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POETAS DE KEYWORDS | UM CRUZEIRO DE PALAVRAS-CHAVE
23 agosto, 2019

POETAS DE KEYWORDS | UM CRUZEIRO DE PALAVRAS-CHAVE

Nem Fernando Pessoa nem Camões. O Marketing Digital não é lugar para poetas. A não ser que eles percebam de keywords. Caso contrário, não é com “não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada” nem com “fogo que arde sem se ver” que se vende um cruzeiro de barco, um vinho ou um tapete de Arraiolos.

Não há uma única pessoa no mundo que, interessada em comprar uma viagem num cruzeiro, um vinho ou um tapete de Arraiolos vá pesquisar no Google por “cruzeiro de barco/vinho/tapete de Arraiolos não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada” ou por “cruzeiro de barco/vinho/tapete de Arraiolos fogo que arde sem se ver”.

Para que o produto que estamos a vender chegue a quem esteja interessado em comprar, há que colocá-lo na prateleira certa. Se for um cruzeiro de barco, vai para a prateleira dos cruzeiros de barcos. Se for um vinho, vai para a prateleira dos vinhos. Se for um tapete de Arraiolos, vai para a prateleira dos tapetes de Arraiolos. E em nenhuma das prateleiras está o Pessoa ou o Camões. Eles, adivinhe-se, estão na prateleira dos poetas.

 

Como escolher palavras-chave para artigos: As mais procuradas no Google pelo seu público alvo

Para vender um cruzeiro de barco, é bom que se utilizem palavras-chave - as chamadas keywords - relacionadas com cruzeiros, barcos, aventura, lazer, locais a visitar por aí adiante. Tanto em português como em inglês. Depende, claro está do seu público-alvo.

Por exemplo, mensalmente, há 27 082 pesquisas (em todo o mundo) por things to do in lisbon contra as 8 100 pesquisas por “what to do in lisbon”. Tendo este dado, é fácil decidir qual o termo a incluir no seu texto sobre cruzeiros com paragem em Lisboa. Outro exemplo prático: existe 8 100 pesquisas mensais (em todo o mundo) por portuguese wines contra as 1 300 pesquisas mensais por “wines of Portugal”, mas "alguém" achou boa ideia que a marca fosse “wines of Portugal” !

 

Sim, antes de saírem de casa e irem à loja, as pessoas pesquisam no Google. O Google representa 85% de toda a navegação na internet !

 

É, assim, essencial um estudo de keywords antes de começar a escrever o que quer que seja. É como na escola: primeiro, aprendemos as letras e só depois é que as escrevemos. Ou como no futebol: primeiro, aprendemos o que é uma bola e uma baliza, e só depois é que marcamos golões ao ângulo.

Mas, segundo grande parte dos clientes, qualquer um escreve e qualquer um joga à bola. Não é preciso estudo prévio, não é preciso avaliação, não é preciso estratégia. Errado. Um estudo de keywords (keyword research) aliado a uma estratégia de marketing de conteúdo (content marketing) é fundamental para atingir os objetivos estabelecidos pela empresa. E a justificação deste serviço é, como evidente, desenvolver um website ou uma planificação de artigos destinados a blog com conteúdos focados no que os utilizadores pesquisam mais activamente (keyword planner).

Claro que escrever bem é crucial. Ninguém lê um artigo perfeito em keywords e todo escangalhado em gramática. Mas a verdade é que chega mais facilmente a ele do que a um artigo com poucas keywords e gramaticalmente lindo de morrer. O ideal é criar conteúdo bonito, sim, bem escrito, sim, mas eficaz, com as palavras, os termos, as expressões que o cliente pesquisa quando procura pelo produto que estamos a vender.

 

SEM E SEO | A importância do Marketing de Conteúdo

É aqui que a Bluesoft entra. É aqui que nós lançamos um feitiço (assente, claro está, em SEO – Search Engine Optimization – e SEM – Search Engine Marketing) e descobrimos quais as palavras mais pesquisadas.

Depois é tudo uma questão de lógica e implementação de boas práticas: se o seu texto cumprir todas as boas práticas, se a tecnologia estiver perfeitamente "afinada ao Google" será mais vezes encontrado pelos seus futuros clientes. Aparecerá no topo de pesquisas e, consequentemente, terá um forte impacto positivo nas vendas.

É natural que as empresas ainda não estejam totalmente adaptadas à escrita digital (que é, em primeira instância, para computadores e só depois para pessoas). E é, mais uma vez, aqui que entra a Bluesoft. Não temos Pessoa nem Camões. Mas temos em nós todas as keywords do mundo.

Marketing de Conteúdo | Um sonho tornado em ouro digital
21 março, 2019

Marketing de Conteúdo | Um sonho tornado em ouro digital

É de manhã cedo e as luzes do quarto estão apagadas. O caro leitor encontra-se refastelado na cama, a sonhar em Marketing de Conteúdo, na boa da preguiça, quando um tal de despertador lhe dá o toque para que se levante e se ponha a mexer. Mas não está fácil... “Fartei-me de sonhar esta noite, estou com a cabeça pesada.” Perdoe-nos a indiscrição mas o que dizem os seus sonhos?

Calma, não se assuste. A Bluesoft gosta de o ver em alta definição, mas só no que ao marketing digital diz respeito. Porque as marcas são feitas de e para pessoas, elas também sonham e muito! Com números a alcançar e objetivos a cumprir. Nesse sentido, o Marketing de Conteúdo tornou-se a mina de ouro para quem sonha com o estatuto de Referência Digital.

 

Marketing de conteúdo: sonhar é acordar por dentro

Os episódios dos nossos sonhos são, muitas vezes, o reflexo das peças de um puzzle ainda por montar. Por essa e outras razões, o ser humano tem uma apetência natural para se recordar dos clássicos pesadelos: situações mal resolvidas, ansiedades, medos, frustrações... Em resumo, acordamos repentinamente de coração nas mãos!

No caso das empresas, uma das perguntas que mais paira na cabecinha dos colaboradores de marketing é: “como atrair, reter e envolver os nossos consumidores?” Ora, num mundo onde 75% deles recorre a pesquisas na internet antes de efetuarem uma compra, um bom princípio de base será apostar na produção de conteúdo relevante, aplicando as boas práticas de otimização SEO.

 

Inbound marketing: o remédio para um sono de beleza

Porque os provérbios nos iluminam com destreza e sabedoria, é caso para dizer “tudo o que é demais enjoa.” Quando sonhamos a toda a hora, não só desgastamos as ditas células cinzentas como fica difícil encontrar soluções à altura dos nossos problemas. À luz deste ciclo vicioso, uma noite bem dormida não sabe o bem que lhe fazia!

Se seguiu o conselho da Bluesoft, com certeza que teve tempo de recarregar baterias e assentar as ideias. Uma delas está precisamente ligada ao inbound marketing: tática que permite atrair a atenção do consumidor, no momento em que ele mais necessita de informação útil para satisfazer as suas necessidades. Como? Outra vez: Marketing de Conteúdo! É ele que lhe permitirá cultivar uma relação de confiança, com quem está interessado nos benefícios dos seus produtos ou serviços.

 

Marketing Digital: é hora de acordar para a vida

Nós sabemos o quão difícil é levantar da cama... Estamos quentinhos, confortáveis e não queremos sair dali por nada deste mundo! No fim de contas, sair da zona de conforto é algo que tentamos evitar a todo o custo. Porém, a vida ensina-nos, que nada se consegue sem doses diárias de esforço e dedicação.

Para além da produção de conteúdo, a respetiva otimização desempenha um papel fundamental na estratégia de marketing digital de qualquer marca. O estudo do comportamento do público-alvo e das keywords mais relevantes, levarão os seus produtos ou serviços às primeiras páginas dos motores de pesquisa, como o Google.

“E em que é que isso ajuda o meu negócio?” A Bluesoft explica. Dizemos-lhe que a visibilidade e credibilidade orgânica da sua marca passarão de sonho a realidade. Não é à toa que o Marketing de Conteúdo é considerado o ouro do século XXI! E, pensando bem, o poeta bem tinha razão quando dizia que “o sonho comanda a vida”.

Acorde a nosso lado e receba a Autoridade Digital em plena bandeja de ouro.

Saudações ao Marketing de Conteúdo - O verdadeiro dono disto tudo
28 fevereiro, 2019

Saudações ao Marketing de Conteúdo - O verdadeiro dono disto tudo

O Marketing de Conteúdo é a trave-mestra do Inbound Marketing. Já lá vamos a este. Por agora, deixe-nos continuar com esta metáfora ao nível da construção. Passamos a explicar: tal como uma trave-mestra, também o marketing de conteúdo é o elemento que suporta a maior parte das cargas de uma construção. Neste caso, a construção de uma marca.

Esta trave-mestra baseia-se na produção de conteúdo digital relevante para o público-alvo, sejam eles conteúdos profissionais, educacionais ou meros conteúdos de entretenimento.

E atenção que estes conteúdos, ao contrário do que muito boa gente anda para aí a dizer (e a fazer), não se devem centrar na marca nem nas vantagens ou desvantagens dos seus produtos. Pelo contrário. Estes conteúdos devem acertar bem no público-alvo e nos seus problemas, nas suas dores, nas suas dificuldades. Tocando-lhe na ferida, o público-alvo vai sentir ainda mais a ferida. Sentindo ainda mais a ferida, vai querer tratá-la. Querendo tratá-la, vai procurar uma solução. Procurando uma solução, encontra a sua marca. Afinal, a sua marca já lá estava. Foi ela que lá foi mexer.

 

Como fazer Marketing de Conteúdo?

Mas não basta tocar na ferida e apresentar logo um estojo de primeiros-socorros. Não é assim tão fácil. Também não precisa de tirar nenhum curso. No entanto, é preciso saber o que se faz e não andar para aí a fazer biscates.

É aqui que entra o Marketing de Conteúdo. Antes de mais, é importantíssimo planear corretamente e antecipadamente todos os conteúdos que precisa, organizar a sua equipa e definir objetivos para cada um dos seus conteúdos. Implementada a estratégia, o passo seguinte é a dedicação.

É preciso perceber como cada um dos formatos de conteúdo (redes sociais, email marketing, vídeos, podcasts, templates) funciona. É preciso saber onde os divulgar e como os divulgar de forma a chegar ao maior número de pessoas possível.

 

Estratégia de Marketing de Conteúdo

É preciso pensar na maneira de distribuir este conteúdo, é preciso pensar na maneira de aumentar a audiência e medir resultados.

Vamos, assim, dividir o marketing de conteúdo em seis etapas:

  1. estratégia e análise matemática de público alvo;
  2. planeamento;
  3. elaboração da persona;
  4. criação de conteúdo;
  5. distribuição;
  6. medição de resultados.

Estas etapas têm de estar presentes numa estratégia de marketing de conteúdo (ou, como dizem os estrangeiros e os hipsters, content marketing). Não as seguindo, será mais difícil atingir os objetivos propostos. E, para isso, é necessário cumprir 10 pontos-chave para ter um conteúdo de qualidade e, por consequência, um website otimizado:

  1. relevância e contexto: o google já analisa temas e contexto e não apenas keywords;
  2. volume de conteúdo: mais de 900 palavras por página (não precisa de contar, esta página tem 1278 palavras);
  3. imagens e vídeo: uma imagem tem de ter mínimo de 32px por 32px (como esta aqui em cima);
  4. gramática e ortografia: quase metade dos clientes abandonam um site com ortografia e gramática pobres, portanto, nada de escrever com os pés. Se sabe escrever bem, escreva bem; se não sabe, arranje alguém que saiba;
  5. legibilidade: o texto tem de ser lido e entendido facilmente. Ou seja, nada de advogados nem de redatores do Diário da República;
  6. formatação: 79% dos utilizadores apenas passam os olhos pelas páginas web, não ficando por lá muito tempo – seja cativante;
  7. expertise: é importante usar estudos de caso, situações reais e com dados, para que a informação tenha mais credibilidade e o Google a possa entender como tal;
  8. partilha nas redes sociais: acelera o tempo de indexação e mostra que há uma interação importante entre os vários meios de comunicação;
  9. links internos e externos: essencial;
  10. qualidade dos comentários: elevado número de comentários é interpretado como conteúdo de qualidade. Mas atenção ao conteúdo dos comentários. Se a maior parte das pessoas for ao seu site destruir o seu artigo, então sai o tiro pela culatra.

 

Marketing de Conteúdo VS Inbound Marketing

Já sabemos que o Inbound Marketing é uma série de estratégias de marketing que têm como principal objetivo atrair e converter clientes usando conteúdo relevante. Mas nunca é demais saber. E também já sabemos que são várias as etapas para atingir o objetivo definido pelo Inbound Marketing:

  1. atrair
  2. converter
  3. relacionar
  4. vender
  5. analisar

O objetivo principal é fazer com que o seu público-alvo respeite a sua marca e a tenha como referência.

 

Marketing de Conteúdo VS Publicidade Paga

E voltamos ao clássico duelo entre marketing de conteúdo e publicidade paga: em qual se deve investir para alavancar o seu negócio na internet? O campo de batalha é o marketing digital.

Todas as marcas querem conquistar clientes e aumentar as suas receitas. Para isso, em primeiro lugar, têm de tornar o seu negócio conhecido. Uma das hipóteses em cima da mesa é a publicidade paga.

Quais são as vantagens da publicidade paga? Um bom anúncio consegue alcançar as pessoas certas e no melhor momento. As campanhas no Adwords ou no Facebook são excelentes opções para promover o seu negócio e a sua marca de uma forma direcionada, segmentada e mensurável.

Por outro lado, temos o marketing de conteúdo. Quais os seus benefícios? Pois bem, seguindo as práticas adequadas, é bem possível que aconteça o seguinte:

  1. criação de brand awareness: o reconhecimento da sua marca aumenta;
  2. criação de leads: o Marketing de Conteúdo consegue obter informações de possíveis clientes e qualificá-los;
  3. melhoramento do engajamento com a marca: mais interações e, consequentemente, mais empatia com o público;
  4. diminuição do custo por venda: se o custo para ter um cliente é elevado, então talvez não valha a pena;
  5. aumento de vendas: é possível guiar os leads por todo o processo de compra e prepará-los para a tomada de decisão.

 

A Importância de um Blog e da Produção de Conteúdos para uma Empresa

Num estudo realizado pela HubSpot a respeito da importância das empresas terem um Blog e produzirem conteúdos, chegou-se à seguinte conclusão:

  • Uma empresa que tenha um Blog recebe 55% mais visitantes, 97% mais links orgânicos e indexa 434% mais páginas no Google;
  • Cerca de 69% das empresas atribuem a geração de leads ao sucesso dos seus blogs;
  • A Nielsen referiu que nos Estados Unidos os utilizadores de internet passam três vezes mais tempo em blogs e redes sociais do que a ler e-mails;
  • O inbound marketing custa 62% menos por lead do que o outbound marketing.

 

SEO e Marketing de Conteúdo

Como é óbvio, não nos podemos esquecer do nosso velho amigo SEO (Search Engine Optimization). Não basta criar conteúdo relevante para o seu público. É preciso que o seu público veja esse conteúdo. E, posteriormente, haver a chamada gestão de conteúdo.

Assim, é importante usar algumas técnicas de SEO de forma a posicionar a sua página nesse vasto mundo que é a Internet:

  1. analisar as informações obtidas com as keywords;
  2. rastrear tráfego e links por conteúdo;
  3. criar relações com influenciadores no mundo digital, os chamados influencers;
  4. gerar uma estratégia de marca sólida e eficiente através de conteúdo com interesse;
  5. certificar que o site possui uma boa experiência para o utilizador e para os mecanismos de busca.

Mais do que pensar no perfil exato do seu público-alvo, é importante pensar nos seus problemas e como ele os procura resolver. Estar lá, tocar na ferida e andar lá a escarafunchar. O futuro cliente vai sentir ainda mais a ferida. Sentindo ainda mais a ferida, vai querer tratá-la. Querendo tratá-la, vai procurar uma solução. Procurando uma solução, encontra a sua marca. Afinal, a sua marca já lá estava. Foi ela que lá foi mexer. E é esta a trave-mestra para a criação e sustentação da sua marca. Agradeça ao content marketing, o verdadeiro Dono Disto Tudo (sim, somos uns hipsters).

Marketing de Conteúdo | Queremos o Ouro
24 janeiro, 2019

Marketing de Conteúdo | Queremos o Ouro

Temos o bronze, mas queremos o ouro. Se o amigo leitor for ao Google e pesquisar por "marketing de conteudo", vai encontrar-nos, apenas, no último lugar do pódio das páginas, o terceiro. Mas isso era até hoje.

Dentro de momentos, vá, talvez dentro de uma semana ou duas, já estaremos no primeiro lugar do pódio do posicionamento orgânico, consigo a colocar-nos a medalha de ouro ao peito, ouvindo o lindo hino da Bluesoft, que começa com “Heróis do Marketing de Conteúdo, Nobre Inbound Marketing, Storytelling Valente e Marketing Digital!”.

Deixemo-nos de cantorias e vamos é ao trabalho.

 

Marketing de conteúdo: o que é?

De forma muito resumida, marketing de conteúdo é uma estratégia de marketing que assenta na criação e na distribuição de conteúdo relevante, sem mencionar, de forma explícita, a marca. Desta forma, a marca ajuda o seu público a resolver os seus problemas, tornando-se numa autoridade no assunto.

É desta forma que podemos caracterizar o Marketing de Conteúdo como uma espécie de combustível do Inbound Marketing. E o que é isso do Inbound Marketing?

 

Inbound Marketing | O Poder da Atração 

[Nota ao leitor: procurar qualquer xaropada de Barry White e clicar no play]

O Inbound Marketing é uma série de estratégias de marketing que têm como principal objetivo atrair e converter clientes usando conteúdo relevante. Atenção que é bastante diferente do marketing tradicional, o chamado Outbound Marketing!

No Inbound Marketing, é o cliente que procura a empresa. No Outbound Marketing, é a empresa que procura o cliente.

E mais. No Inbound Marketing, a área de marketing da empresa é uma fonte de investimento e não uma fonte de custo. Isto porque é possível medir todas as ações do Inbound Marketing. É possível saber, tintim por tintim, quantas pessoas viram a campanha, quanto tempo viram, como chegaram lá, o que pesquisaram, entre muitas outras coisas. Quase que dá para saber com que roupa estavam quando viram a campanha (atenção que isso não está assim tão longe de ser verdade - vá, agora vista mas é um robe que nós sabemos muito bem como está a ler este artigo...).

O Web Analytics é tramado. Diz-nos tudo. E o senhor Zuckerberg também. Mas falaremos disso noutra altura.

Sabendo tudo isto, é possível otimizar campanhas para ter um melhor ROI (Return On Investment). E são várias as etapas para atingir o objetivo definido pelo Inbound Marketing:

  1. Atrair
  2. Converter
  3. Relacionar
  4. Vender
  5. Analisar

O objetivo maior é fazer com que o seu público-alvo respeite a sua marca e a tenha como referência.

Mas para quê ter trabalho com criação e produção de conteúdo se eu posso pagar bom dinheiro para criar anúncios para o meu produto? Ora aqui está uma pergunta que não faz sentido nenhum. Porquê? Porque é o conteúdo que atrai o cliente, porque é o conteúdo que leva o cliente a efetuar a compra e porque é o conteúdo que mantém o cliente. E o cliente não é nenhum ser abstrato nem nenhum bicho de sete cabeças.

O cliente somos nós. E nós gostamos que a marca fale connosco, que a marca se preocupe connosco, que a marca nos acompanhe, que a marca nos compreenda e não que nos esteja constantemente a bombardear com conteúdo random e sem qualquer interesse.

E, para isso acontecer, é preciso haver uma estratégia bem arquitetada. Para haver uma estratégia bem arquitetada, é preciso haver tempo. Não é num estalar de dedos que uma marca se torna referência.

Marketing de Conteúdo não é apenas escrever um texto num blog, pôr uma fotografia no Instagram ou criar um post no Instagram. Marketing de Conteúdo não implica, apenas, produção de conteúdo. Acima de tudo, é preciso fazer uma coisa que parece ter caído em desuso: pensar. Pensar no que escrever, pensar quando é a melhor altura para publicar, pensar qual o melhor formato para partilhar o conteúdo, pensar qual o público-alvo a atingir, pensar qual o resultado pretendido... E é aqui que entra o storytelling.

 

Storytelling | Era uma vez na Internet

O que é isso do storytelling? Bem, talvez seja uma das atividades mais antigas do ser humano: contar histórias. O ser humano conta histórias desde sempre. Todos nós contamos histórias, todos nós vivemos histórias, todos nós estamos rodeados por histórias. E há sempre alguém que as conta: os nossos avós, os nossos filhos, os nossos amigos, o nosso chefe, o nosso governo... Histórias da Carochinha, de terror, de aventura, de amor... É à escolha do freguês. Elas estão à nossa volta.

O storytelling é um dos pontos fundamentais para uma estratégia ideal de marketing de conteúdos. A ele, junta-se o cumprimento de boas práticas de otimização com os motores de pesquisa SEO (Search Engine Otimization) e a transmedia (publicação e adaptação de conteúdos às diferentes redes sociais).

O grande objetivo do storytelling é criar uma identificação emocional entre a marca e as pessoas, com o objetivo de as enfeitiçar e de as levar a construir um relacionamento com a marca.

Mas não basta criar uma história ao calhas. Toda e qualquer mensagem precisa de uma base assente numa estratégia de conteúdo. O storytelling funciona, apenas, como um modelo de narrativa.

Dê uma voz à sua marca. Crie-lhe um perfil, um nome, uma idade, uma roupa, um penteado, um passado, um lugar... Assim, a sua marca desenvolverá uma personalidade própria, fazendo com que o público se identifique com ela e perceba facilmente quem conta esta história. Juntando-lhe conteúdo relevante, a história gera maior interesse.

Mas que histórias vou eu agora contar? Ao contrário da outra, esta sim, foi uma boa pergunta. Mas é bastante simples de ser respondida. A história mais importante é aquela que o seu público-alvo quer ouvir. Conheça o seu público-alvo, analise-o, compreenda-o e desenvolva narrativas em que ele seja o protagonista. É, assim, essencial conhecer o cliente, produzir conteúdo relevante, otimizar com SEO e fazer uma boa divulgação.

A sua produção de conteúdo assenta no que o seu cliente pretende. A sua marca será (ou apresentará) a solução para todos os problemas que surgirem. O seu futuro cliente tem de ser parte da história. E o resto é história.

“Levantai hoje de novo a Bluesoft para a primeira página de pesquisas do Google em Portugal... Contra a produção de conteúdo ao calhas marchar, marchar!”.

Marketing de Conteúdo | O que é copywriter é bom
17 janeiro, 2019

Marketing de Conteúdo | O que é copywriter é bom

Nos tempos em que costumávamos andar de boné e calções, havia uma certa e determinada pergunta que qualquer adulto nos adorava fazer: “o que é que queres ser quando fores grande?” Nós, ainda a apalpar terreno, éramos peritos em dar asas à imaginação: astronauta, polícia, bombeiro, jogador de futebol... Era à vontade do freguês!

E será que alguém preferia dar uns toques nos jogos de palavras? Em tão tenra idade, provavelmente não. Contudo, este é um daqueles ofícios em que “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. No que ao marketing de conteúdo diz respeito, a necessidade acabou por aguçar o engenho dos que se consideram “copywriters! Com muito gosto”.

 

Copywriter o que é? Aquela máquina

Certamente recorda-se de expressões como “Ambrósio, apetecia-me tomar algo” ou “o algodão não engana”. De facto, não é por acaso que estes são dos slogans publicitários com maior êxito em Portugal! As palavras soam-nos tão bem ao ouvido que, inevitavelmente, acabamos por memorizá- las e utilizá-las ao longo do nosso dia-a-dia. Mas de onde é que estas ideias surgiram?

A Bluesoft esclarece com todo o prazer. Tenha, por isso, a bondade de conhecer a personagem do copywriter: todo e qualquer indivíduo que faz uso da arte de bem escrever, ao serviço da comunicação de marcas. Por outras palavras, o copywriter é o criador dos textos que dão vida às mensagens, que as organizações procuram transmitir ao seu público-alvo.

 

Estratégia de Marketing: do princípio ao fim

“Ah! Então basta fazer uns trocadilhos, umas frases bonitas e já está!” Não é bem assim... Na esfera digital, o copywriter necessita de reunir um conjunto de competências-chave, entre as quais: planeamento estratégico, criatividade e marketing digital. O princípio é simples: ajudar a sua marca a alcançar o estatuto de autoridade digital no seu setor de atividade.

Assim, começa-se por obter um conhecimento prévio da proposta de valor dos produtos ou serviços, assim como do comportamento do consumidor. De seguida, é partilhado um briefing sobre o texto a redigir, considerando os objetivos de comunicação da marca. A partir daí, cabe ao copywriter pôr as mãos na massa, com base nas inspirações, influências e capacidades que o definem. “E sobre o marketing digital? Falam, falam, falam, mas não os vejo a fazer nada...” Os seus desejos são ordens!

 

Como criar um blog de sucesso? Música para os nossos ouvidos

Atualmente, 75% dos consumidores recorrem a pesquisas na internet antes de efetuarem uma compra. Ora, a criação de um blog, permite que uma marca partilhe informação útil e relevante junto do potencial consumidor, especialmente no momento em que este é todo ouvidos (inbound marketing). Neste contexto, o copywriter é um eterno aliado que produz conteúdo, otimizando-o à luz das boas práticas de SEO (Search Engine Optimization).

No fundo, ele é um músico que interpreta a sinfonia mais aclamada da estratégia digital: o marketing de conteúdo. No caso da Bluesoft, benditas as mãozinhas dos nossos copywriters! Elas fazem magia, na hora dos nossos artigos aparecerem nas primeiras páginas de resultados do Google.

Se a sua marca pode viver sem um copywriter? Poder, podia, mas não era a mesma coisa. Até porque “escrever cedo e cedo erguer, dá saúde e faz vencer”.

Eu sou o Tomás e, em nome da Bluesoft, espero que a leitura tenha sido do seu agrado.

Marketing de Conteúdo | Semear para poder colher
04 outubro, 2018

Marketing de Conteúdo | Semear para poder colher

Imagine que está naquele primeiro jantar romântico. No preciso momento em que ganhou coragem para se declarar, alguém toca-lhe no ombro e diz “quer comprar, quer comprar?”

Se também é daquelas pessoas que se incomoda quando lhe tentam vender alguma coisa, esteja descansado: não está sozinho. Na verdade, a abordagem comercial pura e dura há muito que deixou de ser eficaz na estratégia de comunicação de um produto ou serviço. Contudo, a ânsia das marcas em levar a água ao seu moinho tem gerado dores de cabeça na hora de pôr o pão na mesa.

 

Estratégia de conteúdos, para que te quero?

Assim que o marketing digital passou a estar nas bocas do mundo, as empresas esfregaram as mãos de contentes ao pensar: “mais um canal de vendas? Já cá canta!” Só que não... O consumidor de hoje, mais informado e exigente do que nunca, não se deixa ir pela canção do engate. Mas calma, há esperança! Para que a sua marca encontre o caminho da autoridade digital, o consultório da Bluesoft apresenta-lhe a solução: marketing de conteúdos + tecnologia Google Friendly + SEO.

Actualmente, 75% dos consumidores recorrem a pesquisas na internet antes de efectuarem uma compra. Perante a overdose de informação a que estes são sujeitos, tomar a decisão correcta é um autêntico ver se te avias! Nesse sentido, as marcas necessitam de vestir a pele do seu público-alvo e facilitar-lhes a vida. Como? Através da criação de conteúdos relevantes que vão de encontro às suas necessidades.

 

Diz-me quem és e dir-te-ei o que precisas

Imaginem o complicado que é tentar impressionar uma pessoa sem saber nada sobre ela ... O que é que lhe vamos dizer? As vozes da sabedoria dizem que mais do que falar, é importante saber ouvir. Para isso, é imprescindível caracterizar o comportamento do público-alvo e as keywords correctas nas plataformas online: o que o motiva? O que o preocupa? Do que fala e com quem fala? Este é o ponto de partida para uma marca adaptar a sua mensagem de forma a criar real valor na vida do seu consumidor.

Ora o primeiro passo está dado: já sabemos o que dizer à tal pessoa para iniciar a relação. Agora cabe-nos encontrá-la no sítio certo à hora certa! Ou seja, distribuir os conteúdos nos canais por onde o nosso consumidor navega: redes sociais, blog, motores de busca, entre outros. Se aliarmos estas boas práticas a investimentos de pontaria certeira, qualquer marca estará mais próxima de se tornar uma referência digital dentro do seu sector de actividade.

 

Consistência: plantar, regar e ver crescer

Após algumas conversas com a sua apaixonada(o), pergunta-se a si mesmo: “então mas quando é que eu a peço em namoro?” Nós percebemos a inquietação mas Shakespeare, homem pródigo nestas questões do amor, já escrevia que “a paciência é a mais nobre e gentil das virtudes.”

Nos dias de hoje, todos sabemos que relações que duram para a vida estão pelas ruas da amargura. De qualquer das formas, a Bluesoft é uma romântica incurável. Acreditamos que com conteúdos relevantes, contínuos e bem otimizados, as marcas conseguirão manter a chama acesa com o seu público-alvo. Felizmente, casos de sucesso não nos faltam e revelam que é possível ter rentabilidade no mundo digital.

O conteúdo planta relações e as relações são regadas com doses diárias de confiança. No fim do dia, são elas quem farão crescer o seu negócio.

Marketing de Conteúdo, para que te quero?
08 março, 2018

Marketing de Conteúdo, para que te quero?

Todos sabemos que não é possível fazer omeletes sem ovos e sem estarem reunidas as condições mínimas, como a frigideira, o azeite e, dependendo da receita, mais ou menos ingredientes.

No marketing de conteúdo é a mesma coisa, para além do conteúdo em si, é necessária uma plataforma para os “alojar”. E é necessário que essa tecnologia seja robusta e credível o suficiente para a sua visibilidade.

Passemos a um exemplo prático. Nem sempre é fácil ter, todas as semanas, um artigo no nosso Blog, com um assunto que gere interesse transversal a todos.

No entanto, existe uma coisa que sabemos fazer muito bem, os artigos que escrevemos têm muita visibilidade/impressões, isto porque, conseguem ganhar a credibilidade orgânica para se posicionarem nas primeiras posições no Google.

Na semana passada escrevemos um artigo sobre dados estruturados e, passados 3 dias, esse artigo já estava na primeira página de resultados do Google, existem centenas de  fóruns, websites, todo um manancial de informação sobre o assunto, mas se colocarem a keyword “dados estruturados”, encontram a Bluesoft na terceira posição da primeira página do Google, só pelo artigo em si. 

Caso para dizer que o marketing de conteúdo quando bem feito, pode ser quase tão rápido como fazer uma omelete.

 

3 pontos fundamentais para uma boa estratégia de marketing de conteúdos: 

  • Saber trabalhar a produção de conteúdo, através de uma boa história, o chamado storytelling, procurando sempre um possível envolvimento emocional com o utilizador, também chamado de inbound marketing;
  • Inserir os conteúdos numa plataforma tecnológica, que cumpra as boas práticas de otimização com os motores de pesquisa SEO (search engine otimization);
  • Publicar e adaptar conteúdos às diferentes redes sociais e suportes - transmedia.

 

Para este artigo fizemos um estudo de keywords (palavras-chave), identificámos o perfil do utilizador que pesquisa por marketing de conteúdo e, tentamos enquadrar essas keywords no próprio conteúdo.

 

Principais keywords* para o artigo sobre marketing de conteúdo:

*(Volume médio de pesquisas mensais em Portugal)

Keywords – 4.400 pesquisas mensais

SEO – 2.400 pesquisas mensais

Storytelling – 1.000 pesquisas mensais

Inbound marketing – 480 pesquisas mensais

Estratégia de marketing – 320 pesquisas mensais

Marketing de conteúdo – 260 pesquisas mensais

Transmedia – 90 pesquisas mensais

Produção de conteúdo – 40 pesquisas mensais

 

Desta forma, ficámos a conhecer as keywords, cuja presença seria fundamental para o sucesso do nosso artigo.

Uma estratégia de marketing de conteúdo eficiente não deve basear-se somente em bons conteúdos, é fundamental que estes sejam otimizados para os motores de pesquisa (SEO) e que se adaptem às diferentes redes sociais.

 

Como vê, os bons resultados no digital dependem de vários fatores. E na Bluesoft, o nosso storytelling são os bons resultados.

O poder do Storytelling: O cérebro também conta histórias
18 janeiro, 2018

O poder do Storytelling: O cérebro também conta histórias

Grande parte das memórias que temos de infância são histórias. Histórias contadas pela nossa mãe, pela nossa avó, que mais tarde nos permitem flutuar e dar asas à nossa imaginação. Todos nós temos histórias para contar, uma história de amor, de criança ou de sucesso.

Hoje é a nossa vez de lhe contarmos uma história que nunca mais vai esquecer. Uma história sobre o político e aristocrata britânico John Montagu, o 4º Conde da Sandwich. John foi um homem que dedicou muito tempo da sua vida a jogar cartas, e gostava de comer um lanche enquanto mantinha uma mão livre para jogar. Num dia solarengo, enquanto jogava, decidiu comer carne entre duas fatias de pão torrado, o que lhe permitia comer e jogar ao mesmo tempo.

Nesse momento inventou o termo sandwich, o nome de duas fatias de pão com carne no meio tornou-se uma das invenções de refeição mais populares do mundo ocidental.

 

Percebeu o poder que o storytelling tem para a comunicação?

Aqui está a ciência em torno de um storytelling e como podemos usá-la para tomar melhores decisões todos os dias: o nosso cérebro é apaixonado por histórias, é como se ligasse um interruptor.

Imagine-se sentado numa sala a ouvir uma apresentação chata sobre um novo produto. Sente-se aborrecido e apesar de pensarmos que o nosso cérebro é desligado, ele ativa uma área que atinge as partes de processamento de linguagem, onde descodificamos as palavras.

Agora, imagine-se na mesma sala mas com amigos a ouvir uma boa história sobre a criação desse produto. Todo o cenário se altera. Quando nos contam uma história as coisas mudam. Não só as partes que pertencem ao processamento de linguagem no nosso cérebro são ativadas, mas também qualquer outra área que é usada ao experimentar os eventos da história.

O que nem todas as marcas sabem é que devem apostar na criação de histórias para atrair o público pretendido. Ao contrário dos métodos tradicionais que “obrigam” as pessoas a consumir anúncios que não lhes interessam, o storytelling, enquadrado no inbound marketing (envolver o utilizador com a marca através de histórias)foca-se na conversão e fidelização de clientes através do seu envolvimento emocional com as histórias.

Storytelling - Inbound Marketing

Estratégia digital e SEO: Dar visibilidade às nossas histórias.

A nossa história até pode ser muito boa, mas tem de ter visibilidade para atingir o objetivo pretendido. É pertinente elaborar um estudo que analise o nosso público alvo na web, caracterizando os seus comportamentos, identificando as palavras-chave (keywords), assim como os conteúdos que lhe são relevantes. É a partir desse estudo que se define uma estratégia de marketing digital, que tem como objetivo aumentar a credibilidade orgânica e, consequentemente, a visibilidade.

 

Inbound Marketing: Uma história pode colocar todo o seu cérebro a trabalhar.

Sabemos que podemos ativar os nossos cérebros se ouvirmos boas histórias. A pergunta a que ainda não respondemos é: para quê? Porque é que o formato de uma história, onde determinadas situações se desenrolam uma após a outra, tem um impacto tão profundo na nossa aprendizagem? A resposta é simples. Prende-se com o facto de estarmos ligados através de histórias.

Num mundo em que somos “bombardeados” com informação e publicidade por todos os lados é preciso inovar e, acima de tudo, apelar às emoções. Fazer com que o consumidor passe por determinadas experiências, fazer com que deseje o produto/serviço e sinta a necessidade de o adquirir, ainda que não tenha essa necessidade conscientemente.

Vivemos na era das experiências para o consumidor. A relação que o cliente estabelece com a marca tem-se revelado tão importante quanto o que o próprio serviço/produto tem para oferecer. É preciso que a história contada gere um clique. Para isso, a experiência tem de ser inesquecível, porque grande parte das decisões humanas têm origem emocional.

 

Sabia que sempre que ouvimos uma narrativa, queremos relacioná-la a uma das nossas próprias experiências?

Enquanto estamos ocupados à procura de uma experiência semelhante nos nossos cérebros, ativamos uma parte chamada lobo da ínsula, que nos ajuda a relacionar uma semelhante experiência de dor, alegria ou rejeição. Tudo no nosso cérebro está à procura da ligação entre a causa e o efeito de algo que experimentámos anteriormente.

 

Se leu esta história até aqui conseguimos o nosso objectivo, captar a sua preciosa atenção. Obrigado!

Todos nós gostamos de contar uma boa história até ao fim. Um dia gostaríamos de contar a sua.

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