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Tráfego de Referência
25 março, 2021

Tráfego de Referência

O tráfego de referência é aquele que leva utilizadores ao seu website, através de… adivinhou: uma referência!

Imagine que está à procura de uma empresa que o ajude no seu negócio, na área do marketing digital.

Vai procurar alguém de confiança, que tenha conhecimento de causa ou seja uma autoridade na matéria, e pede-lhe uma referência.

No digital, o mais certo é essa referência vir em forma de link:

“Conheces especialistas em marketing digital?”

“Conheço. www.bluesoft.pt

Na prática, o tráfego de referência é um pouco isto, mas com uma grande diferença: quem refere o seu website não é apenas alguém da sua confiança; deve ser mesmo uma autoridade na matéria.

E essa autoridade é definida pelos próprios consumidores, através de cliques e partilhas de links.

Mas já lá vamos.

 

O que é o tráfego de referência?

O tráfego de referência é o que acontece quando um utilizador vai de um site para outro, através de um link.

Ou seja, o primeiro referenciou o segundo. E deu origem ao tráfego de referência quando um utilizador, porque estava a navegar no primeiro, acedeu ao seu website por essa via.

Se pensar no consumer journey, este utilizador não estava exatamente à procura do seu website.

Está numa fase onde reúne informação sobre um determinado produto ou serviço. Estava a fazer uma pesquisa geral, por exemplo, e porque estava a ler sobre o assunto, deu com o seu website.

O tráfego de referência levou até si um potencial cliente.

Como vê, esta não é uma questão de somenos. O tráfego de referência deve ser incluído no momento de criar a sua própria estratégia de marketing digital.

 

Qual a importância do tráfego de referência?

Uma boa estratégia de marketing digital deve levar em conta todos os potenciais pontos de contacto de um consumidor. O tráfego de referência é apenas um desses pontos.

Ou seja, esta estratégia deve ser mais ampla do que uma estratégia de SEO para a colocação de um website no topo das páginas de pesquisa do Google, por exemplo; ou do que uma excelente estratégia de conteúdos focada na experiência do utilizador.

Além disso, o tráfego de referência é importante para poder avaliar a qualidade do conteúdo que está a criar.

Seja uma pessoa ou uma outra empresa, a verdade é que tanto uma como outra só vão utilizar nos textos um link para o seu website se o seu conteúdo for de qualidade e capaz de oferecer algum tipo de valor a quem o venha a ler.

Caso contrário, perdem os dois. O primeiro porque está a partilhar links sem valor para o utilizador; o segundo, porque inevitavelmente comprova a falta de qualidade, acabando assim por perder um potencial cliente.

E isso são ótimas notícias!

O tráfego de referência acaba por ser uma excelente métrica de avaliação dos conteúdos que o seu website apresenta aos seus clientes e mesmo para quem o quer referenciar como uma autoridade numa determinada matéria.

 

Como aumentar o Tráfego de Referência?

Normalmente, quando falamos em gerar tráfego para o nosso website, pensamos em SEO.

Mas existem outras práticas que pode seguir, nomeadamente para dar origem ao tráfego por referência – e com resultados mais rápidos.

Pense nestas dicas para o tráfego de referência como um complemento à sua estratégia de SEO e marketing digital.

 

Dica nº1: O que se está a passar à sua volta?

Quando analisar os resultados dos relatórios do Google Analytics, observe com atenção os sites que o estão a referenciar, ou seja a origem do tráfego de referência. Depois confirme que essas referências estão a levar os utilizadores para as páginas certas e não apenas para a sua homepage, por exemplo.

Entre contactos com essas empresas e essas pessoas e peça uma correção. Desta forma, não só aumenta a sua rede de contactos (e quem sabe de clientes), como garante que os utilizadores são reencaminhados para os conteúdos certos.

Já agora, aproveite:

 

Dica nº2: Auto-convide-se

O mais certo é que o site que o está a referenciar faça parte da sua área de atuação. Pois bem, se calhar até têm um blogue.

Por que não escrever um artigo de autor, nesse mesmo blogue? O que é preciso para que isso aconteça?

Investigue e depois faça uma pesquisa por outros blogues respeitados na indústria e procure saber como pode lá aparecer enquanto autor convidado.

Se considerar que os blogues “morreram”, desengane-se. Estão a voltar em força e a serem muito utilizados em estratégias de marketing digital.

Talvez esteja na altura de criar o seu? Fale connosco.

 

Dica nº3: Faça parte da comunidade

Quando fizer a pesquisa pelos sites ou pelos blogues mais importantes da sua indústria, vai encontrar uns quantos. Nesses, comece a pensar em como fazer parte da comunidade.

Estamos sempre a aprender uns com outros.

Fazer parte de grupos de discussão ou de uma conversa em comentários não só vai permitir criar links para o seu próprio website, como vai poder também ter acesso a diferentes opiniões sobre a sua própria área de negócio que podem dar origem a novas ideias.

Mas faça-o também no seu próprio blogue, convidando outras pessoas a participarem na discussão. Vai criar interação e confiança com o seu público-alvo e dar-lhes ainda mais motivos para aderirem aos seus produtos e serviços.

Não é necessário que o faça em todos. Uma escolha estratégia dos utilizadores e dos comentários é meio caminho andado. Aproveite e aplique esta dica também às suas redes sociais.

 

Dica nº4: E na sua rua?

O digital é um mundo por si só, mas é importante lembrarmos que é apenas uma parte do total.

Na sua rua, na sua localização, na sua cidade, onde estiver: associe-se a outras empresas ou eventos.

O investimento, por vezes, pode ser mínimo e os ganhos imensos. Patrocine uns, participe noutros. No fundo, levamos para o físico o que se passa com o tráfego de referência no digital.

É certo que, em termos de monitorização, a origem do tráfego poderá até ser outra (mas lembre-se que normalmente existem notícias sobre esses eventos e esta é mais uma forma de o seu link aparecer em websites de referência) mas não podíamos deixar de a mencionar.

O objetivo máximo é mesmo transformá-lo numa referência e num expert na sua área de atuação.

Vai ser necessário persistir e insistir. E uma estratégia de conteúdos é essencial.

Se você tratar da segunda, nós garantimos que tratamos da primeira.

É um cenário win-win.

Tráfego Direto
10 março, 2021

Tráfego Direto

O tráfego direto é um pouco como saber o caminho que tem a percorrer, de cor.

Já o fez tantas vezes, já o conhece tão bem que, depois de entrar no carro, por exemplo, é como já saber por onde tem de ir, para lá chegar. E isto, sem precisar de utilizar mapas ou outras aplicações.

No tráfego direto, é isso mesmo que acontece e é uma das formas que existem para qualquer pessoa chegar até ao seu website.

 

O que é o tráfego direto?

Na prática, o tráfego direto é quando um utilizador visita o seu site, escrevendo o seu domínio diretamente.

 

Vejamos o meu caso:

Quando visito o site da Bluesoft, normalmente faço-o de duas maneiras diferentes. Ora escrevo no motor de pesquisa “Bluesoft” e carrego no primeiro link (claro que estamos no topo das SERP!), ora escrevo diretamente www.bluesoft.pt e carrego no enter.

Este segundo caso é um exemplo claro. Outro seria se eu fizesse o mesmo acesso, mas via “favoritos”.

Depois, quando utilizamos, por exemplo, o Google Analytics, este meu acesso é então registado como sendo de tráfego direto.

 

Tráfego direto no Google Analytics

O Google Analytics é a plataforma da Google que regista e reporta de onde vêm os acessos ao seu domínio na web.

Como deve imaginar, estes acessos têm muitas formas. O tráfego direto é um deles. Os outros são o tráfego orgânico, pago, de referência, social ou email marketing.

Não parecem muitos, afinal.

Pois, é verdade. Há aqui um “senão”. Um pequeno problema.

Ainda que o tráfego direto seja avaliado e registado enquanto acesso direto via “www”, na realidade consta que quando esta plataforma não é capaz de perceber a origem do acesso, regista-o como tráfego direto.

 

Mas vejamos um exemplo:

Quando, nas redes sociais, utiliza uma aplicação para reduzir o link de acesso ao seu website – digamos o bitly – a o Google Analytics vai registar o acesso como “tráfego direto” quando, na realidade, foi através de “social”.

É algo que a Google reconhece e procura resolver e ao qual damos o nome de “Dark Social”.

Isto quer dizer que os acessos diretos podem estar sobrevalorizados, enquanto os acessos via redes sociais aparecem desvalorizados, por exemplo.

É importante que tenha esta noção, uma vez que será a análise cuidada destes números que lhe vai depois permitir perceber como acedem as pessoas ao seu domínio e afinar a sua estratégia de conteúdos de acordo.

Então, a pergunta que se coloca é:

 

Como monitorizar o tráfego direto?

A discussão sobre a importância do tráfego direto é muitas vezes desvalorizada por causa disto. Se a Google Analytics reporta dados equívocos, muitas vezes o que acontece é atribuírem-se a estes números a frase genérica “esses acessos vêm de ‘outros lados’”.

E pronto, assunto arrumado. “Olhemos para os restantes”

Mas, pelo meio, os restantes números estão subvalorizados. Se ignorarmos os números do tráfego direto, então estamos a ignorar tudo. E, nesse caso, pode estar a pensar:

Bom, então para que é que eu quero o Google Analytics?

E teria toda a razão, não fosse a importância de sabermos de onde estão a vir as pessoas que visitam o seu website, certo?

Caso contrário, como saber se a estratégia de conteúdos está a funcionar?

Trabalhar com dados é também trabalhar com as boas práticas.

E é, principalmente, trabalhar com os números que temos à nossa frente.

Por outras palavras: trabalhá-los. Como?

O objetivo é afunilar o número de acessos via tráfego direto ao seu valor real, equilibrando, ao mesmo tempo, os restantes.

Para isso, há quatro pontos a ter em conta:

  • Se ainda não o fez, deve migrar o seu domínio para o protocolo HTTPS;
  • Gerir a utilização de redireccionamentos e ser muito criterioso com os redireccionamentos para páginas com parâmetros UTM;
  • Parâmetros UTM? O nosso próximo artigo vai ser mesmo sobre este assunto;
  • Seja equilibrado no tagging de campanhas e vá para além do tag automático. Controle o que for possível controlar;
  • Faça uma auditoria à sua análise de dados. Dizer que os dados são importantes em 2021 talvez seja desnecessário, mas nunca é demais sublinhá-lo. Analise o seu plano de métricas e faça testes às suas páginas de website.

Depois de seguir estas quatro dicas, vai estar perante dados para análise mais fiáveis, que o vão ajudar a melhorar a sua estratégia de reputação digital e a obter os resultados que deseja.

 

Origem do tráfego direto

Como vimos, a origem do tráfego direto pode estar diretamente ligada a um número de fatores que o pode estar a induzir em erro, no momento de definição de estratégia digital.

Ser for capaz de destrinçar esses números, vai conseguir entender melhor de onde vêm todos os acessos ao seu website e agir de acordo.

Para além disso, estará a aproximar-se do número real de pessoas que não só sabe o seu endereço de cor, como nem perde tempo em fazer uma pesquisa: escreve-o diretamente; tem-no como favorito.

O mesmo é dizer que é a sua empresa é top of mind.

 

Se estiver interessado em saber como lá chegar, nós estamos aqui.

Page Authority ou Autoridade da Página
28 janeiro, 2021

Page Authority ou Autoridade da Página

Lembra-se quando, há uns dias, escrevemos no nosso blog sobre page authority? Perdão, escrevemos acerca de domain authority. Descanse, esta confusão é normal.

Em última análise, isto acontece porque a page authority contribui bastante para o domain authority. E é medida, mais ou menos, da mesma forma.

Nesse artigo, alertámos para a importância da qualidade do conteúdo no seu domínio, como um todo. Só assim vai conseguir que outros sites remetam links para o seu, utilizando-o a si como uma referência e aumentando, por isso, a sua notoriedade.

E se o domain authority reforça a autoridade do seu domínio, a page authority faz o mesmo, mas para cada uma das páginas desse domínio.

Cada página terá características específicas. Com qualidades próprias que lhe conferem autoridade numa determinada matéria. 

Quando um site externo o utiliza como referência, remetendo para uma página específica do seu domínio, aumenta a page authority, por um lado, e o domain authority, por outro.

Continue a ler para ficar a saber tudo sobre page authority, incluindo a melhor forma de aumentar esta autoridade. Mas primeiro…

 

O que é a Page Authority?

A page authority, ou autoridade das páginas, é a sua importância dentro e fora do seu domínio. É medido de acordo com um sistema de pontuações, de 0 a 100. 

Este sistema foi desenvolvido pela Moz, que acabou de aumentar a sua autoridade, porque acabámos de remeter mais um link para o seu site.

As pontuações atribuídas a uma página, medem a probabilidade dessa mesma página aparecer nas SERPS – Search Engine Result Pages.

Quanto maior o valor atribuído, maior a probabilidade.

E, no seu conjunto, os vários valores de página associados, contribuem e muito para a sua pontuação geral de domain authority.

A page authority é calculada com base em dezenas de fatores diferentes. Mais de quarenta, no total. 

 

Como é classificada a Page Authority?

A page authority é classificada de acordo com um algoritmo que funciona através de machine learning. Ou seja, o próprio algoritmo vai aprendendo sozinho e alterando-se de forma automática com o tempo, à medida que vai analisando cada vez mais informação.

É por esta razão que a page authority (assim como o domain authority) deve ser entendido como uma métrica relativa de comparação e nunca como um valor absoluto ou objetivo único a seguir.

Em termos de qualidade de página, serve um pouco para termos noção da nossa posição perante a concorrência.

Quer saber qual a pontuação de uma das suas páginas?

 

Onde posso medir a page authority?

Uma vez que o sistema de classificação foi desenvolvido pela Moz, a melhor ferramenta para medir a sua autoridade será mesmo a ferramenta que os próprios criaram. 

Basta colocar aqui o link de uma página específica e esperar o resultado.

Experimente. Compare com outras páginas concorrentes.

E agora?

 

Como aumentar a Autoridade de Página?

Um bom primeiro passo para aumentar a sua page authority é a criação de uma rede de links internos e externos. 

Em quantidade e em qualidade.

Sabemos que a construção desta rede de links funciona como uma espécie de testamento à autoridade da sua página. 

Se os links externos vierem de outras páginas com uma autoridade já estabelecida, ainda melhor. 

Esta é uma das melhores formas de aumentarmos a nossa própria page authority.

No médio e longo prazo, a sua página passa a ser vista como uma página referência. O que vai fazer com que ainda mais sites externos a utilizem, reforçando a sua autoridade e, por isso, a subida de posição nas SERPS

No entanto, a quantidade de fatores associados à métrica de avaliação faz com que a page authority seja difícil de aumentar ou influenciar, com base em apenas uma medida, como o link building.

Se o conteúdo da sua página não for de qualidade e não estiver associado a outras estratégias de SEO…

Bem, não há milagres, verdade?

 

Importância da Page Authority para o SEO

Longe vão os tempos do keyword stuffing.

Hoje, o algoritmo do Google, por exemplo, é capaz de analisar as páginas de um website, bem como o seu conteúdo, tendo em conta o sentido das palavras e a sua relevância para o utilizador.

Se estiver à procura que outros sites remetam para uma das suas páginas, é certo e sabido que essa sua página deve oferecer conteúdo de qualidade

Deve ter mais do que palavras-chave.

Tem de fazer sentido e dar resposta ao problema em questão.

A própria estrutura do texto deve ser pensada para que o mesmo seja “escaneável” – de leitura rápida – para o utilizador. E deve ter em conta outras formas de otimizações técnicas que só uma estratégia de SEO é capaz de oferecer.

À medida que estes elementos vão sendo incorporados e trabalhados, a sua page authority vai aumentando.

Dentro de um domínio, cada página deve ter a sua própria relevância e autoridade. Até porque, para além da page authority, o que realmente importa é a geração de tráfego, os cliques e as conversões.

 

Page Authority vs Domain Authority

Como já deve ter percebido, é a “soma” das suas várias autoridades de página que acabam por influenciar o seu domain authority.

Portanto, se a page authority mede a autoridade de uma página específica, o domain authority acaba por medir a força do seu domínio, como um todo.

Quando se foca no aumento da sua page authority está então, naturalmente, a focar-se também no seu domain authority.

E quanto maior forem ambos os níveis de autoridade, melhor será o seu posicionamento nas páginas de resultados.

E quanto maior for esse posicionamento, maior será a tendência para que outros sites o vejam a si como uma referência e coloquem nos seus próprios textos links que reencaminham para o seu domínio, reforçando essa autoridade já estabelecida.

Entramos então num mundo ideal: um ciclo de crescimento e reforço quase automático do seu posicionamento e autoridade, com base em conteúdo de qualidade e ferramentas de SEO.

Claro que, dito assim, até parece fácil. Mas aumentar a sua reputação digital tem muito que se lhe diga. O melhor é mesmo falar com um especialista.

Domain Authority
14 janeiro, 2021

Domain Authority

Quando falamos de domain authority falamos, literalmente, da autoridade do seu domínio. 

Essa autoridade, quando comparada, é utilizada para uma monitorização de ranking na página de apresentação de resultados dos motores de pesquisa.

O que é que isto quer dizer? Bem, comecemos por definir autoridade. À moda antiga: o dicionário Priberam define autoridade como “competência ou conhecimento” reconhecido em determinada área.

Repare que utilizamos o Priberam e não outro dicionário. Isto é porque o Priberam tem uma autoridade reconhecida. Ou seja, é de confiança para os seus utilizadores. 

A domain authority pode então ser entendido como o nível de confiança e competência na matéria tratada no seu domínio (leia-se, no seu negócio), quando comparado à concorrência.

E, na prática, o que é que isso significa?

 

O que é Domain Authority?

A domain authority é uma pontuação de 1 – 100 atribuída ao seu domínio. 

Essa pontuação é calculada depois da soma de vários fatores, desde a relevância das palavras-chave ao número de outros websites que incluem nos textos links para o seu domínio.

O valor final pode ser depois equiparado a outros websites mas, em suma, representa a probabilidade do seu domínio aparecer na página de resultados.

Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade.

O valor da domain authority permite-lhe então ter uma noção mais clara da “força” do seu domínio e, portanto, da sua autoridade, quando comparada – nomeadamente à sua concorrência direta.

Por se tratar da soma de vários fatores, dedicar-se apenas a um tipo de métrica como, por exemplo, a criação de conteúdos com base em palavras-chave, não significa que o seu nível de autoridade vá aumentar necessariamente. 

Para além disso, é também importante saber que é muito mais fácil subir a sua pontuação ao início – digamos, de 20 para 30 – do que mais tarde (de 70 para 80, por exemplo).

Então, antes de passarmos às várias formas de aumentar a sua domain authority, que tal avaliarmos de forma mais detalhada a forma como é medido?

 

Como medir a Autoridade do Domínio?

Como vimos, existem muitos fatores que influenciam a autoridade do domínio ou a domain authority.

Existe uma ferramenta que partilhamos mais em baixo, que lhe apresenta o resultado final da sua domain authority

Neste parágrafo o que queremos fazer é deixar claro o seguinte:

É um desafio saber exatamente a razão pela qual o seu resultado subiu ou desceu.

Aliás, existem domínios cuja autoridade lhes é absolutamente natural. E isto acontece só graças ao assunto ao qual se dedicam, por exemplo.

Olhe para o IMDB. A sua domain authority é natural: as palavras-chave são-lhe naturais, tanto principais como secundárias.

No entanto, a maioria dos domínios não se pode dar a esse “luxo”. E mesmo depois de se dedicar a um plano de conteúdos, é possível que o seu nível de autoridade nem se altere. E isso não quer dizer que a estratégia não esteja a dar resultados. 

O exemplo que costumamos dar para explicar este (quase) fenómeno está ligado à criação de listas “Best Of”. 

Todos os anos, saem listas que numeram os países, do melhor para o pior, sobre vários assuntos. 

Vejamos, por exemplo, a qualidade do ensino.  

Digamos que, nessa lista, a Islândia aparece em primeiro lugar. Mesmo que o país continue a investir e a subir os indicadores da sua qualidade de ensino, nada lhes garante que mantenham esse primeiro lugar no ano seguinte, certo?

Principalmente se a Finlândia também melhorar e muito os seus indicadores. Ou se a Dinamarca, que não estava na lista, passar a ser um país considerado.

A Islândia continuou a sua estratégia. Está a ter resultados. Os seus indicadores subiram. Mas desceu no ranking.

Com a domain authority, o mesmo pode acontecer. São tantos os fatores tidos em conta que a sua pontuação pode subir ou descer independentemente das suas ações.

Embora, tecnicamente, o seu conteúdo tenha melhorado tanto em quantidade, como em qualidade.

Medir a domain authority é importante para termos uma noção geral da nossa posição, quando comparados a outros. Mas nunca deve ser vista em termos absolutos. E muito menos como métrica única a seguir. 

 

Como aumentar o Domain Authority?

Antes de mais, o valor mínimo atribuído é o 1. Que é o valor atribuído quando estreamos um novo domínio. 

A partir daí é sempre a subir. 

Os primeiros níveis são mais fáceis de atingir. Quando a quantidade e a qualidade do conteúdo começam a equiparar-se é que se começa a tornar difícil.

Para aumentar a sua domain authority não existem atalhos. Não existe um ponto onde se deva focar, em favor de outro.

É um número difícil de influenciar diretamente, adotando esta ou aquela medida. E isso foi pensado para ser assim, desde o início.

Se o algoritmo do Google, por exemplo, leva em conta muitos fatores, qualquer ferramenta que procure calculá-los vê-se obrigada a fazer o mesmo.

No entanto, existem boas práticas.

Duas, em particular. Quando seguidas, os resultados mostram que o nível da domain authority melhora.

Em primeiro lugar, é demonstrado que os domínios com links externos de outros websites que reencaminham para ali normalmente apresentam um nível mais elevado. E quanto maior a própria autoridades desses websites, melhor.

Em segundo lugar, as palavras-chave. Depois de uma pesquisa por palavras-chave sobre as quais tenha autoridade, deve criar conteúdo em torno das mesmas.

Há uma coisa que é certa:

A sua domain authority vai alterar-se, com o tempo.

Por vezes, sobe. Noutras, desce.

Saber as razões pelas quais isso acontece é um verdadeiro desafio.

Este é um processo a longo prazo, com vários caminhos possíveis.

De qualquer forma, a melhor maneira de aumentar a sua autoridade acaba por ser simples: melhorar a sua estratégia de SEO, em geral. E, em particular, construir um domínio cuja autoridade é demonstrada pelas ligações que reencaminham para o seu website.

E, para isso, estamos cá nós!

Mas se quiser começar a monitorizar a sua domain authority, há várias ferramentas que pode utilizar.

 

Ferramentas para verificar a Domain Authority

A métrica para a monitorização da domain authority foi desenvolvida pela Moz e é com esta ferramenta que pode começar a dar os primeiros passos.

O Ubbersuggest é também uma ferramenta conhecida no mercado, embora utilizada para SEO, no geral. 

Ter uma noção clara da sua domain authority pode ser um pouco complicado. Mas, como dissemos, é um processo a longo prazo.

Mas é um bom número a ter em conta para a sua estratégia de SEO. Lembre-se apenas de que não deve é ser pensado em termos absolutos e apenas comparativamente à sua concorrência.

O seu objetivo não é ter o valor mais alto. É estar acima da competição.

White Hat SEO: um herói do faroeste
10 dezembro, 2020

White Hat SEO: um herói do faroeste

O White Hat SEO é o oposto do Black Hat SEO. Imagine que está no faroeste. Está prestes a testemunhar um duelo entre dois pistoleiros. Um está com um chapéu branco e o outro com um chapéu preto.

Dizem-nos as histórias que o mais provável é o herói estar de chapéu branco e o vilão de chapéu preto. 

Da mesma forma, sabemos que um joga pelas regras e que o outro é um fora da lei. E sabemos que os finais devem ser sempre felizes. Ora, neste cenário, o White Hat SEO é o nosso herói. É a personagem principal que joga pelas regras e vence os vilões, capazes de tudo para chegarem aos seus fins. 

Este é um duelo travado no campo do SEO – Search Engine Optimization – e as regras são as estabelecidas pelos motores de pesquisa, como o da Google.

 

O que é o White Hat SEO?

Quando nós falamos em estratégias de otimização, está implícito que nos referimos ao White Hat SEO. Ou seja, damos a conhecer estratégias de SEO que seguem as melhores práticas do mercado e estão em acordo com os termos e condições estabelecidos pelos motores de pesquisa.

No centro destas estratégias deve estar sempre o utilizador: a sua audiência. O nosso público. É por isso que o White Hate SEO se foca na experiência do utilizador. 

O nosso objetivo é entregar-lhe aquilo que procura. E fazemo-lo de uma forma apresentável, com qualidade. Queremos chegar ao topo das páginas de resultados, sim. Mas trabalhamos de acordo com as regras, criando soluções dentro dos limites estabelecidos para oferecermos a melhor experiência de utilizador possível.

Talvez esteja a pensar: mas existe outra forma de trabalhar? Sim. 

Como em tudo, existem formas de contornar ou abusar das regras. E é a esta forma de otimização de resultados que chamamos de Black Hat SEO.

 

Diferenças entre White Hat SEO e Black Hat SEO

O trabalho do White Hat SEO e do Black Hat SEO parte do mesmo princípio: um conhecimento profundo das regras de otimização de websites.

Mas, entre um e outro, existem duas grandes diferenças:

A primeira tem a ver com o tempo investido. Temos a certeza de que o Black Hat SEO o levará ao topo das páginas. Mas também temos a certeza de que não vai lá ficar por muito tempo. Isto porque uma das regras de ouro do Black Hat SEO é o abandono deliberado do conteúdo e da experiência de utilizador. As suas soluções concentram-se na resposta técnica aos pedidos do Google, colocando de parte o lado humano.

Significa isto que, sim senhor, está no topo dos resultados. Mas quando o utilizador clicar no seu conteúdo, abandoná-lo-á num ápice. Mas nesse curto espaço de tempo o clique aconteceu, efetivamente – o que conta para a os resultados.

Quando desenvolvemos estratégias de White Hat SEO, trabalhamos para o mesmo objetivo. Sem esquecermos o lado do utilizador. Desta forma, quando a sua página chega ao topo, é lá que fica. E sabemos que o conteúdo apresentado é de qualidade.

Essa é a segunda grande diferença: o conteúdo. 

Quando chegam à sua página, os utilizadores encontram o que procuravam. E encontram uma boa experiência. É uma mais valia que deixa a promessa de retorno.

Para lá chegarmos, utilizamos estratégias de White Hat SEO. 

 

Estratégias de White Hat SEO

O White Hat SEO é um mundo, cheio de regras que devem ser seguidas. Umas são mais importantes do que outras. E outras podem mesmo ser consideradas “meros” detalhes.

Mesmo assim, não devem ser ignorados.

Em conjunto, estas estratégias levam a um crescimento orgânico da sua página. E há quatro princípios que levamos em conta para que o White Hat SEO obtenha os melhores resultados possíveis.

Fique a saber quais são.

 

Otimização de palavras-chave

A escolha e a utilização de palavras-chave numa estratégia de SEO, é fruto de uma pesquisa em torno do conteúdo a apresentar na sua página. As palavras escolhidas devem ser relevantes para o utilizador à procura de informação sobre um determinado assunto. 

Em White Hat SEO é isso que fazemos, quando pesquisamos e construímos uma estratégia em torno de palavras-chave. 

Mas os vilões do SEO sugerem outra coisa: o keyword stuffing. 

Na prática, esta é uma estratégia Black Hat que consiste em esconder conteúdo, através de código. Enchem a sua página de palavras-chave escondidas. E sugerem que não se preocupe com a informação a mostrar, uma vez que é possível esconde-la do utilizador.

Hoje, esta prática pode levar ao bloqueio das páginas e até a multas. Por isso, se alguém a sugerir enquanto “estratégia de SEO”, afaste-se. Já sabe mais do que isso. E sabe também que essa é uma opção que entra em conflito com aquilo que realmente interessa: o conteúdo.

 

Conteúdo de qualidade.

O conteúdo é rei. De que vale a pena estarmos nos primeiros lugares dos resultados de pesquisa, se o conteúdo não for de qualidade? 

Como dissemos, o White Hat SEO coloca no centro da estratégia o utilizador. Para isso, desenvolvemos conteúdos de qualidade. Conteúdo capaz de responder às perguntas que os utilizadores procuram. 

Relegar o conteúdo para segundo lugar é um atalho cujo resultado é conhecido: tanto a sua marca, como os seus serviços, passam a ser vistos como sendo de pouca qualidade. Como tal, pouco relevantes.

Em Black Hat SEO, o conteúdo é posto de parte, porque o algoritmo do Google ainda não é capaz de entender contexto. Mas vai evoluindo, na verdade. O contexto é cada vez mais importante para uma estratégia de SEO de sucesso.

Mas agora imagine que a essa estratégia ainda associa uma má experiência?

 

UX Design e UI Design

Estamos praticamente em 2021. Mesmo que existam razões para uma apresentação de página “fraquinha”, ou para uma experiência de navegação ainda pior, chegou a hora: as desculpas evitam-se. 

Os utilizadores esperam uma experiência sem barreiras. Exigem, aliás. Faça o teste por si: Visite uma página cujo conteúdo está bem apresentado e a navegação ocorre sem problemas. Depois faça o contrário. Qual delas voltaria a visitar?

O White Hat SEO também leva isso em consideração.  Depois da pesquisa de palavras-chave e depois de as contextualizarmos e criarmos conteúdo relevante, pensamos na experiência do utilizador.

Quem diria que o design teria alguma ligação ao SEO, não é? Mas como poderia não ter, se hoje todos nós exigimos uma navegação tranquila, apresentável e relevante?

A propósito de relevância, vejamos uma das estratégias que utilizamos, enquanto complemento ao conteúdo.

 

Link Building

Em White Hat SEO, o link building é como um botão de ‘like’ nas redes sociais. No fundo, construímos uma rede de links que remetem para a sua página, de modo a demonstrar a relevância do seu conteúdo e a sua autoridade na matéria.

Funciona como um botão de ‘like’ porque quando o algoritmo do Google começa a pesquisar por páginas, de acordo com a pesquisa do utilizador, leva em conta o número de vezes que outras páginas remetem para a sua. 

Ou seja, é quase como contar o número de ‘likes’.

Agora, se a sua página não estiver de acordo com as melhores práticas, quais são as probabilidades de alguém pensar em utiliza-lo como uma referência? Quase nenhumas, para não dizer: zero.

Uma estratégia de White Hat SEO leva tudo isto em consideração, para que possa retirar o maior partido das vantagens que oferece.

 

Vantagens do White Hat SEO

Antes de mais, o White Hat SEO garante que, quando chegar ao topo da página, será muito difícil de lá sair. Uma estratégia bem implementada implica também a correta implementação de várias outras, desde a utilização de palavras-chave até à consideração de todo o design de página.

Além disso, apesar de parecer que o White Hat SEO exige um maior investimento, é importante sublinharmos que esse investimento é feito a longo prazo. 

A opção contrária até pode parecer mais barata, mas não apresenta uma componente de crescimento orgânico. Passa a ser um investimento recorrente. Que nem sequer leva em consideração o seu público.

Esta concentração no lado do utilizador implica ainda uma comunicação honesta, que permite a criação de uma relação com a sua audiência e, por maioria de razão, o aumento do interesse na aquisição dos seus serviços ou produtos.

E esta honestidade é, em si mesma, também uma das vantagens: o seu conteúdo é real. É verdadeiro. E as pessoas sentem isso, sentindo-se também mais confortáveis para o referenciarem ou partilharem os seus conteúdos. 

Isto porque sabem que são conteúdos relevantes, com qualidade e autoridade.

Se estiver interessado em saber como pode aplicar uma estratégia de White Hat SEO na sua empresa, Contacte-nos.

Tráfego Pago
03 dezembro, 2020

Tráfego Pago

Decidir-se pelo tráfego pago ou por uma estratégia robusta de SEO é, na verdade, uma decisão mais complicada do que parece. É como decidir se é preferível arrendar uma casa, ou comprar uma casa.

Porquê? Como em tudo, há vantagens e desvantagens.

Arrendar uma casa é uma opção mais imediata e com um investimento inicial menor. Mas é também mais arriscada, menos segura, e com vários fatores fora do nosso controlo.

Já a compra de uma casa exige um investimento maior e um estudo de mercado que nos vai consumir mais tempo. Mas, no final, a casa será nossa por muitos e bons anos. 

Qual destas duas opções é aquela que oferece mais valor? Depende dos objetivos de cada um, pensa o leitor. E está correto.

Com o tráfego pago e o tráfego orgânico acontece o mesmo. A decisão está diretamente ligada aos objetivos de cada um, a curto e a longo prazo. 

Mas se não podemos exatamente arrendar e comprar uma casa, ao mesmo tempo, podemos certamente investir numa estratégia de SEO que nos aumente o tráfego orgânico a longo prazo, enquanto aumentamos o número de visitas ao nosso website, através do tráfego pago.

As duas opções não são mutuamente exclusivas. Bem pelo contrário.

Mas antes…

 

O que é o tráfego pago?

O tráfego pago é uma forma de atrair visitantes até ao seu website, através da criação de anúncios destaque numa plataforma específica.

Para o efeito, existem várias. A escolha depende do local a anunciar. Por exemplo, para o Facebook utilizamos o Facebook Ads. Para o Linkedin, o Linkedin Ads. E para o Google, o Google Ads. 

Foquemo-nos no Google Ads, a plataforma de anúncios mais utilizada para a criação tráfego pago.

Quando faz uma pesquisa no Google, já deve ter reparado que, por vezes, os primeiros resultados estão identificados enquanto “Ad” – ou anúncio. São páginas de empresas que investiram para aparecerem nos primeiros resultados de pesquisa, de modo a gerarem tráfego para o seu website. Neste caso, tráfego pago.

Esta é a grande diferença: num, os resultados são rápidos, mas de curta duração. No outro, é um processo a longo prazo, com resultados mais duradouros.

Idealmente, o tráfego pago é utilizado quando se torna necessário que a nossa visibilidade seja imediata. Principalmente para fins comerciais – venda de produtos ou serviços – em épocas específicas como o natal, por exemplo.

 

Como funciona o tráfego pago?

Numa palavra, o tráfego pago funciona como um leilão.

Dentro de uma plataforma como a Google Ads, existe um leilão automatizado que “vende” palavras-chave.

Estas palavras, são as palavras mais pesquisadas pelos utilizadores do Google, sobre um determinado assunto. Cada uma destas palavras ou keywords tem um preço associado, estabelecido pela Google com base no número de pesquisas feitas pelos utilizadores, entre outros fatores.

E como funciona o leilão? De duas maneiras diferentes:

  • Custo por clique
  • Custo por mil impressões 

O custo por clique é o custo por cada vez que um utilizador clica no link apresentado. Já o custo por mil impressões é o custo associado ao número de vezes que o link para o nosso website é mostrado (mil).

Quanto está disposto a pagar por um clique? Ou para aparecer mil vezes?

Esse valor será comparado ao de outros, com o Google a organizá-los e a apresenta-los de acordo.

A diferença entre o custo por clique e o custo por mil impressões está no seu objetivo.

O custo por clique é o mais indicado para aqueles que procuram que os utilizadores cliquem no link e acedam ao website; o custo por mil impressões é recomendado para aqueles que procurem ter mais visibilidade.

Ambos acabam por gerar tráfego pago para o seu website, ainda que o custo por mil impressões se foque mais em colocar a sua empresa à vista de todos.

 

Porque investir em tráfego pago?

O tráfego pago é uma excelente opção para quem procura resultados imediatos. A longo prazo, deve ser entendido enquanto complemento a uma estratégia de SEO bem implementada, ou então para momentos e objetivos específicos.

Uma estratégia de SEO leva o seu tempo a gerar tráfego e a obter resultados. Para além disso, exige estudo e uma equipa especializada com conhecimentos técnicos, que permitam otimizar cada uma das páginas do seu website.

O tráfego pago, por outro lado, exige menos conhecimento técnico – para além do necessário acerca do modo como funcionam as plataformas de anúncios – e pode gerar resultados imediatos, ainda que a curto prazo.

A opção pelo tráfego pago depende do tempo que tem à sua disposição, da sua equipa de conteúdos e do imediatismo que procura: seja em termos de visibilidade, seja em termos de cliques.

Esse imediatismo é uma, senão a maior, vantagem do tráfego pago.

 

Vantagens e desvantagens do tráfego pago

A partir do momento em que investe em tráfego pago, consegue gerar resultados. Como vimos, é uma opção que exige menos conhecimento técnico, o que significa que não precisa de se preocupar tanto com o assunto marketing de conteúdo.

Mas é precisamente essa despreocupação que acaba por ser a principal desvantagem do tráfego pago. 

Quando o dinheiro investido num anúncio termina, a sua empresa deixa de ser uma opção para o clique de qualquer utilizador. 

Deixa de aparecer e de gerar qualquer tipo de tráfego. 

Se, enquanto investe em tráfego pago, não existir uma estratégia de SEO que gere tráfego orgânico, entramos nesse ciclo onde nos é exigido um investimento recorrente. 

Caso contrário, desaparecemos do mapa.

O tráfego orgânico precisa de um investimento inicial, mas os seus resultados são a longo prazo. Depois desse primeiro investimento, deixa de ter custos e passa a ser a qualidade do seu conteúdo otimizado a atrair os utilizadores.

Bom: então, o que fazer?

Uma boa estratégia de marketing digital não escolhe uma ou outra: utiliza as duas opções, tendo em conta os objetivos a curto e a longo prazo.

Ou seja, a melhor opção é o investimento contínuo na otimização de conteúdos, reforçado pelo imediatismo do tráfego pago, sempre que necessário.

Algoritmo do Google
26 novembro, 2020

Algoritmo do Google

Perguntarmos ao “algoritmo do Google” ou perguntarmos “ao google” é a mesma coisa.

Mas deixe-me antes fazer-lhe uma pergunta a si. Sabe quantas estrelas existem no céu? Ou grãos de areia no deserto? E páginas na internet? 

O algoritmo do Google ajuda-o a responder a estas questões. 

Mas mesmo sem perguntarmos “ao Google”, sabemos que o número é grande. Aliás, podemos afirmar que a resposta é “infinito”. Seria aceitável. E o ponto é mesmo este:

A quantidade de informação disponível na web é imensa. Era inevitável que, com o tempo, aparecesse uma forma de a organizarmos e a apresentarmos. Caso contrário, o resultado das nossas pesquisas seria uma confusão aleatória.

Já imaginou o que seria procurar pelo significado de uma palavra e o resultado ser o material utilizado no fabrico de atacadores? Pior: provavelmente nem estaria certo. 

Quando a Google nasceu, nasceu com o propósito de desenvolver uma forma de organizar a informação disponível e de apresentá-la com qualidade.  A solução que apresentaram tem o nome de algoritmo do Google.

 

O que é o algoritmo do Google?

Talvez seja pertinente começarmos por definir o que é um algoritmo. Até porque a Google dispensa apresentações, certo?

Um algoritmo é uma sequência de instruções muito bem definidas. São pensados, desenhados e utilizados com o objetivo de cumprirem ações muito específicas nas áreas da matemática e ciência dos computadores.

A ideia de um algoritmo é uma ideia antiga. Tem milhares de anos. Mas nem precisamos de ir tão longe. Lembra-se de aprender a dividir um número por outro na escola?

Se bem se lembra, o ensino foi baseado numa série de instruções que o leitor devia seguir. Se cumpridas, chegava ao resultado certo. Nesse momento, o que aprendeu realmente foi a utilizar um dos primeiros algoritmos de sempre: a “divisão Euclidiana”.

O algoritmo do Google é o mesmo. É um conjunto de instruções muito explícitas, desenvolvidas pela Google para o seu motor de pesquisa. Quando cumpridas da forma correta, o motor chega a um resultado. Qual?

Precisamente as páginas web que nos aparecem na página de resultados do Google – SERP ou Search Engines Result Pages. Ou seja, a tal informação infinita, organizada e apresentável.

Por outras palavras, o algoritmo do Google é tão só a forma como o motor de pesquisa do Google funciona.

 

Como funciona o algoritmo do Google?

Exatamente, exatamente? Ninguém sabe. É como uma boa receita. E está guardada a sete-chaves. Mas há muito que sabemos, mesmo assim. 

Até porque a Google não deixa de ser um prestador de serviços. E é do seu interesse que aqueles que o utilizem, saibam como funciona. Até certa medida, porque o segredo continua a ser a alma do negócio.

Por isso, se os resultados apresentados não tiverem utilidade para os utilizadores que pesquisam tudo e mais alguma coisa e ainda o seu contrário… bom, então a Google não seria a empresa que é hoje, não é?

Ora, para que essa utilidade exista, é necessário que aqueles que tenham páginas web – e, portanto, informação para partilhar com os utilizadores – tenham consciência de tudo aquilo que podem fazer para que o algoritmo do Google entenda essa informação com sendo útil, de confiança e de qualidade.

Dito isto, o que é que sabemos sobre como funciona o algoritmo do Google? Sabemos muito. Mesmo, mesmo muito.

Lembre-se da quantidade de informação com que estamos a lidar. Essa informação tem de ser devidamente classificada. E, para isso, são levados em conta muitos fatores diferentes.

Agora, a parte que estávamos a esconder.

O algoritmo do Google é, na verdade, um conjunto de algoritmos do Google. E cada um deles classifica a informação de acordo com instruções específicas. 

Estes algoritmos procuram responder a questões como, por exemplo, qual o número de palavras-chave utilizadas? E, já agora, onde aparecem essas palavras-chave? Nos títulos? E os links incorporados nos textos, tanto internos como externos, quantos são? Há spam, lá pelo meio? Etc. etc. etc. 

São centenas de perguntas. E a Google torna públicas a sua grande maioria. Por isso, é mesmo uma questão de responder a todas elas da melhor forma possível.

Hello: SEO

Pois é. O SEO é isso mesmo: a resposta às perguntas que o algoritmo da Google faz às nossas páginas web, quando procura pelos melhores resultados.

Um pergunta, o outro responde. 

A qualidade das respostas combinadas, somadas e avaliadas resulta num page score – numa pontuação de página – que é comparada a todas as outras pontuações e organizada de acordo na página de resultados. Em menos de um segundo. 

Problema? O algoritmo do Google pode chegar a ser atualizado até 600 vezes por ano. Todos os anos.

O conhecimento da história destas atualizações, o seu propósito e o acompanhamento constante, é o que nos permite estarmos a par acerca das melhores práticas de SEO e da reputação digital.

 

 

Atualizações ao algoritmo do Google

As atualizações são uma das razões pelas quais o mercado do SEO (Search Engine Optimization) é tão competitivo. 

Não chega aplicarmos as regras, é preciso também estarmos continuamente a adaptarmo-nos: a pesquisar, a atualizar.

Em SEO, aplicar hoje o que se fazia há uns poucos anos é, à falta de melhor palavra, inútil. Não traz resultados.

Por isso, se estiver a pensar em contratar os serviços de uma empresa de SEO, garanta que essa empresa está sempre ao corrente destas atualizações. E se estiver a pensar em formas de aumentar a sua reputação digital, pense em mobile.

Mas já lá vamos, também. Antes, vamos responder à razão destas atualizações constantes. São duas.

Em primeiro lugar, quem conhece as regras estabelecidas pelo algoritmo do Google, sabe como contorná-las – o que é diferente de as colocar em prática.

Um exemplo clássico é o “keyword stuffing”.

Uns espertinhos perceberam que o algoritmo do Google procurava por palavras-chave, relacionadas com a pesquisa do utilizador. Os mesmos espertinhos acharam então por bem começar a criar páginas e páginas cujo conteúdo se limitava à repetição dessas palavras-chave.

Se subiam no resultado das páginas? Sem dúvida. Se o utilizador ligava? Claro que não. Mas foi um problema, resolvido com a atualização Hummingbird, de que falamos abaixo.

A segunda razão para as atualizações constantes está diretamente ligada ao comportamento dos consumidores. 

Estes, procuram que a informação lhes seja apresentada de uma certa maneira. Que seja de qualidade, de fontes de confiança, etc. Mas também procuram cada vez mais via telemóvel, por exemplo – e esse é não só um comportamento inegável, como uma necessidade que a Google se viu obrigada a responder.

Hoje, as páginas web que procurem estar no topo dos resultados devem, obrigatoriamente, ser pensadas para mobile. Ora, por maioria de razão, também o SEO se vê obrigado a acompanhar esse comportamento.

Como dissemos também, um dos fatores que nos ajuda a compreender como funciona o algoritmo do Google é o estudo da sua própria história. Por isso, vamos aproveitar para partilhar consigo uma brevíssima introdução à história das suas principais atualizações:

 

Panda

O Panda foi uma atualização que passou a classificar as páginas de acordo com o conteúdo apresentado. Nasceu para “punir” as páginas que, basicamente, copiavam textos de outras páginas ou que apresentavam conteúdo de baixa qualidade. 

Foi a partir deste momento que o conteúdo relevante e original passou a ter uma maior importância para o SEO. 

 

Penguin

Se o Panda se focou no conteúdo, a atualização Penguin virou-se para os links

O seu objetivo é identificar as estratégias de link building identificadas e, mais uma vez, punir aqueles que utilizem backlinks de formas menos naturais, como spams, por exemplo.

 

Hummingbird

A atualização Hummingbird (de que falámos em cima) fez com que o algoritmo do Google se atirasse agora às palavras-chave. De certa forma, veio complementar as duas atualizações anteriores, focadas no conteúdo apresentado e na sua qualidade.

A partir daqui o campo semântico utilizado, o seu contexto, bem como a relação entre a pesquisa atual e pesquisas passadas passaram a ser levadas em conta.

 

 

Mobilegeddon

É um nome divertido. Está ligado à tal mudança de comportamento de consumidores, que cada vez mais faz pesquisas no Google através do seu telemóvel. O nome, que lembra Armageddon, remete para a disrupção causada. De repente, passámos do desktop para o telefone. 

Esta atualização diferencia essa pesquisa. Sem afetar as pesquisas que são feitas a partir de um desktop, a partir deste momento o algoritmo do Google passou a dar preferência às páginas web preparadas para serem apresentadas em formato mobile.

 

RankBrain

O RankBran é um programa de inteligência artificial incorporado no algoritmo do Google, que vai aprendendo por si próprio.

O seu objetivo é ir melhorando os resultados apresentados, através das atualizações aplicadas ao Hummingbird, relacionadas com os termos de pesquisa das palavras-chave. 

A sua mais valia torna-se visível quando a pesquisa é feita através de palavras-chave mais específicas. Dada essa especificidade, existia a hipótese do Google apresentar resultados limitados. 

Mas com o RankBrain incorporado no algoritmo do Google, é possível agora obtermos resultados que estejam relacionados com a pesquisa original, ajudando-nos a encontrar a resposta que procuramos.

 

Mobile First Index

Como vimos, o mobile é cada vez mais importante. Com esta atualização, as páginas web que estiverem otimizadas para mobile, passavam a aparecer mais acima, nos resultados apresentados pela Google. 

Tanto para pesquisas feitas a partir do telemóvel, como do desktop. O que a diferencia da atualização ‘Mobilegeddon’.

Um design responsivo passou de opção a necessidade. E é importante continuar a sublinhar que, apesar de estas serem exigências do algoritmo do Google, não podemos esquecer que as mesmas se adaptam aos comportamentos dos utilizadores.

 

Bert

É o nome de uma personagem da Rua Césamo. Mas é também a sigla para Bidirectional Encoder Representations from Transformers. E, tal como o RankBrain, é um programa de inteligência artificial.

O Bert aparece graças aos sistemas de Deep Learning e Neural Matching. Esta atualização permitiu ao algoritmo do Google começar a aprender o significado de uma linguagem escrita mais natural e a interpretar as pesquisas quase como o cérebro de um ser-humano.

Ou seja, permite classificar a informação apresentada, tendo em conta a leitura das frases da esquerda para a direita, o seu sentido (figurado ou literal) e até expressões ou palavras regionais, utilizadas maioritariamente por partes da população. (fino vs. imperial?)

 

Outras atualizações do Algoritmo do Google

Até à data, estas foram as mais importantes atualizações ao algoritmo do Google. Todas continuam a ser diariamente trabalhadas, melhoradas e atualizadas.

São a história do funcionamento do Google, enquanto motor de pesquisa. Mas são também parte da razão pela qual a prática do SEO recompensa. 

E confessamos: parte da razão pela qual, por vezes, cansa.

Garantimos que o SEO, por si só, permite o crescimento das empresas do século XXI. Quando bem implementado, gera tráfego orgânico para a sua página web. Dentro dela, conteúdo de qualidade e relevante para o consumidor torna-o num potencial cliente.

Com o SEO, convertemos em vendas e, portanto, em lucro. Mas convenhamos que acompanhar cerca de 600 atualizações por ano não é tarefa fácil. E atualizar os conteúdos de acordo é uma tarefa exigente.

Mas só assim é possível entendermos e sabermos como extrair o melhor que o algoritmo do Google tem para oferecer. 

Até porque, sublinhe-se de novo, atualizar os conteúdos para SEO é mais do que responder às exigências de um motor de pesquisa: é acompanharmos as tendências e o comportamento dos consumidores. 

E, no fundo, é também para isso que o marketing existe, certo?

SEO Off Page
19 novembro, 2020

SEO Off Page

Sobre SEO off page, perguntamos: qual é a sua marca favorita? Todos temos uma. E quando alguém lhe pede uma recomendação, o mais certo é o leitor recomendar essa sua marca favorita.

Sabia que, quando o faz, está a utilizar uma prática de SEO off page? Descubra como e porquê.

 

O que é o SEO off page?

O SEO off page é o equivalente digital à expressão word of mouth.

Quando um utilizador procura um produto ou pesquisa acerca de um tema, visita vários websites sobre o tema, certo? Passamos por páginas e por blogues. Pelas redes sociais e dezenas de reviews e recomendações. É um processo natural.

Afinal, estamos prestes a gastar o nosso dinheiro num produto ou procuramos fontes confiáveis sobre o tema que pesquisamos. No fundo, procuramos ter a certeza.

E se muitas das páginas que visitamos referem quase sempre o mesmo website, o mais certo é que este seja de confiança. E o mais certo é clicarmos nesse link, tantas vezes utilizado por terceiros. O conceito é assim: simples. A explicação, ligeiramente complexa.

Tecnicamente, é uma estratégia desenhada para promover um website. O objetivo é que este website seja recomendado ou referenciado por terceiros (word of mouth), na forma de links que encaminhem para lá os utilizadores.

Idealmente, esta promoção acontece de forma orgânica, dada à qualidade dos nossos próprios conteúdos. Mas existem estratégias que podemos adotar. Antes de irmos às estratégias, talvez existam por aí leitores que se estejam a perguntar:

Muita gente fala de SEO. É o mesmo que o SEO off page? Sim. E não.

 

Qual a diferença entre o SEO off page e o SEO on page?

Quando se fala em SEO, normalmente estamos a referir-nos ao SEO on page

Ou seja, estamos a falar numa estratégia de otimização para uma página específica. Neste caso, de tudo aquilo que está dentro do nosso controlo: utilização de palavras chave adequadas, a construção de um website simples, de leitura fácil, com qualidade, que leve o leitor de um ponto a outro, meta descriptions, etc. Isto é “on page” (na página). 

Portanto, como o próprio nome indica “off page” equivale a…? Exatamente: fora da página.

É um daqueles detalhes que distingue um profissional de um profissional que sabe do que fala. Isto porque, muitas vezes, este é um detalhe que nem sequer é deixado para segundo plano. Por vezes, nem é mencionado. E isso é um erro, obviamente. 

 

Qual a importância do SEO off page?

O SEO off page refere-se a um conjunto de ações que acontecem fora do nosso website, mas que acabam por ser relevantes para a nossa posição nos resultados de pesquisa.

Como vimos em cima, são ações que, muitas vezes, acabam por estar fora do nosso controlo. Mas há estratégias que podemos aplicar.

Estas estratégias têm como objetivo aumentar a popularidade, relevância, confiança e autoridade de um determinado website, por parte de terceiros.

Idealmente, estes “terceiros”, ao incluírem um link para o nosso website, terão também alguma reputação. Isto porque é importante para o Google que o link gerado venha de um local de confiança.

Agora, prepare-se. Vou fazer isso mesmo. 

E faço-o porque o link do website que estou prestes a incluir neste texto é uma referência na comunidade e porque o considero ser de confiança. 

A MOZ publicou um estudo intitulado Search Engine Ranking Factors

Neste estudo pode ler-se que fatores como a confiança ou a relevância, ligados ao SEO off page, têm um impacto superior a 50%, no momento em que o algoritmo da Google avalia o nosso conteúdo.

Qual a sua importância? Repito: superior a 50%. Quer isto dizer que nos devíamos focar mais nesta prática? Não.

Por uma razão: conteúdo.

Se a nossa página não tiver conteúdo relevante e de qualidade, ninguém vai achar que vale a pena referenciar-nos. E se o mesmo não estiver já por si optimizado, ninguém encontra o nosso conteúdo.

As boas práticas recomendam uma proporção de 70% de dedicação ao SEO on page e de 30% para o SEO off page.

 

Estratégia de SEO off page

Então, na prática, o que podemos fazer?

É importante lembrarmo-nos que o nosso objetivo é levarmos terceiros a incluírem um link para o nosso website. Assim, o mais importante é termos o nosso conteúdo sempre atualizado, informativo e apelativo, para que a sua partilha valha a pena.

Depois, cada caso é um caso. Mas, de uma forma genérica, existem três formas de obter uma referenciação para o nosso website:

  1. De forma natural: o nosso conteúdo original tem qualidade suficiente para que seja referenciado por terceiros, sem necessidade de nos envolvermos diretamente. Por exemplo, um artigo de blog menciona um website de confiança. (Exatamente o que fizemos há pouco);
     
  2. Parcerias: ações como influencers utilizarem links para o nosso website são um exemplo. Outra ideia é a criação de uma parceria mais formal com websites relevantes, onde um menciona outro e vice-versa;
     
  3. De forma manual: através da promoção das nossas próprias páginas em grupos de discussão. Desta forma, aumentamos o tráfego para o nosso website, bem como a probabilidade de virmos a ser mencionados mais à frente.
     

O SEO off page é uma componente que não deve ser esquecida, numa estratégia de SEO global, bem desenhada, para um website. E se ainda ninguém lhe tinha falado disto, então talvez esteja na hora de falar connosco.

Tráfego Orgânico
12 novembro, 2020

Tráfego Orgânico

Sabe o que é o tráfego orgânico? Então, comece por imaginar que tem um restaurante, um bar, ou um café. 

Há muitas formas de atrair clientes até ao seu estabelecimento. O mesmo é dizer que há muitas formas de gerar tráfego. É seguro afirmar que o melhor que pode acontecer ao seu negócio é a atração de clientes através do tráfego orgânico – ou seja, através de uma atração natural, de qualidade e sem anúncios, de novos clientes.

 

O que é o tráfego orgânico?

Começámos pelos estabelecimentos físicos, mas o conceito aplica-se também ao universo digital. 

Seja um restaurante, um website, um blog ou outra plataforma digital, o tráfego orgânico são as visitas que o seu negócio recebe, sem que para isso seja necessário investir em anúncios no Google, por exemplo.

É o que acontece quando um utilizador faz uma pesquisa na internet e encontra o seu site nos primeiros resultados sugeridos. O utilizador encontra-o, porque a relevância e o conteúdo que lhe apresentam são de qualidade e se encontram bem classificados. 

O tráfego orgânico é, por isso, o oposto do tráfego pago. E o que é o tráfego pago?

Como o próprio nome indica, o tráfego pago é o tráfego gerado através de anúncios pagos. A qualidade e a relevância são colocadas em segundo plano. E isso afeta de forma inevitável uma potencial relação do consumidor com o seu conteúdo.

Mas, se por um lado, o tráfego pago é mais imediato, por outro, o problema está nesta duração. O que acontece depois do anúncio sair do ar? Depois de sair do topo da página de pesquisa? Depois de pararmos de gastar dinheiro?

Nada. Zero. Niente. 

Somos obrigados a voltar a investir em anúncios. E assim entramos num ciclo de investimentos intermináveis: ou pagamos para que nos vejam, ou ninguém nos vê. 

E, todos os meses, lá se vai mais um pouco do nosso orçamento. Já o tráfego orgânico apresenta-se como uma solução de longa duração, cujos benefícios podem não só ser medidos, como otimizados ao longo do tempo.

No entanto, é importante ressalvar o seguinte: é sempre necessário um investimento para produção de conteúdos de qualidade. A mais valia está no custo-benefício.

 

Porque investir em tráfego orgânico?

Em primeiro lugar, o tráfego orgânico gera resultados e atrai utilizadores ao longo de muito mais tempo. Anos, mesmo, desde que os conteúdos sejam continuamente atualizados.

Já o tráfego pago tem uma duração diretamente proporcional ao investimento. E estamos todos a par do quanto custa um anúncio hoje, certo?

Para além disso, na eventualidade de uma crise que exija um corte no orçamento para este tipo de anúncios, então eles terminam. Pura e simplesmente deixamos de aparecer.

Pelo contrário, investir na criação de um tráfego orgânico, através da produção de conteúdos otimizados e com informação de qualidade, não só garante que continuemos a estar presentes na vida dos utilizadores, como entramos numa economia de escala: Quantos mais visitantes, mais relevância e menos necessidade de investimento. 

 

 

 

Como aumentar o Tráfego Orgânico?

Há muitas formas de aumentar o tráfego orgânico, mas uma coisa é garantida: está tudo ligado ao marketing de conteúdo e à produção de conteúdos de relevantes. Do marketing de conteúdo falaremos daqui a pouco. Mas sobre a qualidade do conteúdo, é importante referir um ponto:

Para gerar tráfego orgânico, o conteúdo deve ter uma qualidade estética – claro – mas de igual qualidade técnica.

Isto porque escrever um artigo de blog, não é o mesmo do que escrever um artigo para um jornal. E a escrita literária (a bonita, do seu autor favorito) é ali que está bem, nos livros. 

Termos como personas, keywords, SEO, meta descriptions ou backlinks estão sempre presentes ao longo de toda a produção de conteúdos. E um conteúdo de qualidade é um equilíbrio constante entre o que os nossos clientes procuram e o que os motores de pesquisa exigem. 

No entanto, convém nunca esquecermos que estamos a falar para pessoas e não apenas para o Google. 

Como atingimos esse equilíbrio? 

Com marketing de conteúdo de qualidade, lado a lado com uma estratégia de SEO (Search Engine Optimization).

 

Marketing de conteúdo

O objetivo de qualquer negócio é a atração de clientes. Se os seus canais digitais não chegarem ao seu público alvo, então os seus resultados serão negativos. O marketing de conteúdo é, no fundo, o nome utilizado para a criação de uma estratégia digital capaz de gerar tráfego orgânico e atrair clientes.

Aplicado de forma consistente, é o que leva os utilizadores a procurarem diretamente o nosso site, a encontrarem-nos nos primeiros resultados dos motores de pesquisa, a visitarem-nos via outras redes sociais ou mesmo a sermos referenciados por outros sites ou autores.

 

SEO

Em português, SEO é a sigla utilizada para “otimização para motores de pesquisa”. É um conjunto de técnicas utilizadas que respondem aos parâmetros exigidos pelos motores de pesquisa, para que o nosso conteúdo seja visto como relevante e de qualidade.

Tanto o SEO como o marketing de conteúdo geram tráfego orgânico. E tanto um como o outro exigem tempo, dedicação e disciplina. 

Tudo depende do estado atual do seu website (nada que não se resolva com um contacto).

 

Qual a diferença entre o Tráfego Orgânico e o Tráfego Pago?

Vimos um pouco acerca da diferença entre o tráfego orgânico e o pago. No entanto, nunca é de mais sublinhar que ambos não são mutuamente exclusivos.

O tráfego orgânico é uma solução que apresenta um custo-benefício de maior duração. O pago pode ser mais rápido, mas apenas temporário, de muito curta duração.

Mesmo assim, quando existe a possibilidade de, primeiro, investir numa estratégia de marketing de conteúdos e SEO e, depois, conseguir promovê-la através de anúncios pagos – então temos o melhor de dois mundos!

Era bom que tudo fosse assim, não era? 

Rich Snippets
26 outubro, 2020

Rich Snippets

Uma boa forma de começarmos a escrever sobre rich snippets é falarmos sobre desporto. O mais certo é que o leitor tenha um desporto favorito, correto?

Embora a metáfora possa servir para qualquer tipo de desporto, do xadrez à natação, utilizemos um exemplo específico: falemos de Cristiano Ronaldo. 

Num jogo de futebol, uma equipa conta com 11 jogadores. Todos eles treinam, todos eles estão a par da tática a utilizar e todos eles dão uns toques na bola. Mas só um deles é o Cristiano Ronaldo. Porquê?

Porque só uns possuem os atributos que os destacam de todos os outros.

Voltemos ao nosso universo. Na área do marketing digital, pode dizer-se que o conteúdo equivale aos toques na bola. Ou seja, todas as marcas apresentam conteúdo. Todas dão uns toques.

Depois, há marcas que apresentam uma tática com mais qualidade: têm uma estratégia de SEO que as leva a subir de posição no ranking.  

E o que são os rich snippets?

Os rich snippets são apenas um dos muitos atributos necessários para que as marcas se destaquem umas das outras, com a qualidade que os utilizadores vêm a exigir cada vez mais.

 

O que são Rich Snippets?

Vamos por partes.

Em suma, os “snippets” são os vários fragmentos de informação apresentados nos resultados de um motor de pesquisa. Os rich snippets são esses mesmos resultados, mas apresentados de uma forma mais completa. Ou seja, de uma forma mais rica ou “rich”.

A título de exemplo, faça um exercício prático. Procure no google por “Bluesoft”. Agora, repare que, na página de apresentação de resultados, à sua direita se encontram uma série de informações acerca da Bluesoft: imagens, a morada, o map, as reviews, etc. 

Isso é um rich snippet. Neste caso, o rich snippet da Bluesoft.

Os rich snippets apresentam a informação de forma útil e organizada. O seu apelo visual é maior para o utilizador. E destacam-se dos outros resultados apresentados na SERP (Search Engine Results Page) – não é isso o que realmente importa?

Se passear por uma rua cheia de lojas do seu interesse, todas lado a lado, em qual delas vai entrar? A aposta segura é entrar naquela que se apresentar mais bonita, organizada e informativa à partida. Os rich snippets podem também ser vistos como a montra do seu website: a primeira coisa que o utilizado vê na “rua” (SERP). Mas, para isso, investir numa estratégia marketing de conteúdo é apenas metade da batalha. 

A outra metade está diretamente ligada à tecnologia, à introdução de dados estruturados e ao desenvolvimento web profissional. 

 

Para que servem os Rich Snippets?

Exatamente como a montra, os rich snippets servem para aumentar a probabilidade de um utilizador clicar na sua página. Parece um detalhe, mas não é – não basta estarmos na primeira página de resultados.

Imaginemos o seguinte: uma marca investiu numa estratégia de SEO, de modo a chegar à primeira página do Google Search, de forma orgânica. A estratégia de marketing de conteúdo foi acertada e os conteúdos estão otimizados do ponto de vista das boas práticas. Foi um sucesso. 

Mas como não estamos sozinhos na primeira página, competimos com dezenas de outras marcas e websites. Para além disso, sabemos que os utilizadores raramente passam do terceiro resultado, da primeira página de resultados, verdade?

Os rich snippets servem para nos destacarmos. Para oferecermos aos utilizadores uma experiência mais rica e valiosa, através da apresentação de resultados visualmente apelativos, informativos e adaptados ao nosso conteúdo. 

 

Tipos de rich snippets?

Existem muitos rich snippets à nossa disposição. Uns podem ser aplicados a qualquer tipo de negócio. Outros só fazem sentido se aplicados a um negócio específico, como é o caso das companhias aéreas.

E se está a pensar que os rich snippets apenas existem para quem vende produtos na área do e-commerce, desengane-se. Há vários tipos de rich snippets adequados a diferentes tipos de conteúdos, incluindo a apresentação de listas de música, receitas ou artigos de blog e notícias.

O problema está mesmo em elencá-los todos aqui. Por isso, o melhor é mesmo falarmos muito brevemente dos cinco tipos de rich snippets mais utilizados.

 

How-to” rich snippet

Um “How-to” é o tipo de fragmento rico que apresenta aos utilizadores uma série de passos a seguir, de modo a completarem uma dada tarefa. As tarefas podem ser das mais simples às mais complexas e este é um tipo de fragmento que pode ser utilizado em páginas cujo conteúdo pode ser extremamente variado. 

 

“Product” rich snippet

Este fragmento é aplicável a páginas de produto. É uma forma de oferecermos aos utilizadores uma série de informações mais detalhadas. Exemplos são o intervalo de preço, a disponibilidade do produto ou mesmo as avaliações de outros utilizadores.

Para além disso, permite ainda a inclusão de uma nota no Google Imagens, que ajuda os utilizadores a clicarem na imagem do produto, em caso de estarem interessados em saberem mais.

 

Review” rich snippet

Nesta opção, a informação apresenta um pequeno excerto de uma review escrita por outros utilizadores ou até de um outro website especializado na matéria. Podem ser utilizados em vários tipos de conteúdo como livros, filmes ou restaurantes, mas também em receitas, por exemplo, ou cursos e aplicações.

 

Software” rich snippet

Este é um dos fragmentos mais utlizados, embora bastante específico. No fundo, serve para a apresentação de um pequeno sumário acerca das várias funcionalidades ou objetivos de uma aplicação de software

 

“FAQ” rich snippet

Uma série de perguntas frequentes ou “FAQ” pode ser acrescentada à apresentação da sua página web. Imagine que tem uma empresa que oferece serviços, em vez de produtos e cujos artigos do blog se afastam um pouco dos conteúdos de “How-to”. 

A inclusão deste rich snippet oferece mais informação aos utilizadores, para além de responder a algumas das perguntas mais frequentes que possam ter acerca da sua empresa.

 

Qual a importância dos rich snippets no SEO?

O SEO (Search Engine Optimization) é o que permite à sua página web aparecer na primeira página de resultados (SERP - Search engine results pages), nas primeiras posições.

Isto é importante porque, como já vimos, não só os utilizadores raramente clicam em páginas web que estejam para lá das primeiras posições, como ainda é mais raro encontrar um utilizador que visite a segunda página de resultados. 

Normalmente, a resposta que procuramos encontra-se logo nos primeiros links – e, neste caso, provavelmente com um rich snippet com as respostas às perguntas mais frequentes!

Para atingir um nível de SEO de destaque, não basta investir numa estratégia de conteúdos e depois otimizá-los, tendo em conta as melhores práticas de SEO. Isso só o levará até certo ponto.

Os nossos leitores – assim como os nossos clientes – sabem que hoje em dia, apesar do conteúdo ser rei, existem uma série de questões técnicas necessárias ao desenvolvimento correto de um website, com vista a tornar-se numa verdadeira autoridade digital. 

Quando desenvolvemos uma plataforma na Bluesoft, fazemo-lo com as melhores práticas de otimização para motores de pesquisa, tendo em conta todas as possibilidades que existem ao nosso alcance.

Os rich snippets são apenas uma pequena parte de uma implementação de sucesso. E, como viu, apesar de serem um conceito de fácil entendimento, a sua implementação prática é um pouco mais extensa do ponto de vista técnico.

Para o provar, fique a conhecer todas as possibilidades de rich snippets da Google, as suas melhores aplicações e todo o processo envolvido.