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Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend
07 novembro, 2019

Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend

A famosa Black Friday, também designada por sexta feira negra, é o dia em que o consumismo humano é levado ao extremo. As estradas enchem-se de carros, os centros comerciais inundam-se de compradores ansiosos, e a internet diverte-se com vídeos virais de pessoas que perdem a cabeça nas lojas.

As promoções da Black Friday elevou os padrões do consumismo. Todos os anos, milhares de pessoas compram coisas, que muitas vezes não precisam, só pela adrenalina de aproveitarem os descontos.

 

Quando é a Black Friday?

Black Friday corresponde ao dia que inaugura a temporada das compras de Natal com grandes promoções em muitas lojas, retalhistas e plataformas online. Corresponde ao  dia depois do dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, ou seja, corresponde à última Sexta Feira do mês de Novembro, que este ano em Portugal corresponderá ao dia 29 de Novembro.

Como complemento ao evento, existe a Cyber Monday, que é um dia dedicado às compras online e que se celebra na segunda-feira Seguinte.

  • Black Friday - sexta feira, 29 de Novembro de 2019
  • Cyber Monday - segunda feira, 2 de Dezembro de 2019

 

A louca corrida às promoções Black Friday

Um exemplo que nunca me esqueci foi de uma entrevista que vi na Black Friday de 2018. Uma senhora disse à repórter que todos os anos aproveitava a sexta feira negra para comprar uma televisão nova.

Eu repito: Todos os anos, uma televisão nova. Não porque precisava, não porque a sua se estragou, e muito menos porque era antiga. Simplesmente para aproveitar a promoção da black friday.

O comportamento que muitas pessoas demonstram no dia da black friday ganha contornos de loucura, não é?

Mas do ponto de vista das marcas, é uma excelente oportunidade para aproveitar esta onda de corrida às promoções e vender mais.

A questão é: Estarão as marcas a aproveitar esta oportunidade tão bem como deviam?

É o que lhe vamos mostrar a seguir.

 

A Black Friday online analisada à lupa digital

Só no mês de Novembro o termo “black friday” foi pesquisado cerca  450.000 vezes em Portugal. Quase meio milhão de pesquisas, o que corresponde a 5% da população Portuguesa.

Isto significa que, se a sua marca conquistar a primeira página do Google, são 450.000 oportunidades que tem perante os consumidores interessados nos descontos da black weekend. Eles sabem que vão gastar dinheiro nesse dia e mal podem esperar que cheguem os descontos e promoções. O que significa que, se mexer bem as peças no digital, parte dessas 500 mil pesquisas poderá tornar-se sua cliente.

A tendência veio para ficar. Basta analisarmos o crescimento deste termo de pesquisa.

Eis o que nos mostra o Google Trends nos últimos 5 anos:

black friday tendências

Em apenas 5 anos, as pesquisas por “black friday” cresceram abruptamente. A tendência é que continuem a crescer.

Mas o Google Trends mostra-nos outro dado interessante. Mostra-nos que a keyword começa a ser pesquisada cada vez mais cedo. Por exemplo, em 2015 só se registaram as primeiras pesquisas no final de Outubro, enquanto que este ano de 2019, começaram logo no início de Agosto. Não só existem muitas mais pesquisas, como começam 2 meses antes.

 

Volume médio de pesquisas efetuadas no Google em Novembro de 2018, alguns exemplos associados à keyword Black Friday em Portugal:

  • black friday - 450.100 pesquisas
  • fnac black friday - 18.100 pesquisas
  • zara black friday - 12.100 pesquisas
  • ikea black friday - 5.400 pesquisas
  • black week - 2.900 pesquisas
  • black friday dia - 2.900 pesquisas
  • black friday lojas - 1.900 pesquisas

Há muita coisa que as marcas podem fazer com esta informação, mas já lá vamos.

 

Pesquisas por Black Friday associadas às marcas

“black friday worten”, “black friday fnac”, “black friday zara”, entre outras como a media markt, a radio popular, a amazon, a primark, a conforama ou até a playstation.

Além das marcas, os hipermercados e centros comerciais como o continente, o jumbo, o el corte inglês, ou o colombo, também estão associados - e em ascensão - nestas tendências de pesquisa.

Mas com isto em mente, lanço-lhe um desafio: Procure por black friday no Google, e observe os resultados. Eles podem variar consoante o seu dispositivo, localização e hábitos de pesquisa, mas no geral hão-de ser mais ou menos isto:

A Worten e a Fnac bem posicionadas na primeira posição, a Media Markt na segunda posição, e o resto das marcas são fantasmas. Na verdade, a maioria dos resultados de pesquisa são dominados por websites brasileiros. Não é preciso ser um génio para perceber que apenas a Fnac, a Worten e pouco mais se estão a colocar perante as 500 mil pessoas que fazem esta pesquisa no Google.

Nenhuma das outras marcas acima referidas tem sequer uma posição relevante nos motores de pesquisa, deixando escapar a oportunidade de atrair milhares de potenciais clientes que mal podem esperar por gastar o seu dinheiro neste dia tão especial de descontos.

 

As oportunidades que ficam por otimizar na Black Friday de 2019

Então, esta é a nossa questão: O que é que faz com que as grandes marcas e superfícies comerciais deixem escapar a oportunidade de atraírem estes milhares de consumidores altamente motivados para comprar?

O que é que as leva a descartarem as 500 mil pessoas que pesquisam no Google? Estamos a falar de 5% da população portuguesa.

Claro que, como agência de SEO, conhecemos bem o síntoma. Sabemos que, sem conteúdo otimizado, nem tecnologia otimizada não se fazem milagres no Google.

Mas, então e o motivo? Será puro desconhecimento quanto às boas práticas de SEO, ou será que não valorizam o tráfego orgânico dos motores de pesquisa?

A verdade é que, os grandes centros comerciais como o Colombo ou o Cascais Shopping, que contêm todas as grandes marcas e lojas, podiam aproveitar para atraírem mais consumidores nesta data. Claro que não é por isso que vão ficar vazios, mas com algum esforço e empenho nas boas práticas de SEO, estariam em vantagem, principalmente quando a concorrência é tão alta entre centros comerciais.

E quem diz os centros comerciais, diz também as outras marcas que não seguem o exemplo da Fnac ou da Worten e não lutam pelo posicionamento orgânico que lhes permite aumentar ainda mais as suas vendas.

Se, no seu caso quiser aproveitar esta oportunidade e atrair mais consumidores, deixo-lhe algumas dicas sobre como pode optimizar as suas próximas campanhas de Black Friday.

 

SEO Para Black Friday Passo a Passo:

Para 2019 pode já ser tarde, mas eis algumas dicas para coordenar e otimizar as suas campanhas de Black Friday para 2020:

Quanto mais cedo começar, melhor.

  1. Verifique se o seu website está de acordo com as boas práticas de otimização com os motores de pesquisa (SEO), se tem bons níveis de compatibilidade com dispositivos móveis, dados estruturados e com uma boa performance
  2. Estude as tendências dos anos anteriores e anote as que podem ser relevantes para o seu negócio
  3. Identifique as palavras chaves relevantes, e o comportamneto do seu publico alvo no digital
  4. Desenvolva conteúdo relevante para a data e destinado às suas campanhas
  5. Coordene o SEO do seu site com os outros investimentos de marketing
  6. Acompanhe os resultados e ajuste a sua estratégia

       

Implementando de forma correta estes passos, a sua empresa pode ser uma das que estarão na linha da frente nos motores de pesquisa.

Atrair a atenção de quase 500 mil pesquisas, parece-lhe interessante?

Se precisar de um parceiro à altura nessa jornada de conquista, conte connosco e com toda a nossa experiência para dominar as posições orgânicas do Google.

Boa sorte, e boas vendas!

Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência
24 outubro, 2019

Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência

Se fosse há uns anos atrás, sem motores de pesquisa nem posicionamento orgânico que lhes valesse, qualquer pequeno empresário aceitaria a sua posição como um humilde e inofensivo empreendedor, na presença e grandiosidade dos tubarões da sua indústria.

Mas a internet chegou, impôs-se e mudou as regras do jogo.Tirou as pequenas empresas da sombra e deu-lhes a possibilidade de equilibrarem a balança, numa luta, à partida, desigual. As que perceberam isso estão agora a pulverizar a concorrência.

No entanto, persiste a ideia de que as pequenas empresas nada podem fazer contras os gigantes da concorrência. Que devem contentar-se com o seu cantinho e deleitar-se com qualquer migalha que caia no prato rachado da indústria. Ou é porque não têm a exposição necessária, ou não têm o número de funcionários, ou não têm os orçamentos, ou o que quer que seja que não tenham. Como se a internet obedecesse às leis da savana e primeiro comessem os leões.

Na internet as regras são muito diferentes das do marketing tradicional, e quem as conhece vira o jogo a seu favor, domina o posicionamento orgânico e torna-se no leão que reclama comer primeiro que todos os outros.

Na Bluesoft vimo-lo acontecer uma e outra vez. Fizemo-lo acontecer uma e outra vez. Ajudámos pequenas, médias e grandes empresas a destacarem-se da concorrência, a utilizarem a internet a seu favor, e a atingirem níveis de faturação nunca antes sonhados.

E se vai reter alguma coisa deste artigo, que seja isto: A internet não existe para servir, mas sim para ser servida. É uma rede democrática que recompensa quem a serve melhor.

E é por isso que neste artigo lhe damos algumas dicas essenciais para saber como pode utilizar a internet a favor da sua empresa, e colher os benefícios que ela lhe reserva, se souber servi-la.

 

Marketing de Conteúdo - Sirva para ser servido

Sem entrar em detalhes aborrecidos, comecemos por um pedaço de história. Uma breve viagem no tempo mostra-nos que a internet nasceu como uma rede de partilha de informações entre universidades, instituições militares e governos. Mas para que essa partilha fosse real, precisava de ser alimentada.

E quem a alimentava, eram os utilizadores. Eram eles que criavam e partilhavam as informações, e que mantinham a rede ativa. Ou seja, a criação e partilha de conteúdo é a origem da internet. Um salto no tempo até aos dias de hoje e percebemos que essa essência se mantém, por muito diferente que estejam as coisas. É o conteúdo que continua a sustentar a internet, e continuam a ser os seus utilizadores que o criam, partilham e consomem.

Por exemplo: Hoje, quando alguém tem tosse seca, a primeira coisa que faz é procurar uma solução no Google. É por isso que o termo “tosse seca” tem em média 3600 pesquisas mensais em Portugal.

O que é que isto quer dizer para a sua empresa? Que, ao compreender que a partilha de informação e de conteúdo é a essência da internet, consegue posicionar melhor as suas peças no tabuleiro dos negócios online.

É por isso que não interessa se a sua empresa é grande, média ou pequena. O que interessa é a forma como joga o jogo, e ao criar conteúdo está a jogar segundo as regras da casa.

 

Criar Conteúdo não Chega - É preciso mostrá-lo

Se no ponto anterior fiz parecer que é fácil... que é só criar conteúdo e já está, então foi erro nosso. Porquê? Porque criar conteúdo não chega. A internet é um vulcão de conteúdo em constante erupção. Todos partilham, criam e consomem conteúdo - a toda a hora.

Isto significa que, o conteúdo que a sua empresa criar, tem de captar a atenção do seu público-alvo, e destacar-se no meio da exorbitância astronómica de conteúdo que é criado a cada segundo. É por isso que criar não chega, tem de lhe dar visibilidade.

E há várias formas de dar visibilidade ao seu conteúdo, uma das quais é sem dúvida a nossa favorita. Vão chamar-nos tendenciosos? É possível que sim, mas nós não queremos saber. Porque enquanto agência de seo, consideramos que a melhor forma de colocar o seu conteúdo em frente do seu público-alvo, é conquistando o posicionamento orgânico nos motores de pesquisa como o Google.

E a razão é simples - 85% da navegação na internet começa no Google, o que significa que ele é potencialmente a maior fonte de tráfego que pode ter. Por isso é essencial alcançar o melhor posicionamento orgânico nas pesquisas, se quer pulverizar a concorrência.

 

Posicionamento Orgânico - Casos práticos

Voltemos ao exemplo da “tosse seca”. Em média esse termo tem 3600 pesquisas mensais em Portugal - o que significa que se escrevesse um artigo a explicar às pessoas de que forma podem livrar-se da tosse seca, e o colocasse em primeiro lugar nas posições do Google, teria cerca de 3600 visitas potenciais ao seu website, todos os meses. É essa a importância de conquistar o melhor posicionamento orgânico possível.

Mas não se fique por aqui, porque as possibilidades são infinitas. Replique essa prática por outros termos e variações de pesquisa, e pode atrair milhares ou milhões de visitas mensais e orgânicas, só através do Google. É o que fazem as grandes marcas que crescem online, investem em posicionamento orgânico que perdura no tempo, e é isso que a sua empresa deve fazer também.

É o que acontece ao nosso cliente Jaba Recordati:

O seu conteúdo acerca da  “Tosse Seca e Irritativa - Causas e Tratamento”, está na primeira posição do Google para termos como “tosse seca”; “tosse persistente”; “tosse seca e irritativa”... entre outras palavras-chave. Só o posicionamento orgânico desse artigo garante-lhes milhares de visitas mensais ao seu website, ou seja, mais de mil oportunidades por mês da marca interagir e se relacionar com o seu público.

A ciência está em compreender o algoritmo do Google e saber como pode otimizar todo o seu website para alcançar as melhores posições orgânicas.

Para isso deve:

  1. Fazer uma pesquisa exaustiva das keywords mais relevantes na sua indústria
  2. Compreender a vertente técnica do SEO e optimizar o seu website internamente
  3. Criar conteúdo otimizado, original, e de qualidade
  4. Manter a consistência na criação de conteúdo, para alimentar constantemente os motores de pesquisa.
  5. Fortalecer a autoridade do seu website através da otimização externa

Contudo, dominar o posicionamento orgânico para keywords e conteúdo informativo é apenas uma parte do processo. O próximo ponto mostra como pequenas empresas podem derrubar gigantes.

 

Domine os Motores de Pesquisa através do posicionamento orgânico

Imaginemos que escreve um artigo sobre “como baixar a febre”. Talvez tenha um clínica pediátrica, e o artigo seja direcionado para mães que querem saber como podem baixar a febre dos filhos.

Conseguir esse tipo de visitas é ótimo para ganhar reconhecimento, autoridade e reputação para a sua marca, no entanto está distante de garantir que se tornam clientes. Por isso é que é importante dominar também o posicionamento orgânico dos termos gerais da sua área de negócio, porque só assim pulveriza realmente a concorrência. Mas vamos a números. 

Continuando na suposição de que tem uma clínica pediátrica. Uma análise rápida mostra-nos que “como baixar a febre” tem uma média de 750 pesquisas mensais, enquanto que existem cerca de 260 pesquisas mensais para a keyword “clinica pediatrica”.

Comparativamente, o artigo tem potencial para lhe trazer mais visitas. No entanto, a intenção de pesquisa revela que quem procura no Google por “clinica pediatrica” está muito mais próximo de se tornar cliente, do que alguém que queira apenas saber como pode baixar a febre ao filho. Porquê? Porque à partida está ativamente à procura de uma clínica, enquanto que quem procura conteúdo informativo, não revela intenção de se tornar cliente imediato.

Mas se quer tornar-se no leão que domina a savana, o ideal é ter uma empresa competitiva em todas as frentes, dominando o posicionamento orgânico tanto para termos de negócio, como para conteúdo informativo.

MAS ATENÇÃO! Não é só de conteúdo que vive a otimização dos websites, e que se conquista as melhores posições do Google. A componente técnica e a tecnologia têm um papel fundamental para o sucesso na conquista dos motores de pesquisa.

 

A magia do Posicionamento Orgânico

Observamos muitas empresas que, aparentemente fazem tudo certinho, mas que optam por plataformas que as limitam para alcançarem resultados, como o Wix, Shopify ou o Wordpress. Essas plataformas ganharam popularidade por tornarem mais fácil a criação de websites do ponto de vista do utilizador. 

No entanto, a quantidade de código que contêm e que os utilizadores não vêm, pode ser nociva para o sucesso do website e prejudicar o seu posicionamento orgânico no Google, quando comparado com websites feitos de raíz, como os que são feitos por nós. Estamos a puxar a brasa à nossa sardinha? Pode crer que sim! E fazemo-lo porque sabemos que os nossos websites têm um código muito mais limpo, o que os torna mais leves, rápidos e fáceis de entender (do ponto de vista do Google). 

É a diferença entre visitar uma casa limpa e arrumada onde dá gosto estar, ou uma casa de um acumulador de código, suja, escura e cheia de tralha, onde não se deita nada fora. Onde é que acha que o robot do Google se sentirá melhor? A quem é que acha que o algoritmo dará mais relevância?

Quer um outro exemplo real? Um dos nossos clientes atua na área dos animais de estimação e pet sitting, o Cão Nosso, e aparece em primeiro lugar no Google, à frente de tubarões como a Royal Canin, Purina, Taste Of The Wild, etc... para termos como “jardins para passear o cão”, “leão da rodesia”, “caniche”, “tudo sobre cães”, “raça de cães”, entre outras palavras chave.

Além disso, domina ainda várias posições para o termo geral “pet sitting”. Este posicionamento garante-lhes um fluxo de visitas diárias ao seu website altamente qualificadas, permitindo-lhes competir com as grandes marcas. E é por isso que a internet tem o potencial de tornar uma pequena empresa, num leão que reclama a comida só para si, e deixa as migalhas para os outros. Porque quando uma empresa é capaz de dominar as posições orgânicas do Google, começa a ganhar um nome e a conquistar um espaço só seu, independentemente de tudo o que a concorrência faça.

Claro que os gigantes da indústria continuarão a ter um orçamento maior, a ter um poder financeiro maior e a gastar mais dinheiro para aparecerem. Mas se compreender as regras do marketing online, terá sempre um espaço longe da sombra desses gigantes.

Por isso, seja uma PME que se quer destacar e conquistar o seu espaço, ou uma empresa grande que não quer que lhe passem a perna, só tem uma opção: Jogue segundo as regras da internet, e vire o jogo a seu favor.

Se quiser um parceiro estratégico que conheça bem as regras do jogo, já sabe o que fazer. Consulte-nos.

Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados
17 outubro, 2019

Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados

Somos um país muito lindo, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas. E o nosso turismo não tem nada que ver com isto. Marketing turístico digital é uma coisa que não lhe assiste.

 

Navegação à Vista

Houve tempos em que demos “novos mundos ao mundo”. Hoje, temos dificuldade em que esses novos mundos conheçam o nosso. Da navegação em mar alto, passámos para a navegação na web. E é precisamente aí que metemos água.

A navegação à vista designa-se por uma navegação de acordo com as circunstâncias, sem ciência. Pois bem, é precisamente isso que acontece. É verdade que temos muitos turistas, é verdade que estamos a crescer nessa área e é verdade que estamos fartos de receber prémios para todos os gostos e feitios. Mas também é verdade que a entidade responsável pelo turismo em Portugal não tem grande influência nisso.

85% de toda a navegação web começa no Google. No entanto, as keywords mais relevantes para a promoção do nosso país não aparecem em nenhum ativo digital nacional. Portugal, como destino, não aparece pelas principais pesquisas em nenhum país do mundo. Quer dizer, na verdade, aparece, mas com anúncios pagos, que apenas contribuem para uns míseros 6% de cliques. Isto significa que estamos a perder milhões de visitas, graças ao nosso fraco (quase inexistente) marketing turístico digital.

 

Legenda: quadro com o número médio de pesquisas (mensais) para as quais nenhum site português surge nos primeiros resultados do Google - exemplo apenas com associação à keyword Lisbon.

O que este quadro nos diz é óbvio: não existe qualquer credibilidade orgânica nacional, não respondemos ao que é pesquisado pelos utilizadores "lá fora".

 

Existe uma média mensal de 40.500 utilizadores que pesquisa "portugal holidays" no Google, e não existe nenhum ativo digital Português que apareça nos resultados. Incrível !!

 

Publicidade para Inglês ver: Milhões de euros em Adwords para promoção do Turismo em Portugal

Sim, são milhões de euros em publicidade imediata e não pensada estratégicamente, daquela para inglês ver. Sim, mas para aquele inglês que não tem Internet.

A nossa entidade responsável pelo turismo prefere os flyers às keywords, prefere o fogo-de- artifício ao SEO. 

Keywords como “things to do in Lisbon” não apresentam força no digital, não têm qualquer credibilidade orgânica. Isto significa que qualquer pessoa consegue colocar esta e muitas outras keywords na primeira página de resultados de pesquisa, para o mundo inteiro, apenas por um artigo de opinião.

E isto acontece porque essa tal entidade cujo nome não pode ser pronunciado não faz o trabalho que deveria fazer, não faz o mínimo esforço de marketing turístico digital nem elabora uma simples estratégia de posicionamento orgânico.

Os conteúdos são fracos e a arquitetura e o link building dos mesmos não existe. Há muito por melhorar e por trabalhar. A concorrência é forte, mas é possível. Temos é de meter mãos à obra, que é como quem diz, à web.

 

Marketing Turístico: O Triunfo da (falta de) vontade (política) 

Ora, o Estado é muito bom a meter a mão à obra, desde que essas obras sejam autoestradas e estádios. No que respeita a meter a mão na web é que a porca já torce o rabo. Não há vontade política. E, sendo o governo a mandar na tal entidade, bem, já sabemos o que acontece... Um mandato dura quatro anos, pouquíssimo tempo para quem quer ter resultados imediatos.

Uma estratégia de marketing turístico digital tem o seu tempo de implementação e demora o seu tempo a atingir resultados. Investir em SEO será sempre investir a médio/longo prazo, o que não se apresenta como muito apetecível para quem quer resultados agora e apenas agora.

Na promoção turística do país, tal como nas áreas da Saúde e da Educação, seria benéfico um plano de continuidade multipartidário a longo prazo, coisa que ahahahah - desculpem o riso, mas isto é Portugal. Quando é que, alguma vez, fizemos alguma coisa estruturada com vista a um médio-longo prazo?

Não há coordenação, não há gente suficiente, não há formação técnica, não há vontade. Há tipos de calças bege e camisa azul que se encontram num rooftop a beber gin e a decidir que o Algarve deve chamar-se ALLgarve e que devemos ter vistos gold para chineses. É esta a política oficial dos nossos responsáveis (também) turísticos.

“Então, mas isto tem funcionado. Temos cada vez mais turistas, estamos sempre a ganhar prémios, toda a gente fala bem de nós lá fora”, diz o caro leitor. E diz muito bem, o caro leitor. Parabéns pela sua observação. Mas o grande mérito não está nos responsáveis de turismo do nosso país. A promoção de Portugal está nas mãos da iniciativa privada de bloggers e influencers amadores, que têm a capacidade de opinar e influenciar com grande alcance, ocupando as primeiras páginas do Google. E não podemos deixar o nosso marketing turístico digital exclusivamente nas mãos de amadores. Até porque não deve ser da sua responsabilidade.

 

Voo para Portugal: Porta de Embarque LowCost

O que nos tem safado, muitas vezes, são as companhias aéreas lowcost, que, através dos preços baixos dos bilhetes, fomentam o turismo para o nosso país. Obrigado, Ryanair! Obrigado, Easyjet! Obrigado, Transavia! Obrigado, Vueling! Obrigado, FlyBe! E obrigado aos empresários e à iniciativa privada que investem no país a nível de infraestruturas e condições para bem receber. São eles que, sem terem de o fazer, dão boleia a quem manda nisto tudo.

A solução está em criar uma estratégia de marketing digital bem feita, com SEO, keywordsanalytics e por aí fora. Com critério e com alvos bem definidos. E, claro, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas.

Marketing Digital em Lisboa | Onde? Aqui mesmo
28 março, 2019

Marketing Digital em Lisboa | Onde? Aqui mesmo

Quer comer a melhor bifana da cidade de Lisboa? Zomato. Quer dormir no melhor hotel de Lisboa? Booking. Quer assistir ao melhor espetáculo de teatro em Lisboa? Time Out. Quer usufruir dos melhores serviços de Marketing Digital em Lisboa? Siga-nos.

A Bluesoft é uma agência de marketing digital sediada em Lisboa.

Na Buesoft temos como principal objetivo aumentar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade digital das marcas, contribuindo para um impacto positivo nos resultados, traduzidos num aumento do volume de faturação do nosso cliente.

 

Agência de Marketing Digital | Quem Procura o Procurador?

Hoje em dia, é fácil encontrarmos o que procuramos. A informação é imediata e o acesso a essa informação é fácil. Porém, há que saber procurar. Nem tudo o que nos aparece na primeira página é o melhor. Nem tudo o que nos aparece mais vezes é o melhor. E, mesmo querendo encontrar a melhor bifana, o melhor sítio para dormir ou o melhor espetáculo de teatro para assistir, irá encontrar, sempre, o Marketing Digital. É ele – essa entidade quase mágica – que o vai encaminhar para o que procura.

O Marketing Digital ajuda a procurar. Mas quem o procura a ele? Se a sua empresa pretende ser encontrada, então é melhor começar por procurar o Marketing Digital.

Em Lisboa ou em Abu Dhabi, uma Agência de Marketing Digital tem sempre a mesma área de ação e os mesmos objetivos. Como não estamos nos Emirados Árabes Unidos, presumimos que quer saber é onde estão as melhores aqui na capital. Pois bem, entrou no sítio certo.

Puxe uma cadeira e sente-se. Fique à vontade. Aceita um vinho? Muito bem. A área de ação de uma Agência de Marketing Digital é, como o próprio nome indica, o Digital – a Internet. Os objetivos são facilitar as ações entre clientes e empresas no mercado online, aumentando a notoriedade da sua empresa em relação à concorrência.

Para isso acontecer, é preciso definir uma estratégia. Esta estratégia de Marketing Digital deve ter, por base, a empresa, o mercado e o target. Tudo atua em função destes três elementos. 

Definida a estratégia de combate, entram os soldados. Falamos, entre muitos outros, do Inbound Marketing, do Marketing de Conteúdo, dos Blogues, dos Sites, das Redes Sociais, do Email Marketing, do Search Engine Marketing (SEM) e do Search Engine Optimization (SEO).

 

marketing digital lisboa

 

SEO Lisboa – Search Engine Optimization | Google, estamos aqui

E é o SEO que nos interessa abordar neste artigo porque é ele que leva qualquer empresa a ser encontrada pelos motores de busca. Para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar anúncios, o SEO é essencial.

O SEO é uma série de métodos de otimizar um site para que os motores de busca (Google, Yahoo, Bing, Ask, entre outros) entendam o seu conteúdo como relevante e o mostre primeiro aos seus utilizadores.

Mas atenção que isto não é tudo um mar de rosas – ou, neste caso, de keywords. É preciso tomar nota aos erros que não devemos cometer no mundo digital, em particular quandos.

Entre muitos outros, destacamos cinco: 

  1. Ignorar o público-alvo 

  2. Ausência de conteúdos otimizados e SEO 

  3. Descurar na usabilidade e facilidade de navegação no site 

  4. Esquecer o fator tempo 

  5. Escolher o fornecedor errado 


 

Reputação Digital | Aquela referência na área


Nós, Bluesoft, somos especialistas em Reputação Digital e Marketing Digital e temos os melhores profissionais especializados nos canais digitais. 

É por isso que somos a resposta à sua pergunta inicial. Não à pergunta das bifanas (que também trazemos, de vez em quando, para almoçar), não à pergunta do sítio para dormir (embora tenhamos uns sofás maravilhosos para aquela sesta pós-almoço) e também não à pergunta do melhor espetáculo de teatro (apesar de, por vezes, fazermos fitas e recebermos ovações). Falamos, claro está, da pergunta: Marketing Digital em Lisboa? Pois bem, aqui tem a resposta: Bluesoft

A nossa morada: Rua Sanches Coelho n. 3 - 10 - 1600-201 Lisboa

Marketing Digital o que é ?
20 fevereiro, 2019

Marketing Digital o que é ?

Muito se escreve e fala sobre Marketing Digital, não faltam receitas, estudos e tendências sobre o marketing que se quer online.

Fui programador grande parte da minha vida, desenvolvia código e não queria saber do “resto do mundo”, era obcecado pelo que fazia e adorava!

Nesses tempos, olhava com muita desconfiança o pessoal do marketing e comunicação, algo que ainda acontece, nos dias de hoje, com qualquer geek que se orgulhe do seu trabalho. O mesmo acontece com o marketer que, apesar de ser um comunicador nato, raramente consegue comunicar de forma fluida e construtiva com o geek, ou seja, quem desenvolve tecnologia raramente consegue falar com quem faz marketing, culpa de ambos, vivem em planetas diferentes, e não querem cá misturas!

 

Como nasce uma agência de Marketing Digital em Lisboa

A subida na carreira de um programador quase sempre acontece de forma mais ou menos forçada, dão-te o cargo de consultor, mas a tua linha de raciocínio é esta: “o que eu queria era programar, mas agora sou consultor e tenho que gerir uma equipa de programadores”. De repente, começas a ver os teus colegas programadores como geeks, esfregas os olhos várias vezes e passas a “dar o corpo às balas” pela equipa, ao mesmo tempo começas a falar com o pessoal da gestão e com o pessoal do marketing que agora até parecem pessoas mais normais, esfregas novamente os olhos porque a visão continua turva e, é aqui que se perde um bom programador e se ganha um mau gestor.

Nesse período controverso, apesar das excelentes condições financeiras que auferia, despeço-me para voltar a programar, saio de uma multinacional e vou trabalhar em parceria com um grande amigo, o Paulo Gomes, que por ironia do destino era especialista em marketing e comunicação empresarial. A ideia era juntar a tecnologia ao marketing e ver o que dava, e deu resultado.

Mais do que ganhar clientes e projetos, aprendi a falar e a comunicar com pessoas (tipo terapia da fala), aprendi a importância do marketing e da estratégia com o Paulo, trabalhei e aprendi com pessoas fantásticas, como o grande fotógrafo e amigo Nuno Antunes que me ensinou a olhar para as coisas de outra forma. 

A Isabel Falcão da Revelamos, é uma excelente Storyteller e produtora de conteúdos que me mostrou na prática o que era o Marketing de Conteúdo (designação que ainda não existia naquele tempo).

Fruto desta miscelânea de pessoas extraordinárias que conheci no meu percurso profissional, nasce uma marca dedicada ao marketing digital, constituída por pessoas das áreas da gestão, do marketing, da matemática, da criatividade, da programação e dos conteúdos. A Bluesoft.

 

O que é o Marketing Digital ?

Marketing Digital consiste num conjunto de ações executadas online, que tem como principais objetivos:

  • Criar uma identidade digital da marca;
  • Aumentar a credibilidade, visibilidade e rentabilidade da marca nos vários canais digitais (atrair negócio / leads / conversões);
  • Desenvolver e otimizar ativos digitais que facilitam as interações digitais da marca com os seus utilizadores (publico alvo);
  • Aumentar a reputação digital da marca e sua autoridade.

 

Dentro as suas principais ferramentas estratégicas está a estratégia digital, o SEO (Search Engine Optimization), o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo.

 

Os segredos de Marketing Digital da Bluesoft

Os clientes pedem resultados, todos querem mais credibilidade, mais visibilidade e mais rentabilidade no digital. Quando o nosso cliente se torna na sua área uma autoridade ou uma referência no digital, a sensação é de “dever cumprido”.

Marketing Digital - Tráfego Orgânico e Posicionamento

1º Segredo de marketing digital: A matemática e o conhecimento do negócio do cliente

Fórmula simplificada = Matemática + Tecnologia Otimizada + Conteúdos Otimizados

85% de toda a navegação da internet começa no Google, a porta de entrada na internet é o Google. 

Hoje em dia, o consumidor tem as mãos no smartphone, e não tem tempo. Não procura, pesquisa e escolhe o que lhe aparece no ecrã. 

Num mundo onde impera o excesso de informação e ruido, onde pagamos para não ter publicidade, como conseguiremos ter visibilidade e rentabilidade no digital?

Obrigatoriamente teremos de ser os primeiros da fila a aparecer, teremos que estar nas primeiras posições dos resultados de pesquisa, o mesmo que dizer, temos que estar na primeira página do Google, e de preferência em todos os resultados da primeira página.

Sendo assim, quais as pesquisas (ou keywords) que devo aparecer na 1ª página do Google?

Mais uma vez entra a linguagem universal em ação, a matemática, teremos de conhecer o que pesquisa o nosso publico alvo e definir um plano e uma estratégia digital. 

 

Por exemplo: 

  • Se tivermos uma clínica de “transplantes capilares” convém saber que em Portugal, todos os meses existe em média 1.600 pesquisas no google pela keyword “transplantes capilares”, o nosso cliente Master Group encontra-se nos 3 primeiros resultados da 1ª página por esta keyword;
  •  No entanto por “implantes capilares” existem todos os meses 1.500 pesquisas, onde mais uma vez o nosso cliente aparece nos 2 primeiros resultados, entre outras tantas keywords de negócio.

Marketing Digital | Keywords Research - Exemplo

Aqui a concorrência perde todos os meses milhares de pesquisas orgânicas.

 

2º Segredo de Marketing Digital: A tecnologia otimizada e o SEO

Quando ouvimos falar de Relojaria Suíça imaginamos máquinas perfeitas, onde a precisão a excelência e o rigor são a chave.

Nos últimos 11 anos temos sido obsessivos com a tecnologia que desenvolvemos, tecnologia otimizada para os motores de busca, tecnologia 100% “Google Friendly” focada no SEO (Search Engine Optimization).

A implementação de dados estruturados e a compatibilidade da pesquisa por voz é apenas uma das muitas boas práticas de otimização que implementamos nas nossas plataformas, desenvolvidas à medida para cada cliente.

A nossa tecnologia permite com facilidade a conquista de reputação e credibilidade orgânica fase à grande concorrência, as plataformas pré-feitas (wordpress, joombla, etc).

 

Por exemplo:

  • Se pesquisar no Google por “exportar para o canadá” o primeiro resultado da primeira página do Google é um artigo redigido com muito poucas palavras, que ganha no posicionamento, aos portais governamentais dedicados ao tema; 
  • O mesmo acontece com as principais keywords dedicadas ao negócio da publicidade, só com um único artigo no nosso blog sobre o tema, conquistamos a 1ª posição por “publicidade orgânica” ou por “publicidade paga”.

 

3º Segredo de Marketing Digital: Conteúdos otimizados ou Marketing conteúdo

Já não é segredo que o seu humano adora de uma boa história, o storytelling tem mais importância como nunca, trazendo para o mercado excelentes contadores de histórias.

Mas não basta só uma boa história, a mesma terá que ser consumida, e para isso tem que ser visível aos utilizadores para seu consumo (utilizadores que não têm tempo).

Os conteúdos têm de refletir o comportamento de pesquisa do publico alvo, cada página deverá ter um FOCO com as “meta tags” devidamente preenchidas, keywords, sinónimos, títulos e subtítulos, mas o mais importante, o conteúdo deverá ser realmente relevante, não só relevante para o utilizador mas também relevante para o motor de busca. 

Mais uma vez entra a matemática, e quando aplicamos a seguinte fórmula com tecnologia otimizada, milagres acontecem:

Marketing Digital | Copy SEO - Legibilidade Flesch-Kincaid

A título de exemplo da aplicação desta fórmula e de um conjunto de outras boas práticas, o nosso artigo sobre “dados estruturados” está na 1ª posição, ganhando ao nível do posicionamento orgânico à própria Google, Wikipédia e linkedin.

Não fazemos conteúdo só para manter os ativos digitais atualizados. Fazemos conteúdo para aumentar os resultados de faturação dos nossos clientes.

 

O Marketing Digital em Portugal

Concluímos facilmente que o somatório de todas as redes sociais e ativos digitais promocionais, representam somente um potencial de conversão de negócio na ordem dos 15%, infelizmente pela facilidade e quantidade de oferta (as tradicionais agências também querem vender digital) muitas marcas aplicam aqui a maior percentagem de investimento, que na maior parte dos casos, revela-se um mau investimento. 

A sigla mais importante do Marketing Digital é o ROI (Return of Investment) o retorno sobre o investimento.

 

Quando e 85% de toda a navegação começa no Google, o bom investimento deverá ser na estratégia e nas boas práticas tecnológicas aliadas ao SEO e à matemática. A sua marca tem que aparecer pelos serviços ou produtos que “vende, porque eu quero, e como tal pesquisei! 

Qualquer cliente Bluesoft encontra-se na primeira página de resultados do Google pelas principais keywords do seu negócio, todos os seus ativos digitais são minuciosamente desenvolvidos para gerarem resultados, com impacto significativo na faturação.

Na Bluesoft o segredo não está no planeamento estratégico, nem na maremática, nem no desenvolvimento à medida, nem nas ferramentas de marketing digital ou na estratégia de marketing de conteúdo. O nosso verdadeiro segredo está “dentro” das pessoas com quem trabalhamos, valorizamos o fator humano, pessoas que têm a motivação, a pro atividade e a coragem para tornar a marca do nosso cliente uma autoridades digital. Porque na Bluesoft geek(s) e marketer(s) andam de mãos dadas :)

Marketing Político e Marketing Digital - Uma Coligação
31 janeiro, 2019

Marketing Político e Marketing Digital - Uma Coligação

Para escrevermos um completíssimo artigo sobre Marketing Político e Marketing Digital temos de, em primeiro lugar, explicar o que é Marketing Político e o que é Marketing Digital. Faz parte das regras para escrever completíssimos artigos. Este não é um deles. Mas nós explicamos na mesma.

 

O que é o Marketing Político?

Marketing Político é uma série de técnicas de publicidade que têm como principal objetivo manter a ligação entre um político e o seu eleitorado. Mas não só. A ideia também é conquistar mais eleitores nas próximas eleições. 

Não havendo Marketing Político, o eleitorado de determinado político não sabe o que este anda a fazer nos corredores do parlamento (assumindo que lá vai, como é óbvio). 

 

O que é o Marketing Digital?

Por seu lado, Marketing Digital é... bem, para o amigo leitor estar aqui é porque sabe claramente o que é Marketing Digital, certo? De qualquer forma, nunca fiando: Marketing Digital é um conjunto de ações que uma entidade faz online com a intenção de conseguir novos negócios ou objetivos, criar relações e desenvolver a identidade digital da sua marca. 

Para isso acontecer, há que pôr em prática algumas estratégias, das quais se destacam o Marketing de Conteúdo, o SEO (Search Engine Optimization) e o Inbound Marketing. 

 

Marketing para Políticos - Marketing para Totós?

É indispensável que os políticos tenham uma mínima noção do que é fazer marketing. E, visto que, hoje em dia, vivemos todos coladinhos às viscosas paredes de uma bolha chamada Internet, é essencial que os políticos dominem a cena*

*viram como nós acabámos de usar uma expressão bué da jovem só para captar a atenção dos catraios? Isto é que é ser tótil influencer...** 

**não, não é. Os jovens já não dizem bué da nem tótil. Aliás, os jovens já não são jovens, são millennials. 

 

Vá, já chega de asteriscos. Vamos ao que interessa: António Costa, Rui Rio, Assunção Cristas, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, este artigo (também) é para vocês. Esqueçam tudo aquilo que vocês têm feito nas vossas redes sociais. A nossa sugestão é mesmo fazerem um Delete, um CTRL+ALT+DEL ou até mesmo um Format C: ENTER. 

Se a ideia é aproximarem-se do vosso eleitorado, não está a funcionar. Se a ideia é atraírem mais gente para a vossa caravana política, também não está a funcionar. Passamos a explicar. 

(dêem-nos só um segundinho para irmos ali falar com o nosso “eleitorado” de forma a que ele perceba o que lhe queremos dizer) - perceberam a dica? 

Olá de novo, caro leitor. António Costa, Rui Rio, Assunção Cristas, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. Estes são os líderes dos maiores partidos portugueses. Foquemo-nos nestes e foquemo-nos no Twitter, uma das redes sociais que tem sido mais usada por políticos e pessoas que, não sendo políticos, têm intervenção nessa área: António Costa tem 80 mil seguidores, Catarina Martins tem 66 mil, Assunção Cristas tem 3 mil, Rui Rio tem 3 mil e Jerónimo de Sousa nem sequer tem Twitter. Costa, Catarina, Cristas e Rio tem uma miserável média de 100 likes por tweet. Jerónimo de Sousa não tem likes porque não tem Twitter. Chega a ser confrangedor. A dona Fernanda da mercearia da nossa rua tem mais engagement do que qualquer um destes engravatados.

Isto acontece porque nenhum deles está a desenvolver uma estratégia de Marketing Político Digital. É que nem é boa nem má. Não existe. 

 

Marketing Político Digital - Uma maioria absoluta

O que seria se a estratégia política tivesse, como base, uma estratégia de Marketing Digital? O que seria se os políticos se fizessem, realmente, ouvir? O que seria se, de facto, houvesse uma comunicação política mais eficaz? 

Hoje em dia, imensa gente consegue alcançar imensa gente. Mas a esmagadora maioria dessa imensa gente não tem qualquer poder de decisão. Imagine que alguém que consegue alcançar essa imensa gente consiga, de facto, decidir. Tenha, de facto, poder.

Imagine pesquisar por “melhor salário” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por “direitos humanos” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por “combate ao racismo” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por qualquer termo ou expressão que esteja na ordem do dia e - sim, já sabe o resto da frase - aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X.

E atenção que esta não é nenhuma referência Professor X dos X-Men. Deixemos o Xavier em paz e voltemos à verdadeira luta contra o mal que, neste caso, é a ausência de uma estratégia política digital no nosso país. 

Costa, Catarina, Cristas, Rio e Jerónimo, ainda estão aí? Aqui ficam algumas dicas. Não precisam de agradecer: 

 

Principais estratégias do Marketing Político: 

  1. Desenvolver uma marca política 
  2. Construir uma comunidade 
  3. Investir em conteúdo 
  4. Marcar presença (com estrtatégia) nas redes sociais 

 

Há congressos, convenções, reuniões e tudo o mais. Tudo muito importante para o partido, mas tudo muito apenas para o partido. O que seria se vossas excelências olhassem o que se passa fora? O que seria se pegassem no que se passa fora e criassem uma estratégia de Marketing Digital, de Marketing de Conteúdo constante (baseado em temas trend e em pesquisas reais), de forma a obterem posicionamento orgânico face aos meios? O que seria se se transformassem numa autoridade digital? Tentem.

Depois nós podemos ficar com a pasta do Ministério do Marketing Político Digital. Até breve, futuros influencers

O Marketing, a Comunicação e as Favelas Brasileiras
03 janeiro, 2019

O Marketing, a Comunicação e as Favelas Brasileiras

Sabem o que é vergonha alheia? Ver adultos a utilizarem expressões de miúdos. Porque é que ficam sempre tão ridículos? 

Eu sou da geração do “bué”, e por alguma razão, quando era miúdo essa expressão soava sempre de forma estranha quando era dita por um adulto.

O irónico é que, hoje em dia vergonha alheia é quando oiço os miúdos a utilizarem as expressões lá deles. Porque é que já não utilizam as da minha altura que eram bem melhores? Enfim... se calhar o problema é meu.

 

O Marketing nas empresas

Existem empresas que não entendem mesmo (esta coisa do Marketing) mas talvez já esteja na altura de acertarem o passo. Para tal, pretendo dar uma ajuda ao recorrer à genialidade dos nossos irmãos brasileiros.

O povo brasileiro é bom em muitas coisas, e na 7ª arte há poucos como eles. O filme "A Cidade dos Homens" é um exemplo disso. Este filme retrata a vida de Laranjinha e Acerola, duas crianças das favelas brasileiras, que como é de esperar, não têm uma vida fácil.

Mas se está à espera que divague para o mundo do cinema está muito enganado. O único motivo que me fez referir este filme foi mesmo o Marketing e a Comunicação, isto porque a cena que mais me marcou na "Cidade dos Homens" passa-se na sala de aula, onde o miúdo Acerola dá uma lição de Comunicação à sua professora.

Se não viu o filme e está curioso para perceber o que lhe estou a contar, encontrei um vídeo no youtube com essa cena. Mas se for daquelas pessoas sem tempo ou paciência para isso - no problem - pode encontrar um pequeno resumo abaixo. 

 


Resumo da Cena

Resumindo a cena em questão - A professora está numa sala a dar uma aula sobre Napoleão Bonaparte e a forma como conquistou a Europa. Os miúdos irrequietos, e muitos deles desinteressados, não prestam atenção, ou vão fazendo perguntas irrelevantes sobre a matéria. 

No fim da aula, a professora promete uma visita de estudo para os cativar. Na aula seguinte, a professora faz perguntas sobre o que tinham falado na aula anterior, e as crianças já não se lembram, dizendo que foi sobre os romanos e os gregos. Então, a professora chateada diz que já não vai haver visita de estudo.

Nesse momento, o Acerola faz uma proposta à professora - "Se conseguir explicar a matéria aos colegas, a professora deixa-nos ir à visita de estudo?". A professora concorda e então o Acerola começa a explicar a matéria, mas desta vez a história de Napoleão Bonaparte é contada de forma a que os seus colegas consigam compreender melhor.

Os países transformam-se em "morros" onde o dono do Morro Francês era Napoleão, que "mudou o jeito de mandar" mas antes disso a "parada era dos ingleses que vendiam bagulho para as outras regiões" etc ...

Acerola conseguiu fazer o que a professora não conseguia, cativar a atenção dos colegas.


 

Como comunicar para os diferentes público alvo?

Com a cena descrita anteriormente, Acerola ensina-nos o que é comunicar. Ensina-nos que, se realmente o nosso objetivo é comunicar, então a nossa mensagem deve ser adaptada e não generalizada. Ensina-nos que temos de saber quem é o nosso público alvo, como devemos comunicar com ele se queremos ter a sua atenção e motivá-lo de alguma forma. 

Este é um problema que afeta demasiadas empresas em Portugal e a falta de personalização das mensagens pode estar a custar-lhes clientes.

Quando se conhece o público alvo sabe-se quais são as suas preocupações, o que é que lhes interessa e o que querem ouvir. Se personalizar a sua mensagem de acordo com esse conhecimento, permite-lhe ter um maior impacto nas suas vidas. 

É necessário investigar, delinear um perfil de cliente ideal ou "buyer persona", aprender e compreender o seu vocabulário e acima de tudo ter empatia pelas pessoas para quem queremos comunicar, ou seja, colocarmo-nos no lugar delas ... walk a mile in their shoes.

 

Uma estratégia de Marketing baseada na Segmentação de Mercado

Por alguma razão o ponto de partida do Copywriting é "uma ideia, um cliente, uma mensagem". Enquanto copywriters só falamos para uma pessoa, e, essa pessoa tem "aqueles" problemas para o qual temos a solução.

No entanto, por falta de conhecimento, vontade ou paciência, aquilo que observo nas empresas é a uma mensagem completamente generalizada para aquele que pode ser "mais ou menos o seu público alvo". E se lhes perguntarmos qual é o seu público-alvo elas vão responder-nos: "O meu público alvo é X e Y" e ao analisar, verifica-se que a sua mensagem engloba os dois.

É realmente comum vermos empresas que têm o mesmo serviço - ou serviços semelhantes - para diferentes segmentos de mercado, optarem por uma mensagem inclusiva aos vários públicos, em vez de a individualizarem para cada um. A consequência? Acabam por não comunicar adequadamente para ninguém porque a sua mensagem é sempre passada num tom geral.

Tome o próximo caso como exemplo - Imagine um ginásio que tenha uma daquelas aulas de cardio devastadoras, digna dos espartanos e ideal para 3 tipos de pessoas:

  • Pessoas fit que queiram manter a sua forma física e resistência;
  • Pessoas com um peso normal mas que queiram melhorar os seus níveis físicos e aumentar a sua energia no dia a dia;
  • Pessoas com um peso excessivo que queiram perder gordura e sentirem-se bem com elas próprias.

 

O comum é vermos uma única mensagem, inclusiva para estes 3 públicos. Algo do género: "A nossa aula cardio é ideal para quem queira manter a sua forma física, aumentar a sua energia, ou simplesmente para pessoas que queiram perder peso" (não sei, improvisei agora).

Mas, na verdade o que devia acontecer, é que cada um destes públicos devia ter uma mensagem única, individual e personalizada, ainda que o serviço seja o mesmo. 

 

  • Cliente nº1
     Fit e habituado ao desporto é uma pessoa que não vacila na sua disciplina, 100% empenhada em cuidar do seu corpo. Sabe a importância de fazer um treino cardio para manter os seus níveis de energia e queimar calorias, levando os seus treinos muito a sério.
  • Cliente nº2
    Possivelmente o chamado "average joe", que pode não ter grandes complexos com o seu corpo ou peso, mas que não está satisfeito com a sua condição física. Quer voltar a ter a energia que tinha quando era mais novo, queimar calorias e libertar stress.
  • Cliente nº3
    Uma pessoa complexada com o seu corpo e com o seu peso, onde para ele, nesta fase da sua vida o prioritário é perder os quilos que tem a mais, e poder olhar-se ao espelho sem odiar o seu reflexo. É uma pessoa que de certeza já fantasiou muitas vezes em como seria a sua vida se fosse mais magro.

 

Ao contrário do cliente nº 1, o cliente nº 2 e nº 3 vão precisar de alguém que os mantenha motivados e disciplinados, para aguentarem a dor e o sofrimento inicial do treino e para se focarem nos resultados a longo prazo. Estou 100% certo? É pouco provável, mas isso não interessa.

O que interessa na verdade é ter uma ideia, um cliente, uma mensagem. Porque só assim se consegue criar uma mensagem com quem público alvo se possa relacionar. Caso contrário, como é que se pode ter uma comunicação atrativa, se a mensagem for só uma para três tipos de pessoas diferentes?

Ainda que um determinado serviço seja o mesmo para todas elas, esse serviço satisfaz razões, motivações e necessidades completamente diferentes. Por isso, em vez 1 mensagem preciso de 3. É óbvio!

Enquanto profissionais de marketing e comunicação, a nossa mensagem deve ter uma finalidade, um objetivo definido que - se tudo correr bem - será compreendido pela nossa audiência e os influenciará em direção a esse objetivo. Os vendedores comunicam com o objetivo de motivar os clientes a comprar, os políticos com o objetivo de ganhar votos e os atores com o objetivo de emocionar.

 

Segmentação Psicográfica | Segmentação Demográfica

A eficácia da nossa mensagem está diretamente relacionada com a forma como ela consegue emocionar e motivar as pessoas que a recebem. Quando temos um objetivo claro para a nossa mensagem, dá-nos a possibilidade de estruturá-la de forma a influenciar o público, e é por isso que os grandes comunicadores conseguem controlar como o público alvo se sente em relação a eles.

Quando analisamos o nosso público, dos muito fatores a ter em conta, pelo menos estes dois não devem ser desconsiderados:

  1. Os Fatores Demográficos: Idade, género, estado civil, religião, background étnico e cultural etc.
  2. Os Fatores Psicográficos: Quais são as suas crenças, atitudes e valores? Ao que é que são leais? Quem é que admiram? O que é que sabem sobre a informação que lhes vais transmitir? E o que é que não sabem? O que é que a sua mensagem lhes pode fazer sentir, e que questões podem perguntar?

 

Saber responder a estes fatores é meio caminho andado para começar a personalizar a sua mensagem. Mas só isto não basta. Quando estiver a definir a sua mensagem, procure compreender que tipo de reação e emoções quer provocar no seu público alvo. 

 

Com este artigo o meu objetivo é educar e sensibilizar quem o ler para que tenha em conta as pessoas com quem comunica, e adapte a sua mensagem de acordo com as pessoas que quer alcançar.

Publicidade Online: Orgânica ou Paga - O Duelo!
25 outubro, 2018

Publicidade Online: Orgânica ou Paga - O Duelo!

“Não há má publicidade. Toda a publicidade é boa publicidade”. Errado. Errado. Errado. Quem disse isto? Alguém que ficou conhecido por uma péssima publicidade que não teve nenhum efeito positivo nas vendas e que ficou, apenas, conhecida como, lá está, uma péssima publicidade.

Não há coisa como não haver má publicidade. Claro que há má publicidade. Há publicidade horrível. Agora, não se deixem levar pelos clichês e façam a coisa certa (como o Spike Lee, já diziam os Da Weasel).

 

Publicidade Online

Google AdWords, hard selling, publicidade online, anúncios de Facebook, tráfego pago, tráfego orgânico, marketing de conteúdo – tudo conceitos que navegam neste nosso mundo que, cada vez mais, é um mundo que está no mundo da Internet. Demasiados mundos? Talvez. Demasiada Internet? Certamente.

Hoje, todos estamos online. Quem não está online, não existe. Empresas ou marcas que não estejam online são empresas ou marcas que não existem. Portanto, hoje, a publicidade tem de estar online e tem de funcionar bem online.

Agora, como fazer bem publicidade online? A primeira coisa é conhecer o nosso público-alvo e saber convencê-lo a adquirir os nossos produtos, a ler os nossos artigos, a ouvir a nossa música, a fazer que ele faça o que nós queremos, mas sem ele dar por ela, sem ele pensar que fomos nós que o levámos a escolher. A ideia é ele pensar que foi ele que escolheu. Em certa medida, em grande medida, até foi.

O público-alvo, possível cliente, é que manda nisto. O cliente tem necessidades e a empresa tem de olhar para elas e arranjar formas (produtos, serviços, conteúdos) para as satisfazer. Até aqui, tudo certo. No entanto, há empresas que se baseiam nesta hierarquia de Maslow para cercar o cliente, sem sequer o deixarem respirar (se o objetivo for vender botijas de oxigénio, perfeito - mas não é).

Hoje em dia, vivemos numa Times Square gigante e constante que nos bombardeia os sentidos com todo o tipo de publicidade. De manhã à noite, tudo nos diz “deseja-me”, “compra-me”, “come-me”. E a maior parte das marcas que nos gritam isso nem se preocupa se fala muito alto ou não. A maior parte das marcas que nos gritam mostra claramente ao que vão: “olá, humano, isto é publicidade, tu vais sentir que precisas disto mais do que precisas daquilo e vais desejar, comprar e comer, caso contrário, não existes nesta vida”. Funciona, mas não é a melhor estratégia. Nem a que funciona melhor.

 

Publicidade Paga VS Publicidade Orgânica

Antes de mais, convém salientar que a criação de tráfego é o ponto essencial para que haja publicidade na Internet. Esse tráfego pode ser tráfego orgânico ou tráfego pago. Publicidade orgânica ou publicidade paga. Agora sim, vamos ao combate.

Num canto do ringue, com um custo elevado, tempo limitado e concorrência alta, está a publicidade paga! No outro canto do ringue, com mais confiança, mais credibilidade e uma elevada taxa de cliques, a publicidade orgânica! Senhoras e senhores, bem-vindos ao duelo da Publicidade na Internet.

Mas vamos lá a ter calma. Antes de começar o combate, convém ser justo e dizer que todos nós já amaldiçoámos a publicidade e já pensámos em mil e uma maneiras de acabar com ela. Bloquear publicidade está, provavelmente, no topo dos nossos desejos enquanto consumidores. E se já não nos bastava a publicidade offline – na televisão, na rádio, nos cartazes da rua, por aí –, ainda vem a publicidade na Internet. Um tipo vai ver como estão os ódios na rede social do Zuckerberg e lá vem um anúncio de Facebook. Depois, vai até ao Instagram para apreciar umas boas fotografias desta ou daquela e lá vem uma publicidade no Instagram.

Vai ao Youtube e leva com mais uma dose de anúncios. Levamos com tudo isso, mas a verdade é que continuamos a visitar o Facebook, o Instagram e o Youtube, e as pessoas/empresas que lá estão continuam a ganhar dinheiro online com publicidade.

 

Anúncios no Google, Anúncios no Facebook, Anúncios no Instagram, Anúncios no youtube, Anúncios em todo o lado!

A publicidade paga, quer seja anúncios no Google, publicidade no Facebook, publicidade no Instagram ou publicidade no Youtube, tem os seus pontos fortes – e convém estudar bem os pontos fortes do adversário antes de lutar com ele.

O primeiro é o seguinte: é mais fácil. Este é o ponto forte mais evidente. Mas também mais caro. Pay-Per-Click (PPC), Google Adwords, Facebook Ads, banners, links patrocinados, enfim, o leque é variado. Hoje em dia, há mil e uma maneiras de fazer publicidade, pagando. Há tutoriais de como patrocinar no Instagram, de como anunciar no Facebook, de como usar Google AdWords em nosso benefício, de como ganhar dinheiro online com publicidade... Tudo é possível com publicidade paga. Mas, como o próprio nome indica, tem uma desvantagem: paga-se.

Mas continuemos nas vantagens: eficiência temporal. Os anúncios podem ser programados para um determinado período de tempo. Os resultados são imediatos e facilmente analisados.

Terceiro ponto positivo: público definido. De acordo com palavras-chave e sem muito trabalho, podemos chegar ao público que pretendemos.

A grande desvantagem da publicidade paga continua a ser a forte tendência a cair no Hard Selling – um modelo de vendas bem old school, em que 40% do tempo é utilizado no fecho da venda e 30% na apresentação, num total de cerca de 70% do tempo disponível. Apenas os restantes 30% são aplicados na gestão de relacionamento com o cliente, tentando perceber o que ele quer, o que não quer, quais as suas necessidades. Desta forma, é muito mais difícil criar a tal confiança.

E a publicidade orgânica, o que vem a ser isso? Ora bem, a publicidade orgânica está no canto oposto da publicidade paga, uma vez que não possui qualquer custo directo. É, geralmente, conhecida no meio por Inbound Marketing, uma estratégia que procura conquistar clientes através da criação de conteúdo. Há uma conquista, não uma compra. Vamos lá a um exemplo banal do mundo da bola para percebermos melhor isto: o Leicester conquistou a Premier League, o Manchester City comprou-a. Quem está a par dos meandros da bola, não precisa de mais explicações.

Mas deixemos a bola e voltemos à Terra. Para que determinada empresa consiga resultados positivos com tráfego orgânico, é necessário investir em estratégias de Marketing de Conteúdo e de SEO (ver artigo).

Um dos pontos fortes da publicidade orgânica é a credibilidade: uma vez que o espaço é conquistado, pressupõe-se que o conteúdo tem qualidade. Isso gera confiança no (possível) cliente.

A autoridade é outro dos ganhos alcançados com a publicidade orgânica, fazendo com que o cliente olhe para a empresa como referência na matéria.

A interacção também aumenta, fomentando o engajamento dos consumidores, e levando a um claro aumento de leads qualificados.

Tudo muito bonito e tal, mas qual a escolha certa? Pois bem, talvez até possa haver um compromisso entre ambas: publicidade orgânica e publicidade paga. Combinando ambas as estratégias, é possível melhorar o alcance e optimizar a qualidade e o envolvimento do seu público, obtendo leads com resultados rentáveis.

 

Marketing de Conteúdo

Porém, escolha o caminho que escolher, uma coisa deve ter em mente: mais do que pagar para publicitar um produto, é preciso criar uma história para que o (futuro) cliente procure o produto sem saber que está a ser levado a isso. Ele não precisa (nem deveria) saber que está a ser envolvido numa teia do mal, em que a Senhora Empresa está a mexer os cordelinhos e a sacar notas e livros de cheque para o obrigar a ser cliente! A Senhora Empresa pode existir, com gato ao colo e tudo, mas tem de ser mais esperta e subtil nas suas manobras (nem sempre) malévolas.

A ideia, muito resumidamente, é ser um Master of Puppets na mesma, mas sem o (possível) cliente dar por isso. Se der, ele também não se vai chatear porque sabe que percorreu aquele caminho escolhido por ele, com as suas vontades e com os seus desejos. Foi conquistado. Depois é só juntar os trapinhos e fazer a coisa certa.

Na Bluesoft temos como objetivos aumentar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade da sua marca, tornando inesquecível a experiência digital do seu público alvo.

Uma carreira em marketing digital
10 maio, 2018

Uma carreira em marketing digital

Para os jovens de hoje que querem fazer carreira em Marketing Digital é importante terem noção de que atualmente o mercado exige profissionais diferenciados.

 

O fator diferenciador é fundamental e obrigatório

Não é suficiente ir à faculdade, sentar numa cadeira e ficar numa posição de receptor de informação. O mercado hoje exige mais do que isso.

Escrever num blog, ser criativo, aprender técnicas de copywriting, frequentar cursos de especialização, criar um canal no YouTube, ler livros, ir a eventos, criar um posicionamento de influência no Facebook e/ou LinkedIn, etc., são tudo atividades que permitem criar um fator diferenciador, que normalmente é o conhecimento prático do mercado real. As empresas procuram isso, ou então serás apenas mais um.

É comum ver jovens que ambicionam trabalhar na empresa X ou Y, mas nada fazem para se destacar de todos os restantes. São currículos estéreis de inovação, criatividade, conhecimento prático ou qualquer factor diferenciador. Da próxima vez que pensarem em reclamar do mercado de trabalho ou da falta de oportunidades, abram um livro e comecem a criar o vosso fator diferenciador. Infelizmente ninguém o poderá fazer por vocês!

 

 

A Bluesoft está a contratar jovens talentos para marketing de conteúdo.

Se achas que tens o fator diferenciador, vem trabalhar connosco.

Marketing digital, o filão de ouro!
03 maio, 2018

Marketing digital, o filão de ouro!

Muito se tem falado e escrito sobre o marketing digital, umas vezes com conteúdo relevante, outras, com um aproveitamento exagerado, transformando o marketing digital no filão de ouro do séc. XXI.

 

O que querem os clientes?

Há 10 anos atrás, a Bluesoft era essencialmente uma empresa tecnológica, composta por uma pequena equipa de programadores e designers. Nessa altura, tínhamos um problema: os clientes queriam resultados. Não estavam interessados na simples oferta de sites ou de lojas online, por mais atrativos que fossem, queriam sim, vendas e resultados palpáveis. Esta era a realidade, num tempo em que pouco ou nada se falava sobre marketing digital.

Progressivamente, fomos contratando pessoas das áreas de marketing, numa época em que ainda não existia especialização em marketing digital. Como consequência também alteramos a nossa metodologia de trabalho, passando a analisar detalhadamente o negócio dos nossos clientes, sempre com enfoque na obtenção de resultados. Estávamos assim a trabalhar marketing nos meios digitais.

Atualmente, com uma equipa experiente e multifacetada, constituída por gestores, marketeers, copywriters, designers e programadores, a Bluesoft continua a trabalhar para os resultados dos seus clientes, porque, volvidos 10 anos, os clientes continuam a querer o mesmo = resultados.

 

Como conseguir resultados?

Para nós é impensável "vender" marketing digital sem qualquer tipo de estratégia de fundo.

Indicadores como, a estratégia digital, a reputação digital e a autoridade digital, deverão ser trabalhados de forma muito séria e profissional.

É fundamental conhecer bem as métricas e o público-alvo do cliente, ter conhecimentos de marketing, de gestão, de estratégia, de vendas, entender a tecnologia e como utilizá-la.

Com o digital, surgem uma série de ferramentas disponíveis, capazes de potenciar qualquer tipo de negócio. Sendo conhecedores do negócio do cliente, do seu público-alvo e das respectivas ferramentas digitais,  ficam assim reunidas as condições mínimas para gerar e otimizar resultados.

 

Alguns resultados dos nossos clientes no digital

  • As oficinas Midas registaram um aumento de marcações via site, cerca de 80% face ao ano anterior;
  • A farmacéutica Jaba Recordati e os seus sites de produtos duplicaram o nº de visitas no último ano;
  • As clínicas Tattoo Clinic lideram a primeira página de resultados do sector;
  • O Blog BCooker's da marca Bcook tornou-se uma referência para os food lovers;
  • O Cavalo Lusitano (marca de interesse nacional) somou no último trimestre um crescimento de 30% de visitas nos mercados externos;
  • A Loja Online da To Work For registou um aumento de vendas online na ordem dos 40% no último ano.

 

Na Bluesoft trabalhamos sempre para atingir os melhores resultados! Contacte-nos para fazer também parte dos nossos casos de sucesso.