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Google Shopping
06 maio, 2021

Google Shopping

Dê as boas vindas à sua montra virtual, com o Google Shopping.

É isso mesmo.

O Google Shopping é uma ferramenta da Google que lhe permite mostrar e anunciar os seus produtos aos utilizadores que pesquisam por eles.

Faça o teste. Vá até ao Google e pesquise por um produto: “comprar ténis”.

O que é a primeira coisa que vê?

Uma montra digital com várias opções de ténis.

E quanto mais específico for na utilização de palavras-chave, mais específicos são os produtos dessa montra.

O Google Shopping é mesmo um shopping online, no qual todas as lojas marcam a sua presença e todos os produtos estão disponíveis.

Num momento em que o e-commerce deixou de ser uma tendência para se afirmar nos hábitos de compra dos consumidores, esta é uma ferramenta imprescindível para a sua empresa.

E se é digital e essencial, então a Bluesoft é especialista.

Acompanhe-nos nesta leitura para ficar a perceber o que é, como funciona e quais as vantagens de investir no Google Shopping.

 

O que é o Google Shopping?

O Google Shopping é mesmo um mercado digital, com milhares de produtos e marcas disponíveis.

A grande diferença é que, sendo da Google, está integrado no universo de plataformas e ferramentas da Google, com ligação direta ao Google Ads.

Da mesma forma que otimizamos conteúdos para a criação de páginas web, por exemplo, é também possível aplicarmos esses mesmos princípios a campanhas de anúncios de venda de produtos no Google.

Quando um utilizador faz uma pesquisa de produto, como no exemplo que vimos logo ao início, sabemos que esse mesmo utilizador se encontra numa fase mais avançada do funil de vendas: no mínimo, está interessado em comprar um par de ténis, certo?

Através da otimização destes conteúdos, o objetivo é que o seu produto apareça antes do demais, respondendo àquela necessidade especifica do consumidor.

 

Como funciona o Google Shopping?

O primeiro passo para colocar o Google Shopping a funcionar implica a criação de um perfil no Google Merchant Center.

Depois de criado, é feita uma ligação entre esse perfil à conta de Google Ads, já existente.

Tanto o Google Merchant Center, como o Google Ads, serão abordados um pouco mais ao detalhe, no final deste artigo.

É depois destes dois passos que o Google Shopping começa, efetivamente, a funcionar.

Como em quase todas as plataformas e ferramentas da Google, a sua utilização é bastante user-friendly. Neste caso, começamos por dar à plataforma o inventário de produtos que queremos anunciar nesta montra.

A estes produtos, adicionamos então todo o tipo de informações – desde o seu nome até ao preço dos mesmos, passando pela sua descrição, imagens associadas, disponibilidade em loja e outros dados ou informações pedidas pela Google.

São estas informações que podemos otimizar, de modo a que os resultados sejam apresentados ao utilizador certo, no momento certo.

Depois de preenchermos e otimizarmos os conteúdos, é definido um montante de investimento e dá-se início à campanha.

 

Vantagens de investir no Google Shopping

Com o Google Shopping, além de poder começar a anunciar os seus produtos na página de resultados do Google – o motor de pesquisa mais utilizado do mundo – vai poder aumentar o seu número de vendas e perceber ainda melhor quais são os produtos que verdadeiramente funcionam.

Isto porque a maior vantagem do Google Shopping é a possibilidade de monitorizar e analisar a fundo a performance de cada um dos produtos anunciados.

Esta monitorização inclui até o levantamento de informações sobre a concorrência e, no conjunto, vai permitir a criação de uma linha de produtos extremamente eficaz no comércio online – ou seja, não só terá os seus conteúdos otimizados, como vai poder otimizar os próprios produtos!

Mas há mais quatro vantagens essenciais:

  1. Aumento de tráfego na loja virtual

    Os resultados do Google Shopping são os primeiros a aparecer nos resultados (antes dos links para websites e até mesmo antes de links patrocinados).

    É o primeiro conteúdo com que o utilizador se depara e, sendo composto por texto e imagem informativos, é também dos mais apelativos ao clique e à compra.

  2. Geração de Leads qualificadas

    Ao pesquisar por um produto, as opções apresentadas pelo Google Shopping promovem um estágio já mais avançado do funil de vendas.

    Ou seja, estes utilizadores encontram-se numa fase onde procuram as informações mais cruciais para a compra, tal como o preço do produto ou a oferta de custos de envio, por exemplo.

    E estas são, precisamente, as informações mais visíveis do Google Shopping.

  3. Maior número de conversões

    Se estes utilizadores se encontram numa fase avançada de compra e se os conteúdos do Google Shopping estão otimizados, então o mais certo é a sua loja receber mais cliques.

    Lembre-se que, neste momento, o utilizador se encontra praticamente a decidir de onde encomendar o seu produto – user experience ou facilidade de compra são as características a ter em conta aqui.

  4. Maior presença digital

    Uma vez que está integrado na rede de plataformas da Google, uma das vantagens do Google Shopping é a possibilidade de conjugar várias campanhas num único momento.

    Se os seus conteúdos estiverem otimizados e as configurações das várias campanhas bem definidas, é possível que um utilizador, ao procurar por um determinado produto, dê de caras com a sua loja, quase exclusivamente.

Está visto que investir no Google Shopping é uma mais valia para a sua empresa, mas também para os utilizadores que ao procurarem por um produto, o encontram sem problemas.

E como aceder a tudo isto?

 

O que é preciso para anunciar no Google Shopping?

Para anunciar no Google Shopping precisa, antes de mais, de duas ferramentas essenciais da Google:

O Google Merchant Center e o Google Ads.

 

Google Merchant Center

Esta é a plataforma com a qual providenciamos o Google Shopping com a tal listagem de produtos, ou inventário que queremos utilizar na montra digital.

Esta ferramenta vai também ajudar-nos a perceber e a analisar o tipo de procura feita pelos consumidores no Google Shopping, para que depois possamos otimizar os conteúdos apresentados.

E estes são então os conteúdos que, em seguida, anunciamos através do Google Ads.

 

Google Ads

Com certeza já terá ouvido falar nesta ferramenta.

O Google Ads é onde toda a publicidade do Google acontece, incluindo os anúncios de produtos do Google Shopping.

 

A Bluesoft é uma empresa especialista nesta plataforma, a partir da qual vai poder divulgar os seus produtos ou serviços a todo o universo digital.

Com o Google Ads, garantimos que os seus produtos aparecem aos seus consumidores, no momento certo, no local certo, respondendo às necessidades que eles procuram.

Para saber como retirar proveito de uma das ferramentas mais imprescindíveis no marketing digital, clique aqui.

Google Tag Manager
29 abril, 2021

Google Tag Manager

O Google Tag Manager (GTM) é como uma máquina do tempo

Quando utilizamos esta ferramenta da Google, além de beneficiarmos de todas as suas vantagens, ganhamos tempo precioso. 

Caso contrário, todas as funcionalidades que apresenta, acabam por recair sobre as equipas de IT que, como sabemos, se encontram ocupadas com operações de manutenção diária.

Com o Google Tag Manager, os dias transformam-se em apenas algumas horas.

Durante muito tempo, trabalhar com dados implicava a análise dos dados provenientes da maior fonte à nossa disposição: o Google Analytics.

O panorama mudou por completo.

A monitorização dos dados de um website está diretamente ligada ao código associado a cada uma das suas páginas, ao qual adicionamos, modificamos ou retiramos, pedaços de código conhecidos como “tags” – responsáveis por esta monitorização.

Na prática, isto exigia o tempo de um especialista em código, dedicado a esta gestão.

Mas com o Tag Manager da Google, passa a poder fazer isso facilmente, a partir de uma única ferramenta.

 

O que é o Google Tag Manager?

O nome diz tudo: o Google Tag Manager é uma ferramenta de gestão de etiquetas (ou tags), disponibilizada pela Google. 

Estas etiquetas são pedaços de código utilizados para a monitorização de websites ou aplicações para o telemóvel.

O GTM é uma solução user-friendly que permite criação e gestão destas etiquetas que, por sua vez, nos permite monitorizar algumas ações dos utilizadores, desde os números de conversões ao remarketing, de forma mais simples.

Seguindo as suas instruções, o Tag Manager ajuda-o a decidir onde colocar o código e em que páginas específicas o deve utilizar.

A partir daqui, a ferramenta passa a tratar de tudo. 

 

Para que serve o Google Tag Manager?

Na prática, o Google Tag Manager serve para monitorizar, analisar e otimizar tanto páginas de website, como campanhas de marketing.

Serve para simplificar todo o processo associado à criação e gestão de etiquetas inseridas em código que monitorizam as ações dos utilizadores. 

É a análise destes dados que nos vai informar, de forma específica, onde e o que é que temos de otimizar nas páginas, para que os resultados melhorem.

No final deste texto vai ficar a conhecer todas as vantagens associadas ao GTM, mas a sua grande vantagem já foi desvendada:

Esta ferramenta foi desenhada para ser user-friendly

Ou seja, é de fácil utilização e confiável. Com ela, vamos poder criar, gerir e reportar a informação obtida a partir das tags, sem necessitar de recorrer constantemente a programadores.

Sempre que quiser alterar os parâmetros da monitorização, seja em que moldes for, basta aceder ao GTM.

Mas, com isto, estamos já a passar ao próximo tópico.

 

Como usar o Google Tag Manager?

Tal como na grande maioria das ferramentas disponibilizadas pela Google, o Google Tag Manager tem uma utilização fácil e intuitiva.

O primeiro passo para começar a usar o GTM é criar uma conta, que pode ser associada a uma conta Gmail já existente.

O segundo passo parte-se em dois e deve ser entendido como um processo de reorganização prévia.

Depois de criarmos uma conta no Tag Manager, seguimos as instruções disponibilizadas pela própria ferramenta. 

No final, temos acesso ao primeiro pedaço de código que utilizamos no website e a partir do qual começamos, efetivamente, a trabalhar com o Google Tag Manager.

É neste momento que passamos à “limpeza”.

Nas várias páginas de código de um website deixa de ser necessária a inclusão de outros pedaços, associados a outros programas, tais como, por exemplo, o Google Analytics.

O Google Tag Manager permite a integração de ferramentas de monitorização como o Analytics, mas também o AdWords ou o Pixel. 

O objetivo desta “limpeza” é tornar o código de cada página o mais simples e limpo possível, com o código associado ao GTM a ser o único pedaço referente aos parâmetros de monitorização, facilmente identificável.

Mas mesmo que este passo de “limpeza” seja adiado, o Tag Manager continua a funcionar na sua plenitude.

E, de uma forma geral, funciona em três pontos:

  1. A etiqueta: um pedaço de código que acrescentamos ao código já existente das páginas de um website.
     
  2. O Trigger: a definição do quando esta etiqueta passa a funcionar. Ou seja, a definição da ação do utilizador a monitoriza. Por exemplo, no momento exato em que acede a uma página.
     
  3. As Variáveis: Outro tipo de variáveis utilizados para recebermos e guardarmos os dados das etiquetas definidas.

É mais fácil do que parece. O próprio GTM apresenta sugestões e instruções para tudo isto, além de disponibilizar um guia de instruções.

No entanto, sempre que tiver dúvidas, fale com um especialista. É perfeitamente normal que, nos primeiros tempos, estes termos lhe pareçam estranhos, mas cedo se entranham.

Principalmente a partir do momento em que todas as vantagens do Google Tag Manager se tornam evidentes.

 

Vantagens do Google Tag Manager

Como vimos, o GTM é de fácil utilização, à qual juntamos uma certa tranquilidade.

A velocidade com que esta ferramenta funciona, aliada à sua capacidade para detetar eventuais incorreções, deixa-nos mais tranquilos, com a certeza de que a monitorização é precisa e de que potenciais alterações necessárias são feitas em tempo útil, mesmo durante os dias mais atarefados.

Com o GTM, a monitorização e análise de performance torna-se mais ágil e ampla, dadas as próprias funcionalidades do Tag Manager, nas quais se incluem sugestões para próximos passos. 

Além disso, a possibilidade de integração com outras ferramentas de monitorização faz com que trabalhemos com todos os dados relevantes a partir de um único local.

Tudo isto vai possibilitar as equipas trabalharem de forma mais eficiente e colaborativa, uma vez que todos passam a ter acesso à mesma informação.

Uma ferramenta como o Google Tag Manager tem enormes potencialidades e permite uma análise dos dados mais ampla e, ao mesmo tempo, concreta.

E isto significa decisões mais informadas e estratégias mais robustas. 

Vender Online
22 abril, 2021

Vender Online

Vender online é uma prática quase tão antiga como a própria internet.

Na verdade, a criação do e-commerce remonta a 1979, aquando da invenção de um processo de vendas online criado por Michael Aldrich. 

O termo e-commerce é amplamente utilizado todos os dias, mas é claro que vender online hoje é bem diferente do que era há cerca de 40 anos.

As boas práticas para vender online estão diretamente ligadas ao conhecimento que temos sobre os comportamentos do consumidor. Quando um qualquer consumidor sente uma necessidade ou um desejo, sabe qual é o seu primeiro passo?

Uma pesquisa online

Sabemos que 75% de todas as compras online começam por aqui. E sabemos que, em 2021, cerca de 17,5% de todas as vendas de retalho serão feitas através de uma loja online. Ao mesmo tempo, sabemos ainda que os utilizadores só muito raramente passam da primeira página de resultados dos motores de pesquisa.

Ora, em conjunto, tudo isto nos diz o seguinte: vender online implica estarmos presentes no momento de pesquisa destes consumidores. E isso, por sua vez, diz-nos que é obrigatório termos uma estratégia digital bem desenhada e preparada ao nível do SEO.

Se o primeiro passo do consumidor é uma pesquisa online, então o primeiro passo para a loja online da sua empresa deve ser uma estratégia de SEO que o ajude a decidir o que vender online, como e onde o fazer.

 

O que vender online?

A pesquisa e o estudo de palavras-chave são os pontos essenciais para qualquer estratégia de SEO aplicada à prática de vender online.

Imagine que a sua empresa vende automóveis. 

Através das conclusões retiradas dos estudos e pesquisas que realizamos, ficamos a saber exatamente quais as marcas e os modelos de automóveis que os consumidores mais procuram.

Mas a talvez a sua empresa se concentre noutro tipo de serviços ou produtos para vender online. Sem problemas. 

Seja B2B ou B2C, dos serviços mais gerais aos produtos mais específicos, a partir do momento em que tem à sua disposição as palavras-chave mais utilizadas pelos consumidores, fica a saber exatamente o que precisa de vender online

Na prática, fica com “o quê” – vejamos agora as dicas para o “como” e o “onde” vender online em Portugal.

 

Como vender online?

Como vimos, a prática do e-commerce é já uma prática antiga. 

Todavia, vender online tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, não só graças aos avanços tecnológicos, mas também devido à necessidade e à aceleração provocadas pela pandemia Covid-19 e os vários períodos de confinamento.

E, sem rodeios, a questão é mesmo essa: para vender online, precisa de uma loja online.

No entanto, sabemos que isso é pouco. 

Ainda que a criação de uma loja online seja relativamente fácil de “abrir”, a questão, como sempre, concentra-se na necessidade de apresentar conteúdos otimizados para SEO, de modo a estarmos presentes no momento de procura.

Na prática, ter uma loja online sem estar otimizada para SEO é o mesmo que ter uma loja no deserto: os clientes, simplesmente, não vão aparecer.

E se o deserto é uma má ideia para abrir uma loja? Então, onde?

 

Onde vender online?

Há várias formas de vender online. Neste artigo concentramo-nos em duas.

A primeira forma de vender online é utilizar as redes sociais que, com o passar do tempo, começaram também elas a desenvolver as suas próprias capacidades de e-commerce, dada a recente aceleração.

No entanto, os estudos indicam-nos que estas taxas de conversão são mais baixas do que uma loja online independente e otimizada para SEO. As redes sociais são mais utilizadas em momentos de lazer do que propriamente para a procura de artigos ou produtos que respondam às nossas procuras.

Já a segunda forma de vender online apresenta duas opções: 

Depois de decidir abrir a sua loja online, vai estar perante uma segunda decisão: vai sozinho ou acompanhado?

Sozinho implica partir numa aventura rumo ao desconhecido, aprender por si mesmo, com o tempo que a experiência exige. Quem sabe, pode ser que resulte? 

Mas acompanhado, lado a lado com empresas especialistas no assunto, como a Bluesoft, vai ter à sua disposição todo o apoio necessário para a criação da sua nova loja online.

Em conjunto, pensamos em tudo.

Desde o planeamento estratégico que envolve estudos de mercado e públicos-alvo, imprescindíveis no momento de escolha de produtos a vender, por exemplo, até à escrita mais eficaz, com base em palavras-chave que o vão ajudar a vender online.

Se tem vindo a acompanhar o nosso blog semanalmente, sabe que a qualidade dos seus produtos ou serviços é o mais importante que tem; mas também está a par da importância dos conteúdos otimizados para o digital.

Com as lojas online acontece precisamente o mesmo. 

Depois de criada a sua loja online, com os produtos escolhidos com base em estudos e os conteúdos otimizados para SEO, vai poder retirar todas as vantagens que existem ao vender online.

 

Vantagens de vender online

Um planeamento estratégico adequado, em conjunto com a otimização de conteúdos em SEO, vai dar-lhe logo uma vantagem direta:

Quando os consumidores fizerem uma pesquisa, vão encontrar a sua loja e os seus produtos, antes dos demais.

Além disso, por ser online, vai poder chegar a uma audiência muito maior – global – e interagir com os seus clientes, de forma a fidelizá-los e a fazer com que eles voltem a comprar os produtos que procuram, a si.

Há muitas vantagens que podemos retirar das vendas online. 

Podemos dizer-lhe que:

  • Os consumidores já se encontram online;
  • Sabemos que são fãs da facilidade com que podem comprar produtos dessa forma;
  • Os custos associados ao e-commerce são menores do que os de uma loja física;
  • Pode personalizar a experiência de compra do consumidor;
  • Vai poder analisar melhor as métricas e otimizá-las de acordo.

Mas quer saber qual é a maior vantagem de vender online?

É que vai poder fazer dinheiro a dormir.

Uma loja online está aberta 24 horas, a trabalhar por si, enquanto descansa.

Os seus produtos e serviços estão disponíveis a qualquer momento, a qualquer hora, para quem os procura e isso só é possível através de uma loja online. 

Isto, claro, partindo do pressuposto de que o encontram quando procuram, certo?

 

Loja Online

Abrir uma loja online é hoje um processo bem mais fácil de implementar do que era há uns anos atrás.

O digital já faz parte das nossas vidas e a aceleração de que o e-commerce tem vindo a ser alvo, obrigou também à criação de novos modelos e à otimização de vários dos requisitos necessários. 

Além disso, se primeiro estranharam, os consumidores estão hoje habituados a comprarem online e esperam por uma experiência de compra fluída e sem obstáculos.

Como em tudo no mundo digital, há aspetos técnicos, com especial atenção para o SEO, que devem ser implementados no momento de vender online e que sejam capazes de aumentar o seu número de vendas

E essa é a nossa especialidade. Para o comprovar, fale connosco

Google My Business
08 abril, 2021

Google My Business

O Google My Business pode ser resumido em quatro palavras:

  1. Utilidade, porque partilha mais informação com todos os seus clientes; 
     
  2. Consistência, porque complementa o seu posicionamento nas páginas de pesquisa do Google e permite apresentar-se ao mundo de uma forma mais coerente; 
     
  3. Interação, porque os consumidores vão poder ter acesso a imagens do seu negócio, por exemplo, ou a comentários aos quais vai poder responder;
     
  4. Análise, porque no digital todos os dados são importantes para otimizarmos os serviços e gerarmos melhores resultados.

Com uma ferramenta como o Google My Business à sua disposição, vai ficar mais próximo dos seus clientes e aumentar o número das suas vendas. 

E se esta plataforma é nova para si, então está na hora de a conhecer melhor: vamos ver o que é, para que serve, como funciona e quais os benefícios que pode aproveitar para a sua empresa.

 

O que é o Google My Business?

Sabemos que o Google é a ferramenta de pesquisa mais utilizada pelas pessoas para encontrarem os serviços ou os produtos que procuram a um dado momento. Sabemos também que é muito raro qualquer um desses utilizadores passarem da primeira página de resultados e, por isso, sabemos que o SEO é a melhor ferramenta para lá chegarmos.

O Google My Business é como um complemento de informação acrescentado à página de resultados da pesquisa.

Disponibilizada pela Google, é uma plataforma gratuita que permite a qualquer pessoa ou empresa apresentarem os seus serviços de uma forma mais coerente.

Pesquise pela Bluesoft no Google. Através dos conteúdos otimizados com SEO para o google business, vai ver um “quadrado” de informações relevantes, no lado direito da página.

Esses dados informativos são então apresentados através da utilização do Google My Business.

E para que é que isso serve, na prática?

 

Para que serve o Google My Business?

Esta é uma plataforma que serve para melhorar os resultados da sua empresa, através da otimização das informações prestadas aos seus consumidores. Isto, do ponto de vista do negócio. 

Mas do ponto de vista do utilizador, é uma história um pouco diferente.

O Google, sendo o ponto de partida para uma grande maioria de todas as pesquisas feitas pelos utilizadores no mundo, das mais simples às mais complexas, é também a ferramenta utilizada por esses mesmos utilizadores para a pesquisa de informações mais específicas, mais úteis e precisas.

O Google My Business serve exatamente para isso. 

Seja qual for a sua área de negócio, a partir do momento em que presta um serviço ou vende um produto, mais cedo ou mais tarde vai ter utilizadores a pesquisarem pela sua empresa, certo?

É aqui que a plataforma se torna essencial. Vejamos um exemplo.

Um utilizador pesquisa pelo seu restaurante, pela sua loja ou até pela instituição à qual preside.

Através da utilização de SEO para o Google Business, os utilizadores vão ter acesso a informação direta, prática e simples, sobre o seu negócio. Eles vão poder ver:

  • Os seus contactos (morada, email, telefone, redes sociais, etc.);
     
  • Fotografias (do espaço, ementas, produtos, etc.);
     
  • Comentários e reviews de outros utilizadores (que oferecem confiança a novos consumidores);
     
  • Perguntas frequentes às quais procuram resposta;
     
  • Outros links úteis, associados a ferramentas como o Google Maps, por exemplo, ou diretamente para o seu website.

O Google My Business apresenta então todas as informações sobre o seu negócio, desta forma simples e direta. E deixa claro para os utilizadores o seu grau de profissionalismo.

Afinal, na nossa cabeça, quando procuramos por uma empresa, estamos também à procura de informação cuidada, útil e a par dos tempos.

É possível que já lhe tenha mesmo acontecido algo parecido: procura por um serviço e depois constata que a informação está desatualizada ou que o local ao qual queria chegar “nem aparece no Google Maps”. 

Como é isso possível, hoje em dia?

 

Como funciona o Google My Business?

Na verdade, funciona de uma forma muito simples. Qualquer pessoa o pode fazer. 

Para isso, basta aceder ao Google My Business e dar início à construção de um “perfil de empresa”, seguindo todas as indicações dadas pela plataforma.

À medida que vai preenchendo os campos com os seus conteúdos, vai-se aproximando do resultado final (e dos seus clientes também!). Fácil.

Mas é importante relembrar que a criação de uma página numa rede social também é simples e gratuita.

Ou que há plataformas com as quais pode criar um website num instante.

O caminho entre a teoria e as melhores práticas é longo e exige experiência. Só assim é expectável que os resultados possam – de facto – gerar retorno.

Da mesma forma que outros conteúdos podem ser otimizados, esta plataforma só vai permitir os melhores resultados, no caso de os conteúdos introduzidos estarem também o mais otimizados possíveis.

 

Benefícios do Google My Business

Terminamos como começamos: as quatro palavras que podem resumir o Google My Business.

A sua utilidade, a consistência e a coerência da informação apresentada, o aumento do alcance da sua empresa, bem como o da sua presença digital, a potencial interação e uma maior proximidades com os seus consumidores, a par de uma análise dos dados fornecidos pela plataforma, de forma a melhorar os seus resultados são os principais benefícios do Google My Bussiness.

Esta é uma plataforma gratuita que, quando otimizada, vai aumentar o alcance da sua empresa e oferecer-lhe um novo grau de dinamismo e profissionalismo.

Parâmetros UTM ou UTM Parameters
17 março, 2021

Parâmetros UTM ou UTM Parameters

No nosso último artigo, sobre como monitorizar o tráfego direto, mencionámos os parâmetros UTM.

Os parâmetros UTM são uma forma de ajudar a monitorizar o tráfego e a melhor analisar o modo como os utilizadores chegam até ao seu website.

Afinal, quando investe em campanhas de marketing digital, convém saber quais são as que melhor estão a funcionar, certo?

Caso contrário como vai poder analisar se uma campanha de email marketing obteve mais ou menos resultados que uma campanha nas redes sociais? Como vai saber onde continuar a investir ou onde é preciso afinar alguns pontos?

Os parâmetros UTM são preciosos por serem também os parâmetros analisados pelo Google Analytics e que o vão ajudar a perceber quais as fontes de tráfego para o seu website que funcionam.

Neste artigo, vamos explicar tudo o que precisa de saber. 

 

O que são Parâmetros UTM?

Os parâmetros UTM são como uma etiqueta que adicionamos aos nossos URL’s ou links para o website. Essa etiqueta, depois de analisada, identifica a fonte do tráfego, deixando mais clara a sua origem: por exemplo, se o utilizador veio de uma publicação de uma das redes sociais ou se de um clique a partir de uma newsletter.

Sem esta etiqueta ou identificação no URL, o mais certo é essa análise ficar um pouco caótica. 

Na prática, fica sem perceber exatamente de onde estão a vir os seus utilizadores. Ou seja, deixa de perceber qual das suas campanhas está a gerar mais ou melhores resultados.

E lembre-se do seguinte: seja qual for a sua área de negócio, no universo do marketing digital, os seus clientes só têm uma forma de chegar até si: URL’s.

 

Qual a importância dos Parâmetros UTM?

Quando implementa uma estratégia de conteúdos, mais cedo ou mais tarde chega o momento de analisar os seus resultados. Nessa análise, deve ser tida em conta a fonte de tráfego.

Por outras palavras: de onde vieram os utilizadores. De uma rede social? De um banner? Através de uma newsletter? Via Whatsapp?

Sem esta etiqueta, o mais provável é a fonte de tráfego ser identificada enquanto dark social ou, simplesmente, por tráfego direto. E depois? Como sabemos o que está a funcionar? 

É aqui que a importância dos parâmetros UTM se apresentam com toda a sua relevância para uma análise correta dos dados. 

Sem sabermos de onde vêm os nossos utilizadores, deixa de ser possível percebermos o que está certo e o que deve ser melhorado.

 

Como utilizar parâmetros UTM?

A utilização dos parâmetros UTM deve seguir uma série de boas práticas que vão permitir que a monitorização do tráfego seja feita uma forma sistematizada e válida.Vamos falar-lhe de três.

A primeira é mesmo a consistência. Ou seja, garantir que os parâmetros UTM são sempre criados e identificados da mesma forma.

Lembre-se que o grande objetivo é ajudá-lo a tornar a análise de tráfego menos caótica. Por isso, a consistência na criação de parâmetros UTM vai ajudá-lo a melhor entender essa origem.

Vejamos um exemplo. Um parâmetro UTM pode ter o seguinte aspeto: “https://onomedoseuwebsite.pt/?utm_source=twitter”

Este URL fictício diz-lhe que a fonte foi o twitter. Porque foi assim que o identificou: twitter.

No entanto: utm_source=Twitter é diferente de utm_source=twitter

Viu a diferença? Pequenas alterações, ainda que simples, como a utilização de letras capitais numas etiquetas e não noutras vai abalar a consistência de criação de parâmetros UTM no seu todo.

Existem muitas fontes de tráfego para o seu website e as suas identificações devem estar sempre consistentes. E isso leva-nos ao segundo ponto: armazenamento.

Para além da consistência na criação de parâmetros UTM, estas identificações devem ser guardadas num único documento, de fácil utilização. É como um pequeno guia de estilo ao qual pode recorrer, sempre que for necessário criar um novo URL com parâmetros UTM.

Este documento deve conter não só a nomenclatura a utilizar, como também os URL’s gerados previamente, de forma a que a sua equipa lhes possa aceder sempre que possível ou necessário.

Depois de criado este sistema de criação e identificação dos parâmetros UTM, o próximo passo é a criação de objetivos claros que permitam a sua monitorização.

Esses objetivos podem ser ao nível de cliques ou de interação, por exemplo; de inscrições na sua newsletter ou geração de leads.

Desta forma, quando criar uma campanha de marketing digital terá não só criado um objetivo claro para a mesma, como já terá à sua disposição um sistema implementado para a sua monitorização.

 

Tipos de parâmetros UTM

Para o fim, deixamos os tipos de parâmetros UTM que pode utilizar. Ou seja, que tipo de etiquetas estão à sua disposição. São algumas:

 

A plataforma de origem da fonte de tráfego da campanha

Como exemplo, vamos assumir que essa plataforma foi o LinkedIn. Neste caso, a etiqueta seria então: “utm_source=linkedin”

 

O meio pelo qual chegaram ao seu website

Continuemos no LinkedIn. O seu URL seria: “utm_source=linkedin&utm_medium=social”

Ou seja, o tráfego teve origem num meio social (Redes Sociais). Neste caso, no LinkedIn. O Google Analytics ajuda-o a identificar estes parâmetros UTM que podem ir desde as redes sociais até mesmo a um QR Code.

 

O conteúdo apresentado

Imagine que está numa fase de teste e que perceber qual o tipo de conteúdo que está a gerar melhores resultados. Enviou uma newsletter com várias call to actions: botões, imagens ou texto.

A cada um destes CTA’s pode associar um parâmetro UTM específico para que depois, ao analisar os resultados, entenda qual foi o CTA que melhor funcionou. 

 

O nome da campanha

Do mesmo modo, o nome que dá às suas campanhas podem ser um parâmetro UTM analisado.

 

As palavras-chave

Como complemento de análise, pode associar um parâmetro UTM a uma campanha de AdWords, especificando na URL essa palavra chave.

A utilização de parâmetros UTM não é uma prática que se aprenda de um dia para o outro. É o resultado de uma aplicação contínua e sistemática, cuja análise é imprescindível para a avaliação dos resultados das suas campanhas de marketing digital.


Neste artigo explicámos tudo o que precisa de saber, mas é claro que o fizemos de uma forma superficial. Para o tratamento deste tema a fundo, era preciso um livro!

Por isso, se estiver interessado em perceber de onde vêm os seus utilizadores, clientes e potenciais clientes; ou quais das suas campanhas está a gerar mais ou menos resultados, fale connosco. Até porque só assim vai perceber para onde deve apontar os seus recursos.

Landing Page
25 fevereiro, 2021

Landing Page

Ter uma landing page é sempre uma boa ideia, seja qual for a sua área de negócio.

Quando bem desenhada, pode mesmo funcionar como a base para todas as suas vendas.

E, no digital, essas vendas acabam por depender de apenas dois pontos.

Sabe quais são?

Em primeiro lugar, o tráfego. Ou seja, de fazer com que as pessoas venham até si e à sua página.

E, em segundo lugar, de conversão. Ou seja, de fazer com que as pessoas que vieram até si se convertam em clientes.

Parece simples, não parece?

No Marketing Digital, muitas vezes o que parece simples acaba por se demonstrar um caso complexo, cheio de dados, de especificidades, de regras e de políticas a seguir.

A landing page talvez seja um caso raro, neste aspeto.

Explicamos porquê.

 

O que é uma Landing Page?

Uma landing page é, acima de tudo, uma página web cujo propósito é claro e objetivo.

Essencialmente, trata do segundo ponto que mencionámos acima, sobre a conversão de utilizadores em compradores.

É por isso que à landing page também chamamos página de vendas, porque o seu objetivo é só este: vender um produto ou um serviço.

É por isso que o conteúdo ali partilhado também deve ser claro. Deve conter apenas os elementos absolutamente necessários para a partilha de informação pertinente, terminando com um call-to-action também ele muito claro.

No fundo, queremos evitar que o utilizador tenha distrações de qualquer natureza. 

Lembre-se que isto é mais difícil do que parece, tendo em conta o mundo em que vivemos, constantemente a sermos bombardeados por mais e mais informação.

Dito assim, parece que uma landing page é quase um momento de meditação plena no meio da tempestade.

Não é bem isso, mas talvez não esteja longe. O objetivo não é acalmarmos os utilizadores, mas antes dar-lhes um momento raro de informação objetiva sobre o que queremos deles e o que temos para lhes oferecer.

Por último, as boas práticas pedem que esta página seja independente do seu website geral, funcionando como uma página para a qual encaminhamos os utilizadores.

Por várias razões.

 

Para que serve a Landing Page?

Como vimos, uma landing page cumpre um único propósito. 

Neste caso, a venda.

E serve para que essa informação fique concentrada numa única página, sem distrações.

Para além disso, por ser independente, permite também uma análise mais focada, tanto ao seu público, como até ao produto.

Com essa análise, vamos melhorando os nossos resultados obtidos através da landing page.

E este é apenas um dos seus benefícios.

 

Benefícios da Landing Page

Uma landing page oferece vários benefícios, tanto para o utilizador como para o seu negócio.

Em primeiro lugar, é uma excelente oportunidade para uma boa primeira impressão

Num mundo onde a atenção é cada vez menor, uma página clara e objetiva acaba por ser uma lufada de ar fresco para os utilizadores. 

Para isso, contamos e muito com a importância do user experience para a criação destas páginas.

Em poucos segundos, os leitores sabem ao que vêm e isso é sempre um bom sinal.

Significa que trata as pessoas com o respeito que elas merecem, para além de reconhecer o mundo atual em que vivemos. 

A experiência para o utilizador é positiva; a informação que presta é clara; e o seu objetivo está à vista. 

Faça mesmo esse exercício.

Pare um momento e tente lembrar-se da última vez que isso lhe aconteceu, enquanto navegava pela internet ou pesquisava por um produto?

Essa experiência positiva é um benefício que ajuda os interessados no seu produto a quererem saber mais e a passarem de utilizadores a compradores, através da sua landing page.

Mas o maior benefício talvez seja mesmo o aumento comprovado da geração de novos leads, ou seja, de potenciais clientes.

Ao colocar um formulário de contacto simples, já imaginou com quantos potenciais clientes vai poder começar a interagir e a conversar sobre os seus produtos?

 

Landing Page de vendas

Por ser uma página web única, clara e objetiva, há certos elementos que são essenciais para se ter uma landing page de sucesso.

O título e um subtítulo são essenciais para se dar início à conversa com os utilizadores. A página deve ser acompanhada de elementos visuais adequados e, se possível, de um vídeo acerca do seu produto, onde os seus benefícios fiquem à vista de todos.

Por último, é absolutamente essencial (obrigatório, mesmo) a inclusão de uma call-to-action que nos coloque em contacto direto com os nossos potenciais clientes.

E é isto. A sério. 

Lembre-se que uma landing page deve ser simples e clara.

Ainda que os seus conteúdos devam ser trabalhados da melhor forma possível.

Uma landing page eficiente, acaba por ficar a gerir o seu negócio, enquanto dedica o seu tempo a outros assuntos – quem sabe se não mesmo a outras landing pages?

Entre em contacto connosco e peça orçamento para a sua página de vendas.  

Gestão de Redes Sociais
21 janeiro, 2021

Gestão de Redes Sociais

Para muitas empresas, a gestão de redes sociais é um daqueles assuntos que fica sempre para segundo plano.

Isso acontece porque quase todos nós temos uma conta numa ou em várias das muitas redes sociais que existem. 

E o nosso pensamento rapidamente se vira para uma questão: afinal, quão diferente poderá ser? A resposta é simples. Direta: é muito diferente.

São poucas as pessoas que fazem uma gestão de redes sociais pessoal que se possa equiparar com a de uma empresa como à sua. 

Aliás, a estas pessoas até demos um nome: influencers

Mas esse é um assunto que fica para depois.

Pense no seguinte: faz realmente uma gestão das suas redes sociais? Ou partilha uns quantos artigos, opiniões e imagens de vez em quando? 

 

O que é a gestão de redes sociais?

Antes de mais, é uma expressão que pode induzir em erro.

O primeiro passo para que efetivamente exista uma gestão de redes sociais é a existência de uma estratégia para redes sociais.

Voltando à questão anterior: partilhar, aqui e ali, um artigo ou uma imagem, é uma estratégia? Este é o maior equívoco que muitas pessoas cometem ao fazer a gestão de redes sociais da sua própria empresa. Principalmente quando se trata pequenos negócios ou de empresas de tamanho médio.

Mas desengane-se quem achar que todas as grandes empresas têm uma estratégia de redes sociais ou uma gestão de redes sociais eficaz.  Ficaria surpreendido. Por isso, descanse – estamos aqui para ajudar nessa demanda.

A gestão de redes sociais é a gestão de uma estratégia. E envolve muito mais do que responder a eventuais comentários ou partilhar artigos.

Faz parte da sua estratégia de marketing digital global. Ou seja, faz parte do modo como aborda o posicionamento da sua empresa online, com o objetivo de gerar resultados.

E atenção: esta deve ser uma abordagem objetiva e factual. 

A sua rede social favorita até poderá ser o Twitter, por exemplo, mas o Twitter poderá não ser a melhor rede para a sua empresa.

 

Gestão de Redes Sociais para empresas

Se um dos maiores equívocos na gestão de redes sociais para empresas é a falta de estratégia, o segundo é a presença em todas as que existem, apenas porque sim.

Uma presença digital é importante, atenção. 

Mas imagine que a sua empresa é uma empresa pequena ou familiar, cujo negócio é a venda de produtos tradicionais. Faz mesmo sentido ter uma presença no Linkedin? 

Por outras palavras, faz sentido gastar o seu tempo e a sua energia a produzir conteúdo para uma rede muito focada no recrutamento e no B2B?

Em vez de estarmos em todo o lado, é importante percebermos que a gestão de redes sociais trará resultados muito mais benéficos se nos concentrarmos naquelas que fazem sentido para as nossas empresas.

 

Qual a importância das redes sociais para as empresas?

As redes sociais são uma espécie de praça pública digital, onde todos nos encontramos. A gestão de redes sociais é a gestão da sua presença nessa mesma praça: a forma como fala sobre os seus produtos e serviços.

Quando abdica dessa presença, arrisca-se a perder um grande número de clientes e potenciais clientes. 

A importância de uma gestão de redes sociais para as empresas está então diretamente ligada à importância do seu crescimento, a todos os níveis, incluindo os resultados financeiros.

Mas nessa praça pública digital existem milhares e milhares de pessoas. E cada canto da praça utiliza uma linguagem diferente.

Faça o seguinte exercício: divida essa praça em seis partes. 

Agora, imagine que, em cada uma dessas partes, estão públicos diferentes – de uma demografia e uma linguagem muito próprias. 

Para falar com esse público, para captar a sua atenção, vai ter de se enquadrar. Ou seja, vai ter de se adaptar a essa linguagem.

O mesmo é dizer que será necessário que que a sua presença se adeque aos diferentes tipos que existem. 

 

Tipos de Redes Sociais

Mais vídeo, menos vídeo; mais atual ou mais efémero; mais longo ou mais curto; a gestão de redes sociais implica sabermos como se comportam e quais os formatos com mais sucesso, em cada uma delas.

E há para todos os gostos.

Mas lembre-se da necessidade de se manter pragmático e objetivo, no momento de escolher qual – ou quais – as melhores redes sociais onde marcar presença.

Em seguida, apresentamos uma brevíssima descrição do que esperar das redes sociais mais utilizadas em Portugal.

Enquanto lê, experimente ver em qual delas a sua empresa se encaixa melhor. 

 

Facebook

A rede social que deu início a toda esta história. Atualmente, consta que tem mais de dois mil milhões de utilizadores ativos – cerca de 25% da população mundial. 

Quer melhor local para apresentar os seus produtos e serviços?

Mas a verdade é que se, no início, todos estávamos no Facebook, hoje encontramos mais os adultos e os menos jovens. 

Ou seja: os que têm um maior poder de compra. E este é um dado importante e até desvalorizado algumas vezes. 

Esta rede permite ainda uma melhor segmentação do público, bem como a criação de pequenos negócios de vendas online.

 

Instagram

Parte do universo do Facebook – no qual vamos registando uma maior integração – o Instagram é uma rede social com muito sucesso, utilizada pelo seu conteúdo extremamente visual e de fácil leitura. 

Aqui, encontramos os mais jovens e os jovens adultos. É com esta rede que nos aproximamos mais do nosso público. Fazemo-lo de uma forma um pouco mais emocional, que permite a fidelização de clientes, ao longo do tempo.

 

Youtube

Mas o conteúdo visual chega ao seu pico no Youtube. Em digital, o vídeo é o formato com maior poder de alcance e é nesse formato que o Youtube se foca.

Em vídeo, conseguimos gerar um variado leque de emoções no nosso público. E isso leva-nos a deixar uma marca importante na sua memória. 

Para além disso, o Youtube dá-nos ainda a possibilidade de criarmos conteúdo passível de se partilhar em quase todas as outras redes sociais. No entanto, o vídeo é também um dos formatos mais difíceis de produzir, dadas as necessidades técnicas envolvidas. 

 

Twitter

O Twitter é uma rede social que inverte os parâmetros do Instagram e do Youtube e se foca no conteúdo escrito, curto e efémero

Os tópicos abordados nesta rede são os mais atuais (praticamente ao momento) pelo que a presença de empresas nesta rede exige um acompanhamento dos temas contínuo – o que nem sempre é fácil.

 

Linkedin

Na gestão de redes sociais do Linkedin, focamo-nos no negócio e no mercado onde a sua empresa se insere.

Nesta rede, o público concentra-se nos agentes que atuam na sua esfera de negócios, incluindo os profissionais que nela laboram. E é aqui que nos posicionamos perante o mercado, de forma única e inovadora.

 

Tik Tok

O Tik Tok é a rede social mais recente. 

Nos últimos tempos, tem vindo a crescer de forma impressionante, em número de utilizadores. É como se tivesse pegado em tudo o que tornou as outras redes num sucesso e os juntasse num formato único:

Vídeos curtos, potencialmente virais e, ao mesmo tempo, efémeros.

Esta rede social é território novo, pronto a ser explorado. E é isso mesmo que muitas marcas têm feito ultimamente, procurando perceber a melhor maneira de se posicionarem neste canto da praça.

Faz sentido que a sua empresa tenha presença e atue em alguma destas redes sociais? 

De uma forma objetiva – sempre – procure enquadrar a sua empresa dentro de um destes tipos. Avalie a sua capacidade para a criação de novos conteúdos, de forma consistente e de acordo com os formatos pedidos por cada uma destas redes sociais. 

Porque esse é o primeiro passo.

E sempre que precisar de um especialista em estratégia e gestão de reputação digital, fale connosco.

SEM - Search Engine Marketing: Bilhete VIP para a Primeira Fila
05 março, 2020

SEM - Search Engine Marketing: Bilhete VIP para a Primeira Fila

Quer usufruir de um espectáculo na sua plenitude? Bilhete VIP na primeira fila, é a nossa sugestão. O mesmo acontece na Internet, com o seu negócio. Quer que o seu negócio tenha mais e melhor acesso aos clientes? Quer que os clientes o vejam mais e melhor? Search Engine Marketing.

 

O que é Search Engine Marketing?

Search Engine Marketing significa Marketing para os Motores de Pesquisa. Por Motores de Pesquisa, falamos, por exemplo, do Google.

Uma estratégia de Search Engine Marketing (SEM) tem um único objetivo: otimizar sites para os colocar no topo de resultados. Podemos fazer isto de forma orgânica ou de forma paga. De forma orgânica, temos o nosso muy conhecido Search Engine Optimization (SEO). De forma paga, temos o nosso mais recente amigo Search Engine Advertising (SEA). Mas já lá vamos ao encontro destes nossos amigos.

 

Google, Google, Google, tudo é Google!

Antes de mais, qual a razão para cingirmos os Motores de Pesquisa ao Google? Pedimos desculpa. Na verdade, tem, também, o Bing, o Yahoo, o Ask, o AOL, o Baidu, o Wolframalpha, o DuckDuckGo, o Archive, o Yandex, o Search Encrypt, o Boardreader, o Ecosia, entre muitos outros.

Conhece-os bem, não conhece? Usa-os regularmente, não usa? Deixe, nós respondemos por si. Claro que não conhece, claro que não usa. Pronto, a resposta é Google.

Para ter uma ideia, são realizadas 2.3 milhões de pesquisas no Google a cada segundo.


94% de todas as pesquisas na web acontecem no domínio da Google

 

Qual a importância de SEM?

Estar presente nos mecanismos de busca é essencial para que o seu negócio tenha sucesso. Na verdade, é essencial para que o seu negócio exista. Mas existir não basta. É preciso saber existir na Internet, esse admirável mundo do marketing digital onde a concorrência existe em cada byte. É aqui que entra o Search Engine Marketing e a sua estratégia.

 

Estratégia de SEM

São várias as dicas para implementar uma boa estratégia de Search Engine Marketing. Apresentamos-lhe algumas:

  1. Use keywords específicas: desta forma, é mais fácil encontrar a persona ideal e aumentar a taxa de conversão;
  2. Use o Google Analytics regularmente para analisar os dados. Se necessário, faça modificações nos artigos e/ou nos anúncios;
  3. Conheça bem o seu público-alvo. Toda a estratégia lhe deve ser dirigida, de forma a resolver os seus problemas;
  4. Esteja atento à concorrência e ao que ela faz. Benchmarking é essencial para alcançar os seus objetivos;
  5. Use Call to Actions nas suas páginas, para que o cliente se sinta encaminhado até ao objetivo final: conversão.

A par destas dicas, deve ter sempre em conta os nossos amigos - aqui estão eles - SEA e SEO.

 

SEA - Search Engine Advertising

Um dos nossos últimos artigos foi sobre o Search Engine Advertising, esta estratégia de marketing digital que se baseia em apresentação de anúncios online pagos para angariar tráfego para o seu site.

O SEA tem a estratégia de ir lá fora buscar os seus futuros clientes. É, portanto, parte essencial para uma estratégia de SEM.

 

SEO - Search Engine Optimization

O SEO já é um nosso (e seu) velho conhecido, caracterizando-se por um conjunto de técnicas que facilitam a visualização das páginas de um website, através da sua otimização nos motores de busca. Tudo isto de forma orgânica, não paga.

SEA e SEO, dois filhos do mesmo pai (SEM). Os três contribuem para o sucesso da estratégia digital do seu negócio.

Aproveite-se deles para atingir os objetivos do seu negócio. Mas atenção, use them wisely. O bilhete VIP na primeira fila não é assim tão inacessível.

Bom espectáculo!

Há SEA e SEA, há ir e voltar
27 fevereiro, 2020

Há SEA e SEA, há ir e voltar

Não, isto não é nenhum artigo sobre maus trocadilhos. Pedimos desculpa por isso, mas foi o título que se arranjou. Brincámos com a palavra SEA que, em inglês, quer dizer mar (não tem de agradecer por esta essencial lição de inglês), e então fizemos este trocadilho do qual nos orgulhamos. Vá, não nos orgulhamos assim tanto, mas é o que é. E, vendo bem, o SEA de que vamos falar tem tudo que ver com o mar... que é a Internet. Ufff, safámo-nos bem na justificação do título? Bem, vamos mas é ao que interessa.

 

O que é SEA?

O nome completo do SEA é Search Engine Advertising, é natural do Marketing Digital, filho do SEM (Search Engine Marketing) e irmão do SEO (Search Engine Optimization). Vivem todos juntos na vivenda do Mundo Digital e dão um jeito tremendo a empresas que queiram potenciar e divulgar o seu negócio.

 

Quais os objetivos de SEA?

O principal objetivo de vida da SEA consiste em angariar tráfego para o seu site através da apresentação de anúncios online. Estes anúncios são patrocinados/pagos e indexados a determinadas keywords que, quando pesquisadas no motor de pesquisa (ex: Google), surgem em forma de anúncio ao utilizador.

 

Estratégia de Search Engine Advertising

Uma boa estratégia de SEA (Search Engine Advertising) deve ser realizada em simultâneo com uma boa estratégia de SEO (Search Engine Optimization), com o objetivo de maximizar os resultados e de aumentar as vendas e a relevância online.

A sua empresa pode ser dona disto tudo se dominar os resultados de pesquisa orgânica e de pesquisa paga. Desta forma, irá aumentar, significativamente, o tráfego no seu website e dará a ideia a quem o visita de que você/a sua empresa é uma barra no seu mercado e tem o seu negócio bem consolidado.

 

Qual a diferença entre SEA e SEO?

É muito fácil confundir SEA (Search Engine Advertising) com SEO (Search Engine Optimization). É só uma letrinha de diferença e são os dois irmãos do mesmo pai, o Search Engine Marketing. Mas, como todos os irmãos, têm as suas características particulares.O SEO é uma série de métodos, idealmente gratuitos, de otimizar um site para que os motores de busca entendam o seu conteúdo como relevante e o mostre primeiro aos seus utilizadores.

Os artigos do seu site, por exemplo, devem seguir todas as boas práticas de otimização de conteúdo, como a keyword principal estar no início do texto, o conteúdo ser completo, estruturado e relevante, conter alt image, links, título H1 e subtítulos H2, dados estruturados e por aí fora.

O SEA, por sua vez, não trabalha no seu site, mas sim nos anúncios externos que visam encaminhar utilizadores para o seu site. Uma das ferramentas utilizadas para a criação dos anúncios é o Google Ads. O conteúdo também é, obviamente, essencial. No entanto, a estratégia baseia-se em ir lá fora, com base em anúncios, buscar o futuro cliente.

 

Google ADS - Publicidade no Google

O Google Ads é a maior ferramenta de links patrocinados da Internet. Daí a sua importante ligação com uma boa estratégia de SEA. O Google Ads permite criar campanhas de anúncios (artigos, vídeos, banners...) que apenas surgem quando o utilizador pesquisa por termos relacionados com o seu negócio - e é você que define esses termos / keywords!

Isto permite alcançar um público muito mais segmentado e qualificado (e também mensurável), uma vez que já sabemos que ele está interessado no que nós temos para oferecer.

O Google AdWords é a principal fonte de receita do Google. Em 2011, esta plataforma gerou 96% dos 38 mil milhões de dólares que a empresa faturou.

O Google Ads permite a utilização de diferentes formas de segmentação para que a exibição dos anúncios seja ainda mais eficaz:

  1. Público-alvo: é possível acertar nas pessoas certas;
  2. Keywords: os anúncios serão exibidos consoante as palavras-chave pesquisadas;
  3. Tópicos: com o Google Ads, pode escolher exibir os seus anúncios em sites sobre determinados tópicos;
  4. Local: pode escolher onde colocar os seus anúncios: em mecanismos de busca, em sites pessoais, em sites profissionais...
  5. Horário: é possível exibir os anúncios em determinadas horas ou dias da semana, e escolher a frequência de exibição desses anúncios;
  6. Idade, local e idioma: a plataforma permite escolher a idade, a localização geográfica e o idioma de quem será atingido pelos anúncios;
  7. Dispositivos: os anúncios podem ser exibidos em todos os tipos de dispositivos (computadores, tablets, laptops, smartphones...).

Pensando bem, o título deste artigo não é assim tão descabido quanto isso. Há SEA e SEA, há ir e voltar. E isso é mesmo verdade.

Com uma boa estratégia de Search Engine Advertising, o utilizador pode ir, pode estar lá fora, mas volta. Nós vamos lá buscá-lo onde ele está para o sítio onde ele quer estar. É essa a maravilha deste mar chamado Internet.

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital
05 fevereiro, 2020

Inbound Marketing: O Homem Aranha Digital

Está a ler este artigo, não está? Claro que está, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se está a ler este artigo, no nosso blog, é porque foi apanhado na nossa teia do Inbound Marketing.

 

Inbound Marketing: o que é?

Como assim, apanhado numa teia? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia. Calma, amigo leitor. Não vale a pena combater o Inbound Marketing. Ele, mesmo sendo uma forma de marketing indireto, é bastante forte.

No Inbound Marketing, os clientes são atraídos através dos conteúdos produzidos, quer no blog, em posts, em vídeos...

O Inbound Marketing é contrário ao Outbound Marketing. Este último vai de encontro ao cliente, o primeiro atrai o cliente ao seu encontro. Mas já lá vamos.

 

Como funciona o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing assenta numa sólida estratégia de Marketing de Conteúdo, de acordo com o objetivo que o cliente pretenda atingir. Para criar uma boa estratégia, deverá seguir quatro etapas:

  1. Atração: através de conteúdo relacionado com o negócio da sua empresa, em blogs, sites, redes sociais, nunca esquecendo uma forte estratégia de SEO;
     
  2. Conversão: depois de atrair potenciais clientes, está na hora de os tornar consumidores assíduos dos seus conteúdos. Para isso, poderá usar landing pages (páginas de conversão), formulários (as landing pages levam ao preenchimento de formulários com os dados do usuário) CRM (este software reúne as informações que os usuários deram nos formulários);
     
  3. Venda: assim que tiver atraído as pessoas, o objetivo é fazê-las “comprar o seu produto”. Para isso, poderá utilizar diversas ferramentas, tais como automação de marketing, email marketing, nutrição de leads e lead scoring;
     
  4. Encantamento: se chegou a esta etapa, parabéns! Conseguiu um cliente. E, perante esta boa notícia, o objetivo é manter o cliente. Portanto, trate de o encantar, lá está, de forma a que ele se mantenha como cliente e a que promova o seu serviço a outros possíveis clientes. Relacione-se com ele, apresente-lhe conteúdos personalizados, faça-o sentir-se parte envolvente de todo o processo.

 

Inbound Marketing e SEO: uma parceria de sucesso

É óbvio de que precisará de um bom SEO. Esta otimização para motores de busca terá um impacto gigantesco no seu tráfego orgânico. O conteúdo tem de estar lá, mas tem de ser encontrado.

Caso contrário, não faz sentido existir. Daí, um bom SEO fazer toda a diferença. Lojas virtuais que adotam uma estratégia de SEO conquistam 13 vezes mais visitantes e 6 vezes mais clientes em comparação com os e-commerces não-otimizados com SEO.

O Google é a fonte mais usada para pesquisar produtos e tirar dúvidas. O SEO faz com que o seu site seja encontrado mais facilmente e consiga muito mais tráfego qualificado.

Inbound Marketing vs. Outbound Marketing - o duelo

São diferentes, nenhum melhor do que o outro, ambos importantes e cada um essencial perante o objetivo que se pretende alcançar. Se o Outbound Marketing se apresenta com um conjunto de estratégias mais conservadoras, que vemos desde sempre (telefone, stands de vendas, televisão, rádio, etc), o Inbound Marketing apresenta-se como um leque de estratégias mais “modernas” e diretas ao possível cliente.

Assim, podemos estabelecer algumas diferenças:

  1. Estilo de Comunicação: aberta no Inbound Marketing, unilateral no Outbound Marketing;
  2. Onde está o produto? No Inbound Marketing, o produto é encontrado pelas pessoas interessadas; no Outbound Marketing, o produto chega a todas as pessoas, interessadas e desinteressadas no seu produto;
  3. Relacionamento: mais duradouro no Inbound Marketing do que no Outbound Marketing;
  4. Engagement: maior engagement em estratégias de Inbound Marketing do que em estratégias de Outbound Marketing.

 

Vantagens do Inbound Marketing | Porquê usar uma Estratégia de Inbound Marketing?

O Inbound Marketing tem diversos benefícios. Com uma estratégia bem elaborada, pode alcançar o público certo, estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes, aumentar o seu poder de persuasão, encurtar o ciclo de vendas, diminuir os custos e medir os resultados em tempo real.

 

Alcançar o público certo

Segundo a Content Trends 2017, empresas que adotam o Marketing de Conteúdo alcançam 2,2 vezes mais visitas em comparação com as que não fazem uso dele.
Quantidade não é sinónimo de qualidade. Tem toda a razão. No entanto, neste caso específico, as empresas que usam Marketing de Conteúdo também conseguem gerar 3,2 vezes mais leads que as empresas sem uma estratégia similar.

 

Relacionamento mais próximo com os clientes

Aproximando-se do seu público, poderá apresentar-lhe soluções personalizadas para as suas questões. O seu público está mais receptivo a dicas e recomendações suas.

 

Maior poder de persuasão

Esta estratégia confere maior poder de persuasão uma vez que é um argumento baseado em informações sólidas, construído ao longo do tempo e não de uma vez só.

 

Encurtamento do ciclo de vendas

O ciclo de vendas é o tempo que a sua empresa gasta desde o contato inicial até à conclusão da venda. Segundo a pesquisa Martech 2017, 50,4% das empresas de tecnologia que adotam Inbound Marketing têm ciclo menor que 30 dias. Apenas 29,5% das que usam métodos Outbound têm esse desempenho.

 

Diminuição de custos

Em relação aos custos, o Inbound também é mais barato do que as soluções tradicionais, como anúncios e ativações de marca. Menos custos é sempre melhor.

 

Medição dos resultados em tempo real

É essencial acompanhar os dados em tempo real para saber com precisão e rapidez o que está funcionando ou não.


Continua a ler este artigo, não continua? Claro que sim, caso contrário, esta pergunta não faria sentido. Pois bem, se continua a ler este artigo, no nosso blog, é porque continua na nossa teia do Inbound Marketing. Como assim? Pergunta você, enquanto mexe braços e pernas para tentar livrar-se da teia.

Calma, amigo leitor. Volte ao início do texto e releia-o. Está cá tudo. E você tem interesse em saber.

Até ao próximo artigo, leitor fiel.