser alvo, obrigou também à criação de novos modelos e à otimização de vários dos requisitos necessários. 

Além disso, se primeiro estranharam, os consumidores estão hoje habituados a comprarem online e esperam por uma experiência de compra fluída e sem obstáculos.

Como em tudo no mundo digital, há aspetos técnicos, com especial atenção para o SEO, que devem ser implementados no momento de vender online e que sejam capazes de aumentar o seu número de vendas

E essa é a nossa especialidade. Para o comprovar, fale connosco

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Google My Business
08 abril, 2021

Google My Business

O Google My Business pode ser resumido em quatro palavras:

  1. Utilidade, porque partilha mais informação com todos os seus clientes; 
     
  2. Consistência, porque complementa o seu posicionamento nas páginas de pesquisa do Google e permite apresentar-se ao mundo de uma forma mais coerente; 
     
  3. Interação, porque os consumidores vão poder ter acesso a imagens do seu negócio, por exemplo, ou a comentários aos quais vai poder responder;
     
  4. Análise, porque no digital todos os dados são importantes para otimizarmos os serviços e gerarmos melhores resultados.

Com uma ferramenta como o Google My Business à sua disposição, vai ficar mais próximo dos seus clientes e aumentar o número das suas vendas. 

E se esta plataforma é nova para si, então está na hora de a conhecer melhor: vamos ver o que é, para que serve, como funciona e quais os benefícios que pode aproveitar para a sua empresa.

 

O que é o Google My Business?

Sabemos que o Google é a ferramenta de pesquisa mais utilizada pelas pessoas para encontrarem os serviços ou os produtos que procuram a um dado momento. Sabemos também que é muito raro qualquer um desses utilizadores passarem da primeira página de resultados e, por isso, sabemos que o SEO é a melhor ferramenta para lá chegarmos.

O Google My Business é como um complemento de informação acrescentado à página de resultados da pesquisa.

Disponibilizada pela Google, é uma plataforma gratuita que permite a qualquer pessoa ou empresa apresentarem os seus serviços de uma forma mais coerente.

Pesquise pela Bluesoft no Google. Através dos conteúdos otimizados com SEO para o google business, vai ver um “quadrado” de informações relevantes, no lado direito da página.

Esses dados informativos são então apresentados através da utilização do Google My Business.

E para que é que isso serve, na prática?

 

Para que serve o Google My Business?

Esta é uma plataforma que serve para melhorar os resultados da sua empresa, através da otimização das informações prestadas aos seus consumidores. Isto, do ponto de vista do negócio. 

Mas do ponto de vista do utilizador, é uma história um pouco diferente.

O Google, sendo o ponto de partida para uma grande maioria de todas as pesquisas feitas pelos utilizadores no mundo, das mais simples às mais complexas, é também a ferramenta utilizada por esses mesmos utilizadores para a pesquisa de informações mais específicas, mais úteis e precisas.

O Google My Business serve exatamente para isso. 

Seja qual for a sua área de negócio, a partir do momento em que presta um serviço ou vende um produto, mais cedo ou mais tarde vai ter utilizadores a pesquisarem pela sua empresa, certo?

É aqui que a plataforma se torna essencial. Vejamos um exemplo.

Um utilizador pesquisa pelo seu restaurante, pela sua loja ou até pela instituição à qual preside.

Através da utilização de SEO para o Google Business, os utilizadores vão ter acesso a informação direta, prática e simples, sobre o seu negócio. Eles vão poder ver:

  • Os seus contactos (morada, email, telefone, redes sociais, etc.);
     
  • Fotografias (do espaço, ementas, produtos, etc.);
     
  • Comentários e reviews de outros utilizadores (que oferecem confiança a novos consumidores);
     
  • Perguntas frequentes às quais procuram resposta;
     
  • Outros links úteis, associados a ferramentas como o Google Maps, por exemplo, ou diretamente para o seu website.

O Google My Business apresenta então todas as informações sobre o seu negócio, desta forma simples e direta. E deixa claro para os utilizadores o seu grau de profissionalismo.

Afinal, na nossa cabeça, quando procuramos por uma empresa, estamos também à procura de informação cuidada, útil e a par dos tempos.

É possível que já lhe tenha mesmo acontecido algo parecido: procura por um serviço e depois constata que a informação está desatualizada ou que o local ao qual queria chegar “nem aparece no Google Maps”. 

Como é isso possível, hoje em dia?

 

Como funciona o Google My Business?

Na verdade, funciona de uma forma muito simples. Qualquer pessoa o pode fazer. 

Para isso, basta aceder ao Google My Business e dar início à construção de um “perfil de empresa”, seguindo todas as indicações dadas pela plataforma.

À medida que vai preenchendo os campos com os seus conteúdos, vai-se aproximando do resultado final (e dos seus clientes também!). Fácil.

Mas é importante relembrar que a criação de uma página numa rede social também é simples e gratuita.

Ou que há plataformas com as quais pode criar um website num instante.

O caminho entre a teoria e as melhores práticas é longo e exige experiência. Só assim é expectável que os resultados possam – de facto – gerar retorno.

Da mesma forma que outros conteúdos podem ser otimizados, esta plataforma só vai permitir os melhores resultados, no caso de os conteúdos introduzidos estarem também o mais otimizados possíveis.

 

Benefícios do Google My Business

Terminamos como começamos: as quatro palavras que podem resumir o Google My Business.

A sua utilidade, a consistência e a coerência da informação apresentada, o aumento do alcance da sua empresa, bem como o da sua presença digital, a potencial interação e uma maior proximidades com os seus consumidores, a par de uma análise dos dados fornecidos pela plataforma, de forma a melhorar os seus resultados são os principais benefícios do Google My Bussiness.

Esta é uma plataforma gratuita que, quando otimizada, vai aumentar o alcance da sua empresa e oferecer-lhe um novo grau de dinamismo e profissionalismo.

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Parâmetros UTM ou UTM Parameters
17 março, 2021

Parâmetros UTM ou UTM Parameters

No nosso último artigo, sobre como monitorizar o tráfego direto, mencionámos os parâmetros UTM.

Os parâmetros UTM são uma forma de ajudar a monitorizar o tráfego e a melhor analisar o modo como os utilizadores chegam até ao seu website.

Afinal, quando investe em campanhas de marketing digital, convém saber quais são as que melhor estão a funcionar, certo?

Caso contrário como vai poder analisar se uma campanha de email marketing obteve mais ou menos resultados que uma campanha nas redes sociais? Como vai saber onde continuar a investir ou onde é preciso afinar alguns pontos?

Os parâmetros UTM são preciosos por serem também os parâmetros analisados pelo Google Analytics e que o vão ajudar a perceber quais as fontes de tráfego para o seu website que funcionam.

Neste artigo, vamos explicar tudo o que precisa de saber. 

 

O que são Parâmetros UTM?

Os parâmetros UTM são como uma etiqueta que adicionamos aos nossos URL’s ou links para o website. Essa etiqueta, depois de analisada, identifica a fonte do tráfego, deixando mais clara a sua origem: por exemplo, se o utilizador veio de uma publicação de uma das redes sociais ou se de um clique a partir de uma newsletter.

Sem esta etiqueta ou identificação no URL, o mais certo é essa análise ficar um pouco caótica. 

Na prática, fica sem perceber exatamente de onde estão a vir os seus utilizadores. Ou seja, deixa de perceber qual das suas campanhas está a gerar mais ou melhores resultados.

E lembre-se do seguinte: seja qual for a sua área de negócio, no universo do marketing digital, os seus clientes só têm uma forma de chegar até si: URL’s.

 

Qual a importância dos Parâmetros UTM?

Quando implementa uma estratégia de conteúdos, mais cedo ou mais tarde chega o momento de analisar os seus resultados. Nessa análise, deve ser tida em conta a fonte de tráfego.

Por outras palavras: de onde vieram os utilizadores. De uma rede social? De um banner? Através de uma newsletter? Via Whatsapp?

Sem esta etiqueta, o mais provável é a fonte de tráfego ser identificada enquanto dark social ou, simplesmente, por tráfego direto. E depois? Como sabemos o que está a funcionar? 

É aqui que a importância dos parâmetros UTM se apresentam com toda a sua relevância para uma análise correta dos dados. 

Sem sabermos de onde vêm os nossos utilizadores, deixa de ser possível percebermos o que está certo e o que deve ser melhorado.

 

Como utilizar parâmetros UTM?

A utilização dos parâmetros UTM deve seguir uma série de boas práticas que vão permitir que a monitorização do tráfego seja feita uma forma sistematizada e válida.Vamos falar-lhe de três.

A primeira é mesmo a consistência. Ou seja, garantir que os parâmetros UTM são sempre criados e identificados da mesma forma.

Lembre-se que o grande objetivo é ajudá-lo a tornar a análise de tráfego menos caótica. Por isso, a consistência na criação de parâmetros UTM vai ajudá-lo a melhor entender essa origem.

Vejamos um exemplo. Um parâmetro UTM pode ter o seguinte aspeto: “https://onomedoseuwebsite.pt/?utm_source=twitter”

Este URL fictício diz-lhe que a fonte foi o twitter. Porque foi assim que o identificou: twitter.

No entanto: utm_source=Twitter é diferente de utm_source=twitter

Viu a diferença? Pequenas alterações, ainda que simples, como a utilização de letras capitais numas etiquetas e não noutras vai abalar a consistência de criação de parâmetros UTM no seu todo.

Existem muitas fontes de tráfego para o seu website e as suas identificações devem estar sempre consistentes. E isso leva-nos ao segundo ponto: armazenamento.

Para além da consistência na criação de parâmetros UTM, estas identificações devem ser guardadas num único documento, de fácil utilização. É como um pequeno guia de estilo ao qual pode recorrer, sempre que for necessário criar um novo URL com parâmetros UTM.

Este documento deve conter não só a nomenclatura a utilizar, como também os URL’s gerados previamente, de forma a que a sua equipa lhes possa aceder sempre que possível ou necessário.

Depois de criado este sistema de criação e identificação dos parâmetros UTM, o próximo passo é a criação de objetivos claros que permitam a sua monitorização.

Esses objetivos podem ser ao nível de cliques ou de interação, por exemplo; de inscrições na sua newsletter ou geração de leads.

Desta forma, quando criar uma campanha de marketing digital terá não só criado um objetivo claro para a mesma, como já terá à sua disposição um sistema implementado para a sua monitorização.

 

Tipos de parâmetros UTM

Para o fim, deixamos os tipos de parâmetros UTM que pode utilizar. Ou seja, que tipo de etiquetas estão à sua disposição. São algumas:

 

A plataforma de origem da fonte de tráfego da campanha

Como exemplo, vamos assumir que essa plataforma foi o LinkedIn. Neste caso, a etiqueta seria então: “utm_source=linkedin”

 

O meio pelo qual chegaram ao seu website

Continuemos no LinkedIn. O seu URL seria: “utm_source=linkedin&utm_medium=social”

Ou seja, o tráfego teve origem num meio social (Redes Sociais). Neste caso, no LinkedIn. O Google Analytics ajuda-o a identificar estes parâmetros UTM que podem ir desde as redes sociais até mesmo a um QR Code.

 

O conteúdo apresentado

Imagine que está numa fase de teste e que perceber qual o tipo de conteúdo que está a gerar melhores resultados. Enviou uma newsletter com várias call to actions: botões, imagens ou texto.

A cada um destes CTA’s pode associar um parâmetro UTM específico para que depois, ao analisar os resultados, entenda qual foi o CTA que melhor funcionou. 

 

O nome da campanha

Do mesmo modo, o nome que dá às suas campanhas podem ser um parâmetro UTM analisado.

 

As palavras-chave

Como complemento de análise, pode associar um parâmetro UTM a uma campanha de AdWords, especificando na URL essa palavra chave.

A utilização de parâmetros UTM não é uma prática que se aprenda de um dia para o outro. É o resultado de uma aplicação contínua e sistemática, cuja análise é imprescindível para a avaliação dos resultados das suas campanhas de marketing digital.


Neste artigo explicámos tudo o que precisa de saber, mas é claro que o fizemos de uma forma superficial. Para o tratamento deste tema a fundo, era preciso um livro!

Por isso, se estiver interessado em perceber de onde vêm os seus utilizadores, clientes e potenciais clientes; ou quais das suas campanhas está a gerar mais ou menos resultados, fale connosco. Até porque só assim vai perceber para onde deve apontar os seus recursos.

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