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O ROI - Retorno sobre o investimento
19 agosto, 2021

O ROI - Retorno sobre o investimento

Pode até nem saber bem o que é ou qual o significado exato de ROI mas, com toda a certeza, já terá ouvido falar nele. Tem sempre o mesmo objetivo: responder à pergunta “depois do investimento que realizei, quais são os meus lucros?”.

Índice de qualidade
17 junho, 2021

Índice de qualidade

O índice de qualidade é uma das métricas utilizadas pela Google, através do Google AdWords, para o posicionamento dos seus anúncios e campanhas nesta plataforma, contra as dos seus concorrentes.

E-Commerce
27 maio, 2021

E-Commerce

O e-commerce é uma forma de comércio online ou comércio eletrónico, cuja estrutura e funcionamento se adaptam ao digital, onde quase tudo é feito pela internet.

Taxa de Rejeição
13 maio, 2021

Taxa de Rejeição

De forma objetiva, a taxa de rejeição é um “obrigado, mas não” de um qualquer utilizador aos conteúdos de um website.

Também conhecido por Bounce Rate, a taxa de rejeição é a ação do utilizador que nos indica que o website ao qual acabou de aceder não é do seu interesse e, por isso, o abandona imediatamente. Mas calma. 

Há muitas razões possíveis que levam um utilizador a sair de um website que acabou de entrar.

Os conteúdos podem ser pouco interessantes, é certo. Mas também é possível que encontrem um link que os reencaminhem para um website diferente, por exemplo. 

Ou talvez o telefone tenha acabado de tocar, levando-o a afastar-se dos seus dispositivos – o que também afeta esta taxa de rejeição.

Mas então, sendo assim, o que é exatamente esta taxa de rejeição? Vejamos. 

 

O que é a taxa de rejeição?

A taxa de rejeição é uma métrica utilizada para analisar o número de pessoas que acedem ao seu website e o abandonam logo depois.

Na prática, é o que acontece quando o utilizador entra num website e deixa de interagir com qualquer uma das páginas que lhe são apresentadas, contribuindo assim para o Bounce Rate.

Esta é uma questão muito importante para quem está habituado a trabalhar com dados e a otimizar os seus conteúdos digitais, através do SEO.

E se chegar ao topo da página de resultados (aumentando assim o tráfego orgânico) é um dos indicadores de sucesso para quem investe em SEO, é igualmente importante sabermos até que ponto esta taxa de rejeição pode afetar a posição de um website na página de resultados.

A resposta simples: não afeta. Quem o diz é o próprio Google.

Isso acontece por dois motivos.

Em primeiro lugar, nem todas as páginas incluem no seu código o código do Google Analytics. E para medir a taxa de rejeição através do Google Analytics, é necessário que assim seja. Por isso, a métrica acaba por deixar de ser eficaz para a medição de uma taxa de rejeição autêntica e válida.

Bem, mas se estamos a falar da Google, da página de resultados do Google e ainda do Google Analytics, com certeza de que se essa métrica fosse válida, a Google arranjaria uma forma de a incluir na medição do ranking, certo?

É aqui que entra a experiência do utilizador ou a user experience.

A taxa de rejeição é um indicador demasiado vago, neste contexto.

Imagine. Entra num website e gostou tão pouco do que viu que abandona imediatamente. 

Mas o exato contrário também pode ocorrer.

A página que acaba de aceder está tão bem pensada, tão bem desenhada, e responde tão prontamente à sua necessidade que encontra logo a solução que procura em poucos segundos. 

Carrega no botão que procura ou aponta o contacto que precisa e fecha o website.

Um e outro caso apresentariam o mesmo valor de Bounce Rate.

Ou então imagine que acede a uma página e aquele conteúdo é tão, mas tão interessante que o lê várias vezes. Está fascinado. 

Pelo contrário, pode ocorrer que abre uma página, toca o telefone, atende e vai à sua vida, deixando-se ficar na página – nem a leu.

Do mesmo modo, estes dois exemplos apresentariam a mesma taxa de rejeição, mas com uma experiência de utilizador bem diferente.

Quer isto dizer que a taxa de rejeição deve ser ignorada por completo? 

Não. Isto quer dizer que, tal como todos os conteúdos digitais, a taxa de rejeição deve ser otimizada.

Deve ser adaptada ao seu contexto real, tendo em conta o tipo de website desenvolvido, o seu propósito e a indústria onde se insere, entre outros.

Como fazemos isso?

Vejamos primeiro como se calcula e como funciona a taxa de rejeição, antes de avançarmos para a forma como a podemos diminuir e otimizar.

 

Como calcular a taxa de rejeição?

A taxa de rejeição é fácil de calcular.

Na prática, basta dividir o total de todas as sessões de página única, pelo número total de todas as sessões registadas.

O resultado final vai indicar-lhe a taxa de rejeição do seu website. 

 

Como funciona a taxa de rejeição?

A forma como o Bounce Rate funciona, está ligada à forma como deve ser avaliada.

Como vimos, são vários os fatores que podem aumentar a taxa de rejeição. 

Mas a verdade é que há páginas que são pensadas para receberem poucas interações. 

São assim mesmo, de origem. Têm um objetivo estratégico.

Por exemplo, páginas de artigos de blog, como é o caso, têm um papel muito diferente de uma página de contactos, certo?

A primeira, além de oferecer ao utilizador os conteúdos que ele procura, deve também encaminhá-lo para outras páginas, com conteúdos diferentes. Já a segunda deve ser bastante direta nas informações que dá ao utilizador e, por isso, é expectável que o mesmo se demore pouco nesta página.

Mas se uma e outra apresentarem o mesmo valor de taxa de rejeição, algo está errado.

Portanto, podemos dizer que a taxa de rejeição funciona tendo em conta os objetivos da página e ainda do mercado onde se insere.

É através de uma pesquisa dos valores da taxa de rejeição de outros websites da concorrência e de mercado que chegamos a um valor médio de taxa de rejeição para o qual devemos depois otimizar.

A título de exemplo, digamos que o seu website se inclui no mercado do retalho. 

E que depois de fazermos o benchmarking chegamos à conclusão que o Bounce Rate destas páginas, neste mercado, se situa algures entre os 15% e os 30%.

Se a sua taxa de rejeição se situar acima destes valores, é necessária otimizá-la. Ou seja, diminuí-la. 

 

Como diminuir a taxa de rejeição?

Há dois pontos fundamentais que deve ter sempre presentes quando está prestes a otimizar a taxa de rejeição.

O conteúdo (e a forma como está apresentado) e a experiência do utilizador.

Em termos de conteúdo, este deve ser rico em informações pertinentes. Ou seja, é a velha máxima de que os conteúdos devem responder às necessidades do utilizador.

Ao mesmo tempo, deve ser apresentado tendo em conta as boas práticas do digital

Os textos devem ser de leitura fácil, por exemplo. Devem conter subtítulos que ajudem o utilizador a chegar onde precisa, de forma mais simples. Ou conter links para outras páginas, de modo a possamos oferecer ao utilizador toda a informação que ele procura ou precisa.

Estas são apenas algumas das muitíssimas boas práticas que devemos ter em conta quando apresentamos conteúdos aos utilizadores. É através da sua aplicação que conseguimos então aumentar a sua experiência e, por isso, otimizar o Bounce Rate.

O que nos leva ao segundo ponto.

Neste contexto, quando falamos em experiência do utilizador, falamos principalmente do desenvolvimento de websites, em termos técnicos.

Por exemplo, hoje em dia, um website deve ser responsivo. 

Se é cada vez mais normal acedermos a páginas via telemóvel, então os nossos websites devem ser adaptados a este formato. 

Caso contrário o utilizador entra num website e sai imediatamente. Este utilizador tem a certeza de que existem website responsivos e vão à procura deles.

Do mesmo modo, as páginas de um website devem ser de carregamento rápido, porque se um utilizador espera que um website esteja adaptado aos formatos no qual acede, espera igualmente que o mesmo lhe seja apresentado a uma velocidade adequada.

Outro aspeto fundamental são, por exemplo, os pop-ups. 

Sabemos que estas são ótimas técnicas de conversão mas, quando em demasia, acabam por interromper constantemente o utilizador, levando-o a sair do website.

Diminuir e otimizar a taxa de rejeição envolve uma série de boas práticas digitais que levam em conta não só os objetivos do seu website, bem como o mercado onde se insere.

Ainda que esta seja uma métrica que não conta para o posicionamento do website na página de resultados, a verdade é que é um dos melhores indicadores para se situar perante a concorrência e avaliar a sua reputação digital, como um todo.

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Taxa de Conversão
31 março, 2021

Taxa de Conversão

A taxa de conversão é como uma chave de fendas: está sempre à mão, é fácil de utilizar e ajuda a resolver muitos problemas.

É uma das métricas mais poderosas à nossa disposição e é essencial para afinar os seus resultados digitais, para além de ser fácil de calcular e estar sempre pronta a otimizar.

A otimização da taxa de conversão é feita sobre a estrutura e os canais de comunicação que já existem e, na prática, é uma métrica que utilizamos para aumentar os resultados – ou conversões – em pontos de contacto já desenvolvidos. 

Por outras palavras, o investimento compensa em larga escala. 

Que o diga Barack Obama, antigo presidente dos Estados Unidos, cuja equipa de comunicação e análise utilizou a otimização da taxa de conversão para construírem a landing page mais eficaz para a recolha de apoios.

E o resto é história, como a conhecemos.

Esta taxa de conversão é uma ferramenta que ajuda as empresas e as organizações (e até políticos) a atingirem os seus objetivos com um outro nível de sucesso.

Para ficar a saber como pode ir ainda mais longe, do número de vendas ao número de seguidores nas redes sociais, continue a ler.

 

O que é a taxa de conversão?

A taxa de conversão é um valor que lhe indica qual a percentagem de utilizadores que está a tomar a ação que deseja.

Talvez por isso seja importante definirmos o que é a “conversão”, antes de passarmos à “taxa”.

A conversão é definida tendo em conta os objetivos. 

O que é que queremos que os utilizadores façam? Que nos sigam nas redes sociais? Que façam uma subscrição da nossa newsletter? Que realizem uma compra?

Todos estes e outros pontos podem e devem ser entendidos como conversão. E, como tal, os seus resultados podem ser avaliados de acordo com a sua taxa de sucesso.

Passamos assim à “taxa” que pode ser calculada na exata medida das suas métricas de sucesso.

Isto porque não precisa de escolher apenas uma; na verdade, pode ir medindo as várias taxas de conversão em todos os seus pontos de contacto com o cliente e otimizando cada uma delas.

Bom. Então e como é calculada?

 

Como calcular a taxa de conversão?

Na verdade, é muito simples.

Existem duas formas de calcular a taxa de conversão.

A primeira é automática, através de ferramentas como o Google Analytics que, ao apresentar os vários resultados, lhe apresenta também as percentagens relativas à taxa de conversão. E a outra forma é “à antiga”. 

Vejamos um exemplo.

Imaginemos que o objetivo é aumentar o número de subscrições da sua newsletter.

O sucesso está diretamente ligado ao número de novos subscritores por visitantes na página, certo?

Assim, se a página tiver uma média de 5.000 visitas e cerca de 50 utilizadores a subscreverem à newsletter, então uma regra de “três simples” vai indicar-lhe a sua taxa de conversão: 1%. Simples.

A questão é sabermos o que significa este 1%. 

É muito ou pouco?

 

Como saber se a minha taxa de conversão é boa?

Se, por um lado, calcular a taxa de conversão do seu negócio é relativamente simples, por outro, saber o que esse valor significa é um assunto mais demorado.

Isto porque, antes de mais, seja qual for a taxa de conversão, o mais certo é esta poder ser otimizada. 

E depois porque, na verdade, é possível uma taxa de conversão estar situada algures acima dos 10% e uma empresa estar à beira da falência; enquanto, noutro lado, outra empresa apresenta uma taxa de conversão mais pequena, mas com um futuro brilhante pela frente.

É neste ponto que é necessário realizar um estudo de mercado. Deste modo, vai poder comparar os seus resultados com as boas práticas do seu segmento de mercado, em específico.

Como deve imaginar, as taxas de conversão serão bem diferentes num mercado como o imobiliário, por exemplo, contra os valores apresentados num mercado como a venda de computadores.

Saber se a sua taxa de conversão é positiva, ou até que ponto pode ser otimizada, implica também conhecer os números do mercado onde atua.

E depois de ficar a saber qual a sua posição neste ranking, chega a hora de aumentar e otimizar a taxa de conversão.

 

Como aumentar a taxa de conversão?

Como vimos, a otimização da taxa de conversão depende, em primeiro lugar, dos seus objetivos e de um estudo de mercado. E depois de um planeamento estratégico adequado tanto a um, como a outro. 

No entanto, existem uma série de boas práticas que pode implementar.

Deixamos-lhe três.

A começar com os testes A/B.

 

Testes A/B

Um teste A/B é uma forma simples de decidir qual de duas peças de comunicação funciona melhor: se a A, se a B.

Para isso, ao público-alvo é dado acesso a duas versões de uma mesma página, com uma pequena diferença.

Essa diferença pode ser uma imagem de cores diferentes, um botão à esquerda, em vez de à direita, ou tão só um título diferente. 

O importante é que seja mesmo apenas uma diferença e não várias alterações apresentadas ao mesmo tempo.

Ora, sendo um teste, no final os resultados são analisados e apresentam a página com melhor taxa de conversão. Essa será a página vencedora e, portanto, a página que se deve manter e apresentar ao público por inteiro.

Lembra-se de termos mencionado Barack Obama? 

Pois bem, a sua página oficial é mesmo um caso de estudo. De teste A/B em teste A/B, a sua equipa foi otimizando a sua taxa de conversão, tendo chegado ao resultado final após 24 testes. Como sabemos, o resultado foi um sucesso.

E antes de passarmos ao próximo ponto, deixamos-lhe também uma dica, para quando implementar testes A/B.

Comece por dividir o seu público em dois

A uma parte mostra a página A e a outra parte mostra a página B.

Ao final de um tempo terá o seu resultado, mas antes de avançar já com a página vencedora, faça o seguinte: divida o público de novo. Mas, em vez de 50-50, por exemplo, divida-o em 75-25, com os 75% a terem acesso à página que venceu na primeira ronda.

Se os resultados se mantiverem tal e qual, então pode ter a certeza de que está perante a página com a melhor taxa de conversão.

Os testes A/B são essenciais para a otimização da taxa de conversão, mas há mais duas linhas gerais que deve ter sempre em conta.

 

A Proposta de Valor

Por outras palavras, o que é que a sua marca está a oferecer de valor a potenciais clientes? 

Seja qual for o objetivo da página, desde a compra de um produto ao download de um e-book, a pergunta à qual deve tentar responder é sempre a mesma: 

Por que é que uma pessoa havia de o fazer? Qual é o valor?

É comum encontrarmos demasiadas vezes textos extensos que procuram justificar, por exemplo, o porquê de um preço exorbitante sem, no entanto, se dedicarem a demonstrar o real valor do produto aos consumidores.

Se começar por demonstrar esse valor, o mais certo é eventuais objeções caírem, o preço se autojustificar e o cliente realizar a ação desejada.

A linguagem é, precisamente, a nossa última dica.

 

Uma linguagem simples

Mesmo que o seu produto esteja inserido no mais luxuoso dos mercados de luxo, não há necessidade de comunicar com as pessoas de uma forma pomposa ou até condescendente.

Visite qualquer página de uma marca de luxo e confirme-o.

Repare na linguagem utilizada.

Embora seja impossível dizermos que todas as marcas se comportam assim, o mais certo é ter encontrado uma linguagem simples e direta.

E do outro lado do espectro acontece o mesmo. 

Da mesma forma que é desnecessário utilizar palavras “caras”, é óbvio que não devemos faltar ao respeito a ninguém. Isto parece claro, mas ficaria surpreendido. 

Por vezes, a necessidade de chamar a atenção leva algumas marcas a passar da marca. Lembre-se que está a falar com pessoas que têm uma vida e não têm tempo a perder. 

Fale de forma direta e simples. Sobre isto, não há segredos.

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Marketing 4.0
10 fevereiro, 2021

Marketing 4.0

Se pensa que o Marketing 4.0 é apenas mais uma das muitas tendências do marketing digital, está muito enganado.

O Marketing 4.0 está bem longe de ser uma tendência. 

Até porque este é apenas um nome ou uma ideia que pretende explicar a evolução do marketing como um todo. Desde o seu aparecimento até aos dias de hoje.

4.0 dá ao marketing uma linguagem tecnológica, à qual os consumidores estão habituados. E marca historicamente o passo que foi dado na sua evolução.

Neste artigo vamos tentar explicar o que é isto do Marketing 4.0 – um conceito complexo, lançado por um académico em 2016. Confessamos que será uma tarefa um pouco difícil, mas também nunca fomos de recusar desafios.

E, como se costuma dizer, o melhor mesmo é começarmos pelo princípio.

 

Eras do Marketing 

Para chegarmos ao Marketing 4.0 foi preciso passarmos pelas "Eras do Marketing". 

No fundo, é a evolução e a adaptação de uma área profissional de comunicação, ao mundo que a rodeia.

Como já percebeu, foi assim que chegámos ao Marketing 4.0 – mas, claro que, para aqui chegarmos passámos pelas suas versões anteriores: a 1.0, a 2.0 e a 3.0

 

O Marketing 1.0

A primeira versão – o Marketing 1.0 – a coisa era…bem, não era fácil, mas estava longe de ser o que é hoje.

Estávamos na era industrial e os consumidores, na altura, interessavam pouco. As opções eram poucas e a concorrência entre as empresas era baixa. Por isso, o enfoque estava apenas no produto – na sua produção e redução de custos.

Para os consumidores, massificavam-se as comunicações em torno desse mesmo produto e dos seus benefícios.

Com pouca escolha à sua disposição, era o que havia. Era escolher. Aliás, a marca pouco interessava. Então a tecnologia começou a ganhar protagonismo e começámos a progredir em direção ao Marketing 4.0

 

O Marketing 2.0

Chegou com a chamada ‘era da informação’, que permitiu aos consumidores estarem mais bem informados, passando a melhor comparar produtos, características e marca. 

Esta foi também uma época de maior concorrência e isso levou as marcas a terem de lutar entre si pela sua preferência: levando-as a criarem e a falarem para o seu público-alvo. 

A segmentarem o mercado e, do produto, as marcas passaram então a concentrarem-se nos consumidores.

 

O Marketing 3.0

Com mais tecnologia, o advento das redes sociais e uma maior proximidade, as marcas começaram a humanizar-se. É neste momento que o consumidor passa a poder falar diretamente com marcas, a “estar dentro da empresa” e a tornar-se, ele próprio um difusor de conteúdo. 

Com cada consumidor mais próximo, as marcas entenderam que cada um deles era único: com a sua própria complexidade, história e valores, mesmo quando dentro de uma comunidade específica.

Nasce então a necessidade de se criar uma ligação emocional com eles e, ao mesmo tempo, marcar presença no digital, como forma de se adaptarem aos seus novos comportamentos.

Entramos na personalização das marcas e na associação de valores humanos às mesmas. 

Chegamos ao seu “propósito” e à confirmação de que o público espera mais de uma marca para além da criação e venda de produtos. 

Para além de responderem às necessidades, as marcas passam a ter de estar alinhadas com os valores humanos que o seu público-alvo aprecia e segue.

É deste ponto que partimos para a ideia de Marketing 4.0, lançada por Philip Kotler, em 2016.

 

O que é o Marketing 4.0?

O Marketing 4.0 nasce de um livro com o mesmo nome, da autoria de Philip Kotler, um académico reconhecido na área, em parceria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.

Como já deve ter percebido, o Marketing 4.0 segue a evolução da prática e pensamento do Marketing, mas, numa linha, o Marketing 4.0 é a adaptação da área aos tempos atuais. 

Ou seja, às novas tecnologias, à internet e ao comportamento do consumidor. O Marketing 4.0 parte também de uma evidência:

Mais de metade da população mundial tem internet e faz uso dela. Para tudo e mais alguma coisa, incluindo a aquisição de produtos e serviços de todas as formas, cores e feitios (e preços!).

Vamos arriscar numa frase: Até as compras feitas por impulso, hoje, foram alvo de uma investigação no Google, algures no tempo passado. Certo?

Se hoje lhe der para comprar um par de calças, o mais certo é ir pesquisar e comparar, antes de o fazer. Ou então já o terá feito: ontem, na semana passada, há um mês. 

O Marketing 4.0 é isso: a integração plena do digital no customer journey.

Quer isso dizer que o Marketing 4.0 se aplica apenas ao Marketing Digital?  Não, de todo! É mesmo a junção do marketing offline e do marketing online, num só conceito: marketing 4.0.

O digital é indissociável do nosso dia a dia. Esqueça os smartphones. Já estamos a caminho dos smartgadgets – da internet das coisas.

E a sua influência na forma como nos comportamos e tomamos decisões é inegável. 

O Marketing 4.0 é a interação entre o digital e o físico. É a criação de um mundo sem fronteiras entre um e outro e a forma como se devem relacionar de forma perfeita, sem barreiras.

Isto é tudo muito bonito. Mas e a prática? O melhor fica sempre para o fim. 

Continue a ler porque, agora sim, vamos falar das características e da estratégia sobre o Marketing 4.0

 

Características do Marketing 4.0

Para entender devidamente o conceito de Marketing 4.0 é importante compreendermos as suas características. E o mesmo é dizer que é preciso compreendermos os paradoxos inerentes ao Marketing 4.0. O que queremos dizer com isto?

Em primeiro lugar, significa que apesar do marketing online estar a ganhar cada vez mais o seu espaço, todos nós continuamos a dar valor aos encontros físicos – às experiências reais. 

A primeira característica do Marketing 4.0 é então a maior necessidade de integração entre o marketing online e o marketing offline. Entre o digital e o físico.

Depois, e uma vez que no universo digital há espaço para todos, isso significa que a competição é feroz. O Marketing 4.0 dá aos consumidores mais informação e mais escolha e, por isso, menos tempo.

Ou seja, o marketing digital exige que a comunicação de uma empresa seja simples, direta e útil, de modo a que possamos capitalizar do pouco tempo de atenção a que tivermos direito.

Por fim, a última característica do Marketing 4.0 leva-nos ao espaço de ação do consumidor, que hoje pode criticar tudo. De forma positiva ou negativa.

E se, por um lado, as críticas negativas nos podem deitar um pouco abaixo, por outro, podem também levar à criação de defensores da marca – verdadeiros embaixadores da sua empresa.
Estas são as principais características do Marketing 4.0, a partir das quais vamos desenhar uma estratégia.

 

Estratégia do Marketing 4.0

Pegando em tudo o que falámos até aqui sobre o Marketing 4.0, há quatro passos fundamentais para a atualização da sua estratégia de comunicação.

Em primeiro lugar, lembre-se que está acompanhado. Empresas e consumidores interagem entre si. Trocam experiências e conteúdos autênticos.

Aliás, a autenticidade é uma palavra-chave na prática do Marketing 4.0

A comunicação da sua empresa deve ser horizontal. Ou seja, mais democrática e inclusiva. Para isso, é importante humanizarmos a marca, dando-lhe valores e propósitos. 

Em segundo lugar, para o Marketing 4.0 é essencial que exista uma integração entre o marketing online e offline.

Ambas as estratégias devem evoluir e convergir numa única. As experiências oferecidas aos consumidores devem utilizar todos os canais disponíveis – digitais e físicos – de uma forma fluída, sem barreiras.

Os conteúdos utilizados nesta fase devem conquistar a atenção e a confiança dos seus consumidores. É assim que entramos no terceiro ponto da estratégia de Marketing 4.0 – com marketing de conteúdo relevante para o seu público.

Por último, é também importante sublinhar que esse público deve ser estimulado à interação. Lembre-se que está acompanhado e que há uma fatia da sua marca que está fora do seu controlo. 

Mas isso é excelente! 

Como vimos não só pode levar à criação de defensores da marca, como também à produção de conteúdos externos que, por sua vez, vão alimentar a sua comunicação e autoridade.

Explicar o Marketing 4.0 em apenas um artigo sucinto e mesmo entender o seu conceito de uma assentada só é um pouco difícil.

Mas acredite que é o primeiro passo para se colocar à frente da competição e preparar-se para o futuro próximo, mesmo aí ao virar da esquina.

O Marketing 4.0 está diretamente ligado ao desenvolvimento tecnológico e esse, como sabemos, tem uma evolução exponencial.

Se estiver interessado em explorar um pouco mais a ideia de Marketing 4.0 não hesite: fale connosco ainda hoje e nós esclarecemos tudo.

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Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend
11 novembro, 2020

Black Friday: As oportunidades digitais da black weekend

A famosa Black Friday, também designada por sexta feira negra, é o dia em que o consumismo humano é levado ao extremo. As estradas enchem-se de carros, os centros comerciais inundam-se de compradores ansiosos, e a internet diverte-se com vídeos virais de pessoas que perdem a cabeça nas lojas. Esqueçam, isso era antes,  este ano vai ser diferente, vai ser na net nas suas lojas-online !

As promoções da Black Friday elevou os padrões do consumismo. Todos os anos, milhares de pessoas compram coisas, que muitas vezes não precisam, só pela adrenalina de aproveitarem os descontos.

 

Quando é a Black Friday?

Black Friday corresponde ao dia que inaugura a temporada das compras de Natal com grandes promoções em muitas marcas, retalhistas e plataformas online. Corresponde ao  dia depois do dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, ou seja, corresponde à última Sexta Feira do mês de Novembro, que este ano em Portugal corresponderá ao dia 27 de Novembro.

Como complemento ao evento, existe a Cyber Monday, que é um dia dedicado às compras online e que se celebra na segunda-feira Seguinte.

  • Black Friday - sexta feira, 27 de Novembro de 2020
  • Cyber Monday - segunda feira, 30 de Novembro de 2020

 

A louca corrida às promoções Black Friday

Um exemplo que nunca me esqueci foi de uma entrevista que vi na Black Friday de 2018. Uma senhora disse à repórter que todos os anos aproveitava a sexta feira negra para comprar uma televisão nova.

Eu repito: Todos os anos, uma televisão nova. Não porque precisava, não porque a sua se estragou, e muito menos porque era antiga. Simplesmente para aproveitar a promoção da black friday.

O comportamento que muitas pessoas demonstram no dia da black friday ganha contornos de loucura, não é?

Mas do ponto de vista das marcas, é uma excelente oportunidade para aproveitar esta onda de corrida às promoções e vender mais.

A questão é: Estarão as marcas a aproveitar esta oportunidade tão bem como deviam?

É o que lhe vamos mostrar a seguir.

 

A Black Friday online analisada à lupa digital

Só no últimos 30 diaso termo “black friday” foi pesquisado cerca  480.000 vezes em Portugal. Quase meio milhão de pesquisas, o que corresponde a 5% da população Portuguesa.

Isto significa que, se a sua marca conquistar a primeira página do Google, são 480.000 oportunidades que tem perante os consumidores interessados nos descontos da black weekend. Eles sabem que vão gastar dinheiro nesse dia e mal podem esperar que cheguem os descontos e promoções. O que significa que, se mexer bem as peças no digital, parte dessas 500 mil pesquisas poderá tornar-se sua cliente.

A tendência veio para ficar. Basta analisarmos o crescimento deste termo de pesquisa.

Eis o que nos mostra o Google Trends nos últimos 5 anos:

black friday tendências

Em apenas 5 anos, as pesquisas por “black friday” cresceram abruptamente. A tendência é que continuem a crescer.

Mas o Google Trends mostra-nos outro dado interessante. Mostra-nos que a keyword começa a ser pesquisada cada vez mais cedo. Por exemplo, em 2015 só se registaram as primeiras pesquisas no final de Outubro, enquanto que este ano de 2019, começaram logo no início de Agosto. Não só existem muitas mais pesquisas, como começam 2 meses antes.

 

Volume médio de pesquisas efetuadas no Google nos últimso 30 dias, alguns exemplos associados à keyword Black Friday em Portugal:

  • black friday - 480.100 pesquisas
  • fnac black friday - 18.100 pesquisas
  • zara black friday - 12.100 pesquisas
  • ikea black friday - 5.400 pesquisas
  • black week - 2.900 pesquisas
  • black friday dia - 2.900 pesquisas
  • black friday lojas - 1.900 pesquisas

Há muita coisa que as marcas podem fazer com esta informação, mas já lá vamos.

 

Pesquisas por Black Friday associadas às marcas

“black friday worten”, “black friday fnac”, “black friday zara”, entre outras como a media markt, a radio popular, a amazon, a primark, a conforama ou até a playstation.

Além das marcas, os hipermercados e centros comerciais como o continente, o jumbo, o el corte inglês, ou o colombo, também estão associados - e em ascensão - nestas tendências de pesquisa.

Mas com isto em mente, lanço-lhe um desafio: Procure por black friday no Google, e observe os resultados. Eles podem variar consoante o seu dispositivo, localização e hábitos de pesquisa, mas no geral hão-de ser mais ou menos isto:

A Worten e a Fnac bem posicionadas na primeira posição, a Media Markt na segunda posição, e o resto das marcas são fantasmas. Na verdade, a maioria dos resultados de pesquisa são dominados por websites brasileiros. Não é preciso ser um génio para perceber que apenas a Worten e Fnac e pouco mais se estão a colocar perante as 500 mil pessoas que fazem esta pesquisa no Google.

Nenhuma das outras marcas acima referidas tem sequer uma posição relevante nos motores de pesquisa, deixando escapar a oportunidade de atrair milhares de potenciais clientes que mal podem esperar por gastar o seu dinheiro neste dia tão especial de descontos.

 

Já agora, pesquise no Google por "oportunidades digitais Black Friday"

 

As oportunidades que ficam por otimizar na Black Friday de 2020

Então, esta é a nossa questão: O que é que faz com que as grandes marcas e superfícies comerciais deixem escapar a oportunidade de atraírem estes milhares de consumidores altamente motivados para comprar?

O que é que as leva a descartarem as 500 mil pessoas que pesquisam no Google? Estamos a falar de 5% da população portuguesa.

Claro que, como agência de SEO, conhecemos bem o síntoma. Sabemos que, sem conteúdo otimizado, nem tecnologia otimizada não se fazem milagres no Google.

Mas, então e o motivo? Será puro desconhecimento quanto às boas práticas de SEO, ou será que não valorizam o tráfego orgânico dos motores de pesquisa?

A verdade é que, os grandes centros comerciais como o Colombo ou o Cascais Shopping, que contêm todas as grandes marcas e lojas, podiam aproveitar para atraírem mais consumidores nesta data. Claro que não é por isso que vão ficar vazios, mas com algum esforço e empenho nas boas práticas de SEO, estariam em vantagem, principalmente quando a concorrência é tão alta entre centros comerciais.

E quem diz os centros comerciais, diz também as outras marcas que não seguem o exemplo da Fnac ou da Worten e não lutam pelo posicionamento orgânico que lhes permite aumentar ainda mais as suas vendas.

Se, no seu caso quiser aproveitar esta oportunidade e atrair mais consumidores, deixo-lhe algumas dicas sobre como pode optimizar as suas próximas campanhas de Black Friday.

 

SEO Para Black Friday Passo a Passo:

Para 2020 pode já ser tarde, mas eis algumas dicas para coordenar e otimizar as suas campanhas de Black Friday para 2021:

Quanto mais cedo começar, melhor.

  1. Verifique se o seu website está de acordo com as boas práticas de otimização com os motores de pesquisa (SEO), se tem bons níveis de compatibilidade com dispositivos móveis, dados estruturados e com uma boa performance
  2. Estude as tendências dos anos anteriores e anote as que podem ser relevantes para o seu negócio
  3. Identifique as palavras chaves relevantes, e o comportamneto do seu publico alvo no digital
  4. Desenvolva conteúdo relevante para a data e destinado às suas campanhas
  5. Coordene o SEO do seu site com os outros investimentos de marketing
  6. Acompanhe os resultados e ajuste a sua estratégia

       

Implementando de forma correta estes passos, a sua empresa pode ser uma das que estarão na linha da frente nos motores de pesquisa.

Atrair a atenção de quase 500 mil pesquisas, parece-lhe interessante?

Se precisar de um parceiro à altura nessa jornada de conquista, conte connosco e com toda a nossa experiência para dominar as posições orgânicas do Google.

Boa sorte, e boas vendas!

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Como criar uma loja online de sucesso
01 setembro, 2020

Como criar uma loja online de sucesso

Recebi um telefonema de um amigo a desabafar que a loja online da empresa onde trabalha não "funciona". Foi muito cara e deu imenso trabalho mas não vende.

Pediu-me para analisar o que poderia estar a afectar negativamente os resultados das suas vendas online. Numa rápida análise vi uma loja online muito atrativa, funcional, mas com uma falha fatal: os seus produtos não apareciam nos resultados quando pesquisados no Google. A principal causa do problema consistia na ausência total de uma estratégia digital:

  • Não existia correspondência entre os conteúdos existentes na loja, e as pesquisas efectuadas pelo público alvo;
  • A plataforma tecnológica e os conteúdos, não seguiam, nem respeitavam minimamente as boas práticas de SEO (search engine optimization).

 

Para conseguirmos vender na internet, não basta termos uma loja online atrativa e funcional. A tecnologia, os conteúdos e a sua otimização têm um peso enorme para o sucesso. Uma loja "fisica" para vender com sucesso tem que estar na principal avenida de uma cidade. O mesmo se passa na internet: a sua loja online tem que estar na 1ª página de resultados.

 

85% de toda a navegação na internet começa com uma pesquisa no Google. É crucial que a sua loja online apareça na 1ª página de resultados, pelos produtos ou serviços que vende.

1ª página de resultados = Visibilidade = Vendas Online

 

É muito importante trabalhar com profissionais especializados na área, devendo ser sempre delineada uma estratégia digital orientada para os resultados.

Não cometa o erro de criar uma loja online com base nos seus gostos pessoais, com escolhas aleatórias não fundamentadas, e sem uma boa estratégia digital.

Nós podemos ajudar, contacte-nos.

 

Estratégia Digital: Os 5 pontos mais importantes para a criação da sua loja online:

 

1 - Trabalhar com dados e conhecer as pesquisas do seu Público-Alvo

Saber para quem se está a comunicar, definir o consumidor que se pretende alcançar, fazer um estudo para conhecer as suas pesquisas, hábitos, interesses, necessidades e padrões de comportamento.

Tudo o que é pesquisado pelos consumidores no Google é registado temporal e geograficamente (onde e quando), é fundamental o uso da matemática e da estatística de forma a conhecermos o comportamento do seu público-alvo e potencial de alcance.

Caso Prático: De Guimarães para o Mundo, a ToWorkFor é um fabricante de calçado de segurança, a sua loja online encontra-se nas primeiras posições de resultados do Google por "safety shoes" entre outras keywords da sua oferta, capitalizando assim milhares de visitas e consequentemente vendas online.

  • A keyword "safety shoes" tem 165.000 pesquisas de média mensal no Mundo.

 

2 - Implementar uma estratégia de SEO

O SEO é a arte de alcançar tráfego gratuito, de qualidade e que gere conversões. Isto é o mesmo que dizer que o site deve comunicar de forma eficaz com os motores de pesquisa (Google SEO). Para isso, devem ser identificadas as keywords de negócio e respectivas pesquisas. Uma vez identificadas as palavras-chave, que expressam o grau de interesse do público-alvo face a um determinado negócio, podemos então priorizar os conteúdos relevantes para a comunicação em qualquer ambiente digital, com o objetivo de proporcionar a visibilidade, credibilidade e rentabilidade digital da oferta da sua loja online.

Caso Prático: Para aparecer na primeira página do Google por "calçado para criança", os conteúdos têm que ser relevantes e responder às pesquisas por este tema. Esses mesmos conteúdos têm de respeitar as boas práticas de otimização (meta tags, estrutura de navegação, responsive, performance, experiência do utilizador (UX), entre outros).

  • A keyword "calçado para criança" tem 580 pesquisas de média mensal em Portugal.
  • A keyword "sapataria infantil" tem 210 pesquisas de média mensal em Portugal.

A Loja Online  desenvolvida para a Pés de Cereja, encontra-se nas primeiras posições de resultados do Google, quando se pesquisa por "sapataria infantil", "crocs para menina", "havaianas para menina" , "mocassins para menino" entre outras  keywords de negócio, capitalizando assim milhares de visitas e consequentemente vendas online.

 

3 - A Usablilidade e o Moblie First

Tornar a experiência digital do utilizador de excelência e com elevados níveis de usabilidade. Optar por um layout clean, funcional, bem estruturado e de fácil usabilidade, onde qualquer utilizador consiga ter acesso à informação de forma simples e intuitiva.

Quando 80% de todos os utilizadores usam o "mobile" para acesso à internet, o pensar "mobile first" é sem dúvida relevante. Pensar o layout "mobile first" não implica não pensar no "desktop", mas implica adaptar e privilegiar o mobile em detrimento do desktop, ou seja, na balança das decisões, o mobile deverá pesar mais, o típico "ahh mas fica bem em desktop, vai ser complicado é em mobile" deverá ser invertido!

 

4 - Nunca esquecer o fator tempo

O ser humano comum é um runner. E, se ele corre, a marca que o quer apanhar tem de correr com ele. Ou, pelo menos, meter-se à frente para que ele a veja. Em vez de a sua marca colocar os seus produtos/serviços na paisagem, o melhor é mesmo colocá-los na pista de tartan.

fator tempo e lojas online

Até há pouco tempo, o consumidor andava de mãos nos bolsos, assobio na boca e olhos na paisagem. Podia não ver todos os produtos ou serviços que lá estavam, mas via alguns e, acima de tudo, procurava e selecionava. Hoje em dia, o consumidor tem as mãos no Smartphone que tirou do bolso, o assobio é música de Benny Hill e os olhos só olham em frente. Não procura, escolhe o que lhe aparece no ecrã. A sua loja online tem que estar preparada para dar uma resposta em segundos ao que o utilizador pesquisa e quer comprar.

 

5 - Escolher o fornecedor certo

Mais do que a procura de uma empresa que crie lojas online atrativas e funcionais, a competência em marketing e reputação digital são fundamentais no processo de seleção. O fornecedor deverá ter a capacidade de ver em primeiro lugar os objetivos de negócio do cliente, no portfólio do fornecedor deverão constar casos de sucesso, com provas dadas e demonstráveis.

 

criar loja online fornecedor certo

Na Bluesoft falamos com os nossos clientes “olhos nos olhos”. Investigamos, analisamos e aconselhamos as melhores estratégias digitais para que a sua loja online venda com muito sucesso.

Somos especialistas em reputação e marketing digital, temos os melhores profissionais, especializados em exclusivo, nos canais digitais. 

Na Bluesoft entregamos resultados e não promessas !!  Contacte-nos.

 

Criar uma loja online que cumpra as boas práticas tecnológicas é essencial

Na Bluesoft as lojas online são desenvolvidas à medida, com máxima atenção prestada ao detalhe e à qualidade tecnológica. Tecnologia essa, otimizada, assente em dados estruturados e com elevados níveis de performance.

A internet atingiu uma dimensão, com milhões e milhões de novas páginas lançadas para a web todos os dias, em que os motores de pesquisa querem dados organizados e estruturados para serem consumidos com ordem e relevância. Em suma: "fazer a papinha ao Google".

Plataformas "pré feitas" como  Shopify, WooCommerce, são tentações fáceis, baratas e de rápida implementação. Contudo, não cumprem as boas práticas de otimização ansiadas pelos motores de pesquisa, sendo na maioria dos casos, classificadas como "lixo" por parte dos motores de pesquisa e aplicações. Conclusão: não têm credibilidade, não têm visibilidade, não vendem!

Para vender é necessário aparecer nos primeiros resultados de pesquisas, para aparecer nos primeiros resultados é necessário conquistar a credibilidade orgânica. Para que isso aconteça, a tecnologia deverá ser "perfeita" e seguir criteriosamente as "regras" do ponto de vista técnico, "uma espécie de relógio Suíço".

Loja Online Carateristicas

 

Principais caraterísticas que devem ser cumpridas por uma loja online:

  • Certificada e Segura;
  • Adaptada a todos os dispositivos (desktop, mobile, tablets, ...);
  • Permitir autonomia total na gestão de conteúdos sem encargos;
  • Otimizada com Motores de Pesquisa (SEO);
  • Possuir dados estruturados e pesquisa por voz;
  • Possibilitar pagamentos automáticos ou integração com gateway de pagamentos (MB, MBWay, Cartões Crédito, PayPal);
  • Permitir integração com empresas transportadoras;
  • Ser otimizada para Redes Sociais;
  • Possibilitar integração com ferramentas de análise estatística do perfil dos utilizadores;
  • Possibilitar integração com Google Shopping (se justificar);
  • Possibilitar faturação integrada ou sistema de faturação próprio (se justificar);
  • Possibilitar integração com sistemas de CRM (se justificar).

 

As tendências que deve considerar ao criar uma loja online:

Devido à pandemia COVID-19, estão a surgir novas tendências no comportamento digital. Mudanças significativas na forma como os consumidores vão interagir com as marcas e como fazem as suas compras de produtos e serviços. Nunca as compras online cresceram tanto.

 

  • Virtual Experience Economy: com espetáculos cancelados e museus encerrados, a economia das experiências agora é virtual e imersiva, causando um aumento da experiência virtual em setores como turismo, retalho e desporto;
  • Shop Streaming: com o mercado live streaming em alta, as compras online tornam-se mais interativas, experimentais e em tempo real;
  • Virtual Companions: aumento da procura por empresas virtuais que nos possam entreter, educar e até criar amizades;
  • Ambient Wellness: as empresas devem incorporar os hábitos de higiene e proteção nos espaços físicos, sendo esta uma nova prioridade dos consumidores;
  • M2P (Mentor to Protégé): aumento na procura por plataformas que nos ligam a professores, especialistas e mentores para ganharmos novas skills para tornar o tempo online mais produtivo;
  • A-Commerce: com a crescente procura por interação sem contacto, chega uma nova geração de comércio automatizado;
  • The Burnout: os consumidores estarão sensíveis e recetivos para todos os negócios que possam melhorar o bem-estar mental;
  • Open Source Solutions: as empresas que colaboram umas com as outras e com as pessoas serão mais valorizadas pelos consumidores;
  • Assisted Development: o tempo em casa permitirá descobrir o que realmente gostamos de fazer, mas a economia do on-demand continuará a crescer;
  • Virtual Status Symbol: com a procura por um consumo mais sustentável, os bens virtuais afirmam-se como símbolo de status genuínos em diferentes indústrias e geografias.

 

Com uma visão otimista do futuro, novos negócios e oportunidades vão surgir. O digital e tudo o que envolverá o comércio online, irá assumir uma maior relevância.

 

Já não é suficiente que uma marca tenha uma presença online em todos os meios, essa presença tem que funcionar, a loja online tem que vender, os seus produtos têm que ser encontrados por quem os procura.

Trabalhar com dados tornou-se fundamental mais do que nunca para o sucesso de qualquer investimento no digital.

Prepare o seu negócio para responder aos desafios e oportunidades da nova era digital, contacte-nos.

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Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência
24 outubro, 2019

Posicionamento Orgânico: Como PME’s podem pulverizar a concorrência

Se fosse há uns anos atrás, sem motores de pesquisa nem posicionamento orgânico que lhes valesse, qualquer pequeno empresário aceitaria a sua posição como um humilde e inofensivo empreendedor, na presença e grandiosidade dos tubarões da sua indústria.

Mas a internet chegou, impôs-se e mudou as regras do jogo.Tirou as pequenas empresas da sombra e deu-lhes a possibilidade de equilibrarem a balança, numa luta, à partida, desigual. As que perceberam isso estão agora a pulverizar a concorrência.

No entanto, persiste a ideia de que as pequenas empresas nada podem fazer contras os gigantes da concorrência. Que devem contentar-se com o seu cantinho e deleitar-se com qualquer migalha que caia no prato rachado da indústria. Ou é porque não têm a exposição necessária, ou não têm o número de funcionários, ou não têm os orçamentos, ou o que quer que seja que não tenham. Como se a internet obedecesse às leis da savana e primeiro comessem os leões.

Na internet as regras são muito diferentes das do marketing tradicional, e quem as conhece vira o jogo a seu favor, domina o posicionamento orgânico e torna-se no leão que reclama comer primeiro que todos os outros.

Na Bluesoft vimo-lo acontecer uma e outra vez. Fizemo-lo acontecer uma e outra vez. Ajudámos pequenas, médias e grandes empresas a destacarem-se da concorrência, a utilizarem a internet a seu favor, e a atingirem níveis de faturação nunca antes sonhados.

E se vai reter alguma coisa deste artigo, que seja isto: A internet não existe para servir, mas sim para ser servida. É uma rede democrática que recompensa quem a serve melhor.

E é por isso que neste artigo lhe damos algumas dicas essenciais para saber como pode utilizar a internet a favor da sua empresa, e colher os benefícios que ela lhe reserva, se souber servi-la.

 

Marketing de Conteúdo - Sirva para ser servido

Sem entrar em detalhes aborrecidos, comecemos por um pedaço de história. Uma breve viagem no tempo mostra-nos que a internet nasceu como uma rede de partilha de informações entre universidades, instituições militares e governos. Mas para que essa partilha fosse real, precisava de ser alimentada.

E quem a alimentava, eram os utilizadores. Eram eles que criavam e partilhavam as informações, e que mantinham a rede ativa. Ou seja, a criação e partilha de conteúdo é a origem da internet. Um salto no tempo até aos dias de hoje e percebemos que essa essência se mantém, por muito diferente que estejam as coisas. É o conteúdo que continua a sustentar a internet, e continuam a ser os seus utilizadores que o criam, partilham e consomem.

Por exemplo: Hoje, quando alguém tem tosse seca, a primeira coisa que faz é procurar uma solução no Google. É por isso que o termo “tosse seca” tem em média 3600 pesquisas mensais em Portugal.

O que é que isto quer dizer para a sua empresa? Que, ao compreender que a partilha de informação e de conteúdo é a essência da internet, consegue posicionar melhor as suas peças no tabuleiro dos negócios online.

É por isso que não interessa se a sua empresa é grande, média ou pequena. O que interessa é a forma como joga o jogo, e ao criar conteúdo está a jogar segundo as regras da casa.

 

Criar Conteúdo não Chega - É preciso mostrá-lo

Se no ponto anterior fiz parecer que é fácil... que é só criar conteúdo e já está, então foi erro nosso. Porquê? Porque criar conteúdo não chega. A internet é um vulcão de conteúdo em constante erupção. Todos partilham, criam e consomem conteúdo - a toda a hora.

Isto significa que, o conteúdo que a sua empresa criar, tem de captar a atenção do seu público-alvo, e destacar-se no meio da exorbitância astronómica de conteúdo que é criado a cada segundo. É por isso que criar não chega, tem de lhe dar visibilidade.

E há várias formas de dar visibilidade ao seu conteúdo, uma das quais é sem dúvida a nossa favorita. Vão chamar-nos tendenciosos? É possível que sim, mas nós não queremos saber. Porque enquanto agência de seo, consideramos que a melhor forma de colocar o seu conteúdo em frente do seu público-alvo, é conquistando o posicionamento orgânico nos motores de pesquisa como o Google.

E a razão é simples - 85% da navegação na internet começa no Google, o que significa que ele é potencialmente a maior fonte de tráfego que pode ter. Por isso é essencial alcançar o melhor posicionamento orgânico nas pesquisas, se quer pulverizar a concorrência.

 

Posicionamento Orgânico - Casos práticos

Voltemos ao exemplo da “tosse seca”. Em média esse termo tem 3600 pesquisas mensais em Portugal - o que significa que se escrevesse um artigo a explicar às pessoas de que forma podem livrar-se da tosse seca, e o colocasse em primeiro lugar nas posições do Google, teria cerca de 3600 visitas potenciais ao seu website, todos os meses. É essa a importância de conquistar o melhor posicionamento orgânico possível.

Mas não se fique por aqui, porque as possibilidades são infinitas. Replique essa prática por outros termos e variações de pesquisa, e pode atrair milhares ou milhões de visitas mensais e orgânicas, só através do Google. É o que fazem as grandes marcas que crescem online, investem em posicionamento orgânico que perdura no tempo, e é isso que a sua empresa deve fazer também.

É o que acontece ao nosso cliente Jaba Recordati:

O seu conteúdo acerca da  “Tosse Seca e Irritativa - Causas e Tratamento”, está na primeira posição do Google para termos como “tosse seca”; “tosse persistente”; “tosse seca e irritativa”... entre outras palavras-chave. Só o posicionamento orgânico desse artigo garante-lhes milhares de visitas mensais ao seu website, ou seja, mais de mil oportunidades por mês da marca interagir e se relacionar com o seu público.

A ciência está em compreender o algoritmo do Google e saber como pode otimizar todo o seu website para alcançar as melhores posições orgânicas.

Para isso deve:

  1. Fazer uma pesquisa exaustiva das keywords mais relevantes na sua indústria
  2. Compreender a vertente técnica do SEO e optimizar o seu website internamente
  3. Criar conteúdo otimizado, original, e de qualidade
  4. Manter a consistência na criação de conteúdo, para alimentar constantemente os motores de pesquisa.
  5. Fortalecer a autoridade do seu website através da otimização externa

Contudo, dominar o posicionamento orgânico para keywords e conteúdo informativo é apenas uma parte do processo. O próximo ponto mostra como pequenas empresas podem derrubar gigantes.

 

Domine os Motores de Pesquisa através do posicionamento orgânico

Imaginemos que escreve um artigo sobre “como baixar a febre”. Talvez tenha um clínica pediátrica, e o artigo seja direcionado para mães que querem saber como podem baixar a febre dos filhos.

Conseguir esse tipo de visitas é ótimo para ganhar reconhecimento, autoridade e reputação para a sua marca, no entanto está distante de garantir que se tornam clientes. Por isso é que é importante dominar também o posicionamento orgânico dos termos gerais da sua área de negócio, porque só assim pulveriza realmente a concorrência. Mas vamos a números. 

Continuando na suposição de que tem uma clínica pediátrica. Uma análise rápida mostra-nos que “como baixar a febre” tem uma média de 750 pesquisas mensais, enquanto que existem cerca de 260 pesquisas mensais para a keyword “clinica pediatrica”.

Comparativamente, o artigo tem potencial para lhe trazer mais visitas. No entanto, a intenção de pesquisa revela que quem procura no Google por “clinica pediatrica” está muito mais próximo de se tornar cliente, do que alguém que queira apenas saber como pode baixar a febre ao filho. Porquê? Porque à partida está ativamente à procura de uma clínica, enquanto que quem procura conteúdo informativo, não revela intenção de se tornar cliente imediato.

Mas se quer tornar-se no leão que domina a savana, o ideal é ter uma empresa competitiva em todas as frentes, dominando o posicionamento orgânico tanto para termos de negócio, como para conteúdo informativo.

MAS ATENÇÃO! Não é só de conteúdo que vive a otimização dos websites, e que se conquista as melhores posições do Google. A componente técnica e a tecnologia têm um papel fundamental para o sucesso na conquista dos motores de pesquisa.

 

A magia do Posicionamento Orgânico

Observamos muitas empresas que, aparentemente fazem tudo certinho, mas que optam por plataformas que as limitam para alcançarem resultados, como o Wix, Shopify ou o Wordpress. Essas plataformas ganharam popularidade por tornarem mais fácil a criação de websites do ponto de vista do utilizador. 

No entanto, a quantidade de código que contêm e que os utilizadores não vêm, pode ser nociva para o sucesso do website e prejudicar o seu posicionamento orgânico no Google, quando comparado com websites feitos de raíz, como os que são feitos por nós. Estamos a puxar a brasa à nossa sardinha? Pode crer que sim! E fazemo-lo porque sabemos que os nossos websites têm um código muito mais limpo, o que os torna mais leves, rápidos e fáceis de entender (do ponto de vista do Google). 

É a diferença entre visitar uma casa limpa e arrumada onde dá gosto estar, ou uma casa de um acumulador de código, suja, escura e cheia de tralha, onde não se deita nada fora. Onde é que acha que o robot do Google se sentirá melhor? A quem é que acha que o algoritmo dará mais relevância?

Quer um outro exemplo real? Um dos nossos clientes atua na área dos animais de estimação e pet sitting, o Cão Nosso, e aparece em primeiro lugar no Google, à frente de tubarões como a Royal Canin, Purina, Taste Of The Wild, etc... para termos como “jardins para passear o cão”, “leão da rodesia”, “caniche”, “tudo sobre cães”, “raça de cães”, entre outras palavras chave.

Além disso, domina ainda várias posições para o termo geral “pet sitting”. Este posicionamento garante-lhes um fluxo de visitas diárias ao seu website altamente qualificadas, permitindo-lhes competir com as grandes marcas. E é por isso que a internet tem o potencial de tornar uma pequena empresa, num leão que reclama a comida só para si, e deixa as migalhas para os outros. Porque quando uma empresa é capaz de dominar as posições orgânicas do Google, começa a ganhar um nome e a conquistar um espaço só seu, independentemente de tudo o que a concorrência faça.

Claro que os gigantes da indústria continuarão a ter um orçamento maior, a ter um poder financeiro maior e a gastar mais dinheiro para aparecerem. Mas se compreender as regras do marketing online, terá sempre um espaço longe da sombra desses gigantes.

Por isso, seja uma PME que se quer destacar e conquistar o seu espaço, ou uma empresa grande que não quer que lhe passem a perna, só tem uma opção: Jogue segundo as regras da internet, e vire o jogo a seu favor.

Se quiser um parceiro estratégico que conheça bem as regras do jogo, já sabe o que fazer. Consulte-nos.

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Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados
17 outubro, 2019

Marketing Turístico Digital em Portugal: Zero resultados encontrados

Somos um país muito lindo, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas. E o nosso turismo não tem nada que ver com isto. Marketing turístico digital é uma coisa que não lhe assiste.

 

Navegação à Vista

Houve tempos em que demos “novos mundos ao mundo”. Hoje, temos dificuldade em que esses novos mundos conheçam o nosso. Da navegação em mar alto, passámos para a navegação na web. E é precisamente aí que metemos água.

A navegação à vista designa-se por uma navegação de acordo com as circunstâncias, sem ciência. Pois bem, é precisamente isso que acontece. É verdade que temos muitos turistas, é verdade que estamos a crescer nessa área e é verdade que estamos fartos de receber prémios para todos os gostos e feitios. Mas também é verdade que a entidade responsável pelo turismo em Portugal não tem grande influência nisso.

85% de toda a navegação web começa no Google. No entanto, as keywords mais relevantes para a promoção do nosso país não aparecem em nenhum ativo digital nacional. Portugal, como destino, não aparece pelas principais pesquisas em nenhum país do mundo. Quer dizer, na verdade, aparece, mas com anúncios pagos, que apenas contribuem para uns míseros 6% de cliques. Isto significa que estamos a perder milhões de visitas, graças ao nosso fraco (quase inexistente) marketing turístico digital.

 

Legenda: quadro com o número médio de pesquisas (mensais) para as quais nenhum site português surge nos primeiros resultados do Google - exemplo apenas com associação à keyword Lisbon.

O que este quadro nos diz é óbvio: não existe qualquer credibilidade orgânica nacional, não respondemos ao que é pesquisado pelos utilizadores "lá fora".

 

Existe uma média mensal de 40.500 utilizadores que pesquisa "portugal holidays" no Google, e não existe nenhum ativo digital Português que apareça nos resultados. Incrível !!

 

Publicidade para Inglês ver: Milhões de euros em Adwords para promoção do Turismo em Portugal

Sim, são milhões de euros em publicidade imediata e não pensada estratégicamente, daquela para inglês ver. Sim, mas para aquele inglês que não tem Internet.

A nossa entidade responsável pelo turismo prefere os flyers às keywords, prefere o fogo-de- artifício ao SEO. 

Keywords como “things to do in Lisbon” não apresentam força no digital, não têm qualquer credibilidade orgânica. Isto significa que qualquer pessoa consegue colocar esta e muitas outras keywords na primeira página de resultados de pesquisa, para o mundo inteiro, apenas por um artigo de opinião.

E isto acontece porque essa tal entidade cujo nome não pode ser pronunciado não faz o trabalho que deveria fazer, não faz o mínimo esforço de marketing turístico digital nem elabora uma simples estratégia de posicionamento orgânico.

Os conteúdos são fracos e a arquitetura e o link building dos mesmos não existe. Há muito por melhorar e por trabalhar. A concorrência é forte, mas é possível. Temos é de meter mãos à obra, que é como quem diz, à web.

 

Marketing Turístico: O Triunfo da (falta de) vontade (política) 

Ora, o Estado é muito bom a meter a mão à obra, desde que essas obras sejam autoestradas e estádios. No que respeita a meter a mão na web é que a porca já torce o rabo. Não há vontade política. E, sendo o governo a mandar na tal entidade, bem, já sabemos o que acontece... Um mandato dura quatro anos, pouquíssimo tempo para quem quer ter resultados imediatos.

Uma estratégia de marketing turístico digital tem o seu tempo de implementação e demora o seu tempo a atingir resultados. Investir em SEO será sempre investir a médio/longo prazo, o que não se apresenta como muito apetecível para quem quer resultados agora e apenas agora.

Na promoção turística do país, tal como nas áreas da Saúde e da Educação, seria benéfico um plano de continuidade multipartidário a longo prazo, coisa que ahahahah - desculpem o riso, mas isto é Portugal. Quando é que, alguma vez, fizemos alguma coisa estruturada com vista a um médio-longo prazo?

Não há coordenação, não há gente suficiente, não há formação técnica, não há vontade. Há tipos de calças bege e camisa azul que se encontram num rooftop a beber gin e a decidir que o Algarve deve chamar-se ALLgarve e que devemos ter vistos gold para chineses. É esta a política oficial dos nossos responsáveis (também) turísticos.

“Então, mas isto tem funcionado. Temos cada vez mais turistas, estamos sempre a ganhar prémios, toda a gente fala bem de nós lá fora”, diz o caro leitor. E diz muito bem, o caro leitor. Parabéns pela sua observação. Mas o grande mérito não está nos responsáveis de turismo do nosso país. A promoção de Portugal está nas mãos da iniciativa privada de bloggers e influencers amadores, que têm a capacidade de opinar e influenciar com grande alcance, ocupando as primeiras páginas do Google. E não podemos deixar o nosso marketing turístico digital exclusivamente nas mãos de amadores. Até porque não deve ser da sua responsabilidade.

 

Voo para Portugal: Porta de Embarque LowCost

O que nos tem safado, muitas vezes, são as companhias aéreas lowcost, que, através dos preços baixos dos bilhetes, fomentam o turismo para o nosso país. Obrigado, Ryanair! Obrigado, Easyjet! Obrigado, Transavia! Obrigado, Vueling! Obrigado, FlyBe! E obrigado aos empresários e à iniciativa privada que investem no país a nível de infraestruturas e condições para bem receber. São eles que, sem terem de o fazer, dão boleia a quem manda nisto tudo.

A solução está em criar uma estratégia de marketing digital bem feita, com SEO, keywordsanalytics e por aí fora. Com critério e com alvos bem definidos. E, claro, com muito sol, muita praia, muito campo, muita gente simpática, muita comida boa e muitos turistas.

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