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Índice de qualidade
17 junho, 2021

Índice de qualidade

O índice de qualidade é uma das métricas utilizadas pela Google, através do Google AdWords, para o posicionamento dos seus anúncios e campanhas nesta plataforma, contra as dos seus concorrentes.

E-Commerce
27 maio, 2021

E-Commerce

O e-commerce é uma forma de comércio online ou comércio eletrónico, cuja estrutura e funcionamento se adaptam ao digital, onde quase tudo é feito pela internet.

Taxa de Rejeição
13 maio, 2021

Taxa de Rejeição

De forma objetiva, a taxa de rejeição é um “obrigado, mas não” de um qualquer utilizador aos conteúdos de um website.

Também conhecido por Bounce Rate, a taxa de rejeição é a ação do utilizador que nos indica que o website ao qual acabou de aceder não é do seu interesse e, por isso, o abandona imediatamente. Mas calma. 

Há muitas razões possíveis que levam um utilizador a sair de um website que acabou de entrar.

Os conteúdos podem ser pouco interessantes, é certo. Mas também é possível que encontrem um link que os reencaminhem para um website diferente, por exemplo. 

Ou talvez o telefone tenha acabado de tocar, levando-o a afastar-se dos seus dispositivos – o que também afeta esta taxa de rejeição.

Mas então, sendo assim, o que é exatamente esta taxa de rejeição? Vejamos. 

 

O que é a taxa de rejeição?

A taxa de rejeição é uma métrica utilizada para analisar o número de pessoas que acedem ao seu website e o abandonam logo depois.

Na prática, é o que acontece quando o utilizador entra num website e deixa de interagir com qualquer uma das páginas que lhe são apresentadas, contribuindo assim para o Bounce Rate.

Esta é uma questão muito importante para quem está habituado a trabalhar com dados e a otimizar os seus conteúdos digitais, através do SEO.

E se chegar ao topo da página de resultados (aumentando assim o tráfego orgânico) é um dos indicadores de sucesso para quem investe em SEO, é igualmente importante sabermos até que ponto esta taxa de rejeição pode afetar a posição de um website na página de resultados.

A resposta simples: não afeta. Quem o diz é o próprio Google.

Isso acontece por dois motivos.

Em primeiro lugar, nem todas as páginas incluem no seu código o código do Google Analytics. E para medir a taxa de rejeição através do Google Analytics, é necessário que assim seja. Por isso, a métrica acaba por deixar de ser eficaz para a medição de uma taxa de rejeição autêntica e válida.

Bem, mas se estamos a falar da Google, da página de resultados do Google e ainda do Google Analytics, com certeza de que se essa métrica fosse válida, a Google arranjaria uma forma de a incluir na medição do ranking, certo?

É aqui que entra a experiência do utilizador ou a user experience.

A taxa de rejeição é um indicador demasiado vago, neste contexto.

Imagine. Entra num website e gostou tão pouco do que viu que abandona imediatamente. 

Mas o exato contrário também pode ocorrer.

A página que acaba de aceder está tão bem pensada, tão bem desenhada, e responde tão prontamente à sua necessidade que encontra logo a solução que procura em poucos segundos. 

Carrega no botão que procura ou aponta o contacto que precisa e fecha o website.

Um e outro caso apresentariam o mesmo valor de Bounce Rate.

Ou então imagine que acede a uma página e aquele conteúdo é tão, mas tão interessante que o lê várias vezes. Está fascinado. 

Pelo contrário, pode ocorrer que abre uma página, toca o telefone, atende e vai à sua vida, deixando-se ficar na página – nem a leu.

Do mesmo modo, estes dois exemplos apresentariam a mesma taxa de rejeição, mas com uma experiência de utilizador bem diferente.

Quer isto dizer que a taxa de rejeição deve ser ignorada por completo? 

Não. Isto quer dizer que, tal como todos os conteúdos digitais, a taxa de rejeição deve ser otimizada.

Deve ser adaptada ao seu contexto real, tendo em conta o tipo de website desenvolvido, o seu propósito e a indústria onde se insere, entre outros.

Como fazemos isso?

Vejamos primeiro como se calcula e como funciona a taxa de rejeição, antes de avançarmos para a forma como a podemos diminuir e otimizar.

 

Como calcular a taxa de rejeição?

A taxa de rejeição é fácil de calcular.

Na prática, basta dividir o total de todas as sessões de página única, pelo número total de todas as sessões registadas.

O resultado final vai indicar-lhe a taxa de rejeição do seu website. 

 

Como funciona a taxa de rejeição?

A forma como o Bounce Rate funciona, está ligada à forma como deve ser avaliada.

Como vimos, são vários os fatores que podem aumentar a taxa de rejeição. 

Mas a verdade é que há páginas que são pensadas para receberem poucas interações. 

São assim mesmo, de origem. Têm um objetivo estratégico.

Por exemplo, páginas de artigos de blog, como é o caso, têm um papel muito diferente de uma página de contactos, certo?

A primeira, além de oferecer ao utilizador os conteúdos que ele procura, deve também encaminhá-lo para outras páginas, com conteúdos diferentes. Já a segunda deve ser bastante direta nas informações que dá ao utilizador e, por isso, é expectável que o mesmo se demore pouco nesta página.

Mas se uma e outra apresentarem o mesmo valor de taxa de rejeição, algo está errado.

Portanto, podemos dizer que a taxa de rejeição funciona tendo em conta os objetivos da página e ainda do mercado onde se insere.

É através de uma pesquisa dos valores da taxa de rejeição de outros websites da concorrência e de mercado que chegamos a um valor médio de taxa de rejeição para o qual devemos depois otimizar.

A título de exemplo, digamos que o seu website se inclui no mercado do retalho. 

E que depois de fazermos o benchmarking chegamos à conclusão que o Bounce Rate destas páginas, neste mercado, se situa algures entre os 15% e os 30%.

Se a sua taxa de rejeição se situar acima destes valores, é necessária otimizá-la. Ou seja, diminuí-la. 

 

Como diminuir a taxa de rejeição?

Há dois pontos fundamentais que deve ter sempre presentes quando está prestes a otimizar a taxa de rejeição.

O conteúdo (e a forma como está apresentado) e a experiência do utilizador.

Em termos de conteúdo, este deve ser rico em informações pertinentes. Ou seja, é a velha máxima de que os conteúdos devem responder às necessidades do utilizador.

Ao mesmo tempo, deve ser apresentado tendo em conta as boas práticas do digital

Os textos devem ser de leitura fácil, por exemplo. Devem conter subtítulos que ajudem o utilizador a chegar onde precisa, de forma mais simples. Ou conter links para outras páginas, de modo a possamos oferecer ao utilizador toda a informação que ele procura ou precisa.

Estas são apenas algumas das muitíssimas boas práticas que devemos ter em conta quando apresentamos conteúdos aos utilizadores. É através da sua aplicação que conseguimos então aumentar a sua experiência e, por isso, otimizar o Bounce Rate.

O que nos leva ao segundo ponto.

Neste contexto, quando falamos em experiência do utilizador, falamos principalmente do desenvolvimento de websites, em termos técnicos.

Por exemplo, hoje em dia, um website deve ser responsivo. 

Se é cada vez mais normal acedermos a páginas via telemóvel, então os nossos websites devem ser adaptados a este formato. 

Caso contrário o utilizador entra num website e sai imediatamente. Este utilizador tem a certeza de que existem website responsivos e vão à procura deles.

Do mesmo modo, as páginas de um website devem ser de carregamento rápido, porque se um utilizador espera que um website esteja adaptado aos formatos no qual acede, espera igualmente que o mesmo lhe seja apresentado a uma velocidade adequada.

Outro aspeto fundamental são, por exemplo, os pop-ups. 

Sabemos que estas são ótimas técnicas de conversão mas, quando em demasia, acabam por interromper constantemente o utilizador, levando-o a sair do website.

Diminuir e otimizar a taxa de rejeição envolve uma série de boas práticas digitais que levam em conta não só os objetivos do seu website, bem como o mercado onde se insere.

Ainda que esta seja uma métrica que não conta para o posicionamento do website na página de resultados, a verdade é que é um dos melhores indicadores para se situar perante a concorrência e avaliar a sua reputação digital, como um todo.

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Taxa de Conversão
31 março, 2021

Taxa de Conversão

A taxa de conversão é como uma chave de fendas: está sempre à mão, é fácil de utilizar e ajuda a resolver muitos problemas.

É uma das métricas mais poderosas à nossa disposição e é essencial para afinar os seus resultados digitais, para além de ser fácil de calcular e estar sempre pronta a otimizar.

A otimização da taxa de conversão é feita sobre a estrutura e os canais de comunicação que já existem e, na prática, é uma métrica que utilizamos para aumentar os resultados – ou conversões – em pontos de contacto já desenvolvidos. 

Por outras palavras, o investimento compensa em larga escala. 

Que o diga Barack Obama, antigo presidente dos Estados Unidos, cuja equipa de comunicação e análise utilizou a otimização da taxa de conversão para construírem a landing page mais eficaz para a recolha de apoios.

E o resto é história, como a conhecemos.

Esta taxa de conversão é uma ferramenta que ajuda as empresas e as organizações (e até políticos) a atingirem os seus objetivos com um outro nível de sucesso.

Para ficar a saber como pode ir ainda mais longe, do número de vendas ao número de seguidores nas redes sociais, continue a ler.

 

O que é a taxa de conversão?

A taxa de conversão é um valor que lhe indica qual a percentagem de utilizadores que está a tomar a ação que deseja.

Talvez por isso seja importante definirmos o que é a “conversão”, antes de passarmos à “taxa”.

A conversão é definida tendo em conta os objetivos. 

O que é que queremos que os utilizadores façam? Que nos sigam nas redes sociais? Que façam uma subscrição da nossa newsletter? Que realizem uma compra?

Todos estes e outros pontos podem e devem ser entendidos como conversão. E, como tal, os seus resultados podem ser avaliados de acordo com a sua taxa de sucesso.

Passamos assim à “taxa” que pode ser calculada na exata medida das suas métricas de sucesso.

Isto porque não precisa de escolher apenas uma; na verdade, pode ir medindo as várias taxas de conversão em todos os seus pontos de contacto com o cliente e otimizando cada uma delas.

Bom. Então e como é calculada?

 

Como calcular a taxa de conversão?

Na verdade, é muito simples.

Existem duas formas de calcular a taxa de conversão.

A primeira é automática, através de ferramentas como o Google Analytics que, ao apresentar os vários resultados, lhe apresenta também as percentagens relativas à taxa de conversão. E a outra forma é “à antiga”. 

Vejamos um exemplo.

Imaginemos que o objetivo é aumentar o número de subscrições da sua newsletter.

O sucesso está diretamente ligado ao número de novos subscritores por visitantes na página, certo?

Assim, se a página tiver uma média de 5.000 visitas e cerca de 50 utilizadores a subscreverem à newsletter, então uma regra de “três simples” vai indicar-lhe a sua taxa de conversão: 1%. Simples.

A questão é sabermos o que significa este 1%. 

É muito ou pouco?

 

Como saber se a minha taxa de conversão é boa?

Se, por um lado, calcular a taxa de conversão do seu negócio é relativamente simples, por outro, saber o que esse valor significa é um assunto mais demorado.

Isto porque, antes de mais, seja qual for a taxa de conversão, o mais certo é esta poder ser otimizada. 

E depois porque, na verdade, é possível uma taxa de conversão estar situada algures acima dos 10% e uma empresa estar à beira da falência; enquanto, noutro lado, outra empresa apresenta uma taxa de conversão mais pequena, mas com um futuro brilhante pela frente.

É neste ponto que é necessário realizar um estudo de mercado. Deste modo, vai poder comparar os seus resultados com as boas práticas do seu segmento de mercado, em específico.

Como deve imaginar, as taxas de conversão serão bem diferentes num mercado como o imobiliário, por exemplo, contra os valores apresentados num mercado como a venda de computadores.

Saber se a sua taxa de conversão é positiva, ou até que ponto pode ser otimizada, implica também conhecer os números do mercado onde atua.

E depois de ficar a saber qual a sua posição neste ranking, chega a hora de aumentar e otimizar a taxa de conversão.

 

Como aumentar a taxa de conversão?

Como vimos, a otimização da taxa de conversão depende, em primeiro lugar, dos seus objetivos e de um estudo de mercado. E depois de um planeamento estratégico adequado tanto a um, como a outro. 

No entanto, existem uma série de boas práticas que pode implementar.

Deixamos-lhe três.

A começar com os testes A/B.

 

Testes A/B

Um teste A/B é uma forma simples de decidir qual de duas peças de comunicação funciona melhor: se a A, se a B.

Para isso, ao público-alvo é dado acesso a duas versões de uma mesma página, com uma pequena diferença.

Essa diferença pode ser uma imagem de cores diferentes, um botão à esquerda, em vez de à direita, ou tão só um título diferente. 

O importante é que seja mesmo apenas uma diferença e não várias alterações apresentadas ao mesmo tempo.

Ora, sendo um teste, no final os resultados são analisados e apresentam a página com melhor taxa de conversão. Essa será a página vencedora e, portanto, a página que se deve manter e apresentar ao público por inteiro.

Lembra-se de termos mencionado Barack Obama? 

Pois bem, a sua página oficial é mesmo um caso de estudo. De teste A/B em teste A/B, a sua equipa foi otimizando a sua taxa de conversão, tendo chegado ao resultado final após 24 testes. Como sabemos, o resultado foi um sucesso.

E antes de passarmos ao próximo ponto, deixamos-lhe também uma dica, para quando implementar testes A/B.

Comece por dividir o seu público em dois

A uma parte mostra a página A e a outra parte mostra a página B.

Ao final de um tempo terá o seu resultado, mas antes de avançar já com a página vencedora, faça o seguinte: divida o público de novo. Mas, em vez de 50-50, por exemplo, divida-o em 75-25, com os 75% a terem acesso à página que venceu na primeira ronda.

Se os resultados se mantiverem tal e qual, então pode ter a certeza de que está perante a página com a melhor taxa de conversão.

Os testes A/B são essenciais para a otimização da taxa de conversão, mas há mais duas linhas gerais que deve ter sempre em conta.

 

A Proposta de Valor

Por outras palavras, o que é que a sua marca está a oferecer de valor a potenciais clientes? 

Seja qual for o objetivo da página, desde a compra de um produto ao download de um e-book, a pergunta à qual deve tentar responder é sempre a mesma: 

Por que é que uma pessoa havia de o fazer? Qual é o valor?

É comum encontrarmos demasiadas vezes textos extensos que procuram justificar, por exemplo, o porquê de um preço exorbitante sem, no entanto, se dedicarem a demonstrar o real valor do produto aos consumidores.

Se começar por demonstrar esse valor, o mais certo é eventuais objeções caírem, o preço se autojustificar e o cliente realizar a ação desejada.

A linguagem é, precisamente, a nossa última dica.

 

Uma linguagem simples

Mesmo que o seu produto esteja inserido no mais luxuoso dos mercados de luxo, não há necessidade de comunicar com as pessoas de uma forma pomposa ou até condescendente.

Visite qualquer página de uma marca de luxo e confirme-o.

Repare na linguagem utilizada.

Embora seja impossível dizermos que todas as marcas se comportam assim, o mais certo é ter encontrado uma linguagem simples e direta.

E do outro lado do espectro acontece o mesmo. 

Da mesma forma que é desnecessário utilizar palavras “caras”, é óbvio que não devemos faltar ao respeito a ninguém. Isto parece claro, mas ficaria surpreendido. 

Por vezes, a necessidade de chamar a atenção leva algumas marcas a passar da marca. Lembre-se que está a falar com pessoas que têm uma vida e não têm tempo a perder. 

Fale de forma direta e simples. Sobre isto, não há segredos.

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Marketing 4.0
10 fevereiro, 2021

Marketing 4.0

Se pensa que o Marketing 4.0 é apenas mais uma das muitas tendências do marketing digital, está muito enganado.

O Marketing 4.0 está bem longe de ser uma tendência. 

Até porque este é apenas um nome ou uma ideia que pretende explicar a evolução do marketing como um todo. Desde o seu aparecimento até aos dias de hoje.

4.0 dá ao marketing uma linguagem tecnológica, à qual os consumidores estão habituados. E marca historicamente o passo que foi dado na sua evolução.

Neste artigo vamos tentar explicar o que é isto do Marketing 4.0 – um conceito complexo, lançado por um académico em 2016. Confessamos que será uma tarefa um pouco difícil, mas também nunca fomos de recusar desafios.

E, como se costuma dizer, o melhor mesmo é começarmos pelo princípio.

 

Eras do Marketing 

Para chegarmos ao Marketing 4.0 foi preciso passarmos pelas "Eras do Marketing". 

No fundo, é a evolução e a adaptação de uma área profissional de comunicação, ao mundo que a rodeia.

Como já percebeu, foi assim que chegámos ao Marketing 4.0 – mas, claro que, para aqui chegarmos passámos pelas suas versões anteriores: a 1.0, a 2.0 e a 3.0

 

O Marketing 1.0

A primeira versão – o Marketing 1.0 – a coisa era…bem, não era fácil, mas estava longe de ser o que é hoje.

Estávamos na era industrial e os consumidores, na altura, interessavam pouco. As opções eram poucas e a concorrência entre as empresas era baixa. Por isso, o enfoque estava apenas no produto – na sua produção e redução de custos.

Para os consumidores, massificavam-se as comunicações em torno desse mesmo produto e dos seus benefícios.

Com pouca escolha à sua disposição, era o que havia. Era escolher. Aliás, a marca pouco interessava. Então a tecnologia começou a ganhar protagonismo e começámos a progredir em direção ao Marketing 4.0

 

O Marketing 2.0

Chegou com a chamada ‘era da informação’, que permitiu aos consumidores estarem mais bem informados, passando a melhor comparar produtos, características e marca. 

Esta foi também uma época de maior concorrência e isso levou as marcas a terem de lutar entre si pela sua preferência: levando-as a criarem e a falarem para o seu público-alvo. 

A segmentarem o mercado e, do produto, as marcas passaram então a concentrarem-se nos consumidores.

 

O Marketing 3.0

Com mais tecnologia, o advento das redes sociais e uma maior proximidade, as marcas começaram a humanizar-se. É neste momento que o consumidor passa a poder falar diretamente com marcas, a “estar dentro da empresa” e a tornar-se, ele próprio um difusor de conteúdo. 

Com cada consumidor mais próximo, as marcas entenderam que cada um deles era único: com a sua própria complexidade, história e valores, mesmo quando dentro de uma comunidade específica.

Nasce então a necessidade de se criar uma ligação emocional com eles e, ao mesmo tempo, marcar presença no digital, como forma de se adaptarem aos seus novos comportamentos.

Entramos na personalização das marcas e na associação de valores humanos às mesmas. 

Chegamos ao seu “propósito” e à confirmação de que o público espera mais de uma marca para além da criação e venda de produtos. 

Para além de responderem às necessidades, as marcas passam a ter de estar alinhadas com os valores humanos que o seu público-alvo aprecia e segue.

É deste ponto que partimos para a ideia de Marketing 4.0, lançada por Philip Kotler, em 2016.

 

O que é o Marketing 4.0?

O Marketing 4.0 nasce de um livro com o mesmo nome, da autoria de Philip Kotler, um académico reconhecido na área, em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.

Como já deve ter percebido, o Marketing 4.0 segue a evolução da prática e pensamento do Marketing, mas, numa linha, o Marketing 4.0 é a adaptação da área aos tempos atuais. 

Ou seja, às novas tecnologias, à internet e ao comportamento do consumidor. O Marketing 4.0 parte também de uma evidência:

Mais de metade da população mundial tem internet e faz uso dela. Para tudo e mais alguma coisa, incluindo a aquisição de produtos e serviços de todas as formas, cores e feitios (e preços!).

Vamos arriscar numa frase: Até as compras feitas por impulso, hoje, foram alvo de uma investigação no Google, algures no tempo passado. Certo?

Se hoje lhe der para comprar um par de calças, o mais certo é ir pesquisar e comparar, antes de o fazer. Ou então já o terá feito: ontem, na semana passada, há um mês. 

O Marketing 4.0 é isso: a integração plena do digital no customer journey.

Quer isso dizer que o Marketing 4.0 se aplica apenas ao Marketing Digital?  Não, de todo! É mesmo a junção do marketing offline e do marketing online, num só conceito: marketing 4.0.

O digital é indissociável do nosso dia a dia. Esqueça os smartphones. Já estamos a caminho dos smartgadgets – da internet das coisas.

E a sua influência na forma como nos comportamos e tomamos decisões é inegável. 

O Marketing 4.0 é a interação entre o digital e o físico. É a criação de um mundo sem fronteiras entre um e outro e a forma como se devem relacionar de forma perfeita, sem barreiras.

Isto é tudo muito bonito. Mas e a prática? O melhor fica sempre para o fim. 

Continue a ler porque, agora sim, vamos falar das características e da estratégia sobre o Marketing 4.0

 

Características do Marketing 4.0

Para entender devidamente o conceito de Marketing 4.0 é importante compreendermos as suas características. E o mesmo é dizer que é preciso compreendermos os paradoxos inerentes ao Marketing 4.0. O que queremos dizer com isto?

Em primeiro lugar, significa que apesar do marketing online estar a ganhar cada vez mais o seu espaço, todos nós continuamos a dar valor aos encontros físicos – às experiências reais. 

A primeira característica do Marketing 4.0 é então a maior necessidade de integração entre o marketing online e o marketing offline. Entre o digital e o físico.

Depois, e uma vez que no universo digital há espaço para todos, isso significa que a competição é feroz. O Marketing 4.0 dá aos consumidores mais informação e mais escolha e, por isso, menos tempo.

Ou seja, o marketing digital exige que a comunicação de uma empresa seja simples, direta e útil, de modo a que possamos capitalizar do pouco tempo de atenção a que tivermos direito.

Por fim, a última característica do Marketing 4.0 leva-nos ao espaço de ação do consumidor, que hoje pode criticar tudo. De forma positiva ou negativa.

E se, por um lado, as críticas negativas nos podem deitar um pouco abaixo, por outro, podem também levar à criação de defensores da marca – verdadeiros embaixadores da sua empresa.
Estas são as principais características do Marketing 4.0, a partir das quais vamos desenhar uma estratégia.

 

Estratégia do Marketing 4.0

Pegando em tudo o que falámos até aqui sobre o Marketing 4.0, há quatro passos fundamentais para a atualização da sua estratégia de comunicação.

Em primeiro lugar, lembre-se que está acompanhado. Empresas e consumidores interagem entre si. Trocam experiências e conteúdos autênticos.

Aliás, a autenticidade é uma palavra-chave na prática do Marketing 4.0

A comunicação da sua empresa deve ser horizontal. Ou seja, mais democrática e inclusiva. Para isso, é importante humanizarmos a marca, dando-lhe valores e propósitos. 

Em segundo lugar, para o Marketing 4.0 é essencial que exista uma integração entre o marketing online e offline.

Ambas as estratégias devem evoluir e convergir numa única. As experiências oferecidas aos consumidores devem utilizar todos os canais disponíveis – digitais e físicos – de uma forma fluída, sem barreiras.

Os conteúdos utilizados nesta fase devem conquistar a atenção e a confiança dos seus consumidores. É assim que entramos no terceiro ponto da estratégia de Marketing 4.0 – com marketing de conteúdo relevante para o seu público.

Por último, é também importante sublinhar que esse público deve ser estimulado à interação. Lembre-se que está acompanhado e que há uma fatia da sua marca que está fora do seu controlo. 

Mas isso é excelente! 

Como vimos não só pode levar à criação de defensores da marca, como também à produção de conteúdos externos que, por sua vez, vão alimentar a sua comunicação e autoridade.

Explicar o Marketing 4.0 em apenas um artigo sucinto e mesmo entender o seu conceito de uma assentada só é um pouco difícil.

Mas acredite que é o primeiro passo para se colocar à frente da competição e preparar-se para o futuro próximo, mesmo aí ao virar da esquina.

O Marketing 4.0 está diretamente ligado ao desenvolvimento tecnológico e esse, como sabemos, tem uma evolução exponencial.

Se estiver interessado em explorar um pouco mais a ideia de Marketing 4.0 não hesite: fale connosco ainda hoje e nós esclarecemos tudo.

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Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend
11 novembro, 2020

Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend

A famosa Black Friday, também designada por sexta feira negra, é o dia em que o consumismo humano é levado ao extremo. As estradas enchem-se de carros, os centros comerciais inundam-se de compradores ansiosos, e a internet diverte-se com vídeos virais de pessoas que perdem a cabeça nas lojas. Esqueçam, isso era antes,  este ano vai ser diferente, vai ser na net nas suas lojas-online !

As promoções da Black Friday elevou os padrões do consumismo. Todos os anos, milhares de pessoas compram coisas, que muitas vezes não precisam, só pela adrenalina de aproveitarem os descontos.

 

Quando é a Black Friday?

Black Friday corresponde ao dia que inaugura a temporada das compras de Natal com grandes promoções em muitas marcas, retalhistas e plataformas online. Corresponde ao  dia depois do dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, ou seja, corresponde à última Sexta Feira do mês de Novembro, que este ano em Portugal corresponderá ao dia 27 de Novembro.

Como complemento ao evento, existe a Cyber Monday, que é um dia dedicado às compras online e que se celebra na segunda-feira Seguinte.

  • Black Friday - sexta feira, 27 de Novembro de 2020
  • Cyber Monday - segunda feira, 30 de Novembro de 2020

 

A louca corrida às promoções Black Friday

Um exemplo que nunca me esqueci foi de uma entrevista que vi na Black Friday de 2018. Uma senhora disse à repórter que todos os anos aproveitava a sexta feira negra para comprar uma televisão nova.

Eu repito: Todos os anos, uma televisão nova. Não porque precisava, não porque a sua se estragou, e muito menos porque era antiga. Simplesmente para aproveitar a promoção da black friday.

O comportamento que muitas pessoas demonstram no dia da black friday ganha contornos de loucura, não é?

Mas do ponto de vista das marcas, é uma excelente oportunidade para aproveitar esta onda de corrida às promoções e vender mais.

A questão é: Estarão as marcas a aproveitar esta oportunidade tão bem como deviam?

É o que lhe vamos mostrar a seguir.

 

A Black Friday online analisada à lupa digital

Só no últimos 30 diaso termo “black friday” foi pesquisado cerca  480.000 vezes em Portugal. Quase meio milhão de pesquisas, o que corresponde a 5% da população Portuguesa.

Isto significa que, se a sua marca conquistar a primeira página do Google, são 480.000 oportunidades que tem perante os consumidores interessados nos descontos da black weekend. Eles sabem que vão gastar dinheiro nesse dia e mal podem esperar que cheguem os descontos e promoções. O que significa que, se mexer bem as peças no digital, parte dessas 500 mil pesquisas poderá tornar-se sua cliente.

A tendência veio para ficar. Basta analisarmos o crescimento deste termo de pesquisa.

Eis o que nos mostra o Google Trends nos últimos 5 anos:

black friday tendências

Em apenas 5 anos, as pesquisas por “black friday” cresceram abruptamente. A tendência é que continuem a crescer.

Mas o Google Trends mostra-nos outro dado interessante. Mostra-nos que a keyword começa a ser pesquisada cada vez mais cedo. Por exemplo, em 2015 só se registaram as primeiras pesquisas no final de Outubro, enquanto que este ano de 2019, começaram logo no início de Agosto. Não só existem muitas mais pesquisas, como começam 2 meses antes.

 

Volume médio de pesquisas efetuadas no Google nos últimso 30 dias, alguns exemplos associados à keyword Black Friday em Portugal:

  • black friday - 480.100 pesquisas
  • fnac black friday - 18.100 pesquisas
  • zara black friday - 12.100 pesquisas
  • ikea black friday - 5.400 pesquisas
  • black week - 2.900 pesquisas
  • black friday dia - 2.900 pesquisas
  • black friday lojas - 1.900 pesquisas

Há muita coisa que as marcas podem fazer com esta informação, mas já lá vamos.

 

Pesquisas por Black Friday associadas às marcas

“black friday worten”, “black friday fnac”, “black friday zara”, entre outras como a media markt, a radio popular, a amazon, a primark, a conforama ou até a playstation.

Além das marcas, os hipermercados e centros comerciais como o continente, o jumbo, o el corte inglês, ou o colombo, também estão associados - e em ascensão - nestas tendências de pesquisa.

Mas com isto em mente, lanço-lhe um desafio: Procure por black friday no Google, e observe os resultados. Eles podem variar consoante o seu dispositivo, localização e hábitos de pesquisa, mas no geral hão-de ser mais ou menos isto:

A Worten e a Fnac bem posicionadas na primeira posição, a Media Markt na segunda posição, e o resto das marcas são fantasmas. Na verdade, a maioria dos resultados de pesquisa são dominados por websites brasileiros. Não é preciso ser um génio para perceber que apenas a Worten e Fnac e pouco mais se estão a colocar perante as 500 mil pessoas que fazem esta pesquisa no Google.

Nenhuma das outras marcas acima referidas tem sequer uma posição relevante nos motores de pesquisa, deixando escapar a oportunidade de atrair milhares de potenciais clientes que mal podem esperar por gastar o seu dinheiro neste dia tão especial de descontos.

 

Já agora, pesquise no Google por "oportunidades digitais Black Friday"

 

As oportunidades que ficam por otimizar na Black Friday de 2020

Então, esta é a nossa questão: O que é que faz com que as grandes marcas e superfícies comerciais deixem escapar a oportunidade de atraírem estes milhares de consumidores altamente motivados para comprar?

O que é que as leva a descartarem as 500 mil pessoas que pesquisam no Google? Estamos a falar de 5% da população portuguesa.

Claro que, como agência de SEO, conhecemos bem o síntoma. Sabemos que, sem conteúdo otimizado, nem tecnologia otimizada não se fazem milagres no Google.

Mas, então e o motivo? Será puro desconhecimento quanto às boas práticas de SEO, ou será que não valorizam o tráfego orgânico dos motores de pesquisa?

A verdade é que, os grandes centros comerciais como o Colombo ou o Cascais Shopping, que contêm todas as grandes marcas e lojas, podiam aproveitar para atraírem mais consumidores nesta data. Claro que não é por isso que vão ficar vazios, mas com algum esforço e empenho nas boas práticas de SEO, estariam em vantagem, principalmente quando a concorrência é tão alta entre centros comerciais.

E quem diz os centros comerciais, diz também as outras marcas que não seguem o exemplo da Fnac ou da Worten e não lutam pelo posicionamento orgânico que lhes permite aumentar ainda mais as suas vendas.

Se, no seu caso quiser aproveitar esta oportunidade e atrair mais consumidores, deixo-lhe algumas dicas sobre como pode optimizar as suas próximas campanhas de Black Friday.

 

SEO Para Black Friday Passo a Passo:

Para 2020 pode já ser tarde, mas eis algumas dicas para coordenar e otimizar as suas campanhas de Black Friday para 2021:

Quanto mais cedo começar, melhor.

  1. Verifique se o seu website está de acordo com as boas práticas de otimização com os motores de pesquisa (SEO), se tem bons níveis de compatibilidade com dispositivos móveis, dados estruturados e com uma boa performance
  2. Estude as tendências dos anos anteriores e anote as que podem ser relevantes para o seu negócio
  3. Identifique as palavras chaves relevantes, e o comportamneto do seu publico alvo no digital
  4. Desenvolva conteúdo relevante para a data e destinado às suas campanhas
  5. Coordene o SEO do seu site com os outros investimentos de marketing
  6. Acompanhe os resultados e ajuste a sua estratégia

       

Implementando de forma correta estes passos, a sua empresa pode ser uma das que estarão na linha da frente nos motores de pesquisa.

Atrair a atenção de quase 500 mil pesquisas, parece-lhe interessante?

Se precisar de um parceiro à altura nessa jornada de conquista, conte connosco e com toda a nossa experiência para dominar as posições orgânicas do Google.

Boa sorte, e boas vendas!

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Como criar uma loja online de sucesso
01 setembro, 2020

Como criar uma loja online de sucesso

Recebi um telefonema de um amigo a desabafar que a loja online da empresa onde trabalha não "funciona". Foi muito cara e deu imenso trabalho mas não vende.

Pediu-me para analisar o que poderia estar a afectar negativamente os resultados das suas vendas online. Numa rápida análise vi uma loja online muito atrativa, funcional, mas com uma falha fatal: os seus produtos não apareciam nos resultados quando pesquisados no Google. A principal causa do problema consistia na ausência total de uma estratégia digital:

  • Não existia correspondência entre os conteúdos existentes na loja, e as pesquisas efectuadas pelo público alvo;
  • A plataforma tecnológica e os conteúdos, não seguiam, nem respeitavam minimamente as boas práticas de SEO (search engine optimization).

 

Para conseguirmos vender na internet, não basta termos uma loja online atrativa e funcional. A tecnologia, os conteúdos e a sua otimização têm um peso enorme para o sucesso. Uma loja "fisica" para vender com sucesso tem que estar na principal avenida de uma cidade. O mesmo se passa na internet: a sua loja online tem que estar na 1ª página de resultados.

 

85% de toda a navegação na internet começa com uma pesquisa no Google. É crucial que a sua loja online apareça na 1ª página de resultados, pelos produtos ou serviços que vende.

1ª página de resultados = Visibilidade = Vendas Online

 

É muito importante trabalhar com profissionais especializados na área, devendo ser sempre delineada uma estratégia digital orientada para os resultados.

Não cometa o erro de criar uma loja online com base nos seus gostos pessoais, com escolhas aleatórias não fundamentadas, e sem uma boa estratégia digital.

Nós podemos ajudar, contacte-nos.

 

Estratégia Digital: Os 5 pontos mais importantes para a criação da sua loja online:

 

1 - Trabalhar com dados e conhecer as pesquisas do seu Público-Alvo

Saber para quem se está a comunicar, definir o consumidor que se pretende alcançar, fazer um estudo para conhecer as suas pesquisas, hábitos, interesses, necessidades e padrões de comportamento.

Tudo o que é pesquisado pelos consumidores no Google é registado temporal e geograficamente (onde e quando), é fundamental o uso da matemática e da estatística de forma a conhecermos o comportamento do seu público-alvo e potencial de alcance.

Caso Prático: De Guimarães para o Mundo, a ToWorkFor é um fabricante de calçado de segurança, a sua loja online encontra-se nas primeiras posições de resultados do Google por "safety shoes" entre outras keywords da sua oferta, capitalizando assim milhares de visitas e consequentemente vendas online.

  • A keyword "safety shoes" tem 165.000 pesquisas de média mensal no Mundo.

 

2 - Implementar uma estratégia de SEO

O SEO é a arte de alcançar tráfego gratuito, de qualidade e que gere conversões. Isto é o mesmo que dizer que o site deve comunicar de forma eficaz com os motores de pesquisa (Google SEO). Para isso, devem ser identificadas as keywords de negócio e respectivas pesquisas. Uma vez identificadas as palavras-chave, que expressam o grau de interesse do público-alvo face a um determinado negócio, podemos então priorizar os conteúdos relevantes para a comunicação em qualquer ambiente digital, com o objetivo de proporcionar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade digital da oferta da sua loja online.

Caso Prático: Para aparecer na primeira página do Google por "calçado para criança", os conteúdos têm que ser relevantes e responder às pesquisas por este tema. Esses mesmos conteúdos têm de respeitar as boas práticas de otimização (meta tags, estrutura de navegação, responsive, performance, experiência do utilizador (UX), entre outros).

  • A keyword "calçado para criança" tem 580 pesquisas de média mensal em Portugal.
  • A keyword "sapataria infantil" tem 210 pesquisas de média mensal em Portugal.

A Loja Online  desenvolvida para a Pés de Cereja, encontra-se nas primeiras posições de resultados do Google, quando se pesquisa por "sapataria infantil", "crocs para menina", "havaianas para menina" , "mocassins para menino" entre outras  keywords de negócio, capitalizando assim milhares de visitas e consequentemente vendas online.

 

3 - A Usablilidade e o Moblie First

Tornar a experiência digital do utilizador de excelência e com elevados níveis de usabilidade. Optar por um layout clean, funcional, bem estruturado e de fácil usabilidade, onde qualquer utilizador consiga ter acesso à informação de forma simples e intuitiva.

Quando 80% de todos os utilizadores usam o "mobile" para acesso à internet, o pensar "mobile first" é sem dúvida relevante. Pensar o layout "mobile first" não implica não pensar no "desktop", mas implica adaptar e privilegiar o mobile em detrimento do desktop, ou seja, na balança das decisões, o mobile deverá pesar mais, o típico "ahh mas fica bem em desktop, vai ser complicado é em mobile" deverá ser invertido!

 

4 - Nunca esquecer o fator tempo

O ser humano comum é um runner. E, se ele corre, a marca que o quer apanhar tem de correr com ele. Ou, pelo menos, meter-se à frente para que ele a veja. Em vez de a sua marca colocar os seus produtos/serviços na paisagem, o melhor é mesmo colocá-los na pista de tartan.

fator tempo e lojas online

Até há pouco tempo, o consumidor andava de mãos nos bolsos, assobio na boca e olhos na paisagem. Podia não ver todos os produtos ou serviços que lá estavam, mas via alguns e, acima de tudo, procurava e selecionava. Hoje em dia, o consumidor tem as mãos no Smartphone que tirou do bolso, o assobio é música de Benny Hill e os olhos só olham em frente. Não procura, escolhe o que lhe aparece no ecrã. A sua loja online tem que estar preparada para dar uma resposta em segundos ao que o utilizador pesquisa e quer comprar.

 

5 - Escolher o fornecedor certo

Mais do que a procura de uma empresa que crie lojas online atrativas e funcionais, a competência em marketing e reputação digital são fundamentais no processo de seleção. O fornecedor deverá ter a capacidade de ver em primeiro lugar os objetivos de negócio do cliente, no portfólio do fornecedor deverão constar casos de sucesso, com provas dadas e demonstráveis.

 

criar loja online fornecedor certo

Na Bluesoft falamos com os nossos clientes “olhos nos olhos”. Investigamos, analisamos e aconselhamos as melhores estratégias digitais para que a sua loja online venda com muito sucesso.

Somos especialistas em reputação e marketing digital, temos os melhores profissionais, especializados em exclusivo, nos canais digitais. 

Na Bluesoft entregamos resultados e não promessas !!  Contacte-nos.

 

Criar uma loja online que cumpra as boas práticas tecnológicas é essencial

Na Bluesoft as lojas online são desenvolvidas à medida, com máxima atenção prestada ao detalhe e à qualidade tecnológica. Tecnologia essa, otimizada, assente em dados estruturados e com elevados níveis de performance.

A internet atingiu uma dimensão, com milhões e milhões de novas páginas lançadas para a web todos os dias, em que os motores de pesquisa querem dados organizados e estruturados para serem consumidos com ordem e relevância. Em suma: "fazer a papinha ao Google".

Plataformas "pré feitas" como  Shopify, WooCommerce, são tentações fáceis, baratas e de rápida implementação. Contudo, não cumprem as boas práticas de otimização ansiadas pelos motores de pesquisa, sendo na maioria dos casos, classificadas como "lixo" por parte dos motores de pesquisa e aplicações. Conclusão: não têm credibilidade, não têm visibilidade, não vendem!

Para vender é necessário aparecer nos primeiros resultados de pesquisas, para aparecer nos primeiros resultados é necessário conquistar a credibilidade orgânica. Para que isso aconteça, a tecnologia deverá ser "perfeita" e seguir criteriosamente as "regras" do ponto de vista técnico, "uma espécie de relógio Suíço".

Loja Online Carateristicas

 

Principais caraterísticas que devem ser cumpridas por uma loja online:

  • Certificada e Segura;
  • Adaptada a todos os dispositivos (desktop, mobile, tablets, ...);
  • Permitir autonomia total na gestão de conteúdos sem encargos;
  • Otimizada com Motores de Pesquisa (SEO);
  • Possuir dados estruturados e pesquisa por voz;
  • Possibilitar pagamentos automáticos ou integração com gateway de pagamentos (MB, MBWay, Cartões Crédito, PayPal);
  • Permitir integração com empresas transportadoras;
  • Ser otimizada para Redes Sociais;
  • Possibilitar integração com ferramentas de análise estatística do perfil dos utilizadores;
  • Possibilitar integração com Google Shopping (se justificar);
  • Possibilitar faturação integrada ou sistema de faturação próprio (se justificar);
  • Possibilitar integração com sistemas de CRM (se justificar).

 

As tendências que deve considerar ao criar uma loja online:

Devido à pandemia COVID-19, estão a surgir novas tendências no comportamento digital. Mudanças significativas na forma como os consumidores vão interagir com as marcas e como fazem as suas compras de produtos e serviços. Nunca as compras online cresceram tanto.

 

  • Virtual Experience Economy: com espetáculos cancelados e museus encerrados, a economia das experiências agora é virtual e imersiva, causando um aumento da experiência virtual em setores como turismo, retalho e desporto;
  • Shop Streaming: com o mercado live streaming em alta, as compras online tornam-se mais interativas, experimentais e em tempo real;
  • Virtual Companions: aumento da procura por empresas virtuais que nos possam entreter, educar e até criar amizades;
  • Ambient Wellness: as empresas devem incorporar os hábitos de higiene e proteção nos espaços físicos, sendo esta uma nova prioridade dos consumidores;
  • M2P (Mentor to Protégé): aumento na procura por plataformas que nos ligam a professores, especialistas e mentores para ganharmos novas skills para tornar o tempo online mais produtivo;
  • A-Commerce: com a crescente procura por interação sem contacto, chega uma nova geração de comércio automatizado;
  • The Burnout: os consumidores estarão sensíveis e recetivos para todos os negócios que possam melhorar o bem-estar mental;
  • Open Source Solutions: as empresas que colaboram umas com as outras e com as pessoas serão mais valorizadas pelos consumidores;
  • Assisted Development: o tempo em casa permitirá descobrir o que realmente gostamos de fazer, mas a economia do on-demand continuará a crescer;
  • Virtual Status Symbol: com a procura por um consumo mais sustentável, os bens virtuais afirmam-se como símbolo de status genuínos em diferentes indústrias e geografias.

 

Com uma visão otimista do futuro, novos negócios e oportunidades vão surgir. O digital e tudo o que envolverá o comércio online, irá assumir uma maior relevância.

 

Já não é suficiente que uma marca tenha uma presença online em todos os meios, essa presença tem que funcionar, a loja online tem que vender, os seus produtos têm que ser encontrados por quem os procura.

Trabalhar com dados tornou-se fundamental mais do que nunca para o sucesso de qualquer investimento no digital.

Prepare o seu negócio para responder aos desafios e oportunidades da nova era digital, contacte-nos.

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Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência
24 outubro, 2019

Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência

Se fosse há uns anos atrás, sem motores de pesquisa nem posicionamento orgânico que lhes valesse, qualquer pequeno empresário aceitaria a sua posição como um humilde e inofensivo empreendedor, na presença e grandiosidade dos tubarões da sua indústria.

Mas a internet chegou, impôs-se e mudou as regras do jogo.Tirou as pequenas empresas da sombra e deu-lhes a possibilidade de equilibrarem a balança, numa luta, à partida, desigual. As que perceberam isso estão agora a pulverizar a concorrência.

No entanto, persiste a ideia de que as pequenas empresas nada podem fazer contras os gigantes da concorrência. Que devem contentar-se com o seu cantinho e deleitar-se com qualquer migalha que caia no prato rachado da indústria. Ou é porque não têm a exposição necessária, ou não têm o número de funcionários, ou não têm os orçamentos, ou o que quer que seja que não tenham. Como se a internet obedecesse às leis da savana e primeiro comessem os leões.

Na internet as regras são muito diferentes das do marketing tradicional, e quem as conhece vira o jogo a seu favor, domina o posicionamento orgânico e torna-se no leão que reclama comer primeiro que todos os outros.

Na Bluesoft vimo-lo acontecer uma e outra vez. Fizemo-lo acontecer uma e outra vez. Ajudámos pequenas, médias e grandes empresas a destacarem-se da concorrência, a utilizarem a internet a seu favor, e a atingirem níveis de faturação nunca antes sonhados.

E se vai reter alguma coisa deste artigo, que seja isto: A internet não existe para servir, mas sim para ser servida. É uma rede democrática que recompensa quem a serve melhor.

E é por isso que neste artigo lhe damos algumas dicas essenciais para saber como pode utilizar a internet a favor da sua empresa, e colher os benefícios que ela lhe reserva, se souber servi-la.

 

Marketing de Conteúdo - Sirva para ser servido

Sem entrar em detalhes aborrecidos, comecemos por um pedaço de história. Uma breve viagem no tempo mostra-nos que a internet nasceu como uma rede de partilha de informações entre universidades, instituições militares e governos. Mas para que essa partilha fosse real, precisava de ser alimentada.

E quem a alimentava, eram os utilizadores. Eram eles que criavam e partilhavam as informações, e que mantinham a rede ativa. Ou seja, a criação e partilha de conteúdo é a origem da internet. Um salto no tempo até aos dias de hoje e percebemos que essa essência se mantém, por muito diferente que estejam as coisas. É o conteúdo que continua a sustentar a internet, e continuam a ser os seus utilizadores que o criam, partilham e consomem.

Por exemplo: Hoje, quando alguém tem tosse seca, a primeira coisa que faz é procurar uma solução no Google. É por isso que o termo “tosse seca” tem em média 3600 pesquisas mensais em Portugal.

O que é que isto quer dizer para a sua empresa? Que, ao compreender que a partilha de informação e de conteúdo é a essência da internet, consegue posicionar melhor as suas peças no tabuleiro dos negócios online.

É por isso que não interessa se a sua empresa é grande, média ou pequena. O que interessa é a forma como joga o jogo, e ao criar conteúdo está a jogar segundo as regras da casa.

 

Criar Conteúdo não Chega - É preciso mostrá-lo

Se no ponto anterior fiz parecer que é fácil... que é só criar conteúdo e já está, então foi erro nosso. Porquê? Porque criar conteúdo não chega. A internet é um vulcão de conteúdo em constante erupção. Todos partilham, criam e consomem conteúdo - a toda a hora.

Isto significa que, o conteúdo que a sua empresa criar, tem de captar a atenção do seu público-alvo, e destacar-se no meio da exorbitância astronómica de conteúdo que é criado a cada segundo. É por isso que criar não chega, tem de lhe dar visibilidade.

E há várias formas de dar visibilidade ao seu conteúdo, uma das quais é sem dúvida a nossa favorita. Vão chamar-nos tendenciosos? É possível que sim, mas nós não queremos saber. Porque enquanto agência de seo, consideramos que a melhor forma de colocar o seu conteúdo em frente do seu público-alvo, é conquistando o posicionamento orgânico nos motores de pesquisa como o Google.

E a razão é simples - 85% da navegação na internet começa no Google, o que significa que ele é potencialmente a maior fonte de tráfego que pode ter. Por isso é essencial alcançar o melhor posicionamento orgânico nas pesquisas, se quer pulverizar a concorrência.

 

Posicionamento Orgânico - Casos práticos

Voltemos ao exemplo da “tosse seca”. Em média esse termo tem 3600 pesquisas mensais em Portugal - o que significa que se escrevesse um artigo a explicar às pessoas de que forma podem livrar-se da tosse seca, e o colocasse em primeiro lugar nas posições do Google, teria cerca de 3600 visitas potenciais ao seu website, todos os meses. É essa a importância de conquistar o melhor posicionamento orgânico possível.

Mas não se fique por aqui, porque as possibilidades são infinitas. Replique essa prática por outros termos e variações de pesquisa, e pode atrair milhares ou milhões de visitas mensais e orgânicas, só através do Google. É o que fazem as grandes marcas que crescem online, investem em posicionamento orgânico que perdura no tempo, e é isso que a sua empresa deve fazer também.

É o que acontece ao nosso cliente Jaba Recordati:

O seu conteúdo acerca da  “Tosse Seca e Irritativa - Causas e Tratamento”, está na primeira posição do Google para termos como “tosse seca”; “tosse persistente”; “tosse seca e irritativa”... entre outras palavras-chave. Só o posicionamento orgânico desse artigo garante-lhes milhares de visitas mensais ao seu website, ou seja, mais de mil oportunidades por mês da marca interagir e se relacionar com o seu público.

A ciência está em compreender o algoritmo do Google e saber como pode otimizar todo o seu website para alcançar as melhores posições orgânicas.

Para isso deve:

  1. Fazer uma pesquisa exaustiva das keywords mais relevantes na sua indústria
  2. Compreender a vertente técnica do SEO e optimizar o seu website internamente
  3. Criar conteúdo otimizado, original, e de qualidade
  4. Manter a consistência na criação de conteúdo, para alimentar constantemente os motores de pesquisa.
  5. Fortalecer a autoridade do seu website através da otimização externa

Contudo, dominar o posicionamento orgânico para keywords e conteúdo informativo é apenas uma parte do processo. O próximo ponto mostra como pequenas empresas podem derrubar gigantes.

 

Domine os Motores de Pesquisa através do posicionamento orgânico

Imaginemos que escreve um artigo sobre “como baixar a febre”. Talvez tenha um clínica pediátrica, e o artigo seja direcionado para mães que querem saber como podem baixar a febre dos filhos.

Conseguir esse tipo de visitas é ótimo para ganhar reconhecimento, autoridade e reputação para a sua marca, no entanto está distante de garantir que se tornam clientes. Por isso é que é importante dominar também o posicionamento orgânico dos termos gerais da sua área de negócio, porque só assim pulveriza realmente a concorrência. Mas vamos a números. 

Continuando na suposição de que tem uma clínica pediátrica. Uma análise rápida mostra-nos que “como baixar a febre” tem uma média de 750 pesquisas mensais, enquanto que existem cerca de 260 pesquisas mensais para a keyword “clinica pediatrica”.

Comparativamente, o artigo tem potencial para lhe trazer mais visitas. No entanto, a intenção de pesquisa revela que quem procura no Google por “clinica pediatrica” está muito mais próximo de se tornar cliente, do que alguém que queira apenas saber como pode baixar a febre ao filho. Porquê? Porque à partida está ativamente à procura de uma clínica, enquanto que quem procura conteúdo informativo, não revela intenção de se tornar cliente imediato.

Mas se quer tornar-se no leão que domina a savana, o ideal é ter uma empresa competitiva em todas as frentes, dominando o posicionamento orgânico tanto para termos de negócio, como para conteúdo informativo.

MAS ATENÇÃO! Não é só de conteúdo que vive a otimização dos websites, e que se conquista as melhores posições do Google. A componente técnica e a tecnologia têm um papel fundamental para o sucesso na conquista dos motores de pesquisa.

 

A magia do Posicionamento Orgânico

Observamos muitas empresas que, aparentemente fazem tudo certinho, mas que optam por plataformas que as limitam para alcançarem resultados, como o Wix, Shopify ou o Wordpress. Essas plataformas ganharam popularidade por tornarem mais fácil a criação de websites do ponto de vista do utilizador. 

No entanto, a quantidade de código que contêm e que os utilizadores não vêm, pode ser nociva para o sucesso do website e prejudicar o seu posicionamento orgânico no Google, quando comparado com websites feitos de raíz, como os que são feitos por nós. Estamos a puxar a brasa à nossa sardinha? Pode crer que sim! E fazemo-lo porque sabemos que os nossos websites têm um código muito mais limpo, o que os torna mais leves, rápidos e fáceis de entender (do ponto de vista do Google). 

É a diferença entre visitar uma casa limpa e arrumada onde dá gosto estar, ou uma casa de um acumulador de código, suja, escura e cheia de tralha, onde não se deita nada fora. Onde é que acha que o robot do Google se sentirá melhor? A quem é que acha que o algoritmo dará mais relevância?

Quer um outro exemplo real? Um dos nossos clientes atua na área dos animais de estimação e pet sitting, o Cão Nosso, e aparece em primeiro lugar no Google, à frente de tubarões como a Royal Canin, Purina, Taste Of The Wild, etc... para termos como “jardins para passear o cão”, “leão da rodesia”, “caniche”, “tudo sobre cães”, “raça de cães”, entre outras palavras chave.

Além disso, domina ainda várias posições para o termo geral “pet sitting”. Este posicionamento garante-lhes um fluxo de visitas diárias ao seu website altamente qualificadas, permitindo-lhes competir com as grandes marcas. E é por isso que a internet tem o potencial de tornar uma pequena empresa, num leão que reclama a comida só para si, e deixa as migalhas para os outros. Porque quando uma empresa é capaz de dominar as posições orgânicas do Google, começa a ganhar um nome e a conquistar um espaço só seu, independentemente de tudo o que a concorrência faça.

Claro que os gigantes da indústria continuarão a ter um orçamento maior, a ter um poder financeiro maior e a gastar mais dinheiro para aparecerem. Mas se compreender as regras do marketing online, terá sempre um espaço longe da sombra desses gigantes.

Por isso, seja uma PME que se quer destacar e conquistar o seu espaço, ou uma empresa grande que não quer que lhe passem a perna, só tem uma opção: Jogue segundo as regras da internet, e vire o jogo a seu favor.

Se quiser um parceiro estratégico que conheça bem as regras do jogo, já sabe o que fazer. Consulte-nos.

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Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados
17 outubro, 2019

Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados

Somos um país muito lindo, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas. E o nosso turismo não tem nada que ver com isto. Marketing turístico digital é uma coisa que não lhe assiste.

 

Navegação à Vista

Houve tempos em que demos “novos mundos ao mundo”. Hoje, temos dificuldade em que esses novos mundos conheçam o nosso. Da navegação em mar alto, passámos para a navegação na web. E é precisamente aí que metemos água.

A navegação à vista designa-se por uma navegação de acordo com as circunstâncias, sem ciência. Pois bem, é precisamente isso que acontece. É verdade que temos muitos turistas, é verdade que estamos a crescer nessa área e é verdade que estamos fartos de receber prémios para todos os gostos e feitios. Mas também é verdade que a entidade responsável pelo turismo em Portugal não tem grande influência nisso.

85% de toda a navegação web começa no Google. No entanto, as keywords mais relevantes para a promoção do nosso país não aparecem em nenhum ativo digital nacional. Portugal, como destino, não aparece pelas principais pesquisas em nenhum país do mundo. Quer dizer, na verdade, aparece, mas com anúncios pagos, que apenas contribuem para uns míseros 6% de cliques. Isto significa que estamos a perder milhões de visitas, graças ao nosso fraco (quase inexistente) marketing turístico digital.

 

Legenda: quadro com o número médio de pesquisas (mensais) para as quais nenhum site português surge nos primeiros resultados do Google - exemplo apenas com associação à keyword Lisbon.

O que este quadro nos diz é óbvio: não existe qualquer credibilidade orgânica nacional, não respondemos ao que é pesquisado pelos utilizadores "lá fora".

 

Existe uma média mensal de 40.500 utilizadores que pesquisa "portugal holidays" no Google, e não existe nenhum ativo digital Português que apareça nos resultados. Incrível !!

 

Publicidade para Inglês ver: Milhões de euros em Adwords para promoção do Turismo em Portugal

Sim, são milhões de euros em publicidade imediata e não pensada estratégicamente, daquela para inglês ver. Sim, mas para aquele inglês que não tem Internet.

A nossa entidade responsável pelo turismo prefere os flyers às keywords, prefere o fogo-de- artifício ao SEO. 

Keywords como “things to do in Lisbon” não apresentam força no digital, não têm qualquer credibilidade orgânica. Isto significa que qualquer pessoa consegue colocar esta e muitas outras keywords na primeira página de resultados de pesquisa, para o mundo inteiro, apenas por um artigo de opinião.

E isto acontece porque essa tal entidade cujo nome não pode ser pronunciado não faz o trabalho que deveria fazer, não faz o mínimo esforço de marketing turístico digital nem elabora uma simples estratégia de posicionamento orgânico.

Os conteúdos são fracos e a arquitetura e o link building dos mesmos não existe. Há muito por melhorar e por trabalhar. A concorrência é forte, mas é possível. Temos é de meter mãos à obra, que é como quem diz, à web.

 

Marketing Turístico: O Triunfo da (falta de) vontade (política) 

Ora, o Estado é muito bom a meter a mão à obra, desde que essas obras sejam autoestradas e estádios. No que respeita a meter a mão na web é que a porca já torce o rabo. Não há vontade política. E, sendo o governo a mandar na tal entidade, bem, já sabemos o que acontece... Um mandato dura quatro anos, pouquíssimo tempo para quem quer ter resultados imediatos.

Uma estratégia de marketing turístico digital tem o seu tempo de implementação e demora o seu tempo a atingir resultados. Investir em SEO será sempre investir a médio/longo prazo, o que não se apresenta como muito apetecível para quem quer resultados agora e apenas agora.

Na promoção turística do país, tal como nas áreas da Saúde e da Educação, seria benéfico um plano de continuidade multipartidário a longo prazo, coisa que ahahahah - desculpem o riso, mas isto é Portugal. Quando é que, alguma vez, fizemos alguma coisa estruturada com vista a um médio-longo prazo?

Não há coordenação, não há gente suficiente, não há formação técnica, não há vontade. Há tipos de calças bege e camisa azul que se encontram num rooftop a beber gin e a decidir que o Algarve deve chamar-se ALLgarve e que devemos ter vistos gold para chineses. É esta a política oficial dos nossos responsáveis (também) turísticos.

“Então, mas isto tem funcionado. Temos cada vez mais turistas, estamos sempre a ganhar prémios, toda a gente fala bem de nós lá fora”, diz o caro leitor. E diz muito bem, o caro leitor. Parabéns pela sua observação. Mas o grande mérito não está nos responsáveis de turismo do nosso país. A promoção de Portugal está nas mãos da iniciativa privada de bloggers e influencers amadores, que têm a capacidade de opinar e influenciar com grande alcance, ocupando as primeiras páginas do Google. E não podemos deixar o nosso marketing turístico digital exclusivamente nas mãos de amadores. Até porque não deve ser da sua responsabilidade.

 

Voo para Portugal: Porta de Embarque LowCost

O que nos tem safado, muitas vezes, são as companhias aéreas lowcost, que, através dos preços baixos dos bilhetes, fomentam o turismo para o nosso país. Obrigado, Ryanair! Obrigado, Easyjet! Obrigado, Transavia! Obrigado, Vueling! Obrigado, FlyBe! E obrigado aos empresários e à iniciativa privada que investem no país a nível de infraestruturas e condições para bem receber. São eles que, sem terem de o fazer, dão boleia a quem manda nisto tudo.

A solução está em criar uma estratégia de marketing digital bem feita, com SEO, keywordsanalytics e por aí fora. Com critério e com alvos bem definidos. E, claro, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas.

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marketing digital - o artigo mais completo do mundo!
12 junho, 2019

marketing digital - o artigo mais completo do mundo!

Preparado para nos acompanhar nesta viagem ao mundo do marketing digital?

Desculpe-nos a falta de modéstia, caro leitor, mas estamos tão entusiasmados com a abrangência deste texto que resolvemos chamar-lhe o artigo sobre marketing digital mais completo do mundo. E a verdade é que se tiver a amabilidade de o ler, tomar nota das principais estratégias que vamos apontar, elaborar um plano de marketing digital e começar a aplicar, na prática, os conselhos aqui adquiridos… em pouco tempo vai ser um especialista em marketing digital e com isso impulsionar a presença online da sua empresa: conquistar leads, relacionar-se com prospects e fidelizar clientes. Por consequência, melhorar a imagem e reputação da sua empresa e aumentar as vendas!

 

Se estiver com tempo, antes de avançar nesta matéria sobre marketing digital, fique a par de alguns números e factos sobre o uso da Internet em Portugal.

 

O que é o marketing?

Impaciente para perceber melhor o que é o marketing digital? Lá chegaremos, mas antes temos de lhe explicar o conceito de marketing. Prometemos ser breves. Tão breves que só vamos referir uma das inúmeras definições, precisamente a do guru do marketing, Philip Kotler:

Marketing é processo social através do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros.

 

Por outras palavras, marketing é um conjunto de atividades que identificam necessidades e desejos dos consumidores de modo a satisfazê-los, com lucro.

Porém, desde a década de 1950, quando começou a ser difundido, até aos nossos dias que o conceito de marketing sofreu alterações e evoluções, tanto que falar de marketing atualmente, é falar da principal forma de o executar: marketing digital, ou seja, de todos os esforços de marketing, mas online! Simples, não é verdade?

 

O que é o marketing digital?

Marketing digital ou web marketing é o conjunto de atividades de comunicação digital que qualquer empresa (ou particular) pode desenvolver na web - em meios digitais - para divulgar produtos ou serviços, atrair novos clientes, fechar mais negócios, fomentar relacionamentos com os consumidores e desenvolver uma identidade de marca. 

De que atividades de comunicação falamos? A pergunta é pertinente. São muitas as atividades incluídas no conceito de marketing online e todas juntas formam as chamadas ferramentas de web marketing, sobre as quais falaremos mais adiante quando chegar a altura de explicar como se pode fazer marketing digital nas empresas. Por agora interessa reter que é possível aplicar essas estratégias de marketing digital para comunicar com o público de forma rápida, direta e personalizada através de canais digitais como emails, sites, blogs, motores de busca, redes sociais, aplicativos, etc. Objetivo? O mesmo do marketing tradicional: tratar as “dores” e resolver os desejos do público! Só que… online.

Por exemplo, lembra-se de como aqui chegou? Possivelmente através de pesquisa no Google por “tudo sobre marketing digital” ou “marketing digital conceito” ou “marketing digital o que é”, correto? E lembra-se o que o moveu? A obtenção de mais informação sobre esta ferramenta para impulsionar o seu negócio? Acertámos? Ora, a sua pesquisa e as pesquisas de tantos outros utilizadores são a razão de ser do web marketing.

Muitas atitudes modernas, relacionadas com o avanço das novas tecnologias e que são comuns à maioria das pessoas (comprar online, procurar por empresas, informação especifica, etc) provam que o marketing digital é fundamental nos negócios e a tendência é para crescer e muito! Não fique para trás!

 

Já está a pensar em procurar por uma agência marketing digital? Não precisa de ir muito longe. Contacte-nos!

 

Marketing tradicional vs marketing digital

Fala-se de uma guerra de marketing digital vs marketing tradicional e diz-se que um já matou o outro, mas nada disso é verdade. Em termos práticos, nenhum acabou com o outro, uma vez que eles se complementam. Na perfeição! E isso porque, apesar de morar na Internet, o marketing digital é marketing.

O pensamento estratégico do marketing tradicional e do marketing digital é idêntico, apenas se executa em meios diferentes que, por sua vez, exigem processos de comunicação diferentes. Juntos chegam a todos os suportes, a todos os segmentos de mercado.

A grande diferença é que o marketing online consegue medir o retorno sobre qualquer investimento… o marketing tradicional nem por isso. Ou seja, qualquer técnico de marketing digital consegue saber exatamente quantas pessoas entraram numa página do seu site num determinado dia ou clicaram num anúncio de uma campanha de publicidade digital do Google Ads.

Já o marketing tradicional não sabe quantas pessoas viram um outdoor, um anúncio numa revista ou na televisão, por exemplo. E é por isso que, apesar do marketing tradicional continuar a ter espaço em qualquer empresa, como online é possível medir o retorno sobre qualquer investimento e segmentar uma comunicação para um público muito específico, a estratégia a adotar no seu negócio é aquela que é ditada pelo marketing digital.

 

Prefere contactar desde já uma empresa que saiba tudo sobre marketing digital e que possa melhorar a sua presença online? Agende já a sua reunião!

 

Principais vantagens do marketing digital face ao marketing tradicional

  • Maior alcance
    Na Internet não existem fronteiras para divulgar os seus produtos ou serviços, pelo que os seus conteúdos de marketing digital podem chegar a qualquer lugar do mundo!
     
  • Maior segmentação
    Melhor do que chegar a toda a gente, é poder desenvolver ações para atrair apenas as pessoas certas, o seu público-alvo! E o net marketing ou marketing digital permite-lhe traçar perfis de clientes bastante assertivos de acordo com os seus objetivos de marketing, antes de elaborar e publicar um conteúdo ou investir em publicidade na Internet. Além disso, pode testar diversos formatos de acordo com cada um dos públicos-alvo, tendo em conta o sexo, idade, zona geográfica, interesses, etc.
     
  • Resultados mensuráveis em tempo real
    Com o marketing digital consegue medir os resultados dos seus conteúdos, incluindo campanhas publicitárias, através de ferramentas de marketing digital que lhe fornecem informações sobre o comportamento dos consumidores (por exemplo, quantas pessoas clicaram numa landing page) para que possa verificar se está a atingir os objetivos e, caso não esteja, emendar ou ajustar, na hora. Ao contrário do marketing tradicional, no marketing online é possível criar, publicar e substituir qualquer tipo de campanha em minutos!
     
  • Menor custo
    O investimento em estratégias de marketing digital nas empresas e em anúncios online, é bastante acessível se comparado com o investimento em marketing tradicional. E os resultados do marketing digital são mais expressivos!
     
  • Relacionamento com o público
    No web marketing há retorno! E isso significa que a sua empresa recebe feedback dos consumidores através de comentários, partilha de conteúdos, mas também de pedidos de informação e preenchimento de formulários, entre outras formas de interação.

 

Convidamo-lo a ler o nosso artigo “Estratégia digital | A âncora de um investimento sem risco” para perceber que o digital veio para ficar, assim como as novas oportunidades de negócio!

 

Publicidade e marketing

Está com dificuldade em distinguir os dois conceitos: marketing e publicidade ou propaganda e marketing? O marketing é uma disciplina mais abrangente que a publicidade, pois inclui todo o processo de venda: antes, durante de depois!

É uma estratégia que visa desenvolver ações para chegar até aos clientes, para satisfazer as suas necessidades.

Já a publicidade é uma estratégia que visa estimular o cliente a realizar a compra, convencendo-o de como o produto X ou o serviço Y o pode beneficiar e levando-o a adquiri-lo. Por isso, a publicidade é uma das ferramentas de marketing digital. A publicidade e o marketing caminham de mãos dadas, pois sem um marketing bem feito, a publicidade também não tem bons resultados!

 

Comunicação e marketing

Também gostava que distinguíssemos comunicação e marketing? O marketing é uma atividade que engloba diversas ferramentas, sendo que uma delas é a comunicação. Num ambiente digital, em que o marketing é fundamental para a sobrevivência de um negócio, é preciso que o marketing e a comunicação caminhem lado a lado: sem comunicação as ações de marketing não têm efeito porque o processo de venda não é concluído com êxito. Ou seja, é da responsabilidade do marketing criar soluções que satisfaçam as necessidades do público-alvo e é da responsabilidade da comunicação, trabalhar as informações relacionadas com essas soluções de forma a que cheguem às pessoas certas e as levem até ao final do processo de compra.

 

Outros tipos de marketing

Já percebeu por este subtítulo que há mais tipos de marketing além do tradicional e do marketing digital, não é? Como o marketing se adapta constantemente às mudanças de comportamento da sociedade, foram-se formando diferentes tipos de marketing que servem para diferentes situações, necessidades, canais, empresas e consumidores. Conheça os principais!

 

Marketing direto

O chamado marketing direto remete para a venda direta e telemarketing, mas com os avanços da tecnologia é hoje em dia mais usado em estratégias digitais, como SMS marketing. O seu objetivo é usar informações de uma base de dados para comunicar com consumidores que já demonstraram algum interesse nos produtos/serviços em causa.

 

Marketing indireto

O marketing indireto ou marketing invisível é uma forma de divulgação mais ligeira, sem carácter publicitário, em que o produto é apresentado discretamente dentro de um conteúdo. O objetivo é o de deixar no inconsciente do consumidor, uma lembrança sobre um produto ou serviço.

 

Marketing estratégico

Como o nome indica, o marketing estratégico é aquele que trata das decisões estratégicas de longo prazo de uma empresa. O seu objetivo é o de zelar pelos resultados de marketing.

 

Marketing operacional

A operação das estratégias de uma empresa fica cargo do marketing operacional. O seu objetivo é cumprir com ações práticas de curto prazo para colocar a marca ou o produto no mercado.

 

Marketing relacional

O marketing relacional ou de relacionamento foca-se em estratégias que fomentam a interação com os consumidores antes, durante e depois da aquisição de um produto ou serviço. O seu objetivo é manter uma relação emocional, positiva e duradoura com as pessoas. Uma relação mais efetiva que a simples relação comercial.

 

Marketing comercial

O marketing comercial quase que dispensa apresentações. É aquele conjunto de estratégias para criar e promover um produto, serviço ou a própria marca de uma empresa. Objetivo? Vender mais, claro está!

 

Marketing promocional

Todas as estratégias que têm por objetivo atrair os consumidores e incentivar as vendas fazem parte do marketing promocional, nomeadamente a criação de descontos e ofertas, distribuição de brindes, etc.

 

Marketing institucional

O marketing institucional inclui as estratégias de marketing para fortalecer a imagem de uma empresa junto dos seus diferentes públicos.

 

Marketing empresarial

O marketing empresarial, por seu turno, inclui as estratégias que visam impulsionar o crescimento saudável de uma empresa, atraindo prospects e mantendo um relacionamento salutar com os clientes.

 

Marketing social

O marketing social quase que não quer saber dos produtos ou serviços que uma empresa vende. O seu objetivo é o de promover ideias, atitudes e comportamentos positivos na sociedade, por isso é mais usado no setor público e em instituições de solidariedade social.

 

Marketing de produto

É aquele que se foca no produto que a empresa vai vender, definindo o seu público-alvo, posicionamento no mercado, diferencial face à concorrência, estratégias de venda e tudo quanto seja necessário para o conceber e mostrar de forma interessante aos consumidores.

 

Marketing de serviços

Não, não é a mesma coisa que marketing de produto só que para serviços! O marketing de serviços é uma estratégia que inclui ações relacionadas com a prestação de serviços ao consumidor, como as vendas e o apoio ao cliente.

 

Conheça o poder do marketing pessoal

 

Marketing de guerrilha

O marketing de guerrilha é aquele que recebeu treino militar e está pronto para ir para a guerra. O seu objetivo é afastar a concorrência, usando táticas especificas para que um produto ou serviço tenha, junto dos consumidores, o maior impacto possível. Com o menor custo possível!

 

 Neuromarketing

O neuromarketing ou marketing científico é aquele que estuda o comportamento do consumidor através da ciência, ou seja, através de exames médicos que permitem observar as reações dos consumidores perante um estímulo de marketing.

 

Trade marketing

Por trade marketing entende-se o conjunto de estratégias para organizar e posicionar os produtos/serviços nas lojas físicas e virtuais de modo a maximizar a sua diferenciação.

 

Marketing cultural

O marketing cultural é aquele que relaciona eventos culturais com a imagem de uma empresa. Muitas vezes assume em simultâneo a forma de patrocínio e de marketing promocional.

 

Marketing político

Quando o governo, um partido político ou um candidato quer fortalecer a sua imagem e angariar mais simpatizantes, pode (e deve) usar o marketing político e até o marketing eleitoral.

 

A propósito, leia também o nosso artigo “Marketing político - os doutores não sabem comunicar”.

 

Marketing internacional

O marketing internacional é ideal para empresas que atuam fora do país, pois ajuda os negócios a serem conhecido além-fronteiras e a adaptarem-se a diferentes culturas.

 

Como fazer marketing digital?

Pronto para receber todas as dicas sobre como fazer marketing digital? Mas antes disso, temos de ressalvar que o web marketing não é uma ferramenta especifica, é um conjunto de estratégias para meios digitais que em separado ou em simultâneo, resultam em excelentes resultados para a sua empresa.

Vamos identificar e explicar o modo de funcionamento das mais populares estratégias de marketing digital, usadas pelas principais empresas de marketing digital, agências de publicidade, empresas de publicidade, empresas de comunicação e outros serviços de consultoria de marketing digital. E dentro em breve usadas também pela sua empresa:

  • Marketing de conteúdo
  • SEO e SEM
  • Publicidade online
  • Geração de Leads
  • CRO
  • Medição de resultados
  • Influenciadores digitais

 

Esteja atento! Cerca de 75% dos consumidores recorrem a pesquisas na Internet antes de efetuarem uma compra! Confie a sua estratégia online a uma empresa de marketing digital que tenha as tecnologias e ferramentas capazes de gerar resultados.

 

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é uma estratégia de inbound marketing cujo objetivo é a produção de conteúdo digital relevante para determinado público-alvo. Mas não estamos a falar dos textos sobre a missão da sua empresa ou dos artigos sobre as vantagens dos seus serviços e qualidades dos seus produtos.

O marketing de conteúdo vai além disso, pois tem por objetivo criar artigos relevantes e credíveis sobre as “dores” dos seus clientes, os seus problemas, dificuldades, desejos e necessidades… e não abordar gratuitamente aquilo que vende.

Marketing de conteúdo não é falar da sua empresa, mas sobre o que ela pode fazer pelos seus clientes!

 

 Marketing de conteúdo vs inbound marketing

O inbound marketing baseia-se na ideia de criação, divulgação e partilha de conteúdo direcionado a um público-alvo específico, de forma a estabelecer um relacionamento saudável que possa resultar em vendas. Ou seja, a técnica pretende atrair consumidores para conteúdo relevante, fazendo com que seja o cliente voluntariamente a encontrá-lo na Internet e não imediatamente para comprar, mas sim para obter respostas para os seus problemas.

Como encontra ele esses conteúdos? Através de mecanismos de pesquisa, sites de referência, redes sociais, etc. Daí que inbound marketing e marketing de conteúdo sejam técnicas de marketing digital que se complementam: o marketing de conteúdo é o conceito em si e o inbound marketing é a metodologia mais utilizada no marketing digital nas empresas.

O objetivo do inbound marketing é atrair pessoas para uma oferta, trocar essa oferta pelos seus dados pessoais e “educá-las” até que se transformem em clientes. Para o conseguir, precisa de gerar leads. E para gerar leads precisa do marketing de conteúdo.

 

Como fazer marketing de conteúdo?

Um texto no seu site, um vídeo no canal do YouTube da empresa ou meia dúzia de fotos no Facebook não é o suficiente para fazer content marketing ou marketing de conteúdo.

Na verdade, antes de avançar com a produção de conteúdo digital, deve definir a sua estratégia, objetivos, público-alvo e diferencial do negócio para entender quais os melhores formatos, e como é que cada um deles funciona e deve ser divulgado. E isso para que a sua mensagem chegue ao maior número de pessoas possível, de forma eficaz. E agora, sim, vamos apresentar-lhe algumas formas de fazer marketing de conteúdo!

 

Marketing de conteúdo no seu Blog

O marketing de conteúdo adora blogs porque são um canal de comunicação com o público que não oferece as distrações de outros meios, como as redes sociais. E o público adora blogs porque são uma forma de adquirir informação relevante! Posto de outra forma… o objetivo dos leitores é obter uma informação que resolva um problema, o objetivo do blog é passar ideias e conceitos, educar os consumidores ou simplesmente dar a conhecer as últimas novidades sobre uma empresa. Mas não é tudo…

 

Principais vantagens em ter um blog

  1. Aumenta as possibilidades de aparecer nos primeiros resultados de pesquisa do Google.
  2. Aumenta o número de visitantes do seu site.
  3. Aumenta a credibilidade da sua marca.
  4. Desperta o desejo de compra do seu produto/serviço.
  5. Coloca a sua empresa como referência no mercado em que atua.

 

Etapas para desenvolver um conteúdo de qualidade para o seu blog

 

  1. Crie um calendário editorial 
    O primeiro passo para desenvolver conteúdo de qualidade num blog é criar um calendário editorial de conteúdo onde deve colocar os temas que pretende redigir e as datas em que os deseja publicar. Esta é uma forma de não se perder com outras tarefas e de cumprir com o estipulado a nível de conteúdo do seu marketing digital.
     
  2. Defina os seus objetivos
    De seguida, defina os objetivos de cada peça para conseguir atingir os melhores resultados de marketing digital.
     
  3. Escreva sobre temas que interessam ao seu público-alvo
    É evidente que não vai escrever sobre criação de porquinhos da índia num blog sobre sistemas de gestão nem escrever sobre transplantes capilares num blog sobre eventos empresarias, mas o que lhe queremos transmitir agora não é bem isso… Para perceber o que de facto interessa ao seu público - e usar essa informação para escrever os seus conteúdos de marketing digital - deve fazer um trabalho de análise prévia para verificar o que os utilizadores digitam nos motores de busca quando procuram por conteúdo relacionado com a sua empresa.

    Por exemplo, pode entender que usar a expressão “crédito particular” no seu artigo é a forma ideal de atrair o público e depois descobrir que as pessoas andam a pesquisar por “empréstimo pessoal”. Está a perceber a ideia? Daí a importância de usar ferramentas de marketing digital que o ajudem a descobrir quais as palavras e expressões mais usadas para o seu negócio, como o KWFinder ou Semrush.
     
  4. Diversifique os conteúdos
    É claro que se tem um blog sobre consultoria online e pretende chamar a atenção dos empresários que querem obter a certificação ISO 9001, vai falar desse tema, mas não os aborreça com textos técnicos atrás de textos técnicos sobre normas internacionais. Que tal abordar também a responsabilidade ambiental ou a segurança no trabalho ou as consultas médicas obrigatórias? E por que não incluir vídeos e infográficos intercalados com os textos? Desta forma fideliza leitores que acabam por acompanhar o seu trabalho, já que publica conteúdos diversificados.
     
  5. Escrever de acordo com as diferentes fases da Buyer’s Journey
    A produção de conteúdo tem de ser diferente para cada uma das três fases da Buyer’s Journey (jornada de compra) que é o caminho percorrido por um cliente, desde a tomada de consciência de que tem um “problema” por resolver, passando pela pesquisa de soluções possíveis e terminando na compra de um produto/serviço: fase de conhecimento, consideração e decisão:

 

  • Fase de conhecimento – é quando o prospect sente que tem uma necessidade por satisfazer ou um problema por resolver e começa a fazer uma pesquisa online no sentido de compreender qual é solução. O que é que a sua empresa deve fazer? Dedicar-se à produção de conteúdos que falem sobre esse problema.
     
  • Fase de consideração – é quando o prospect já percebeu o seu problema ou oportunidade e está a fazer pesquisas para recolher todas as soluções disponíveis para a resolver. Vai produzir que tipo de conteúdos? Aqueles que mostrem que tem a melhor solução.
     
  • Fase de decisão – é quando o cliente chega à decisão final e escolhe a melhor solução, pelo que a sua empresa deve escrever sobre o seu diferencial face à concorrência para converter o leitor de que é a escolha ideal!

 

Como é que um artigo do blog da Bluesoft sobre a Cristina Ferreira alcança o topo do Google? Se ficou intrigado, saiba como se consegue minar o Google por completo.

 

Site

É verdade que o menino dos olhos do marketing de conteúdo é o blog, mas também é verdade que um blog precisa de um site institucional, quer para aumentar a credibilidade do negócio quer para oferecer aos visitantes (mais) um sítio onde possam encontrar informações sobre a empresa e até adquirir os seus produtos/serviços. Por isso, um site é fundamental em qualquer estratégia de marketing digital e nele o design é imprescindível para captar a atenção do visitante.

Mas não é o suficiente, porque se o utilizador não encontrar conteúdo de qualidade, não tem motivos para ficar. Logo, se a sua mensagem for relevante e de qualidade, se os seus conteúdos derem resposta aos problemas dos seus visitantes, estes acabam por se manter no site e realizar diversas ações, como entrar em contacto através de um formulário ou colocar um produto num carrinho de compras. E estes são alguns dos benefícios do marketing digital!

 

Principais vantagens em ter um site empresarial

  • Negócio aberto 24/dia, todos os dias.
  • Aumento do alcance.
  • Transmissão de confiança e credibilidade.
  • Criação de um bom relacionamento com o cliente.
  • Fortalecimento da marca.
  • Reputação e credibilidade.
  • Aumento das hipóteses de fazer marketing de conteúdo.
  • Aumento das vendas.

 

Algumas ideias para a produção de conteúdo no seu site

  • Faça revelações. Escreva sobre lançamentos de produtos, novos serviços, novas parcerias, novas lojas… tudo o que tem de novo na sua empresa!
     
  • Use tutoriais. Sabe aqueles textos curtos com detalhes sobre um produto que ajudam os leitores e perceber como o podem utilizar? Os clientes adoram-nos!
     
  • Insira testemunhos. Os seus clientes são a melhor forma de fazer (boa) publicidade online aos seus produtos/serviços. Peça-lhes testemunhos positivos e insira-os no seu site, e o mesmo para casos de sucesso.
  • Use conteúdo de vídeo e áudio. Incluir diferentes tipos de materiais é fundamental para manter o seu público envolvido.
     
  • Faça trending topics. Produza conteúdo que seja facilmente partilhável nas redes sociais para alcançar novos consumidores.
     
  • Escreva ebooks. Quando souber qual o ou os temas mais interessantes para os seus visitantes, escreva-lhes ebooks sobre o assunto.

 

Não cometa nenhum dos 5 erros mais comuns na criação de um site!

 

Redes Sociais

Quando usadas devidamente, as redes sociais são uma ferramenta de marketing digital útil e eficaz na conquista de novos leads e clientes para a sua empresa.

O investimento é mínimo face aos benefícios:

  1. Expansão no mercado.
  2. Melhor relacionamento com os clientes.
  3. Campanhas de marketing digital segmentadas para o seu público-alvo.
  4. Entre outros.

Mas não basta que a sua empresa esteja presente nas redes sociais, é necessário fazer uma boa gestão de redes sociais, publicar conteúdo relevante para os seus seguidores e acompanhar essas publicações, monitorizando o seu desempenho.

 

Principais vantagens em fazer uma gestão de redes sociais

  • Maior alcance geográfico.
  • Excelente relação custo/benefício.
  • Aumento do tráfego.
  • Melhor posição nos rankings.
  • Taxas de conversão mais altas.
  • Obtenção de informações sobre o mercado.
  • Autoridade da marca.
  • Satisfação do cliente.
  • Venda de produtos/serviços.

 

Com disposição para ler um pequeno artigo sobre o impacto das redes sociais?

 

Estratégias para a produção de conteúdo para redes sociais

É verdade, a gestão de redes sociais é importante para passar uma boa imagem da sua marca, transmitir informações interessantes, atingir o público-alvo e até lidar com clientes insatisfeitos.

Mas para que isso aconteça, há que seguir algumas estratégias:

  • Crie um calendário de publicações.
  • Identifique o seu público-alvo e construa uma persona (cliente tipo em marketing digital).
  • Estabeleça objetivos e metas.
  • Diversifique o conteúdo consoante a rede social.
  • Publique apenas quando tem algo de valor a acrescentar.
  • Use as suas páginas nas redes sociais como um canal de relacionamento.
  • Se possível, combine conteúdo orgânico com conteúdo pago.
  • Meça os resultados das suas ações de marketing digital … e aprenda com eles!

 

Email marketing

É verdade que não é fácil incentivar as pessoas a abrirem emails corporativos, muito menos a lerem e a clicarem nos seus links, mas com o marketing de conteúdo a tarefa torna-se mais simples. Na verdade, uma das melhores formas de personalizar a sua relação com os clientes é através do envio de email marketing (processo de enviar mensagens com fins comerciais para um grupo de contatos obtidos por uma empresa).

Mas para isso acontecer, terá de recolher previamente o maior número possível de contactos de email de clientes e potenciais clientes e certificar-se de que só vai enviar informação útil a pessoas que concordaram em recebê-la. Caso contrário, é provável que o email vá parar à lista de SPAM e que o seu marketing digital fique comprometido.

 

Algumas ideias para o envio de email marketing

  • Comunicar descontos.
  • Comunicar lançamentos de produtos.
  • Informar sobre alterações no seu site ou loja online.
  • Informar da publicação de um novo artigo no seu blog.
  • Vender um produto.
  • Enviar uma newsletter.

 

Passo-a-passo para uma campanha de email marketing de sucesso

  1. Planeie a campanha antes do envio.
  2. Use uma lista de email própria e segmente-a.
  3. Considere o envio de diferentes emails (conteúdos) para a mesma campanha.
  4. Invista no conteúdo com frases que chamem a atenção, temas pertinentes e, essencialmente, mensagens não comerciais.
  5. Personalize os seus emails.
  6. Evite emails muito longos.
  7. Explique às pessoas porque estão a receber esse email.
  8. Insira links (ligações para o site, blog ou redes sociais, por exemplo).
  9. Disponibilize sempre um link para remover a subscrição.
  10. Não use imagens ou anexos pesados.
  11. Otimize as campanhas para equipamentos móveis com ecrãs mais pequenos.
  12. Teste a campanha antes de enviar.

 

O marketing de conteúdo é um dos nossos serviços de marketing digital que transforma clientes em referências na Internet. Contacte-nos para mais informações!

 

Newsletter

Está a pensar usar o email marketing para o envio de newsletters? Faz muito bem! Uma newsletter digital é um ótimo veículo de comunicação e uma excelente opção a nível de marketing de conteúdo para fomentar o relacionamento com clientes e potenciais clientes de forma mais próxima. Ao contrário dos emails promocionais, a newsletter não tem por objetivo apresentar uma oferta específica. É verdade que pode promover um produto, mas vai mais longe e publica também vários conteúdos sobre a sua empresa e área de atuação.

 

Principais vantagens de uma newsletter digital

  • Não se limita a ofertas específicas.
  • Publica artigos diversos sobre o seu setor de atividade e sobre os seus produtos/serviços.
  • Os seus custos são mínimos face a uma newsletter impressa.
  • A sua implementação é rápida.
  • Permite o contacto frequente com os clientes.
  • Permite a medição de resultados de marketing digital.

 

Como elaborar uma newsletter digital

  1. Planear a edição da newsletter digital com antecedência: tipo de conteúdo, design, links, etc.
  2. Escolher bem o assunto da mensagem porque será ele o grande responsável por uma boa taxa de abertura: deve ser curto, objetivo, relevante e, principalmente, criativo.
  3. Divulgar apenas assuntos interessantes.
  4. Usar um layout que seja coerente com o site da sua empresa.
  5. Colocar links para as redes sociais.
  6. Preparar uma lista de emails de clientes e prospects.
  7. Segmentar a newsletter.
  8. Testar antes de enviar.
  9. Medir os resultados desta estratégia de marketing digital, após o envio.

 

Vídeos

Adorávamos poder dizer o contrário, mas a verdade é que a maioria das pessoas não gosta de ler. E talvez por isso mereçam ser premiadas com uma espécie de lufada de ar fresco: os vídeos. São excelentes formas de fazer o seu marketing de conteúdo porque conferem confiança e permitem criar uma presença mais pessoal e estabelecer uma ligação mais emotiva.

 

Formas de incluir vídeos nas suas estratégias de marketing de conteúdo

  • Crie vídeos para o YouTube e use-os no seu blog.
  • Crie vídeos para o Facebook, curtos com legendas.
  • Crie vídeos curtos para o Instagram.
  • Crie uma estratégia de conteúdo para cada vídeo (objetivo, palavras-chave, público-alvo a atingir, etc).

 

Ebooks

Os ebooks são particularmente interessantes nos negócios com vertente online na medida em que servem para mostrar um projeto profissional. Além de oferecerem informação interessante aos seus clientes e potenciais clientes, aumentam a notoriedade da sua empresa e potenciam a partilha de informação sobre o seu negócio. Os ebooks sobre a sua área de atuação são assim, ótimas formas de gerar leads.

Por esse motivo, o marketing digital já adotou esta ferramenta, até porque as pessoas deixam com facilidade o seu email (entre outros dados) num formulário, para receber um conteúdo mais rico e denso: um ebook! É um processo win-win, uma troca que vale a pena para os dois lados: a sua empresa ganha leads com facilidade, os seus contactos recebem um livro digital com informação relevante.

A questão agora é… como produzir um ebook?

 

Etapas para a produção de um ebook

  1. Definir o objetivo do ebook.
  2. Definir o público-alvo.
  3. Decidir o tema.
  4. Fazer um cronograma para a produção do ebook.
  5. Escrever os textos.
  6. Pensar no design.
  7. Escolher o título.
  8. Fazer a revisão do conteúdo.
  9. Criar a landing page para o ebook.
  10. Colocar call-to-actions para o ebook no seu site.
  11. Divulgar o ebook numa publicação em blog, nas redes sociais e por email marketing.

 

SEO - Seach Engine Optimization

Os seus textos estão muito bem escritos, mas o seu site não recebe novos visitantes? Os conteúdos são relevantes para o seu público-alvo, mas não têm visibilidade nos motores de busca? E não sabe porquê? Porque não está a otimizar com estratégias SEO!

SEO ou Search Engine Optimization é o conjunto de técnicas de otimização de sites, que se aplicado de forma correta, melhora o posicionamento das páginas nos motores de busca. E isso porque os motores de busca localizam as páginas e organizam-nas por ordem de importância de acordo com a utilização (ou não) de um conjunto de boas práticas que facilitam a indexação de conteúdos. Por outras palavras, já não basta ter um site ou um blog na Internet.

É necessário otimizar os conteúdos para que o Google entenda mais facilmente as suas informações e a hierarquia do site e dê ao utilizador o que é mais relevante. Agora… você tem de lhe dar uma ajuda! Como? Elaborando conteúdo com o auxílio de algumas técnicas SEO que pode aplicar para mostrar aos motores de busca que o seu site oferece uma boa experiência aos internautas.

 

Bluesoft e Master Group - SEO no sítio certo. Leia o caso de sucesso!

 

Principais técnicas de SEO on page

As técnicas SEO on page servem para otimizar o conteúdo e a estrutura das páginas dentro do próprio site, e têm por objetivo colocá-lo nos primeiros lugares dos motores de busca. Resultado? Além de conquistar o reconhecimento do mercado, atrai cada vez mais visitantes que se podem transformar em clientes de forma natural.

Vamos conhecer os principais recursos desta ferramenta de marketing digital?

 

  • Palavras-chave conformes com o seu negócio e com o seu público-alvo.
  • Title tag ou título da página com a palavra-chave principal.
  • Meta description (resumo do conteúdo) diferente em cada página.
  • Títulos e subtítulos (headlines H1, H2, H3… consoante o grau de importância).
  • URL (Uniform Resource Locator) claro e diretamente ligado ao conteúdo que anuncia.
  • Links internos acompanhados de call-to-actions ou chamadas para a ação, como: saiba mais, leia o artigo completo, clique aqui, veja também…
  • Sitemaps XML e HTML para o utilizador comum entender melhor a estrutura do seu site.
  • Conteúdo relevante, único, pertinente, interessante e criativo. De preferência textos com mais de 1000 palavras e com a inclusão das palavras-chave, títulos, subtítulos e meta description.
  • Imagens com os atributos alt e title preenchidos com informações relevantes e relacionadas com o conteúdo da imagem.
  • Design responsivo para o seu conteúdo ser legível em ecrãs mais pequenos.
  • Carregamento rápido.
  • Desenvolvemos conteúdos orientados para o seu público-alvo e otimizados para uma máxima visibilidade orgânica.
  • Trabalhamos a reputação e marketing digital da sua marca: acompanhamento e otimização do website, marketing nas redes sociais e todos os ativos ou plataformas digitais.
  • Tornamos os nossos clientes em autoridades digitais nos seus setores de atividade!

 

Principais técnicas SEO off page

As técnicas SEO off page servem para otimizar fora de uma página na web e, maioritariamente, são links que direcionam os utilizadores de outros sites para o seu. O objetivo desta ferramenta de marketing digital é posicionar melhor o seu site no Google e, consequentemente, gerar mais tráfego na medida em que, acima de tudo, o SEO off page confirma a relevância e autoridade da sua página, através da autoridade do domínio e autoridade de página, mas também de link building: links em outros sites que apontam para o seu.

 

Motivos pelos quais o SEO é importante para o seu negócio

Sabia que estudos recentes confirmam que os utilizadores clicam mais nos resultados orgânicos do que nos anúncios Google?

Sabia que se fazem 197.9 biliões de pesquisas por mês no Google, 6.6 biliões de pesquisas por dia ou 7.500 pesquisas por segundo?

E sabia que cerca de 97% das pesquisas em Portugal são feitas no Google?

E ainda assim precisa de mais motivos para começar a fazer marketing digital e otimizar os seus conteúdos? Não seja por isso! As estratégias SEO, além de atraírem mais utilizadores para o seu site e de lhe aumentarem as hipóteses de transformar leads em clientes, também são fundamentais para a sua empresa porque ajudam os consumidores a reconhecerem a sua marca, a terem confiança nela e a comprarem os seus produtos/serviços. E assim, proporcionam um grande retorno do investimento em marketing digital a longo prazo!

 

Bê-à-bá do copy para o SEO

 

Como chegar ao topo dos resultados de pesquisa do Google

Chegar às primeiras posições do Google não é uma tarefa para principiantes. É preciso uma equipa de copywriters e técnicos de programação por detrás para assegurar os melhores resultados a nível de marketing digital. Ainda assim, tome nota do que tem de fazer para conquistar os primeiros lugares dos resultados de pesquisa com os seus conteúdos de marketing digital:

  • Obrigatório! Ter um site responsivo, com legibilidade em qualquer dispositivo.
  • Muito importante! Otimizar o tempo de carregamento.
  • A evitar! O uso excessivo de recursos com baixa acessibilidade, como JavaScript/AJAX.
  • A certificar! Que os menus e links internos são facilmente lidos pelos motores de busca.
  • Proibido! Sites de uma página só.
  • Usar! Tags title e meta description para ajudar o Google a posicionar o site nos seus resultados de pesquisa.
  • Personalizar! Títulos das páginas.
  • Colocar! Nomes nas imagens.
  • Prescindir! URLs complexas e que incluam informações irrelevantes.
  • Publicar! Conteúdo relevante, propenso a ser partilhado.
  • Escrever! Artigos direcionados para o seu público-alvo.
  • Utilizar! Palavras-chave específicas para cada página.
  • Criar! Perfis para a sua empresa nas redes sociais.
  • Atualizar! Upgrade frequente ao site.
  • Monitorizar! Resultados de marketing digital.
  • Perceber! Otimizar com SEO não substitui um diferencial de negócio ou um posicionamento estratégico de marketing digital que a sua empresa deve ter para ser bem-sucedida na Internet.

 

Conheça os nossos serviços de marketing digital!

 

SEM -  Search Engine Marketing

Qualquer utilizador procura por tudo e por nada na Internet. O Google é o seu melhor amigo e por isso sabe responder às perguntas: “qual o melhor restaurante japonês em Lisboa”, “onde comprar bicicletas elétricas”, quais os “museus mais indicados para levar os miúdos” este fim de semana, onde encontrar um serviço de “catering para eventos empresariais”, como “tratar fungos nas unhas dos pés”, etc…

Por isso, com o crescimento rápido das pesquisas online, principalmente no Google, as empresas começaram a preocupar-se com a forma como eram vistas por esses motores, quando eram vistas, quantas vezes eram vistas… e foi assim que nasceu o SEM, Search Engine Marketing.

O SEM é uma área do marketing digital que tem por objetivo a promoção de um site nas páginas de resultado (SERPs) de um motor de busca como o Google. No fundo pretende fazer com que determinado site seja mostrado aos utilizadores que pesquisam por algo relacionado com ele na Internet. A aplicação do SEM pode ser feita de duas formas:

  • Através de técnicas SEO.
  • Através de links patrocinados (publicidade online).

 

Sobre as técnicas de marketing digital relacionadas com SEO falámos no tópico anterior e você já ficou esclarecido, pelo que nos resta explicar-lhe a função dos links patrocinados no SEM, nomeadamente o modelo PPC (Pay Per Click). É simples! Se optar por publicidade na Internet, quando alguém procurar por alguma palavra ou expressão que seja relevante para o seu negócio, o seu anúncio pode aparecer nos primeiros resultados do Google (se estiver a investir nessa palavra ou nessa expressão através de uma campanha PPC, claro). O grande benefício da utilização deste tipo de anúncios é precisamente o facto de pagar apenas se e quando alguém clicar no anúncio, dai o nome pagamento por clique.

E se já está interessado em complementar as suas estratégias SEO com anúncios pagos, deixe-se ficar por aqui porque a seguir vamos falar de outra vertente do marketing digital: a publicidade online!

 

Publicidade

Não é por acaso que a publicidade digital apresenta as mais elevadas taxas de crescimento em comparação com os meios tradicionais, como a imprensa, rádio e televisão. A explicação é óbvia: as pessoas vivem na Internet e dessa domiciliação saem resultados fantásticos para as empresas que estejam na disposição de investir em marketing digital e divulgar os seus produtos, serviços ou marca na web.

É evidentemente que os resultados orgânicos (não pagos) são excelentes a longo prazo, mas não têm a mesma rapidez e a mesma variedade de opções que a publicidade online, por isso entendemos que deve conhecer as principais modalidades de anúncios pagos.

 

Mas antes disso, uma pausa para ler o nosso artigo sobre publicidade paga versus publicidade orgânica

 

PPC - Pay Per Click ou pagamento por clique

Numa campanha PPC (Pay Per Click ou pagamento por clique) paga de acordo com a quantidade de cliques que o seu anúncio receber. Ou seja, quando alguém que procura por alguma palavra ou expressão relevante para a sua empresa, clicar no seu anúncio, paga por esse clique, se estiver a investir nessa frase através de uma campanha PPC. Assim, a grande vantagem da utilização deste tipo de anúncios é precisamente pagar apenas se e quando alguém lá clicar.

Atualmente, os sistemas PPC mais importante e eficazes são o Google Ads e Facebook Ads. Quer perceber como anunciar no Google e Facebook? Já de seguida!

 

Google AdWords

O Google AdWords é o maior serviço de anúncios na web e trabalha com base em palavras-chave ou keywords, ou seja, os potenciais clientes chegam até estes anúncios de uma campanha PPC através de pesquisas que utilizem as palavras, expressões ou frases definidas para os links patrocinados.

Claro que há vários anunciantes interessados na mesma palavra que você na publicidade no Google, por isso o Google trabalha com base no lance ou valor definido por clique (que é aquele que bem desejar) e com base na qualidade, tanto do anúncio Google quanto da página de destino. Por isso é importante que recorra a uma agência de marketing digital ou agência de comunicação e marketing qualificada para anunciar no Google e desenvolver uma estratégia que lhe possa trazer excelentes resultados por um valor relativamente baixo.

Eis os principais sistemas para anunciar no Google Ads:

  • CPC, custo por clique - paga por cada clique que é feito num anúncio Google.
  • CPV, custo por visualização - paga apenas por cada reprodução do seu vídeo.
  • CPM, custo por mil impressões - paga apenas quando se alcançarem as mil impressões ou visualizações, independentemente do tempo que essa ação demore.
  • CPA, custo por aquisição - paga somente quando uma conversão é efetuada no seu site em vez de pagar pelo preço do clique ou pelo valor de mil exibições de anúncios, por exemplo.
  • ECPC, custo por clique otimizado – estratégia de marketing digital que serve para o ajudar a receber mais conversões nos seus lances manuais em campanhas, pois ajusta automaticamente para cliques com maior ou menor probabilidade de gerarem uma venda ou conversão no seu site.
  • ETA, anúncios estendidos - modelo de marketing digital em que os anúncios ficam maiores: com dois títulos com 30 caracteres e uma terceira linha com espaço até 80 caracteres.
  • Extensão de preço – recurso de marketing digital que mostra os preços de determinados produtos ou serviços antes da pessoa que realizou a pesquisa clicar no anúncio (só para smartphones).

 

Facebook Ads

O Facebook Ads desenvolve os seus anúncios com base no perfil de utilizador estratégico para a sua empresa: sexo, idade, zona geográfica, estado civil, ligações a outras páginas, interesses, etc. Do seu lado basta definir um valor de investimento de marketing digital por dia, que pode ser ajustado sempre que desejar, e proceder aos pagamentos sempre que os utilizadores da rede cliquem na sua página para se tornarem amigos ou seguidores, por exemplo.

Eis as suas principais hipóteses para anunciar na Internet, através do Facebook Ads:

  • Anúncios para geração de tráfego e conversões
    Anúncio de domínio e anúncio de post de página. O primeiro é o modelo mais simples e barato. Aparece na coluna direita do Facebook, mas não é exibido na versão móvel. No segundo é possível colocar um link para o respetivo site empresarial, post ou landing page. Geralmente, aparece no feed de notícias ou na barra lateral.
     
  • Anúncios para geração de leads e vendas
    Existem várias modalidades: carrossel de produtos (semelhante a um catálogo de produtos deslizante), anúncio dinâmico (com pixel rastreador no site que permite identificar as preferências dos utilizadores), lead ads (para criar formulários de conversão diretamente no anúncio para gerar leads em poucos cliques) e canvas (anúncio interativo, direcionado exclusivamente para dispositivos móveis onde o anunciante pode inserir imagens).
     
  • Anúncios para geração de autoridade
    É neste grupo que se insere o anúncio de like típico do Facebook, particularmente interessante para estratégias de marketing digital que priorizam o aumento de “gostos” na página, mas também o anúncio de foto (que gera interação através da imagem do post), anúncio de vídeo (que gera interação através de um vídeo) e anúncio de texto (que gera interação através da linguagem verbal).
     
  • Anúncios para download de aplicativos
    Para instalação de um aplicativo móvel e para instalação de aplicativo para desktop através do qual pode desenvolver as suas estratégias de marketing digital.
     
  • Anúncios para atração de visitantes para uma loja ou evento- anúncio de evento, segmentando por dados demográficos, preferências, distância do local, etc, e anúncio de oferta em que o utilizador recebe um email com as instruções para obter uma oferta numa loja física ou noutro local.

 

Publicidade online: orgânica ou paga - o duelo!

 

Retargeting

Mais um nome estranho a acabar em “ing”, mais um conceito que vai compreender rapidamente. Retargeting é uma ferramenta de marketing digitalpara divulgar anúncios a pessoas que tenham manifestado interesse por um produto/serviço.

Esses anúncios são exibidos com base na atividade do utilizador num determinado site, de forma a conseguir atrai-lo novamente para ele. Como? Colocando um código nas páginas do site (blog, landing page, redes social, etc) de modo a que quando o utilizador chega lá, o site copia uma sequência de código - chamada de cookie - para o browser do utilizador e depois, quando o utilizador abandona o site sem concluir a ação (por exemplo sem comprar o produto que estava a visionar), as plataformas de anúncios online (como o Google AdWords) vão ler esse cookie e exibir o anúncio assim que ele navegue para outros sites da rede de display (no caso do Google, programa de afiliados).

Além de retargeting também é possível fazer remarketing (nome que o Google dá a um serviço semelhante), mas neste caso há uma diferença: alcançam-se potenciais clientes que visitaram o site ou aplicação, sim, mas que também estão mais suscetíveis ou têm um potencial de interesse no produto/serviço que se está a promover. Isto acontece, porque os utilizadores já manifestaram uma necessidade ao subscreverem uma newsletter ou ao darem início a um processo de compra, por exemplo. 

As potencialidades do marketing digital são infinitas, não é verdade?

 

Marketing de afiliados

marketing de afiliados é uma estratégia de marketing digital que tem por objetivo aumentar o volume de vendas da sua empresa através de alguns parceiros, chamados de afiliados, que formam uma rede de blogs e sites que podem comercializar o seu produto/serviço. Como funciona? Pagando uma comissão aos afiliados quando – e apenas quando – for gerada uma venda de um produto/serviço, ou um lead ou qualquer outro objetivo que tenha definido para a sua campanha. Caso o afiliado não consiga gerar esse resultado, não tem de lhe pagar nada.

 

Geração de leads

geração de leads é uma estratégia demarketing digital que tem por objetivo atrair potenciais clientes, sendo que lead - nunca é demais recordar - é uma pessoa que possui interesse por algum produto ou serviço da sua empresa. 

O processo é fundamental para o sucesso do seu marketing online. Se não o aproveitar não passa do primeiro nível do ciclo de vendas em que todos os potenciais consumidores são verdadeiros estranhos, longe de se interessarem pelo produto ou serviço que a sua empresa vende. Mas se começar a fazer marketing de conteúdo, consegue atrair (alguns) desses estranhos e transformá-los em visitantes quando entram no seu site.

Mais tarde, quando esses visitantes levam a cabo uma ação específica (clicam num call-to-action ou preenchem um formulário, por exemplo), começam a interagir com a sua marca e tornam-se leads. Leads qualificados, ou seja, pessoas que já sabem o que procuram e/ou já têm um problema para resolver ou uma necessidade para suprir, porque os leads não qualificados não têm um objetivo de compra definido.

Ora, como o lead qualificado é alguém predisposto a ouvir uma proposta ou a comprar determinado produto à sua empresa, se a estratégia de geração de leads for bem planeada, consegue reforçar a relação de confiança com o lead e guiá-lo até à compra e depois rumo à fidelização, quando o lead se torna em promotor da sua marca! Até lá, há que utilizar várias ferramentas de geração de leads (artigos, vídeos, infográficos, ebooks, podcasts, tutoriais…) para atrair a atenção do público para aquilo que tem a oferecer, e consequentemente para nutrir esses leads com um conteúdo relevante, através de uma estratégia de envio de email marketing, social media, aplicativos de mensagens, etc. Este trabalho de geração de leads deve ser feito ao longo das três etapas do funil de vendas:

 

  • Aprendizagem e descoberta– Na primeira etapa, o utilizador ainda não percebeu que tem um “problema”, uma necessidade ou uma oportunidade de negócio, pelo que o objetivo da sua empresa é chamar-lhe a atenção para isso. Atraindo-o e despertando-lhe o interesse por algum assunto com conteúdo útil e rico (artigos relevantes, infográficos, vídeos explicativos, ebooks, etc). Quando nesta etapa o utilizador preenche um formulário, por exemplo, torna-se em lead e avança no funil de vendas! 
     
  • Reconhecimento do problema– Na segunda etapa, o lead reconhece que tem um problema ou uma oportunidade e começa a pesquisar sobre possíveis soluções. Ajude-o com dicas que não tenham a venda implícita e sejam capazes de o amadurecer e levar a avançar no funil de vendas.
     
  • Decisão de compra– Na última etapa só tem de dar um empurrãozinho ao lead para, após comparar as opções disponíveis e pesquisar pela melhor solução para o seu problema, resolver comprar à sua empresa e transformar-se em cliente! E assim se escoa um funil de vendas em marketing digital: transformando consumidores em leads e leads em clientes.

 

Principais estratégias de geração de leads

Anúncios no Facebook – Aproveite os formulários dinâmicos do Facebook para captar rápida e facilmente contatos de pessoas interessadas em acompanhar os seus conteúdos e assim gerar mais leads.

Landing pages – Crie landing pages (páginas de destino) para dar mais informações sobre o seu produto ou serviço.

Ofertas atraentes– Se possível, ofereça algo em troca dos dados pessoais dos leads. Ofertas exclusivas ou com muito potencial de interesse tornam a sua empresa irresistível: ebooks, webinários, consultoria gratuita, demonstrações, concursos, etc.

Conteúdos – Como os leitores do seu site ou blog são os seus melhores amigos, nesta etapa do campeonato, aproveite os conteúdos para recolher contatos e outras informações importantes para o seu marketing digital.

Relacionamentos– Os leads precisam de ser acarinhados para se manterem a seu lado e os conteúdos relevantes são a melhor forma de manter uma interação porque alimentam necessidades e esclarecem dúvidas.

 

CRO - Conversion Rate Optimization ou otimização de conversão

CRO (Conversion Rate Optimization ou otimização de conversão) é um recurso de marketing digital que melhora a performance de um site para obter mais informações do seu tráfego e aumentar as taxas de conversão, sem ter de aumentar o número de visitantes. 

Se neste ponto do nosso artigo se interroga sobre o que são taxas de conversão, passamos a explicar. São a quantidade de ações de marketing digital realizadas pelos utilizadores dentro de um site e calculam-se dividindo o número total de visitantes pelo número de conversões, ou seja, pelo número de visitantes que realizou determinada ação (pode ser um clique, um preenchimento de um formulário, assinatura de uma newsletter, compra de um produto, etc). 

Desta feita, o CRO atua de forma a maximizar cada uma das suas taxas de conversão com o objetivo de conseguir que uma maior proporção dos seus visitantes realize as ações de marketing digital que deseja.

 

Principais elementos do CRO

  • Testes A/B– Esta é a forma mais simples de perceber, entre duas versões, qual a melhor para atingir determinado objetivo. Uma ideia é dividir ao meio e de forma aleatória o tráfego de determinada página para que metade das pessoas veja a versão A e a outra metade a versão B. Depois é só medir os resultados. Existem diversas ferramentas de marketing digital para efetivar os testes A/B, mas a mais fácil de usar é o Google Analytics.
     
  • Heatmaps– Muito usados para perceber como é que o público perceciona um site, os heatmaps ou ferramentas de análise de mapa de calor, identificam as zonas “quentes”, ou seja, as zonas por onde o visitante andou e onde clicou. Para quê? Para expor e entender dados qualitativos sobre quais as páginas e locais que mais atraem e menos atraem as pessoas, e que por consequência têm de ser melhoradas na sua estratégia de marketing digital.
     
  • Gravação de sessão em vídeo - Outra forma de acompanhar os passos dos seus visitantes é fazer uma gravação de sessão em vídeo anónima para entender o seu comportamento no site ou landing page, e poder fazer retificações para eliminar barreiras à conversão e melhorar o seu marketing digital.

 

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Medição de resultados

Estava a pensar abandonar este artigo, agora que já aplicou quase todas as estratégias de marketing digital? Nem pensar! O marketing digital também inclui a medição de resultados, ou seja, a análise de métricas e o entendimento do comportamento do consumidor nos seus meios online: site, landing pages, páginas de redes sociais, lojas virtuais, campanhas e tudo o que se lembrar de medir!

Não se esqueça de que mesmo que as suas estratégias tenham sido muito bem pensadas e aplicadas, há sempre que melhorar. Não obstante ter aumentado as vendas muito aquém do esperado, deve medir resultados, sim, até porque o marketing digital não se resume a fazer vendas. Medir resultados e comportamentos é fundamental para entender a audiência e otimizar de acordo com as necessidades reais do público-alvo e da campanha em questão.

 

Google Analytics

O Google Analytics é possivelmente a ferramenta de marketing digital para analisar resultados mais usada no mundo. Funciona de um modo muito simples: instala-se um código nas páginas do site (código em Javascript) e depois recolhe-se as informações dos utilizadores e transformam-se essas informações em relatórios fáceis de analisar. E esta ferramenta é gratuita, por isso não tem nada a perder em conhecer as suas principais métricas: 

  • Sessão- Tempo que um utilizador ficou ativo no seu site (regra geral, até 30 minutos/cada sessão)
  • Utilizadores- Número de visitantes únicos no site num determinado período. 
  • Visitantes únicos- Número de pessoas que acedem à sua página (cada visitante conta uma só vez dentro do período indicado).
  • Taxa de rejeição- Percentagem de pessoas que abriram uma página, mas não realizaram nenhuma interação. 
  • Páginas por sessão– Número médio de páginas vistas durante uma sessão. 
  • Duração média da sessão- Tempo que cada utilizador permaneceu ativo no seu site. 
  • Fontes de tráfego- Fontes externas, como outros sites e blogs, que geram tráfego, ou seja, visitas para o seu site empresarial.

 

Outras métricas de marketing digital

Tráfego orgânico - É a forma de conseguir trazer visitantes até ao seu site apenas com estratégias SEO e por consequência, marketing de conteúdo.  

Tráfego pago - É a forma de conseguir trazer visitantes até ao seu site através de anúncios publicitários pagos, criados em plataformas específicas, como Google Adwords.

Taxa de conversão - É o número de visitas versus número de conversões realizadas.

Taxa de retenção - É o número total de clientes no começo e no fim do período em causa versus o número de novos clientes.

Taxa de desistência (Churn) - É a taxa de cancelamento ou de abandono.

Links externos - É o tráfego que provém de outros domínios que direcionam para o seu site ou blog.

ROI (Retorno Sobre Investimento) - É o indicador sobre o seu investimento em marketing digital, ou seja, é a relação entre o dinheiro que ganhou (ou perdeu) através de um investimento, e o montante de dinheiro investido.

CAC (Custo de Aquisição de Clientes) - É a relação entre o número de clientes ganhos e o dinheiro investido em marketing digital, calculada pela divisão dos seus custos com a aquisição de clientes pelo número de novos clientes num determinado período.

MRR (Receita Mensal Recorrente) - É a forma de prever a receita gerada em marketing digital, muito usada em negócios que envolvem assinaturas.

CPA (Custo por Aquisição) - É um sistema para o pagamento de anúncios oferecido pelo Google AdWords no qual paga apenas quando uma conversão é efetuada no seu site.

CPL (Custo por Lead) - É uma métrica de marketing digital que revela quanto gastou para gerar um novo lead. É semelhante ao CPA, mas aplicável a um só tipo de contacto.

 

Influenciadores digitais

Talvez ainda não o tenha percebido, mas o marketing digital deu à luz o conceito de influenciadores digitais. Redes sociais como o Facebook, Instagram, YouTube e LinkedIn, entre outras, ajudaram a trazer ao mundo (virtual) personalidades que por sorte, ousadia ou mérito próprio conseguiram um elevado número de seguidores nos seus perfis e que por isso ganharam a capacidade de influenciar as decisões de compra de outras pessoas.

O que é que a sua empresa tem a ver com isso? Tudo! Esses influenciadores digitais trabalham com diversas empresas e marcas, indicando os seus produtos ou serviços e gerando autoridade para essas mesmas marcas pela associação que se faz entre a pessoa em causa e a empresa. Não quer aproveitar o recurso? Claro que existe um trabalho preliminar de marketing digital na escolha dos influenciados digitais, o número de seguidores não é o suficiente para associar o seu negócio a um perfil. Mas a boa notícia é que existem ferramentas online de marketing digital que dão indicadores precisos sobre os perfis dos influenciadores (valor estimado por publicação, taxa de interação com a audiência, estimativa do retorno sobre o investimento, etc). Use e abuse dessas ferramentas antes de fechar contrato com uma estrela!

 

Plano de Marketing Digital

Onde vai? Ainda não terminámos! Esqueceu-se que este é o artigo sobre marketing digital mais completo do mundo? Se não fizer um planeamento estratégico não consegue elevar o seu negócio a um nível de excelência. 

Fazer um investimento em marketing digital pode ser algo que vai salvar os números da sua empresa, mas se executar as diversas estratégias de forma avulsa, sem um plano, é capaz de não obter bons resultados. Por isso – e antes de mais – conheça as principais etapas de um plano de marketing digital.

 

1ª etapa – Faça o sumário executivo

Elabore uma breve descrição do conteúdo do seu plano de marketing digital.

 

2ª etapa - Defina os seus objetivos

Quer atrair mais leads? Garantir um maior número de visitas ao seu site? Relacionar-se com as pessoas? Aumentar a notoriedade da sua empresa? Divulgar a loja online? Vender como nunca? Fidelizar os seus clientes? Defina os seus objetivos para que mais tarde possa confirmar se as suas ações de net marketing ou marketing digital tiveram ou não sucesso. 

 

3ª etapa - Escolha as suas estratégias

Defina as estratégias demarketing digital que vai usar para atingir os objetivos traçados.

 

4ª etapa - Faça uma pesquisa de mercado

Empreenda uma pesquisa de mercado para conhecer os hábitos da concorrência a nível de marketing digital e também do público consumidor na Internet.

 

5ª etapa – Faça uma análise interna

  • Descreva a sua empresa.
  • Diferencie os seus produtos/serviços.
  • Defina os seus objetivos de curto, médio e longo prazo.
  • Analise os recursos financeiros, humanos e parcerias.
  • Analise o marketing-mix atual da empresa (produto/serviço, preço, promoção e distribuição).
  • Analise o volume de vendas, quota de mercado, portfólio de produtos/serviços e, se possível, a sua evolução nos últimos anos.
  • Analise as estratégias de comunicação adotadas nos últimos meses.
  • Analise o perfil do consumidor atual versus potencial consumidor digital.

 

6ª etapa – Faça uma análise externa

  • Analise o seu mercado.
  • Faça uma análise PESTAL (Política, Económica, Social, Tecnológica, Ambiental e Legal).
  • Analise a concorrência.
  • Faça uma descrição do marketing-mix digital.

 

7ª etapa - Identifique a sua persona

A sua comunicação digital só será efetiva se souber muito bem para quem está a falar e por isso deve analisar o comportamento do seu público-alvo na Internet. Recorra à identificação da sua persona ou buyer persona, que em marketing digital significa um perfil que representa o cliente ideal de uma empresa.

 

8ª etapa – Defina um orçamento de marketing digital

Inclua no plano de marketing digital, um orçamento com os custos das estratégias, previsões de receitas e previsões de lucros, entre outros itens.

 

9ª etapa - Construa um plano de ação

Aproveite as informações das análises anteriores para construir um plano de ação com a indicações dos canais digitais que vai usar no seu marketing digital, tipos e formatos de conteúdos, cronograma, ferramentas para medir resultados, etc.

 

10ª etapa – Execute o plano de marketing online

Siga o cronograma do plano de ações e comece a executar o seu plano demarketing digital.

 

11ª etapa - Analise os resultados

Analise os resultados para saber se a sua estratégia de marketing digital foi bem-sucedida. Lembre-se que hoje em dia existem várias ferramentas de monitorização, como é o caso do Google Analytics, que o ajudam a verificar diferentes dados, entre eles: número de visitas às páginas do seu site, taxa de rejeição, posição das páginas nos mecanismos de pesquisa, taxa de conversão e taxas de cliques em links.

 

12ª etapa – Avalie continuamente

Deve avaliar ininterruptamente a relação investimento/retorno para poder ir efetuando os ajustes necessários ao seu plano de marketing digital.

 

Vantagens do Marketing Digital

Obrigada por nos ter acompanhado até ao final deste artigo. Prometemos que não nos vamos alongar no capítulo sobre as vantagens do marketing digital, até porque ao longo deste texto já tomou nota dos seus benefícios. Contudo – e em jeito de conclusão – queremos deixar-lhe a aqui as principais vantagens do marketing digital para a sua empresa:

  • Segmentação do público-alvo.
  • Capacidade de atrair e conquistar as pessoas certas.
  • Interatividade com o público.
  • Interatividade com a sua persona ou cliente ideal.
  • Possibilidade de acompanhar o processo de compra.
  • Fidelização de clientes.
  • Maior rapidez e facilidade de ser encontrado no universo online.
  • Mais oportunidades de negócio para a sua empresa, em Portugal e no mundo.
  • Competição com empresas maiores.
  • Autoridade de marca.
  • Credibilidade do negócio.
  • Análise e medição de resultados para a melhoria contínua da sua estratégia.
  • Resultados de longa duração.
  • Excelente custo-benefício.

 

Cursos Marketing Digital

Se gostava de aprofundar os seus conhecimentos nesta matéria, tire um curso demarketing digital. Existem várias opções diferentes disponíveis no mercado: de cursos online de marketing digital a formações presenciais, como é o caso da licenciatura emmarketing digital (e por que não?) e do curso Marketing Digital Google.

Seja qual for a sua decisão, a verdade é que qualquer curso de marketingo pode ajudar a aprofundar esta temática e melhorar a presença online da sua empresa.

 

A Bluesoft aperfeiçoa toda uma estratégia de comunicação digital para que os seus clientes consigam ser uma marca de referência online, dentro do seu setor de atividade. A Bluesoft trabalha toda a reputação das empresas suas clientes, seja nos resultados dos motores de busca, redes sociais, blogs e outras plataformas de marketing digital. A Bluesoft orgulha-se em revelar que 79% dos seus clientes são líderes online do seu sector de atividade.

 

Junte-se ao grupo!

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