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Marketing Digital em Lisboa | Onde? Aqui mesmo
28 março, 2019

Marketing Digital em Lisboa | Onde? Aqui mesmo

Quer comer a melhor bifana da cidade de Lisboa? Zomato. Quer dormir no melhor hotel de Lisboa? Booking. Quer assistir ao melhor espetáculo de teatro em Lisboa? Time Out. Quer usufruir dos melhores serviços de Marketing Digital em Lisboa? Siga-nos.

A Bluesoft é uma agência de marketing digital sediada em Lisboa.

Na Buesoft temos como principal objetivo aumentar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade digital das marcas, contribuindo para um impacto positivo nos resultados, traduzidos num aumento do volume de faturação do nosso cliente.

 

Agência de Marketing Digital | Quem Procura o Procurador?

Hoje em dia, é fácil encontrarmos o que procuramos. A informação é imediata e o acesso a essa informação é fácil. Porém, há que saber procurar. Nem tudo o que nos aparece na primeira página é o melhor. Nem tudo o que nos aparece mais vezes é o melhor. E, mesmo querendo encontrar a melhor bifana, o melhor sítio para dormir ou o melhor espetáculo de teatro para assistir, irá encontrar, sempre, o Marketing Digital. É ele – essa entidade quase mágica – que o vai encaminhar para o que procura.

O Marketing Digital ajuda a procurar. Mas quem o procura a ele? Se a sua empresa pretende ser encontrada, então é melhor começar por procurar o Marketing Digital.

Em Lisboa ou em Abu Dhabi, uma Agência de Marketing Digital tem sempre a mesma área de ação e os mesmos objetivos. Como não estamos nos Emirados Árabes Unidos, presumimos que quer saber é onde estão as melhores aqui na capital. Pois bem, entrou no sítio certo.

Puxe uma cadeira e sente-se. Fique à vontade. Aceita um vinho? Muito bem. A área de ação de uma Agência de Marketing Digital é, como o próprio nome indica, o Digital – a Internet. Os objetivos são facilitar as ações entre clientes e empresas no mercado online, aumentando a notoriedade da sua empresa em relação à concorrência.

Para isso acontecer, é preciso definir uma estratégia. Esta estratégia de Marketing Digital deve ter, por base, a empresa, o mercado e o target. Tudo atua em função destes três elementos. 

Definida a estratégia de combate, entram os soldados. Falamos, entre muitos outros, do Inbound Marketing, do Marketing de Conteúdo, dos Blogues, dos Sites, das Redes Sociais, do Email Marketing, do Search Engine Marketing (SEM) e do Search Engine Optimization (SEO).

 

marketing digital lisboa

 

SEO Lisboa – Search Engine Optimization | Google, estamos aqui

E é o SEO que nos interessa abordar neste artigo porque é ele que leva qualquer empresa a ser encontrada pelos motores de busca. Para obter resultados organicamente, ou seja, sem pagar anúncios, o SEO é essencial.

O SEO é uma série de métodos de otimizar um site para que os motores de busca (Google, Yahoo, Bing, Ask, entre outros) entendam o seu conteúdo como relevante e o mostre primeiro aos seus utilizadores.

Mas atenção que isto não é tudo um mar de rosas – ou, neste caso, de keywords. É preciso tomar nota aos erros que não devemos cometer no mundo digital, em particular quandos.

Entre muitos outros, destacamos cinco: 

  1. Ignorar o público-alvo 

  2. Ausência de conteúdos otimizados e SEO 

  3. Descurar na usabilidade e facilidade de navegação no site 

  4. Esquecer o fator tempo 

  5. Escolher o fornecedor errado 


 

Reputação Digital | Aquela referência na área


Nós, Bluesoft, somos especialistas em Reputação Digital e Marketing Digital e temos os melhores profissionais especializados nos canais digitais. 

É por isso que somos a resposta à sua pergunta inicial. Não à pergunta das bifanas (que também trazemos, de vez em quando, para almoçar), não à pergunta do sítio para dormir (embora tenhamos uns sofás maravilhosos para aquela sesta pós-almoço) e também não à pergunta do melhor espetáculo de teatro (apesar de, por vezes, fazermos fitas e recebermos ovações). Falamos, claro está, da pergunta: Marketing Digital em Lisboa? Pois bem, aqui tem a resposta: Bluesoft

A nossa morada: Rua Sanches Coelho n. 3 - 10 - 1600-201 Lisboa

Marketing Digital | O Rei que veio para ficar
20 fevereiro, 2019

Marketing Digital | O Rei que veio para ficar

Muito se escreve e fala sobre Marketing Digital, não faltam receitas, estudos e tendências sobre o marketing que se quer online.

Fui programador grande parte da minha vida, desenvolvia código e não queria saber do “resto do mundo”, era obcecado pelo que fazia e adorava!

Nesses tempos, olhava com muita desconfiança o pessoal do marketing e comunicação, algo que ainda acontece, nos dias de hoje, com qualquer geek que se orgulhe do seu trabalho. O mesmo acontece com o marketer que, apesar de ser um comunicador nato, raramente consegue comunicar de forma fluida e construtiva com o geek, ou seja, quem desenvolve tecnologia raramente consegue falar com quem faz marketing, culpa de ambos, vivem em planetas diferentes, e não querem cá misturas!

 

Como nasce uma agência de Marketing Digital em Lisboa

A subida na carreira de um programador quase sempre acontece de forma mais ou menos forçada, dão-te o cargo de consultor, mas a tua linha de raciocínio é esta: “o que eu queria era programar, mas agora sou consultor e tenho que gerir uma equipa de programadores”. De repente, começas a ver os teus colegas programadores como geeks, esfregas os olhos várias vezes e passas a “dar o corpo às balas” pela equipa, ao mesmo tempo começas a falar com o pessoal da gestão e com o pessoal do marketing que agora até parecem pessoas mais normais, esfregas novamente os olhos porque a visão continua turva e, é aqui que se perde um bom programador e se ganha um mau gestor.

Nesse período controverso, apesar das excelentes condições financeiras que auferia, despeço-me para voltar a programar, saio de uma multinacional e vou trabalhar em parceria com um grande amigo, o Paulo Gomes, que por ironia do destino era especialista em marketing e comunicação empresarial. A ideia era juntar a tecnologia ao marketing e ver o que dava, e deu resultado.

Mais do que ganhar clientes e projetos, aprendi a falar e a comunicar com pessoas (tipo terapia da fala), aprendi a importância do marketing e da estratégia com o Paulo, trabalhei e aprendi com pessoas fantásticas, como o grande fotógrafo e amigo Nuno Antunes que me ensinou a olhar para as coisas de outra forma. 

A Isabel Falcão da Revelamos, é uma excelente Storyteller e produtora de conteúdos que me mostrou na prática o que era o Marketing de Conteúdo (designação que ainda não existia naquele tempo).

Fruto desta miscelânea de pessoas extraordinárias que conheci no meu percurso profissional, nasce uma marca dedicada ao marketing digital, constituída por pessoas das áreas da gestão, do marketing, da matemática, da criatividade, da programação e dos conteúdos. A Bluesoft.

 

O que é o Marketing Digital ?

Marketing Digital consiste num conjunto de ações executadas online, que tem como principais objetivos:

  • Criar uma identidade digital da marca;
  • Aumentar a credibilidade, visibilidade e rentabilidade da marca nos vários canais digitais (atrair negócio / leads / conversões);
  • Desenvolver e otimizar ativos digitais que facilitam as interações digitais da marca com os seus utilizadores (publico alvo);
  • Aumentar a reputação digital da marca e sua autoridade.

 

Dentro as suas principais ferramentas estratégicas está a estratégia digital, o SEO (Search Engine Optimization), o Inbound Marketing e o Marketing de Conteúdo.

 

Os segredos de Marketing Digital da Bluesoft

Os clientes pedem resultados, todos querem mais credibilidade, mais visibilidade e mais rentabilidade no digital. Quando o nosso cliente se torna na sua área uma autoridade ou uma referência no digital, a sensação é de “dever cumprido”.

1º Segredo de marketing digital: A matemática e o conhecimento do negócio do cliente

Fórmula simplificada = Matemática + Tecnologia Otimizada + Conteúdos Otimizados

85% de toda a navegação da internet começa no Google, a porta de entrada na internet é o Google. 

Hoje em dia, o consumidor tem as mãos no smartphone, e não tem tempo. Não procura, pesquisa e escolhe o que lhe aparece no ecrã. 

Num mundo onde impera o excesso de informação e ruido, onde pagamos para não ter publicidade, como conseguiremos ter visibilidade e rentabilidade no digital?

Obrigatoriamente teremos de ser os primeiros da fila a aparecer, teremos que estar nas primeiras posições dos resultados de pesquisa, o mesmo que dizer, temos que estar na primeira página do Google, e de preferência em todos os resultados da primeira página.

Sendo assim, quais as pesquisas (ou keywords) que devo aparecer na 1ª página do Google?

Mais uma vez entra a linguagem universal em ação, a matemática, teremos de conhecer o que pesquisa o nosso publico alvo e definir um plano e uma estratégia digital. 

 

Por exemplo: 

  • Se tivermos uma clínica de “transplantes capilares” convém saber que em Portugal, todos os meses existe em média 1.600 pesquisas no google pela keyword “transplantes capilares”, o nosso cliente Master Group encontra-se nos 3 primeiros resultados da 1ª página por esta keyword;
  •  No entanto por “implantes capilares” existem todos os meses 1.500 pesquisas, onde mais uma vez o nosso cliente aparece nos 2 primeiros resultados, entre outras tantas keywords de negócio.

Aqui a concorrência perde todos os meses milhares de pesquisas orgânicas.

 

2º Segredo de Marketing Digital: A tecnologia otimizada e o SEO

Quando ouvimos falar de Relojaria Suíça imaginamos máquinas perfeitas, onde a precisão a excelência e o rigor são a chave.

Nos últimos 11 anos temos sido obsessivos com a tecnologia que desenvolvemos, tecnologia otimizada para os motores de busca, tecnologia 100% “Google Friendly” focada no SEO (Search Engine Optimization).

A implementação de dados estruturados e a compatibilidade da pesquisa por voz é apenas uma das muitas boas práticas de otimização que implementamos nas nossas plataformas, desenvolvidas à medida para cada cliente.

A nossa tecnologia permite com facilidade a conquista de reputação e credibilidade orgânica fase à grande concorrência, as plataformas pré-feitas (wordpress, joombla, etc).

 

Por exemplo:

  • Se pesquisar no Google por “exportar para o canadá” o primeiro resultado da primeira página do Google é um artigo redigido com muito poucas palavras, que ganha no posicionamento, aos portais governamentais dedicados ao tema; 
  • O mesmo acontece com as principais keywords dedicadas ao negócio da publicidade, só com um único artigo no nosso blog sobre o tema, conquistamos a 1ª posição por “publicidade orgânica” ou por “publicidade paga”.

 

3º Segredo de Marketing Digital: Conteúdos otimizados ou Marketing conteúdo

Já não é segredo que o seu humano adora de uma boa história, o storytelling tem mais importância como nunca, trazendo para o mercado excelentes contadores de histórias.

Mas não basta só uma boa história, a mesma terá que ser consumida, e para isso tem que ser visível aos utilizadores para seu consumo (utilizadores que não têm tempo).

Os conteúdos têm de refletir o comportamento de pesquisa do publico alvo, cada página deverá ter um FOCO com as “meta tags” devidamente preenchidas, keywords, sinónimos, títulos e subtítulos, mas o mais importante, o conteúdo deverá ser realmente relevante, não só relevante para o utilizador mas também relevante para o motor de busca. 

Mais uma vez entra a matemática, e quando aplicamos a seguinte fórmula com tecnologia otimizada, milagres acontecem:

A título de exemplo da aplicação desta fórmula e de um conjunto de outras boas práticas, o nosso artigo sobre “dados estruturados” está na 1ª posição, ganhando ao nível do posicionamento orgânico à própria Google, Wikipédia e linkedin.

Não fazemos conteúdo só para manter os ativos digitais atualizados. Fazemos conteúdo para aumentar os resultados de faturação dos nossos clientes.

 

O Marketing Digital em Portugal

Concluímos facilmente que o somatório de todas as redes sociais e ativos digitais promocionais, representam somente um potencial de conversão de negócio na ordem dos 15%, infelizmente pela facilidade e quantidade de oferta (as tradicionais agências também querem vender digital) muitas marcas aplicam aqui a maior percentagem de investimento, que na maior parte dos casos, revela-se um mau investimento. 

A sigla mais importante do Marketing Digital é o ROI (Return of Investment) o retorno sobre o investimento.

 

Quando e 85% de toda a navegação começa no Google, o bom investimento deverá ser na estratégia e nas boas práticas tecnológicas aliadas ao SEO e à matemática. A sua marca tem que aparecer pelos serviços ou produtos que “vende, porque eu quero, e como tal pesquisei! 

Qualquer cliente Bluesoft encontra-se na primeira página de resultados do Google pelas principais keywords do seu negócio, todos os seus ativos digitais são minuciosamente desenvolvidos para gerarem resultados, com impacto significativo na faturação.

Na Bluesoft o segredo não está no planeamento estratégico, nem na maremática, nem no desenvolvimento à medida, nem nas ferramentas de marketing digital ou na estratégia de marketing de conteúdo. O nosso verdadeiro segredo está “dentro” das pessoas com quem trabalhamos, valorizamos o fator humano, pessoas que têm a motivação, a pro atividade e a coragem para tornar a marca do nosso cliente uma autoridades digital. Porque na Bluesoft geek(s) e marketer(s) andam de mãos dadas :)

Marketing Político e Marketing Digital - Uma Coligação
31 janeiro, 2019

Marketing Político e Marketing Digital - Uma Coligação

Para escrevermos um completíssimo artigo sobre Marketing Político e Marketing Digital temos de, em primeiro lugar, explicar o que é Marketing Político e o que é Marketing Digital. Faz parte das regras para escrever completíssimos artigos. Este não é um deles. Mas nós explicamos na mesma.

 

O que é o Marketing Político?

Marketing Político é uma série de técnicas de publicidade que têm como principal objetivo manter a ligação entre um político e o seu eleitorado. Mas não só. A ideia também é conquistar mais eleitores nas próximas eleições. 

Não havendo Marketing Político, o eleitorado de determinado político não sabe o que este anda a fazer nos corredores do parlamento (assumindo que lá vai, como é óbvio). 

 

O que é o Marketing Digital?

Por seu lado, Marketing Digital é... bem, para o amigo leitor estar aqui é porque sabe claramente o que é Marketing Digital, certo? De qualquer forma, nunca fiando: Marketing Digital é um conjunto de ações que uma entidade faz online com a intenção de conseguir novos negócios ou objetivos, criar relações e desenvolver a identidade digital da sua marca. 

Para isso acontecer, há que pôr em prática algumas estratégias, das quais se destacam o Marketing de Conteúdo, o SEO (Search Engine Optimization) e o Inbound Marketing. 

 

Marketing para Políticos - Marketing para Totós?

É indispensável que os políticos tenham uma mínima noção do que é fazer marketing. E, visto que, hoje em dia, vivemos todos coladinhos às viscosas paredes de uma bolha chamada Internet, é essencial que os políticos dominem a cena*

*viram como nós acabámos de usar uma expressão bué da jovem só para captar a atenção dos catraios? Isto é que é ser tótil influencer...** 

**não, não é. Os jovens já não dizem bué da nem tótil. Aliás, os jovens já não são jovens, são millennials. 

 

Vá, já chega de asteriscos. Vamos ao que interessa: António Costa, Rui Rio, Assunção Cristas, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, este artigo (também) é para vocês. Esqueçam tudo aquilo que vocês têm feito nas vossas redes sociais. A nossa sugestão é mesmo fazerem um Delete, um CTRL+ALT+DEL ou até mesmo um Format C: ENTER. 

Se a ideia é aproximarem-se do vosso eleitorado, não está a funcionar. Se a ideia é atraírem mais gente para a vossa caravana política, também não está a funcionar. Passamos a explicar. 

(dêem-nos só um segundinho para irmos ali falar com o nosso “eleitorado” de forma a que ele perceba o que lhe queremos dizer) - perceberam a dica? 

Olá de novo, caro leitor. António Costa, Rui Rio, Assunção Cristas, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. Estes são os líderes dos maiores partidos portugueses. Foquemo-nos nestes e foquemo-nos no Twitter, uma das redes sociais que tem sido mais usada por políticos e pessoas que, não sendo políticos, têm intervenção nessa área: António Costa tem 80 mil seguidores, Catarina Martins tem 66 mil, Assunção Cristas tem 3 mil, Rui Rio tem 3 mil e Jerónimo de Sousa nem sequer tem Twitter. Costa, Catarina, Cristas e Rio tem uma miserável média de 100 likes por tweet. Jerónimo de Sousa não tem likes porque não tem Twitter. Chega a ser confrangedor. A dona Fernanda da mercearia da nossa rua tem mais engagement do que qualquer um destes engravatados.

Isto acontece porque nenhum deles está a desenvolver uma estratégia de Marketing Político Digital. É que nem é boa nem má. Não existe. 

 

Marketing Político Digital - Uma maioria absoluta

O que seria se a estratégia política tivesse, como base, uma estratégia de Marketing Digital? O que seria se os políticos se fizessem, realmente, ouvir? O que seria se, de facto, houvesse uma comunicação política mais eficaz? 

Hoje em dia, imensa gente consegue alcançar imensa gente. Mas a esmagadora maioria dessa imensa gente não tem qualquer poder de decisão. Imagine que alguém que consegue alcançar essa imensa gente consiga, de facto, decidir. Tenha, de facto, poder.

Imagine pesquisar por “melhor salário” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por “direitos humanos” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por “combate ao racismo” e aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X. Imagine pesquisar por qualquer termo ou expressão que esteja na ordem do dia e - sim, já sabe o resto da frase - aparecer-lhe, na primeira página do Google, a página do Político X.

E atenção que esta não é nenhuma referência Professor X dos X-Men. Deixemos o Xavier em paz e voltemos à verdadeira luta contra o mal que, neste caso, é a ausência de uma estratégia política digital no nosso país. 

Costa, Catarina, Cristas, Rio e Jerónimo, ainda estão aí? Aqui ficam algumas dicas. Não precisam de agradecer: 

 

Principais estratégias do Marketing Político: 

  1. Desenvolver uma marca política 
  2. Construir uma comunidade 
  3. Investir em conteúdo 
  4. Marcar presença (com estrtatégia) nas redes sociais 

 

Há congressos, convenções, reuniões e tudo o mais. Tudo muito importante para o partido, mas tudo muito apenas para o partido. O que seria se vossas excelências olhassem o que se passa fora? O que seria se pegassem no que se passa fora e criassem uma estratégia de Marketing Digital, de Marketing de Conteúdo constante (baseado em temas trend e em pesquisas reais), de forma a obterem posicionamento orgânico face aos meios? O que seria se se transformassem numa autoridade digital? Tentem.

Depois nós podemos ficar com a pasta do Ministério do Marketing Político Digital. Até breve, futuros influencers

O Marketing, a Comunicação e as Favelas Brasileiras
03 janeiro, 2019

O Marketing, a Comunicação e as Favelas Brasileiras

Sabem o que é vergonha alheia? Ver adultos a utilizarem expressões de miúdos. Porque é que ficam sempre tão ridículos? 

Eu sou da geração do “bué”, e por alguma razão, quando era miúdo essa expressão soava sempre de forma estranha quando era dita por um adulto.

O irónico é que, hoje em dia vergonha alheia é quando oiço os miúdos a utilizarem as expressões lá deles. Porque é que já não utilizam as da minha altura que eram bem melhores? Enfim... se calhar o problema é meu.

 

O Marketing nas empresas

Existem empresas que não entendem mesmo (esta coisa do Marketing) mas talvez já esteja na altura de acertarem o passo. Para tal, pretendo dar uma ajuda ao recorrer à genialidade dos nossos irmãos brasileiros.

O povo brasileiro é bom em muitas coisas, e na 7ª arte há poucos como eles. O filme "A Cidade dos Homens" é um exemplo disso. Este filme retrata a vida de Laranjinha e Acerola, duas crianças das favelas brasileiras, que como é de esperar, não têm uma vida fácil.

Mas se está à espera que divague para o mundo do cinema está muito enganado. O único motivo que me fez referir este filme foi mesmo o Marketing e a Comunicação, isto porque a cena que mais me marcou na "Cidade dos Homens" passa-se na sala de aula, onde o miúdo Acerola dá uma lição de Comunicação à sua professora.

Se não viu o filme e está curioso para perceber o que lhe estou a contar, encontrei um vídeo no youtube com essa cena. Mas se for daquelas pessoas sem tempo ou paciência para isso - no problem - pode encontrar um pequeno resumo abaixo. 

 


Resumo da Cena

Resumindo a cena em questão - A professora está numa sala a dar uma aula sobre Napoleão Bonaparte e a forma como conquistou a Europa. Os miúdos irrequietos, e muitos deles desinteressados, não prestam atenção, ou vão fazendo perguntas irrelevantes sobre a matéria. 

No fim da aula, a professora promete uma visita de estudo para os cativar. Na aula seguinte, a professora faz perguntas sobre o que tinham falado na aula anterior, e as crianças já não se lembram, dizendo que foi sobre os romanos e os gregos. Então, a professora chateada diz que já não vai haver visita de estudo.

Nesse momento, o Acerola faz uma proposta à professora - "Se conseguir explicar a matéria aos colegas, a professora deixa-nos ir à visita de estudo?". A professora concorda e então o Acerola começa a explicar a matéria, mas desta vez a história de Napoleão Bonaparte é contada de forma a que os seus colegas consigam compreender melhor.

Os países transformam-se em "morros" onde o dono do Morro Francês era Napoleão, que "mudou o jeito de mandar" mas antes disso a "parada era dos ingleses que vendiam bagulho para as outras regiões" etc ...

Acerola conseguiu fazer o que a professora não conseguia, cativar a atenção dos colegas.


 

Como comunicar para os diferentes público alvo?

Com a cena descrita anteriormente, Acerola ensina-nos o que é comunicar. Ensina-nos que, se realmente o nosso objetivo é comunicar, então a nossa mensagem deve ser adaptada e não generalizada. Ensina-nos que temos de saber quem é o nosso público alvo, como devemos comunicar com ele se queremos ter a sua atenção e motivá-lo de alguma forma. 

Este é um problema que afeta demasiadas empresas em Portugal e a falta de personalização das mensagens pode estar a custar-lhes clientes.

Quando se conhece o público alvo sabe-se quais são as suas preocupações, o que é que lhes interessa e o que querem ouvir. Se personalizar a sua mensagem de acordo com esse conhecimento, permite-lhe ter um maior impacto nas suas vidas. 

É necessário investigar, delinear um perfil de cliente ideal ou "buyer persona", aprender e compreender o seu vocabulário e acima de tudo ter empatia pelas pessoas para quem queremos comunicar, ou seja, colocarmo-nos no lugar delas ... walk a mile in their shoes.

 

Uma estratégia de Marketing baseada na Segmentação de Mercado

Por alguma razão o ponto de partida do Copywriting é "uma ideia, um cliente, uma mensagem". Enquanto copywriters só falamos para uma pessoa, e, essa pessoa tem "aqueles" problemas para o qual temos a solução.

No entanto, por falta de conhecimento, vontade ou paciência, aquilo que observo nas empresas é a uma mensagem completamente generalizada para aquele que pode ser "mais ou menos o seu público alvo". E se lhes perguntarmos qual é o seu público-alvo elas vão responder-nos: "O meu público alvo é X e Y" e ao analisar, verifica-se que a sua mensagem engloba os dois.

É realmente comum vermos empresas que têm o mesmo serviço - ou serviços semelhantes - para diferentes segmentos de mercado, optarem por uma mensagem inclusiva aos vários públicos, em vez de a individualizarem para cada um. A consequência? Acabam por não comunicar adequadamente para ninguém porque a sua mensagem é sempre passada num tom geral.

Tome o próximo caso como exemplo - Imagine um ginásio que tenha uma daquelas aulas de cardio devastadoras, digna dos espartanos e ideal para 3 tipos de pessoas:

  • Pessoas fit que queiram manter a sua forma física e resistência;
  • Pessoas com um peso normal mas que queiram melhorar os seus níveis físicos e aumentar a sua energia no dia a dia;
  • Pessoas com um peso excessivo que queiram perder gordura e sentirem-se bem com elas próprias.

 

O comum é vermos uma única mensagem, inclusiva para estes 3 públicos. Algo do género: "A nossa aula cardio é ideal para quem queira manter a sua forma física, aumentar a sua energia, ou simplesmente para pessoas que queiram perder peso" (não sei, improvisei agora).

Mas, na verdade o que devia acontecer, é que cada um destes públicos devia ter uma mensagem única, individual e personalizada, ainda que o serviço seja o mesmo. 

 

  • Cliente nº1
     Fit e habituado ao desporto é uma pessoa que não vacila na sua disciplina, 100% empenhada em cuidar do seu corpo. Sabe a importância de fazer um treino cardio para manter os seus níveis de energia e queimar calorias, levando os seus treinos muito a sério.
  • Cliente nº2
    Possivelmente o chamado "average joe", que pode não ter grandes complexos com o seu corpo ou peso, mas que não está satisfeito com a sua condição física. Quer voltar a ter a energia que tinha quando era mais novo, queimar calorias e libertar stress.
  • Cliente nº3
    Uma pessoa complexada com o seu corpo e com o seu peso, onde para ele, nesta fase da sua vida o prioritário é perder os quilos que tem a mais, e poder olhar-se ao espelho sem odiar o seu reflexo. É uma pessoa que de certeza já fantasiou muitas vezes em como seria a sua vida se fosse mais magro.

 

Ao contrário do cliente nº 1, o cliente nº 2 e nº 3 vão precisar de alguém que os mantenha motivados e disciplinados, para aguentarem a dor e o sofrimento inicial do treino e para se focarem nos resultados a longo prazo. Estou 100% certo? É pouco provável, mas isso não interessa.

O que interessa na verdade é ter uma ideia, um cliente, uma mensagem. Porque só assim se consegue criar uma mensagem com quem público alvo se possa relacionar. Caso contrário, como é que se pode ter uma comunicação atrativa, se a mensagem for só uma para três tipos de pessoas diferentes?

Ainda que um determinado serviço seja o mesmo para todas elas, esse serviço satisfaz razões, motivações e necessidades completamente diferentes. Por isso, em vez 1 mensagem preciso de 3. É óbvio!

Enquanto profissionais de marketing e comunicação, a nossa mensagem deve ter uma finalidade, um objetivo definido que - se tudo correr bem - será compreendido pela nossa audiência e os influenciará em direção a esse objetivo. Os vendedores comunicam com o objetivo de motivar os clientes a comprar, os políticos com o objetivo de ganhar votos e os atores com o objetivo de emocionar.

 

Segmentação Psicográfica | Segmentação Demográfica

A eficácia da nossa mensagem está diretamente relacionada com a forma como ela consegue emocionar e motivar as pessoas que a recebem. Quando temos um objetivo claro para a nossa mensagem, dá-nos a possibilidade de estruturá-la de forma a influenciar o público, e é por isso que os grandes comunicadores conseguem controlar como o público alvo se sente em relação a eles.

Quando analisamos o nosso público, dos muito fatores a ter em conta, pelo menos estes dois não devem ser desconsiderados:

  1. Os Fatores Demográficos: Idade, género, estado civil, religião, background étnico e cultural etc.
  2. Os Fatores Psicográficos: Quais são as suas crenças, atitudes e valores? Ao que é que são leais? Quem é que admiram? O que é que sabem sobre a informação que lhes vais transmitir? E o que é que não sabem? O que é que a sua mensagem lhes pode fazer sentir, e que questões podem perguntar?

 

Saber responder a estes fatores é meio caminho andado para começar a personalizar a sua mensagem. Mas só isto não basta. Quando estiver a definir a sua mensagem, procure compreender que tipo de reação e emoções quer provocar no seu público alvo. 

 

Com este artigo o meu objetivo é educar e sensibilizar quem o ler para que tenha em conta as pessoas com quem comunica, e adapte a sua mensagem de acordo com as pessoas que quer alcançar.

Publicidade Online: Orgânica ou Paga - O Duelo!
25 outubro, 2018

Publicidade Online: Orgânica ou Paga - O Duelo!

“Não há má publicidade. Toda a publicidade é boa publicidade”. Errado. Errado. Errado. Quem disse isto? Alguém que ficou conhecido por uma péssima publicidade que não teve nenhum efeito positivo nas vendas e que ficou, apenas, conhecida como, lá está, uma péssima publicidade.

Não há coisa como não haver má publicidade. Claro que há má publicidade. Há publicidade horrível. Agora, não se deixem levar pelos clichês e façam a coisa certa (como o Spike Lee, já diziam os Da Weasel).

 

Publicidade na Internet

Google AdWords, hard selling, publicidade online, anúncios de Facebook, tráfego pago, tráfego orgânico, marketing de conteúdo – tudo conceitos que navegam neste nosso mundo que, cada vez mais, é um mundo que está no mundo da Internet. Demasiados mundos? Talvez. Demasiada Internet? Certamente.

Hoje, todos estamos online. Quem não está online, não existe. Empresas ou marcas que não estejam online são empresas ou marcas que não existem. Portanto, hoje, a publicidade tem de estar online e tem de funcionar bem online.

Agora, como fazer bem publicidade online? A primeira coisa é conhecer o nosso público-alvo e saber convencê-lo a adquirir os nossos produtos, a ler os nossos artigos, a ouvir a nossa música, a fazer que ele faça o que nós queremos, mas sem ele dar por ela, sem ele pensar que fomos nós que o levámos a escolher. A ideia é ele pensar que foi ele que escolheu. Em certa medida, em grande medida, até foi.

O público-alvo, possível cliente, é que manda nisto. O cliente tem necessidades e a empresa tem de olhar para elas e arranjar formas (produtos, serviços, conteúdos) para as satisfazer. Até aqui, tudo certo. No entanto, há empresas que se baseiam nesta hierarquia de Maslow para cercar o cliente, sem sequer o deixarem respirar (se o objetivo for vender botijas de oxigénio, perfeito - mas não é).

Hoje em dia, vivemos numa Times Square gigante e constante que nos bombardeia os sentidos com todo o tipo de publicidade. De manhã à noite, tudo nos diz “deseja-me”, “compra-me”, “come-me”. E a maior parte das marcas que nos gritam isso nem se preocupa se fala muito alto ou não. A maior parte das marcas que nos gritam mostra claramente ao que vão: “olá, humano, isto é publicidade, tu vais sentir que precisas disto mais do que precisas daquilo e vais desejar, comprar e comer, caso contrário, não existes nesta vida”. Funciona, mas não é a melhor estratégia. Nem a que funciona melhor.

 

Publicidade Paga VS Publicidade Orgânica

Antes de mais, convém salientar que a criação de tráfego é o ponto essencial para que haja publicidade na Internet. Esse tráfego pode ser tráfego orgânico ou tráfego pago. Publicidade orgânica ou publicidade paga. Agora sim, vamos ao combate.

Num canto do ringue, com um custo elevado, tempo limitado e concorrência alta, está a publicidade paga! No outro canto do ringue, com mais confiança, mais credibilidade e uma elevada taxa de cliques, a publicidade orgânica! Senhoras e senhores, bem-vindos ao duelo da Publicidade na Internet.

Mas vamos lá a ter calma. Antes de começar o combate, convém ser justo e dizer que todos nós já amaldiçoámos a publicidade e já pensámos em mil e uma maneiras de acabar com ela. Bloquear publicidade está, provavelmente, no topo dos nossos desejos enquanto consumidores. E se já não nos bastava a publicidade offline – na televisão, na rádio, nos cartazes da rua, por aí –, ainda vem a publicidade na Internet. Um tipo vai ver como estão os ódios na rede social do Zuckerberg e lá vem um anúncio de Facebook. Depois, vai até ao Instagram para apreciar umas boas fotografias desta ou daquela e lá vem uma publicidade no Instagram.

Vai ao Youtube e leva com mais uma dose de anúncios. Levamos com tudo isso, mas a verdade é que continuamos a visitar o Facebook, o Instagram e o Youtube, e as pessoas/empresas que lá estão continuam a ganhar dinheiro online com publicidade.

 

Anúncios no Google, Anúncios no Facebook, Anúncios no Instagram, Anúncios no youtube, Anúncios em todo o lado!

A publicidade paga, quer seja anúncios no Google, publicidade no Facebook, publicidade no Instagram ou publicidade no Youtube, tem os seus pontos fortes – e convém estudar bem os pontos fortes do adversário antes de lutar com ele.

O primeiro é o seguinte: é mais fácil. Este é o ponto forte mais evidente. Mas também mais caro. Pay-Per-Click (PPC), Google Adwords, Facebook Ads, banners, links patrocinados, enfim, o leque é variado. Hoje em dia, há mil e uma maneiras de fazer publicidade, pagando. Há tutoriais de como patrocinar no Instagram, de como anunciar no Facebook, de como usar Google AdWords em nosso benefício, de como ganhar dinheiro online com publicidade... Tudo é possível com publicidade paga. Mas, como o próprio nome indica, tem uma desvantagem: paga-se.

Mas continuemos nas vantagens: eficiência temporal. Os anúncios podem ser programados para um determinado período de tempo. Os resultados são imediatos e facilmente analisados.

Terceiro ponto positivo: público definido. De acordo com palavras-chave e sem muito trabalho, podemos chegar ao público que pretendemos.

A grande desvantagem da publicidade paga continua a ser a forte tendência a cair no Hard Selling – um modelo de vendas bem old school, em que 40% do tempo é utilizado no fecho da venda e 30% na apresentação, num total de cerca de 70% do tempo disponível. Apenas os restantes 30% são aplicados na gestão de relacionamento com o cliente, tentando perceber o que ele quer, o que não quer, quais as suas necessidades. Desta forma, é muito mais difícil criar a tal confiança.

E a publicidade orgânica, o que vem a ser isso? Ora bem, a publicidade orgânica está no canto oposto da publicidade paga, uma vez que não possui qualquer custo directo. É, geralmente, conhecida no meio por Inbound Marketing, uma estratégia que procura conquistar clientes através da criação de conteúdo. Há uma conquista, não uma compra. Vamos lá a um exemplo banal do mundo da bola para percebermos melhor isto: o Leicester conquistou a Premier League, o Manchester City comprou-a. Quem está a par dos meandros da bola, não precisa de mais explicações.

Mas deixemos a bola e voltemos à Terra. Para que determinada empresa consiga resultados positivos com tráfego orgânico, é necessário investir em estratégias de Marketing de Conteúdo e de SEO (ver artigo).

Um dos pontos fortes da publicidade orgânica é a credibilidade: uma vez que o espaço é conquistado, pressupõe-se que o conteúdo tem qualidade. Isso gera confiança no (possível) cliente.

A autoridade é outro dos ganhos alcançados com a publicidade orgânica, fazendo com que o cliente olhe para a empresa como referência na matéria.

A interacção também aumenta, fomentando o engajamento dos consumidores, e levando a um claro aumento de leads qualificados.

Tudo muito bonito e tal, mas qual a escolha certa? Pois bem, talvez até possa haver um compromisso entre ambas: publicidade orgânica e publicidade paga. Combinando ambas as estratégias, é possível melhorar o alcance e optimizar a qualidade e o envolvimento do seu público, obtendo leads com resultados rentáveis.

 

Marketing de Conteúdo

Porém, escolha o caminho que escolher, uma coisa deve ter em mente: mais do que pagar para publicitar um produto, é preciso criar uma história para que o (futuro) cliente procure o produto sem saber que está a ser levado a isso. Ele não precisa (nem deveria) saber que está a ser envolvido numa teia do mal, em que a Senhora Empresa está a mexer os cordelinhos e a sacar notas e livros de cheque para o obrigar a ser cliente! A Senhora Empresa pode existir, com gato ao colo e tudo, mas tem de ser mais esperta e subtil nas suas manobras (nem sempre) malévolas.

A ideia, muito resumidamente, é ser um Master of Puppets na mesma, mas sem o (possível) cliente dar por isso. Se der, ele também não se vai chatear porque sabe que percorreu aquele caminho escolhido por ele, com as suas vontades e com os seus desejos. Foi conquistado. Depois é só juntar os trapinhos e fazer a coisa certa.

Na Bluesoft temos como objetivos aumentar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade da sua marca, tornando inesquecível a experiência digital do seu público alvo.

Uma carreira em marketing digital
10 maio, 2018

Uma carreira em marketing digital

Para os jovens de hoje que querem fazer carreira em Marketing Digital é importante terem noção de que atualmente o mercado exige profissionais diferenciados.

 

O fator diferenciador é fundamental e obrigatório

Não é suficiente ir à faculdade, sentar numa cadeira e ficar numa posição de receptor de informação. O mercado hoje exige mais do que isso.

Escrever num blog, ser criativo, aprender técnicas de copywriting, frequentar cursos de especialização, criar um canal no YouTube, ler livros, ir a eventos, criar um posicionamento de influência no Facebook e/ou LinkedIn, etc., são tudo atividades que permitem criar um fator diferenciador, que normalmente é o conhecimento prático do mercado real. As empresas procuram isso, ou então serás apenas mais um.

É comum ver jovens que ambicionam trabalhar na empresa X ou Y, mas nada fazem para se destacar de todos os restantes. São currículos estéreis de inovação, criatividade, conhecimento prático ou qualquer factor diferenciador. Da próxima vez que pensarem em reclamar do mercado de trabalho ou da falta de oportunidades, abram um livro e comecem a criar o vosso fator diferenciador. Infelizmente ninguém o poderá fazer por vocês!

 

 

A Bluesoft está a contratar jovens talentos para marketing de conteúdo.

Se achas que tens o fator diferenciador, vem trabalhar connosco.

Marketing digital, o filão de ouro!
03 maio, 2018

Marketing digital, o filão de ouro!

Muito se tem falado e escrito sobre o marketing digital, umas vezes com conteúdo relevante, outras, com um aproveitamento exagerado, transformando o marketing digital no filão de ouro do séc. XXI.

 

O que querem os clientes?

Há 10 anos atrás, a Bluesoft era essencialmente uma empresa tecnológica, composta por uma pequena equipa de programadores e designers. Nessa altura, tínhamos um problema: os clientes queriam resultados. Não estavam interessados na simples oferta de sites ou de lojas online, por mais atrativos que fossem, queriam sim, vendas e resultados palpáveis. Esta era a realidade, num tempo em que pouco ou nada se falava sobre marketing digital.

Progressivamente, fomos contratando pessoas das áreas de marketing, numa época em que ainda não existia especialização em marketing digital. Como consequência também alteramos a nossa metodologia de trabalho, passando a analisar detalhadamente o negócio dos nossos clientes, sempre com enfoque na obtenção de resultados. Estávamos assim a trabalhar marketing nos meios digitais.

Atualmente, com uma equipa experiente e multifacetada, constituída por gestores, marketeers, copywriters, designers e programadores, a Bluesoft continua a trabalhar para os resultados dos seus clientes, porque, volvidos 10 anos, os clientes continuam a querer o mesmo = resultados.

 

Como conseguir resultados?

Para nós é impensável "vender" marketing digital sem qualquer tipo de estratégia de fundo.

Indicadores como, a estratégia digital, a reputação digital e a autoridade digital, deverão ser trabalhados de forma muito séria e profissional.

É fundamental conhecer bem as métricas e o público-alvo do cliente, ter conhecimentos de marketing, de gestão, de estratégia, de vendas, entender a tecnologia e como utilizá-la.

Com o digital, surgem uma série de ferramentas disponíveis, capazes de potenciar qualquer tipo de negócio. Sendo conhecedores do negócio do cliente, do seu público-alvo e das respectivas ferramentas digitais,  ficam assim reunidas as condições mínimas para gerar e otimizar resultados.

 

Alguns resultados dos nossos clientes no digital

  • As oficinas Midas registaram um aumento de marcações via site, cerca de 80% face ao ano anterior;
  • A farmacéutica Jaba Recordati e os seus sites de produtos duplicaram o nº de visitas no último ano;
  • As clínicas Tattoo Clinic lideram a primeira página de resultados do sector;
  • O Blog BCooker's da marca Bcook tornou-se uma referência para os food lovers;
  • O Cavalo Lusitano (marca de interesse nacional) somou no último trimestre um crescimento de 30% de visitas nos mercados externos;
  • A Loja Online da To Work For registou um aumento de vendas online na ordem dos 40% no último ano.

 

Na Bluesoft trabalhamos sempre para atingir os melhores resultados! Contacte-nos para fazer também parte dos nossos casos de sucesso.

O poder do Marketing Pessoal
29 março, 2018

O poder do Marketing Pessoal

Já reparam que, a nível profissional, as pessoas ambiciosas, as pessoas motivadas, são geralmente incompreendidas?

Modo geral, não se entende nem se observa o vulgo “primeiro estranha-se depois entranha-se” mediante os que ousam ambicionar. O conceito “sem limites”, o sucesso per si, é acolhido com renitência por um diverso número de pessoas, ideia ironicamente imortalizada em We Hate It When Our Friends Become Successful pelo cantor Morrissey.

O sucesso pessoal alheio é objeto de relutância, dir-se-ia quase visceral, pela maioria.

O hábito, a prática em detrimento da aquisição de experiência, redonda neste sentimento comum, facilmente reconhecido por aqueles que levam a vida presos às suas rotinas.

Quando surge algo diferente, surge também o medo, aquele receio perante a inovação. As oportunidades surgem quando arriscamos, e só arriscamos quando pensamos “sem limites”.

 

O que é o Marketing Pessoal?

Marketing Pessoal é uma disciplina, um conjunto de estratégias, aplicadas de forma coerente e premeditada, que farão com que confira um maior valor à sua imagem pessoal. Ou seja, é um marketing versado para que o encarem com uma imagem positiva e credível.

Resumindo, podemos afirmar que o Marketing Pessoal consiste em acrescentar valor à sua imagem.

 

Como cultivar o marketing pessoal?

1- A sua imagem, o seu reflexo, é o seu cartão de visita

Preservar uma imagem apresentável é imprescindível.

 

2- Capacidade de liderança é fundamental

Ser capaz de liderar e inspirar os outros.

 

3- Encontrar soluções para os problemas

Descortinar respostas resulta no incremento da sua marca pessoal.

 

4- Devolver valor acrescido

Compreender e definir os seus pontos fortes de forma a entregar valor a quem o rodeia é fundamental para seu Marketing Pessoal.

 

5- Ser proativo

Antecipar problemas e prever soluções para os mesmos.

 

6- Ver e ser visto

Dar-se a conhecer. Participar ativamente em eventos relacionados com a sua área de atividade.

 

7- Orientar-se por objetivos

Definir uma estratégia de Marketing Pessoal eficaz.

 

8- Ser autêntico

Marcar pela autenticidade.

 

Existem determinadas figuras que marcam pela sua personalidade e originalidade:

  • Steve Jobs (Apple) adotou uma indumentária minimalista e constante que o acompanhou até ao fim: jeans, camisolas pretas de gola alta e ténis da New Balance;

  • Mark Zuckerberg (Facebook) restringe o seu guarda roupa às t-shirts cinza;

  • Salvador Dalí (artista da escola surrealista que vendia a sua assinatura por 72 000 dólares/hora no século XX), cujo bigode inconfundível se tornou uma imagem de marca e que, avaliando pelas mais recentes notícias, se mantém intacto.

 

Poderíamos recordar outras figuras que souberam promover-se com mestria, ganhando reconhecimento público, contudo um fator é-lhes transversal: o Marketing Pessoal.

É preciso marcar pela diferença para atingir o sucesso. Falta-nos autoconfiança para que se reflita no nosso desempenho pessoal e profissional.

 

Marketing pessoal nas empresas

Da mesma forma que posicionamos produtos e serviços, conferindo-lhes visibilidade, necessitamos igualmente de posicionamento.

Na Bluesoft promovemos o Marketing Pessoal internamente, considerando-o imprescindível aos seus membros, pois induz confiança e gera valor tanto na própria empresa como nos seus parceiros e clientes.

Não se confunda Marketing Pessoal e autoconfiança com arrogância. A autoconfiança é algo pessoal, no entanto é necessário trabalhá-la para que esta se torne contagiante.

Uma postura arrogante também pode revelar-se contagiante pois é algo pessoal, mas não gera valor nem na equipa nem nos objetivos da empresa.

Em jeito de conclusão, Philip Kotler, considerado o "Pai do Marketing Moderno", afirmou que "The good news is that Marketing takes an hour to learn. The bad news is that it takes a lifetime to master".

O Marketing Tradicional morreu. E o Digital também..
15 fevereiro, 2018

O Marketing Tradicional morreu. E o Digital também..

Kotler acredita que atualmente o Marketing vive a sua era “4.0”, na qual existe (finalmente) uma convergência entre o Marketing Tradicional com o Marketing Digital.

É uma prática mais ou menos comum, entre os profissionais que trabalham no mundo das marcas, sejam eles marketeers ou publicitários, falarmos de Philip Kotler como se fosse um teórico do passado. No entanto, mesmo com os seus 86 anos (sim, leu bem, faz 87 em maio), o guru norte-americano, por muitos considerado o Pai do Marketing Moderno, continua a escrever algumas das teorias mais interessantes que tenho lido nos últimos tempos. Desconfiado? Então, vejamos.

O surpreendente na escrita de Kotler não são tanto as novidades que nos traz, mas antes as coisas complicadas que se tornam simples após a sua explicação.

 

As quatro fases do Marketing

Para os que não estão muito familiarizados com estas teorias, segue uma explicação sucinta - Kotler acredita que existiu quatro fases: uma primeira fase em que o marketing se focava no produto (este carro é melhor que os outros porque é mais veloz), depois passamos para uma segunda fase em que o marketing se focou nos consumidores (esta carro é melhor que os outros porque se adapta melhor a si).

Atravessámos ainda uma terceira fase em que o marketing se focou nos consumidores enquanto pessoas (este carro é melhor do que os concorrentes porque diz algo sobre si aos outros). E, por fim, vivemos atualmente a já referida quarta fase, na qual existe (finalmente) uma convergência entre o Marketing Tradicional (terceira fase) com o Marketing Digital.

Por outras palavras, no mundo de hoje, o marketing continua a estar focado no consumidor enquanto ser humano, mas tem que ter presente que este ser humano vive e consome numa economia digital (sabemos que este carro é melhor para si porque sabemos os seus hábitos, bem como o que costuma pesquisar no Google e seguir no Facebook, logo, se clicar agora aqui, poderá ver os modelos que temos para entregar no seu país, poderá de seguida pagar o sinal por PayPal e nós entregaremos a sua nova viatura, em sua casa, no prazo de 14 dias).

A Tesla já faz este serviço on-line em Portugal.

 

Marketing Tradicional VS Marketing Digital

Será que todos nós, profissionais do marketing e da publicidade, estaremos preparados para enfrentar esta anunciada convergência entre o marketing tradicional e digital? Esta é a pergunta para 1 milhão de dólares.

Até há pouco tempo, o diretor de marketing tinha na sua equipa, profissionais que se focavam na publicidade tradicional e outros que tratavam da publicidade digital. Inevitavelmente o budget dos primeiros era superior aos dos segundos.

Da mesma forma que, quando o diretor de marketing precisava de publicidade tradicional recorria a uma grande agência especializada apenas nesse tema, e quando precisava de publicidade digital, recorria a uma agência focada nesse negócio.

Chegamos agora ao âmago da questão: este mundo, descrito nos parágrafos anteriores, por e simplesmente deixou de existir. Se o consumidor é simultaneamente um ser humano e alguém que vive numa economia digital, então os marketeers, as agências e os publicitários de hoje, têm que ser, perdoem-me a brincadeira, altamente especializados em tudo – desde o analógico até ao digital.

 

Convergência entre o Marketing Tradicional e o Marketing Digital

Vivendo numa economia digital, arrisco-me a ir até um bocadinho mais longe e a afirmar que, sem complexos, o publicitário de hoje tem ainda que estar inevitavelmente mais focado no negócio das marcas que trabalha, sabendo com criatividade, produzir uma comunicação que resulte inevitavelmente em conversão de vendas.

Sobre este ponto, há uma frase de Washington Olivetto que gosto muito: “o publicitário não vende nada”. Ao que o mestre da publicidade brasileira complementava com a seguinte explicação: “quando um cara vai ao stand comprar com um carro, não está lá um publicitário para o vender”, ou seja, “a publicidade o que pode fazer é levar o cara ao stand”, criando aquilo a que se chamava na época “predisposição para a compra”.

Olivetto tinha toda a razão no que dizia e por isso mesmo é que era um génio. Acontece que o mundo mudou e que, como vimos em cima, o publicitário de hoje é responsável por toda a jornada do consumidor, do anúncio na TV, à pesquisa no Google, passando pela entrada no site da marca e pela experiência do utilizador que o leva à compra do carro.

Daí, a nossa profissão ser cada vez mais relevante no mundo dos negócios. Daí, ser tão importante que nós, profissionais das marcas, nunca percamos o caminho da inovação.

Em suma, falar de marketing tradicional e digital não faz qualquer sentido nos dias de hoje.

O que agora existe é um movimento de convergência, que fará inevitavelmente com que todas as agências e profissionais se tornem absolutamente híbridos e focados num propósito maior: tornar as marcas mais próximas das pessoas e mais rentáveis para quem as detém.

Marketing Digital Natalício: Como seria a História do Natal nos dias de hoje?
21 dezembro, 2017

Marketing Digital Natalício: Como seria a História do Natal nos dias de hoje?

Quando pensamos em Natal, pensamos em amigos, família, presentes, lareira, férias. Pensamos na história do Santa Claus, querido Pai Natal, ou na história dos 3 Reis Magos, mas se o nascimento do Menino Jesus tivesse ocorrido nos dias de hoje, como seria esta realidade?

Transformação digital

Não há dúvida que a evolução tecnológica veio mudar a forma como a sociedade se organiza, comunica e gere o seu quotidiano. Hoje em dia, a maioria das pessoas já quase não realiza ações sem recorrer a um smartphone, tornando as mesmas mais fáceis, rápidas e eficazes.

Ora vejamos que contornos teriam as histórias natalícias que todos conhecemos, mas na perspetiva tecnológica da sociedade atual.

Os 3 Reis Magos

Reza a lenda que, ao saber do nascimento do Menino Jesus, os 3 Reis Magos seguiram uma estrela no céu, até ao local de nascimento para oferecer ouro, incenso e mirra. Com os meios de transporte da altura, apenas conseguiram entregar os presentes a 6 de Janeiro, 12 dias após o nascimento do menino.

Se esta história acontecesse nos dias de hoje seria bem diferente: Ainda nem Jesus tinha nascido e já não se falava noutra coisa – o Facebook estaria cheio de imagens e vídeos de ecografias, de Maria grávida e de José a correr meio mundo para suprir todas as necessidades e desejos da futura mãe. No Whatsapp seria criado um grupo entre os 3 Reis Magos, para decidir prendas, combinar viagens, preparar uma verdadeira roadtrip. Através do evento criado, com a localização do local  de nascimento, chamariam um Uber que seguiria o caminho por GPS, conseguindo chegar junto do Menino Jesus a 25 de Dezembro. As prendas seriam compradas numa das milhares de plataformas de comércio eletrónico existentes.  No final, era tirada uma selfie com os 3 Reis Magos, Maria, José e Jesus, que seria publicada no Instagram e, rapidamente, teria milhares de visualizações, seguidores e likes.

As marcas inteligentes, que se preparassem estrategicamente para esta época, poderiam patrocinar a viagem, os presentes, as vestes dos reis, o parto, os produtos de bebé, uma panóplia de produtos e serviços e, com isso, ganhar visibilidade, credibilidade e autoridade digital – construir a sua reputação na época mais festiva do ano em todo o mundo.

Pai Natal

O Pai Natal seria um Pai Natal moderno e seguidor das novas tendências digitais. Continuamos a imaginá-lo como um senhor de barbas brancas, barrigudo e sorridente, mas rodeado de tecnologia. O Pai Natal teria a maior plataforma digital de e-commerce do mundo e um CRM que o ajudasse a conhecer bem o seu público-alvo e entregasse a prenda perfeita a cada uma das crianças.

O seu website seria responsive, teria páginas personalizadas a cada perfil, seria uma plataforma inovadora, user-friendly, interativa, feita à medida. Seriam integradas as melhores API’s para o cálculo de rotas, que prendas carregar consigo, que entregas seriam feitas e onde. As marcas estabeleceriam parcerias com este marketplace de maneira a terem a visibilidade tão desejada nesta época e, consequentemente, mais vendas. Afinal, são os melhores parceiros digitais que nos levam aos melhores resultados.

 

Natal Digital

Parece uma narrativa irreal, mas a verdade é que não está assim tão distante da realidade atual.

Quando pensado atempadamente e de forma estratégica, o Natal pode ser uma das melhores alturas para construir e tornar ainda mais sólida a reputação digital de uma marca.

Num meio tão saturado como a internet, e numa altura tão competitiva como o Natal, as marcas deverão inovar e fazer o máximo para se destacar da multidão: investir em SEO (Search Engine Optimization), conteúdos relevantes e otimizados, publicidade em vários ativos digitais e realizar ações de comunicação nas redes sociais: desde a criação de concursos natalícios, a dicas de presentes, decorações, partilha de tradições, ... inovar!

Promover ideias, promover a sua identidade, promover o espírito natalício e criar relações duradouras e de confiança com os clientes. Afinal, tudo o que se quer no Natal é amizade, amor, carinho e momentos felizes.

 

Marketing Digital Postal de Natal