Responsabilidade Ambiental - A gota mais preciosa do oceano

26 jul 2018
Responsabilidade Ambiental - A gota mais preciosa do oceano

Seja bem-vindo ao Verão! Altura do ano em que esfregamos as mãos de contentamento. Afinal, estendemos a passadeira às boas e ricas férias que nos proporcionam um merecido descanso. Porque o que é nacional é bom, resolvemos fazer as malas e ir à descoberta dos mais de 1800 quilómetros de costa portuguesa.

Seja a Norte ou a Sul, bastam umas meras horas de viagem para alcançarmos o paraíso atlântico que não é mais do que o oceano que nos banha. Somos de facto um povo abençoado... Dar um bom mergulho no mar perante a luz do sol que nos aquece ou degustar um peixinho grelhado acabado de pescar na noite anterior, são algumas das dádivas que nem todos têm a oportunidade de usufruir. Mas e se de repente tudo isto deixasse de ser possível?

 

Plástico nos oceanos: o novo cabo das tormentas

Quando vemos uma baleia perder a vida por engolir 80 sacos de plástico, é caso para dizer “mayday, mayday!” Algo não pode estar bem... Cotonetes, baldes, garrafas, palhinhas e sacos descartáveis fazem parte dos 8 milhões de toneladas de plástico que são deitados aos oceanos a cada ano que passa. Para que se pense que não estamos a fazer uma tempestade num copo de água, em 2050 estima-se que a quantidade de lixo nos oceanos seja superior ao número de peixes.

A conduta irresponsável do ser humano está a pôr em risco não só a sustentabilidade das actividades piscatórias como de toda a vida marinha. Com a diminuição da biodiversidade e do número de espécies no oceano, é a humanidade quem ficará com a corda na garganta. Imaginem o estado da nossa saúde ao ingerirmos alimentos que têm apenas plástico como “nutriente” para dar? Com a população a crescer em maré alta e o meio-ambiente tratado como lixo, é caso para perguntar de que água beberemos no futuro.

 

Onda de mudança: depois da tempestade vem a bonança

Calma... O cenário é negro mas não assim tanto até porque, na Bluesoft, estaremos sempre do lado bom da força. Somos verdadeiros fãs de um Oceano Pacífico e isso significa fugir do plástico como o diabo da cruz! Reciclar é uma palavra de ordem e, no seio da nossa copa, nenhum prato, copo ou talher é apelidado de descartável.

Contudo, queremos ir mais além. Preferimos apanhar a onda de responsabilidade ambiental dos que depositam a confiança em nós. Dito isto, é um orgulho testemunhar o posicionamento orgânico dos serviços de sustentabilidade da Sonae Sierra assim como o desenvolvimento tecnológico da Zouri: os nossos amigos de Braga que produzem sandálias ecológicas e sustentáveis a partir do plástico sediado na costa portuguesa. Quer escolham um par de Black Sea, Red Sand ou Wave Nature, saibam que estão a calçar 6 garrafas de plástico cujo conforto e design vos fará sentir como peixe na água.

 

Vida dentro e fora de água: um por todos e todos por um

No dia 8 de Junho, é celebrado o Dia dos Oceanos com o carimbo das Nações Unidas presididas por um português. Sim, somos uns confessos patriotas e argumentos não nos faltam! Para além da riqueza paisagística comum a terra e mar, encontramos quem tenha como prioridade cuidar dela custe o que custar. É o caso da Liga para a Protecção da Natureza, a associação de defesa do ambiente mais antiga da Península Ibérica a quem demos a mão na nova realidade digital. Um dos seus objectivos consiste em “promover a cidadania ambiental incentivando a participação pública, através de acções de formação e educação ambiental.”

Como cidadãos, instituições e empresas, zelar pela sustentabilidade do mundo em que vivemos é uma responsabilidade transformada em meio de sobrevivência. Os oceanos em particular são os pulmões do nosso planeta. Se lhes faltar o ar, mais tarde ou mais cedo deixaremos de respirar.

Sempre nos habituámos a ver os nadadores-salvadores resgatarem vidas no oceano mas agora é o oceano que necessita de ser salvo por cada um de nós.

 

Plastic Free Ocean | ZOURI - Sandals from the Ocean

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