#trabalharcomdados

Marketing Personalizado
12 agosto, 2021

Marketing Personalizado

Neste artigo, vamos falar sobre o marketing personalizado, abordar a sua estratégia e alguns exemplos utilizados no dia a dia das empresas e dar a conhecer as suas principais vantagens e potenciais desvantagens.

CRO - Conversion Rate Optimization
29 julho, 2021

CRO - Conversion Rate Optimization

A CRO – Conversion Rate Optimization é o desenho e a implementação de uma estratégia de marketing digital que visa não só a atração de novos utilizadores, como também a sua conversão. 

Estratégia de Marketing Digital
15 julho, 2021

Estratégia de Marketing Digital

Uma estratégia de marketing digital é um conceito amplo que engloba todas as estratégias digitais desenhadas para obter resultados no universo do marketing digital.

Marketing de Referência
08 julho, 2021

Marketing de Referência

O marketing de referência é uma estratégia de marketing que recorre a uma das práticas mais tradicionais da comunicação de produtos e serviços: o famoso “boca a boca”.

Mapa de Calor
01 julho, 2021

Mapa de Calor

Um mapa de calor (ou heatmap), é o resultado de uma análise feita às páginas de um website. Mostra-nos os pontos onde há mais atividade (ações e interações), por parte dos utilizadores, incluindo clicks ou scrolls na página.

Gestão de Ativos Digitais
24 junho, 2021

Gestão de Ativos Digitais

A gestão de ativos digitais ou, em inglês, Digital Asset Management é um sistema para a gestão de ativos digitais de uma empresa.

Testes AB
09 junho, 2021

Testes AB

Os testes AB são uma forma de testar, objetivamente, a performance de um dado conteúdo.

Google Shopping
06 maio, 2021

Google Shopping

Dê as boas vindas à sua montra virtual, com o Google Shopping.

É isso mesmo.

O Google Shopping é uma ferramenta da Google que lhe permite mostrar e anunciar os seus produtos aos utilizadores que pesquisam por eles.

Faça o teste. Vá até ao Google e pesquise por um produto: “comprar ténis”.

O que é a primeira coisa que vê?

Uma montra digital com várias opções de ténis.

E quanto mais específico for na utilização de palavras-chave, mais específicos são os produtos dessa montra.

O Google Shopping é mesmo um shopping online, no qual todas as lojas marcam a sua presença e todos os produtos estão disponíveis.

Num momento em que o e-commerce deixou de ser uma tendência para se afirmar nos hábitos de compra dos consumidores, esta é uma ferramenta imprescindível para a sua empresa.

E se é digital e essencial, então a Bluesoft é especialista.

Acompanhe-nos nesta leitura para ficar a perceber o que é, como funciona e quais as vantagens de investir no Google Shopping.

 

O que é o Google Shopping?

O Google Shopping é mesmo um mercado digital, com milhares de produtos e marcas disponíveis.

A grande diferença é que, sendo da Google, está integrado no universo de plataformas e ferramentas da Google, com ligação direta ao Google Ads.

Da mesma forma que otimizamos conteúdos para a criação de páginas web, por exemplo, é também possível aplicarmos esses mesmos princípios a campanhas de anúncios de venda de produtos no Google.

Quando um utilizador faz uma pesquisa de produto, como no exemplo que vimos logo ao início, sabemos que esse mesmo utilizador se encontra numa fase mais avançada do funil de vendas: no mínimo, está interessado em comprar um par de ténis, certo?

Através da otimização destes conteúdos, o objetivo é que o seu produto apareça antes do demais, respondendo àquela necessidade especifica do consumidor.

 

Como funciona o Google Shopping?

O primeiro passo para colocar o Google Shopping a funcionar implica a criação de um perfil no Google Merchant Center.

Depois de criado, é feita uma ligação entre esse perfil à conta de Google Ads, já existente.

Tanto o Google Merchant Center, como o Google Ads, serão abordados um pouco mais ao detalhe, no final deste artigo.

É depois destes dois passos que o Google Shopping começa, efetivamente, a funcionar.

Como em quase todas as plataformas e ferramentas da Google, a sua utilização é bastante user-friendly. Neste caso, começamos por dar à plataforma o inventário de produtos que queremos anunciar nesta montra.

A estes produtos, adicionamos então todo o tipo de informações – desde o seu nome até ao preço dos mesmos, passando pela sua descrição, imagens associadas, disponibilidade em loja e outros dados ou informações pedidas pela Google.

São estas informações que podemos otimizar, de modo a que os resultados sejam apresentados ao utilizador certo, no momento certo.

Depois de preenchermos e otimizarmos os conteúdos, é definido um montante de investimento e dá-se início à campanha.

 

Vantagens de investir no Google Shopping

Com o Google Shopping, além de poder começar a anunciar os seus produtos na página de resultados do Google – o motor de pesquisa mais utilizado do mundo – vai poder aumentar o seu número de vendas e perceber ainda melhor quais são os produtos que verdadeiramente funcionam.

Isto porque a maior vantagem do Google Shopping é a possibilidade de monitorizar e analisar a fundo a performance de cada um dos produtos anunciados.

Esta monitorização inclui até o levantamento de informações sobre a concorrência e, no conjunto, vai permitir a criação de uma linha de produtos extremamente eficaz no comércio online – ou seja, não só terá os seus conteúdos otimizados, como vai poder otimizar os próprios produtos!

Mas há mais quatro vantagens essenciais:

  1. Aumento de tráfego na loja virtual

    Os resultados do Google Shopping são os primeiros a aparecer nos resultados (antes dos links para websites e até mesmo antes de links patrocinados).

    É o primeiro conteúdo com que o utilizador se depara e, sendo composto por texto e imagem informativos, é também dos mais apelativos ao clique e à compra.

  2. Geração de Leads qualificadas

    Ao pesquisar por um produto, as opções apresentadas pelo Google Shopping promovem um estágio já mais avançado do funil de vendas.

    Ou seja, estes utilizadores encontram-se numa fase onde procuram as informações mais cruciais para a compra, tal como o preço do produto ou a oferta de custos de envio, por exemplo.

    E estas são, precisamente, as informações mais visíveis do Google Shopping.

  3. Maior número de conversões

    Se estes utilizadores se encontram numa fase avançada de compra e se os conteúdos do Google Shopping estão otimizados, então o mais certo é a sua loja receber mais cliques.

    Lembre-se que, neste momento, o utilizador se encontra praticamente a decidir de onde encomendar o seu produto – user experience ou facilidade de compra são as características a ter em conta aqui.

  4. Maior presença digital

    Uma vez que está integrado na rede de plataformas da Google, uma das vantagens do Google Shopping é a possibilidade de conjugar várias campanhas num único momento.

    Se os seus conteúdos estiverem otimizados e as configurações das várias campanhas bem definidas, é possível que um utilizador, ao procurar por um determinado produto, dê de caras com a sua loja, quase exclusivamente.

Está visto que investir no Google Shopping é uma mais valia para a sua empresa, mas também para os utilizadores que ao procurarem por um produto, o encontram sem problemas.

E como aceder a tudo isto?

 

O que é preciso para anunciar no Google Shopping?

Para anunciar no Google Shopping precisa, antes de mais, de duas ferramentas essenciais da Google:

O Google Merchant Center e o Google Ads.

 

Google Merchant Center

Esta é a plataforma com a qual providenciamos o Google Shopping com a tal listagem de produtos, ou inventário que queremos utilizar na montra digital.

Esta ferramenta vai também ajudar-nos a perceber e a analisar o tipo de procura feita pelos consumidores no Google Shopping, para que depois possamos otimizar os conteúdos apresentados.

E estes são então os conteúdos que, em seguida, anunciamos através do Google Ads.

 

Google Ads

Com certeza já terá ouvido falar nesta ferramenta.

O Google Ads é onde toda a publicidade do Google acontece, incluindo os anúncios de produtos do Google Shopping.

 

A Bluesoft é uma empresa especialista nesta plataforma, a partir da qual vai poder divulgar os seus produtos ou serviços a todo o universo digital.

Com o Google Ads, garantimos que os seus produtos aparecem aos seus consumidores, no momento certo, no local certo, respondendo às necessidades que eles procuram.

Para saber como retirar proveito de uma das ferramentas mais imprescindíveis no marketing digital, clique aqui.

...
Google Tag Manager
29 abril, 2021

Google Tag Manager

O Google Tag Manager (GTM) é como uma máquina do tempo

Quando utilizamos esta ferramenta da Google, além de beneficiarmos de todas as suas vantagens, ganhamos tempo precioso. 

Caso contrário, todas as funcionalidades que apresenta, acabam por recair sobre as equipas de IT que, como sabemos, se encontram ocupadas com operações de manutenção diária.

Com o Google Tag Manager, os dias transformam-se em apenas algumas horas.

Durante muito tempo, trabalhar com dados implicava a análise dos dados provenientes da maior fonte à nossa disposição: o Google Analytics.

O panorama mudou por completo.

A monitorização dos dados de um website está diretamente ligada ao código associado a cada uma das suas páginas, ao qual adicionamos, modificamos ou retiramos, pedaços de código conhecidos como “tags” – responsáveis por esta monitorização.

Na prática, isto exigia o tempo de um especialista em código, dedicado a esta gestão.

Mas com o Tag Manager da Google, passa a poder fazer isso facilmente, a partir de uma única ferramenta.

 

O que é o Google Tag Manager?

O nome diz tudo: o Google Tag Manager é uma ferramenta de gestão de etiquetas (ou tags), disponibilizada pela Google. 

Estas etiquetas são pedaços de código utilizados para a monitorização de websites ou aplicações para o telemóvel.

O GTM é uma solução user-friendly que permite criação e gestão destas etiquetas que, por sua vez, nos permite monitorizar algumas ações dos utilizadores, desde os números de conversões ao remarketing, de forma mais simples.

Seguindo as suas instruções, o Tag Manager ajuda-o a decidir onde colocar o código e em que páginas específicas o deve utilizar.

A partir daqui, a ferramenta passa a tratar de tudo. 

 

Para que serve o Google Tag Manager?

Na prática, o Google Tag Manager serve para monitorizar, analisar e otimizar tanto páginas de website, como campanhas de marketing.

Serve para simplificar todo o processo associado à criação e gestão de etiquetas inseridas em código que monitorizam as ações dos utilizadores. 

É a análise destes dados que nos vai informar, de forma específica, onde e o que é que temos de otimizar nas páginas, para que os resultados melhorem.

No final deste texto vai ficar a conhecer todas as vantagens associadas ao GTM, mas a sua grande vantagem já foi desvendada:

Esta ferramenta foi desenhada para ser user-friendly

Ou seja, é de fácil utilização e confiável. Com ela, vamos poder criar, gerir e reportar a informação obtida a partir das tags, sem necessitar de recorrer constantemente a programadores.

Sempre que quiser alterar os parâmetros da monitorização, seja em que moldes for, basta aceder ao GTM.

Mas, com isto, estamos já a passar ao próximo tópico.

 

Como usar o Google Tag Manager?

Tal como na grande maioria das ferramentas disponibilizadas pela Google, o Google Tag Manager tem uma utilização fácil e intuitiva.

O primeiro passo para começar a usar o GTM é criar uma conta, que pode ser associada a uma conta Gmail já existente.

O segundo passo parte-se em dois e deve ser entendido como um processo de reorganização prévia.

Depois de criarmos uma conta no Tag Manager, seguimos as instruções disponibilizadas pela própria ferramenta. 

No final, temos acesso ao primeiro pedaço de código que utilizamos no website e a partir do qual começamos, efetivamente, a trabalhar com o Google Tag Manager.

É neste momento que passamos à “limpeza”.

Nas várias páginas de código de um website deixa de ser necessária a inclusão de outros pedaços, associados a outros programas, tais como, por exemplo, o Google Analytics.

O Google Tag Manager permite a integração de ferramentas de monitorização como o Analytics, mas também o AdWords ou o Pixel. 

O objetivo desta “limpeza” é tornar o código de cada página o mais simples e limpo possível, com o código associado ao GTM a ser o único pedaço referente aos parâmetros de monitorização, facilmente identificável.

Mas mesmo que este passo de “limpeza” seja adiado, o Tag Manager continua a funcionar na sua plenitude.

E, de uma forma geral, funciona em três pontos:

  1. A etiqueta: um pedaço de código que acrescentamos ao código já existente das páginas de um website.
     
  2. O Trigger: a definição do quando esta etiqueta passa a funcionar. Ou seja, a definição da ação do utilizador a monitoriza. Por exemplo, no momento exato em que acede a uma página.
     
  3. As Variáveis: Outro tipo de variáveis utilizados para recebermos e guardarmos os dados das etiquetas definidas.

É mais fácil do que parece. O próprio GTM apresenta sugestões e instruções para tudo isto, além de disponibilizar um guia de instruções.

No entanto, sempre que tiver dúvidas, fale com um especialista. É perfeitamente normal que, nos primeiros tempos, estes termos lhe pareçam estranhos, mas cedo se entranham.

Principalmente a partir do momento em que todas as vantagens do Google Tag Manager se tornam evidentes.

 

Vantagens do Google Tag Manager

Como vimos, o GTM é de fácil utilização, à qual juntamos uma certa tranquilidade.

A velocidade com que esta ferramenta funciona, aliada à sua capacidade para detetar eventuais incorreções, deixa-nos mais tranquilos, com a certeza de que a monitorização é precisa e de que potenciais alterações necessárias são feitas em tempo útil, mesmo durante os dias mais atarefados.

Com o GTM, a monitorização e análise de performance torna-se mais ágil e ampla, dadas as próprias funcionalidades do Tag Manager, nas quais se incluem sugestões para próximos passos. 

Além disso, a possibilidade de integração com outras ferramentas de monitorização faz com que trabalhemos com todos os dados relevantes a partir de um único local.

Tudo isto vai possibilitar as equipas trabalharem de forma mais eficiente e colaborativa, uma vez que todos passam a ter acesso à mesma informação.

Uma ferramenta como o Google Tag Manager tem enormes potencialidades e permite uma análise dos dados mais ampla e, ao mesmo tempo, concreta.

E isto significa decisões mais informadas e estratégias mais robustas. 

...
Vender Online
22 abril, 2021

Vender Online

Vender online é uma prática quase tão antiga como a própria internet.

Na verdade, a criação do e-commerce remonta a 1979, aquando da invenção de um processo de vendas online criado por Michael Aldrich. 

O termo e-commerce é amplamente utilizado todos os dias, mas é claro que vender online hoje é bem diferente do que era há cerca de 40 anos.

As boas práticas para vender online estão diretamente ligadas ao conhecimento que temos sobre os comportamentos do consumidor. Quando um qualquer consumidor sente uma necessidade ou um desejo, sabe qual é o seu primeiro passo?

Uma pesquisa online

Sabemos que 75% de todas as compras online começam por aqui. E sabemos que, em 2021, cerca de 17,5% de todas as vendas de retalho serão feitas através de uma loja online. Ao mesmo tempo, sabemos ainda que os utilizadores só muito raramente passam da primeira página de resultados dos motores de pesquisa.

Ora, em conjunto, tudo isto nos diz o seguinte: vender online implica estarmos presentes no momento de pesquisa destes consumidores. E isso, por sua vez, diz-nos que é obrigatório termos uma estratégia digital bem desenhada e preparada ao nível do SEO.

Se o primeiro passo do consumidor é uma pesquisa online, então o primeiro passo para a loja online da sua empresa deve ser uma estratégia de SEO que o ajude a decidir o que vender online, como e onde o fazer.

 

O que vender online?

A pesquisa e o estudo de palavras-chave são os pontos essenciais para qualquer estratégia de SEO aplicada à prática de vender online.

Imagine que a sua empresa vende automóveis. 

Através das conclusões retiradas dos estudos e pesquisas que realizamos, ficamos a saber exatamente quais as marcas e os modelos de automóveis que os consumidores mais procuram.

Mas a talvez a sua empresa se concentre noutro tipo de serviços ou produtos para vender online. Sem problemas. 

Seja B2B ou B2C, dos serviços mais gerais aos produtos mais específicos, a partir do momento em que tem à sua disposição as palavras-chave mais utilizadas pelos consumidores, fica a saber exatamente o que precisa de vender online

Na prática, fica com “o quê” – vejamos agora as dicas para o “como” e o “onde” vender online em Portugal.

 

Como vender online?

Como vimos, a prática do e-commerce é já uma prática antiga. 

Todavia, vender online tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, não só graças aos avanços tecnológicos, mas também devido à necessidade e à aceleração provocadas pela pandemia Covid-19 e os vários períodos de confinamento.

E, sem rodeios, a questão é mesmo essa: para vender online, precisa de uma loja online.

No entanto, sabemos que isso é pouco. 

Ainda que a criação de uma loja online seja relativamente fácil de “abrir”, a questão, como sempre, concentra-se na necessidade de apresentar conteúdos otimizados para SEO, de modo a estarmos presentes no momento de procura.

Na prática, ter uma loja online sem estar otimizada para SEO é o mesmo que ter uma loja no deserto: os clientes, simplesmente, não vão aparecer.

E se o deserto é uma má ideia para abrir uma loja? Então, onde?

 

Onde vender online?

Há várias formas de vender online. Neste artigo concentramo-nos em duas.

A primeira forma de vender online é utilizar as redes sociais que, com o passar do tempo, começaram também elas a desenvolver as suas próprias capacidades de e-commerce, dada a recente aceleração.

No entanto, os estudos indicam-nos que estas taxas de conversão são mais baixas do que uma loja online independente e otimizada para SEO. As redes sociais são mais utilizadas em momentos de lazer do que propriamente para a procura de artigos ou produtos que respondam às nossas procuras.

Já a segunda forma de vender online apresenta duas opções: 

Depois de decidir abrir a sua loja online, vai estar perante uma segunda decisão: vai sozinho ou acompanhado?

Sozinho implica partir numa aventura rumo ao desconhecido, aprender por si mesmo, com o tempo que a experiência exige. Quem sabe, pode ser que resulte? 

Mas acompanhado, lado a lado com empresas especialistas no assunto, como a Bluesoft, vai ter à sua disposição todo o apoio necessário para a criação da sua nova loja online.

Em conjunto, pensamos em tudo.

Desde o planeamento estratégico que envolve estudos de mercado e públicos-alvo, imprescindíveis no momento de escolha de produtos a vender, por exemplo, até à escrita mais eficaz, com base em palavras-chave que o vão ajudar a vender online.

Se tem vindo a acompanhar o nosso blog semanalmente, sabe que a qualidade dos seus produtos ou serviços é o mais importante que tem; mas também está a par da importância dos conteúdos otimizados para o digital.

Com as lojas online acontece precisamente o mesmo. 

Depois de criada a sua loja online, com os produtos escolhidos com base em estudos e os conteúdos otimizados para SEO, vai poder retirar todas as vantagens que existem ao vender online.

 

Vantagens de vender online

Um planeamento estratégico adequado, em conjunto com a otimização de conteúdos em SEO, vai dar-lhe logo uma vantagem direta:

Quando os consumidores fizerem uma pesquisa, vão encontrar a sua loja e os seus produtos, antes dos demais.

Além disso, por ser online, vai poder chegar a uma audiência muito maior – global – e interagir com os seus clientes, de forma a fidelizá-los e a fazer com que eles voltem a comprar os produtos que procuram, a si.

Há muitas vantagens que podemos retirar das vendas online. 

Podemos dizer-lhe que:

  • Os consumidores já se encontram online;
  • Sabemos que são fãs da facilidade com que podem comprar produtos dessa forma;
  • Os custos associados ao e-commerce são menores do que os de uma loja física;
  • Pode personalizar a experiência de compra do consumidor;
  • Vai poder analisar melhor as métricas e otimizá-las de acordo.

Mas quer saber qual é a maior vantagem de vender online?

É que vai poder fazer dinheiro a dormir.

Uma loja online está aberta 24 horas, a trabalhar por si, enquanto descansa.

Os seus produtos e serviços estão disponíveis a qualquer momento, a qualquer hora, para quem os procura e isso só é possível através de uma loja online. 

Isto, claro, partindo do pressuposto de que o encontram quando procuram, certo?

 

Loja Online

Abrir uma loja online é hoje um processo bem mais fácil de implementar do que era há uns anos atrás.

O digital já faz parte das nossas vidas e a aceleração de que o e-commerce tem vindo a ser alvo, obrigou também à criação de novos modelos e à otimização de vários dos requisitos necessários. 

Além disso, se primeiro estranharam, os consumidores estão hoje habituados a comprarem online e esperam por uma experiência de compra fluída e sem obstáculos.

Como em tudo no mundo digital, há aspetos técnicos, com especial atenção para o SEO, que devem ser implementados no momento de vender online e que sejam capazes de aumentar o seu número de vendas

E essa é a nossa especialidade. Para o comprovar, fale connosco

...