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Keywords ou palavras chave
07 outubro, 2021

Keywords ou palavras chave

Keywords – em português, palavras chave – são os principais termos utilizados pelas empresas, para a criação de conteúdos em torno do seu próprio negócio.

SERP - Search Engine Results Page
30 setembro, 2021

SERP - Search Engine Results Page

SERP ou SERPs é a sigla utilizada para Search Engine Results Page ou Página de Resultados do Motor de Pesquisa.

Agência de SEO
23 setembro, 2021

Agência de SEO

Uma agência de SEO é uma agência de marketing e comunicação digital, especializada em serviços de SEO orgânico e otimização de todo o tipo de conteúdos digitais.

SEO On Page
09 setembro, 2021

SEO On Page

O SEO On Page é um conjunto de otimizações aplicadas ao conteúdo que existe dentro das suas páginas web. Permitem gerar tráfego orgânico. Conferem-lhe autoridade e reputação na sua área de atuação. 

Estratégias de SEO
02 setembro, 2021

Estratégias de SEO

As estratégias de SEO são uma das principais ferramentas do marketing digital. Otimizam todos os seus conteúdos digitais de modo a alcançar o melhor ranking possível nas páginas de resultados dos motores de pesquisa, como o Google.

Call to Action
20 maio, 2021

Call to Action

Um call to action, ou CTA, é como um convite.

É uma chamada de atenção para os utilizadores de um website, de uma loja online ou até mesmo de uma publicação nas redes sociais que os convida a agirem e a darem o próximo passo na interação que têm com uma marca ou empresa.

Ou seja, um call to action é o que leva um utilizador de um ponto A a um ponto B, aproximando-o cada vez mais da conversão.

Saiba mais, ler mais, contacte-nos, aproveite a oferta ou “comprar agora”, são alguns dos CTA mais utilizados e prontamente reconhecidos.

Mas será que um CTA pode ser utilizado em qualquer momento, em qualquer lugar de uma página? E pode o call to action ser uma imagem ou talvez um texto?

O posicionamento e a forma como é criado um call to action deve fazer sentido, estrategicamente.

É preciso conhecermos qual o ponto A, onde o utilizador se encontra, e qual o ponto B, para onde queremos que vá a seguir.

Acompanhe-nos e fique então a conhecer o modo como deve utilizar um call to action, de forma a gerar leads e a aproximar os seus utilizadores do momento de conversão.

 

O que é um call to action?

Um call to action é uma técnica utilizada em marketing que procura persuadir o utilizador a agir, oferecendo-lhe a possibilidade de seguir uma instrução específica.

Seja através de um texto, de uma imagem ou de um vídeo, o que difere um call to action de outro tipo de sugestões ou convites feitos aos utilizadores é o imediatismo.

Ou seja, mais do que uma potencial ação, o que procuramos com a utilização de um CTA é uma ação imediata por parte do utilizador.

É por isso que os textos que encontra normalmente antes dos botões “Saber mais”, por exemplo, procuram aguçar a curiosidade. Isto acontece porque o objetivo é que o utilizador clique no CTA, naquele exato momento, convidando-o a ficar a saber mais sobre o assunto em questão.

Lá está, para o conduzir de um ponto A, a um ponto B, ali mesmo.

Um call to action pode servir tanto para levar o utilizador a ler o próximo artigo, como para o levar adquirir um produto, um serviço, ou a assinar uma newsletter.

Tudo isto depende da estratégia e dos objetivos definidos para cada página ou conteúdo, em cada momento.

O problema é que os utilizadores estão hoje muito mais mais informados e até habituados a certos call to actions.

Por vezes, a verdade é que escrever um CTA como “Saiba mais” torna-se pouco eficaz. E é aqui que entra a criatividade: na criação de call to actions que não só persuadem o utilizador, como fazem todo o sentido para ele.

Além da forma como apresentamos um call to action (que poderá ler mais em baixo), devemos ter também em atenção onde é possível utilizar um CTA.

 

Onde utilizar Call to Action?

Antes de decidir onde utilizar um call to action é importante que saiba quais os seus objetivos.

Qual a próxima ação que desejamos que o utilizador tome?

Tendo em conta todos os conteúdos possíveis de criar na web, a verdade é que opções não faltam!

No entanto, há uma série de boas práticas que pode ficar a conhecer. Em seguida, veja algumas das posições onde os CTA são muito utilizados, quiçá imprescindíveis.

 

Homepage

Quando um utilizador chega a uma homepage, o mais certo é já estar em interessado em algo que tenha para oferecer.

Este é um utilizador interessado nos seus conteúdos, nos produtos disponíveis, ou nos serviços que existem.

Tendo em conta a sua oferta específica, aqui o ideal é fazer com que o CTA contribua efetivamente para os objetivos da empresa.

Por exemplo, imagine que o seu negócio gira em torno de uma oferta educativa online. Porque não aproveitar logo a homepage para um call to action que convide os utilizadores a inscreverem-se num curso? Ou talvez a entrarem em contacto, de modo a obterem mais informações específicas?

 

Páginas do site

Do mesmo modo, se existem razões para a inclusão de um CTA na homepage, com certeza o mesmo deve ser feito nas restantes páginas.

Lembre-se, o objetivo é sempre criar uma experiência de utilizador enriquecedora – claro – mas com o objetivo de os converter.

Assim, em páginas dedicadas, o CTA deve cumprir o mesmo propósito que levou à criação destas páginas.

Em última análise, mesmo que as páginas tenham sido criadas com um objetivo um pouco mais genérico, há sempre espaço para a utilização de um call to action que convide os utilizadores a assinarem a newsletter, por exemplo, contribuindo assim para a angariação de leads.

 

E-mail Marketing

Bom, e se vai enviar uma newsletter ou um email aos seus seguidores, então estas devem também incluir um call to action.

Caso contrário, os utilizadores até podem estar interessados no que tem para dizer, mas deixa de ser clara qual a ação que devem tomar a seguir.

Tal como nas páginas dedicadas, cada pedaço de conteúdo específico deve ir acompanhado de um CTA diretamente ligado ao assunto.

Acabou de lançar um novo produto? Convide os utilizadores a conhecerem um pouco mais sobre o mesmo, ou a aproveitarem uma oferta de lançamento.

Mas como nem sempre existem novidades, da mesma forma que, de um lado, há um convite para assinar a newsletter, do outro pode existir esse mesmo convite, mas ao contrário: leve os utilizadores até à sua homepage ou até a uma determinada página do seu website.

Aliás, esta é até uma forma de realizar alguns testes, avaliando o interesse dos utilizadores que fazem parte da sua base de dados, podendo até dar origem a leads mais qualificadas.

 

Redes Sociais

Por vezes deixadas para último, na medida em que muitas empresas renegam o seu potencial, lembre-se que as redes sociais podem também cumprir os seus objetivos através de um call to action.

Experimente convidar os seus seguidores a visitarem o seu website ou a lerem o seu mais recente artigo de blog, mas também a gostarem das suas publicações e a partilharem o conteúdo que acabou de publicar.

 

Publicações no blog

Um blog é uma ferramenta muito importante em qualquer website.

Mais do que uma plataforma onde é possível demonstrar conhecimento na matéria ou apresentar produtos e serviços, o blog é um excelente formato capaz de se adaptar aos objetivos de cada empresa, em cada momento, bem como a cada fase da jornada do consumidor.

Quando acompanhados por uma estratégia digital bem delineada, cada artigo de blog vai convertendo o leitor desde o seu interesse inicial até à conversão final.

Ao longo desta trajetória, os call to action vão-se adaptando a cada fase, ora convidando o leitor a ler artigos relacionados, ora convidando-o a adquirir um produto ou serviço.

E já que temos vindo a falar tanto em conversão, veja aqui o que é e como aumentar a sua taxa de conversão.

Como se costuma dizer: praticamos o que pregamos, verdade?

 

Outros formatos e materiais

A verdade é que é possível inserir um CTA em quase todo o tipo de conteúdos web.

Além destes que acabámos de ver, um call to action é essencial em anúncios ou links patrocinados, até ao PDF que envia aos seus colaboradores, convidando-os a saber mais sobre o tema em questão.

E mesmo depois da conversão é possível (recomendado, até) utilizar um call to action para cimentar a relação entre marca e cliente.

Afinal, quantas vezes lhe pediram que avaliasse um serviço ou o produto que acabou de adquirir? Ou que partilhasse a sua opinião sobre a experiência de compra?

Este é um call to action muito específico, mas capaz de manter a interação e aumentar as possibilidades de fazer com que os seus clientes voltem a entrar em contacto.

E se os locais onde é possível inserir um CTA são praticamente infinitos, vejamos agora que tipos de call to actions existem.

 

Tipos de CTA

Na prática, os tipos de CTA que existem estão diretamente ligados ao formato do conteúdo apresentado ao utilizador.

Ou seja, no caso de este conteúdo ser um vídeo, por exemplo, então o tipo de call to action é tipo texto, normalmente incluído na descrição do vídeo. No entanto, é também possível a inclusão de um call to action diretamente no vídeo, seja através do guião ou da edição do mesmo.

Mesmo assim, há três tipos de CTA que precisa de conhecer:

 

O local da página

Se, por exemplo, vier a incluir um CTA num artigo de blog, o mais normal é inclui-lo no final do artigo.

Depois de um utilizador ter acesso a conteúdo de qualidade, é normal que o seu interesse em querer saber mais, ou em entrar em contacto, aumente.

Mas isso só pode acontecer depois de ler o artigo, certo?

Mas um CTA, a meio de um artigo, também é possível – desde que este seja pertinente; ou na lateral da página, podendo aqui despertar o interesse do leitor para outros conteúdos não diretamente relacionados.

O importante a reter neste ponto é que o local da página onde inclui o CTA não deve ser uma questão subjetiva, mas antes uma opção estratégica, fruto de análise.

 

O Botão

O tipo mais comum para um call to action vem na forma de um botão.

Isto acontece porque, graficamente falando, um botão destaca-se dos restantes conteúdos apresentados, dada a sua cor e formato.

Além disso, o botão CTA é, normalmente, um botão limitado em termos de espaço para texto. Logo, esse texto deve ser o mais claro, direto e simples possível.

Sem margens para dúvida quanto às opções disponíveis e às ações que o utilizador pode tomar.

 

Texto e imagem

Se, por exemplo, a meio de um artigo associar um hiperlink a uma determinada frase, o leitor já sabe que, ao carregar ali, será levado para outra página, ligada ao assunto destacado.

Este é um outro tipo de CTA, feito através de texto, ao invés de um botão especificamente criado para o efeito.

No mesmo exemplo, se partir um texto com uma imagem cujo call to action oferece um e-book sobre o assunto, o utilizador sabe que, ao clicar, o mais certo é ser convidado a inserir o seu email, de modo a receber a oferta apresentada.

Até aqui, vimos os melhores locais para inserção de um call to action, bem como os tipos de CTA mais comuns à sua disposição.

Mas se leu com atenção, também utilizamos várias vezes ao longo do texto a palavra “estratégia”.

 

Estratégia de CTA

Se todas as ações de comunicação cumprem um objetivo específico, então o call to action é como que o culminar de um propósito previamente estabelecido.

E assumindo que cada um desses objetivos específicos tem um papel a desempenhar numa estratégia de comunicação, o mesmo deve acontecer com todos os call to actions.

Esses objetivos devem sempre ter em conta um antes um depois.

Quando falamos de estratégia de CTA, falamos desses momentos.

Cada call to action apresentado ao utilizador acompanha um conteúdo que, por sua vez, é antecedido ou seguido de outro conteúdo.

Que CTA trouxe um dado utilizador até a uma página em específico? E qual o call to action que o levará ao ponto seguinte? Que ação é que procuramos que o utilizador faça?

De forma simples, é assim que a estratégia de CTA deve ser pensada. Devemos ter em atenção o objetivo de cada conteúdo acedido pelo utilizador, bem como o que esperamos que os utilizadores façam, depois de acederem a esse mesmo conteúdo.

Idealmente, um utilizador chega até ao seu website vindo de um call to action prévio (uma newsletter ou uma publicação numa rede social, por exemplo) e, em seguida, esse utilizador deve ser levado de conteúdo em conteúdo – de CTA em CTA – até à conversão.

Mas a verdade é que não precisa de nenhum truque de magia – uma estratégia de CTA bem delineada analisa o modo e o canal de onde vêm os utilizadores e planeia para onde os quer levar depois.

Na Bluesoft, somos especialistas em estratégia e reputação digital. Geramos resultados para a sua empresa através da implementação de conteúdos otimizados e da utilização de tecnologias, pensadas à sua medida.

Quer aproveitar todos os benefícios que uma estratégia de call to action tem para oferecer ao seu negócio?

Entre em contacto connosco.

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Tráfego de Referência
25 março, 2021

Tráfego de Referência

O tráfego de referência é aquele que leva utilizadores ao seu website, através de… adivinhou: uma referência!

Imagine que está à procura de uma empresa que o ajude no seu negócio, na área do marketing digital.

Vai procurar alguém de confiança, que tenha conhecimento de causa ou seja uma autoridade na matéria, e pede-lhe uma referência.

No digital, o mais certo é essa referência vir em forma de link:

“Conheces especialistas em marketing digital?”

“Conheço. www.bluesoft.pt

Na prática, o tráfego de referência é um pouco isto, mas com uma grande diferença: quem refere o seu website não é apenas alguém da sua confiança; deve ser mesmo uma autoridade na matéria.

E essa autoridade é definida pelos próprios consumidores, através de cliques e partilhas de links.

Mas já lá vamos.

 

O que é o tráfego de referência?

O tráfego de referência é o que acontece quando um utilizador vai de um site para outro, através de um link.

Ou seja, o primeiro referenciou o segundo. E deu origem ao tráfego de referência quando um utilizador, porque estava a navegar no primeiro, acedeu ao seu website por essa via.

Se pensar no consumer journey, este utilizador não estava exatamente à procura do seu website.

Está numa fase onde reúne informação sobre um determinado produto ou serviço. Estava a fazer uma pesquisa geral, por exemplo, e porque estava a ler sobre o assunto, deu com o seu website.

O tráfego de referência levou até si um potencial cliente.

Como vê, esta não é uma questão de somenos. O tráfego de referência deve ser incluído no momento de criar a sua própria estratégia de marketing digital.

 

Qual a importância do tráfego de referência?

Uma boa estratégia de marketing digital deve levar em conta todos os potenciais pontos de contacto de um consumidor. O tráfego de referência é apenas um desses pontos.

Ou seja, esta estratégia deve ser mais ampla do que uma estratégia de SEO para a colocação de um website no topo das páginas de pesquisa do Google, por exemplo; ou do que uma excelente estratégia de conteúdos focada na experiência do utilizador.

Além disso, o tráfego de referência é importante para poder avaliar a qualidade do conteúdo que está a criar.

Seja uma pessoa ou uma outra empresa, a verdade é que tanto uma como outra só vão utilizar nos textos um link para o seu website se o seu conteúdo for de qualidade e capaz de oferecer algum tipo de valor a quem o venha a ler.

Caso contrário, perdem os dois. O primeiro porque está a partilhar links sem valor para o utilizador; o segundo, porque inevitavelmente comprova a falta de qualidade, acabando assim por perder um potencial cliente.

E isso são ótimas notícias!

O tráfego de referência acaba por ser uma excelente métrica de avaliação dos conteúdos que o seu website apresenta aos seus clientes e mesmo para quem o quer referenciar como uma autoridade numa determinada matéria.

 

Como aumentar o Tráfego de Referência?

Normalmente, quando falamos em gerar tráfego para o nosso website, pensamos em SEO.

Mas existem outras práticas que pode seguir, nomeadamente para dar origem ao tráfego por referência – e com resultados mais rápidos.

Pense nestas dicas para o tráfego de referência como um complemento à sua estratégia de SEO e marketing digital.

 

Dica nº1: O que se está a passar à sua volta?

Quando analisar os resultados dos relatórios do Google Analytics, observe com atenção os sites que o estão a referenciar, ou seja a origem do tráfego de referência. Depois confirme que essas referências estão a levar os utilizadores para as páginas certas e não apenas para a sua homepage, por exemplo.

Entre contactos com essas empresas e essas pessoas e peça uma correção. Desta forma, não só aumenta a sua rede de contactos (e quem sabe de clientes), como garante que os utilizadores são reencaminhados para os conteúdos certos.

Já agora, aproveite:

 

Dica nº2: Auto-convide-se

O mais certo é que o site que o está a referenciar faça parte da sua área de atuação. Pois bem, se calhar até têm um blogue.

Por que não escrever um artigo de autor, nesse mesmo blogue? O que é preciso para que isso aconteça?

Investigue e depois faça uma pesquisa por outros blogues respeitados na indústria e procure saber como pode lá aparecer enquanto autor convidado.

Se considerar que os blogues “morreram”, desengane-se. Estão a voltar em força e a serem muito utilizados em estratégias de marketing digital.

Talvez esteja na altura de criar o seu? Fale connosco.

 

Dica nº3: Faça parte da comunidade

Quando fizer a pesquisa pelos sites ou pelos blogues mais importantes da sua indústria, vai encontrar uns quantos. Nesses, comece a pensar em como fazer parte da comunidade.

Estamos sempre a aprender uns com outros.

Fazer parte de grupos de discussão ou de uma conversa em comentários não só vai permitir criar links para o seu próprio website, como vai poder também ter acesso a diferentes opiniões sobre a sua própria área de negócio que podem dar origem a novas ideias.

Mas faça-o também no seu próprio blogue, convidando outras pessoas a participarem na discussão. Vai criar interação e confiança com o seu público-alvo e dar-lhes ainda mais motivos para aderirem aos seus produtos e serviços.

Não é necessário que o faça em todos. Uma escolha estratégia dos utilizadores e dos comentários é meio caminho andado. Aproveite e aplique esta dica também às suas redes sociais.

 

Dica nº4: E na sua rua?

O digital é um mundo por si só, mas é importante lembrarmos que é apenas uma parte do total.

Na sua rua, na sua localização, na sua cidade, onde estiver: associe-se a outras empresas ou eventos.

O investimento, por vezes, pode ser mínimo e os ganhos imensos. Patrocine uns, participe noutros. No fundo, levamos para o físico o que se passa com o tráfego de referência no digital.

É certo que, em termos de monitorização, a origem do tráfego poderá até ser outra (mas lembre-se que normalmente existem notícias sobre esses eventos e esta é mais uma forma de o seu link aparecer em websites de referência) mas não podíamos deixar de a mencionar.

O objetivo máximo é mesmo transformá-lo numa referência e num expert na sua área de atuação.

Vai ser necessário persistir e insistir. E uma estratégia de conteúdos é essencial.

Se você tratar da segunda, nós garantimos que tratamos da primeira.

É um cenário win-win.

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Tráfego Direto
10 março, 2021

Tráfego Direto

O tráfego direto é um pouco como saber o caminho que tem a percorrer, de cor.

Já o fez tantas vezes, já o conhece tão bem que, depois de entrar no carro, por exemplo, é como já saber por onde tem de ir, para lá chegar. E isto, sem precisar de utilizar mapas ou outras aplicações.

No tráfego direto, é isso mesmo que acontece e é uma das formas que existem para qualquer pessoa chegar até ao seu website.

 

O que é o tráfego direto?

Na prática, o tráfego direto é quando um utilizador visita o seu site, escrevendo o seu domínio diretamente.

 

Vejamos o meu caso:

Quando visito o site da Bluesoft, normalmente faço-o de duas maneiras diferentes. Ora escrevo no motor de pesquisa “Bluesoft” e carrego no primeiro link (claro que estamos no topo das SERP!), ora escrevo diretamente www.bluesoft.pt e carrego no enter.

Este segundo caso é um exemplo claro. Outro seria se eu fizesse o mesmo acesso, mas via “favoritos”.

Depois, quando utilizamos, por exemplo, o Google Analytics, este meu acesso é então registado como sendo de tráfego direto.

 

Tráfego direto no Google Analytics

O Google Analytics é a plataforma da Google que regista e reporta de onde vêm os acessos ao seu domínio na web.

Como deve imaginar, estes acessos têm muitas formas. O tráfego direto é um deles. Os outros são o tráfego orgânico, pago, de referência, social ou email marketing.

Não parecem muitos, afinal.

Pois, é verdade. Há aqui um “senão”. Um pequeno problema.

Ainda que o tráfego direto seja avaliado e registado enquanto acesso direto via “www”, na realidade consta que quando esta plataforma não é capaz de perceber a origem do acesso, regista-o como tráfego direto.

 

Mas vejamos um exemplo:

Quando, nas redes sociais, utiliza uma aplicação para reduzir o link de acesso ao seu website – digamos o bitly – a o Google Analytics vai registar o acesso como “tráfego direto” quando, na realidade, foi através de “social”.

É algo que a Google reconhece e procura resolver e ao qual damos o nome de “Dark Social”.

Isto quer dizer que os acessos diretos podem estar sobrevalorizados, enquanto os acessos via redes sociais aparecem desvalorizados, por exemplo.

É importante que tenha esta noção, uma vez que será a análise cuidada destes números que lhe vai depois permitir perceber como acedem as pessoas ao seu domínio e afinar a sua estratégia de conteúdos de acordo.

Então, a pergunta que se coloca é:

 

Como monitorizar o tráfego direto?

A discussão sobre a importância do tráfego direto é muitas vezes desvalorizada por causa disto. Se a Google Analytics reporta dados equívocos, muitas vezes o que acontece é atribuírem-se a estes números a frase genérica “esses acessos vêm de ‘outros lados’”.

E pronto, assunto arrumado. “Olhemos para os restantes”

Mas, pelo meio, os restantes números estão subvalorizados. Se ignorarmos os números do tráfego direto, então estamos a ignorar tudo. E, nesse caso, pode estar a pensar:

Bom, então para que é que eu quero o Google Analytics?

E teria toda a razão, não fosse a importância de sabermos de onde estão a vir as pessoas que visitam o seu website, certo?

Caso contrário, como saber se a estratégia de conteúdos está a funcionar?

Trabalhar com dados é também trabalhar com as boas práticas.

E é, principalmente, trabalhar com os números que temos à nossa frente.

Por outras palavras: trabalhá-los. Como?

O objetivo é afunilar o número de acessos via tráfego direto ao seu valor real, equilibrando, ao mesmo tempo, os restantes.

Para isso, há quatro pontos a ter em conta:

  • Se ainda não o fez, deve migrar o seu domínio para o protocolo HTTPS;
  • Gerir a utilização de redireccionamentos e ser muito criterioso com os redireccionamentos para páginas com parâmetros UTM;
  • Parâmetros UTM? O nosso próximo artigo vai ser mesmo sobre este assunto;
  • Seja equilibrado no tagging de campanhas e vá para além do tag automático. Controle o que for possível controlar;
  • Faça uma auditoria à sua análise de dados. Dizer que os dados são importantes em 2021 talvez seja desnecessário, mas nunca é demais sublinhá-lo. Analise o seu plano de métricas e faça testes às suas páginas de website.

Depois de seguir estas quatro dicas, vai estar perante dados para análise mais fiáveis, que o vão ajudar a melhorar a sua estratégia de reputação digital e a obter os resultados que deseja.

 

Origem do tráfego direto

Como vimos, a origem do tráfego direto pode estar diretamente ligada a um número de fatores que o pode estar a induzir em erro, no momento de definição de estratégia digital.

Ser for capaz de destrinçar esses números, vai conseguir entender melhor de onde vêm todos os acessos ao seu website e agir de acordo.

Para além disso, estará a aproximar-se do número real de pessoas que não só sabe o seu endereço de cor, como nem perde tempo em fazer uma pesquisa: escreve-o diretamente; tem-no como favorito.

O mesmo é dizer que é a sua empresa é top of mind.

 

Se estiver interessado em saber como lá chegar, nós estamos aqui.

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Page Authority ou Autoridade da Página
28 janeiro, 2021

Page Authority ou Autoridade da Página

Lembra-se quando, há uns dias, escrevemos no nosso blog sobre page authority? Perdão, escrevemos acerca de domain authority. Descanse, esta confusão é normal.

Em última análise, isto acontece porque a page authority contribui bastante para o domain authority. E é medida, mais ou menos, da mesma forma.

Nesse artigo, alertámos para a importância da qualidade do conteúdo no seu domínio, como um todo. Só assim vai conseguir que outros sites remetam links para o seu, utilizando-o a si como uma referência e aumentando, por isso, a sua notoriedade.

E se o domain authority reforça a autoridade do seu domínio, a page authority faz o mesmo, mas para cada uma das páginas desse domínio.

Cada página terá características específicas. Com qualidades próprias que lhe conferem autoridade numa determinada matéria. 

Quando um site externo o utiliza como referência, remetendo para uma página específica do seu domínio, aumenta a page authority, por um lado, e o domain authority, por outro.

Continue a ler para ficar a saber tudo sobre page authority, incluindo a melhor forma de aumentar esta autoridade. Mas primeiro…

 

O que é a Page Authority?

A page authority, ou autoridade das páginas, é a sua importância dentro e fora do seu domínio. É medido de acordo com um sistema de pontuações, de 0 a 100. 

Este sistema foi desenvolvido pela Moz, que acabou de aumentar a sua autoridade, porque acabámos de remeter mais um link para o seu site.

As pontuações atribuídas a uma página, medem a probabilidade dessa mesma página aparecer nas SERPS – Search Engine Result Pages.

Quanto maior o valor atribuído, maior a probabilidade.

E, no seu conjunto, os vários valores de página associados, contribuem e muito para a sua pontuação geral de domain authority.

A page authority é calculada com base em dezenas de fatores diferentes. Mais de quarenta, no total. 

 

Como é classificada a Page Authority?

A page authority é classificada de acordo com um algoritmo que funciona através de machine learning. Ou seja, o próprio algoritmo vai aprendendo sozinho e alterando-se de forma automática com o tempo, à medida que vai analisando cada vez mais informação.

É por esta razão que a page authority (assim como o domain authority) deve ser entendido como uma métrica relativa de comparação e nunca como um valor absoluto ou objetivo único a seguir.

Em termos de qualidade de página, serve um pouco para termos noção da nossa posição perante a concorrência.

Quer saber qual a pontuação de uma das suas páginas?

 

Onde posso medir a page authority?

Uma vez que o sistema de classificação foi desenvolvido pela Moz, a melhor ferramenta para medir a sua autoridade será mesmo a ferramenta que os próprios criaram. 

Basta colocar aqui o link de uma página específica e esperar o resultado.

Experimente. Compare com outras páginas concorrentes.

E agora?

 

Como aumentar a Autoridade de Página?

Um bom primeiro passo para aumentar a sua page authority é a criação de uma rede de links internos e externos. 

Em quantidade e em qualidade.

Sabemos que a construção desta rede de links funciona como uma espécie de testamento à autoridade da sua página. 

Se os links externos vierem de outras páginas com uma autoridade já estabelecida, ainda melhor. 

Esta é uma das melhores formas de aumentarmos a nossa própria page authority.

No médio e longo prazo, a sua página passa a ser vista como uma página referência. O que vai fazer com que ainda mais sites externos a utilizem, reforçando a sua autoridade e, por isso, a subida de posição nas SERPS

No entanto, a quantidade de fatores associados à métrica de avaliação faz com que a page authority seja difícil de aumentar ou influenciar, com base em apenas uma medida, como o link building.

Se o conteúdo da sua página não for de qualidade e não estiver associado a outras estratégias de SEO…

Bem, não há milagres, verdade?

 

Importância da Page Authority para o SEO

Longe vão os tempos do keyword stuffing.

Hoje, o algoritmo do Google, por exemplo, é capaz de analisar as páginas de um website, bem como o seu conteúdo, tendo em conta o sentido das palavras e a sua relevância para o utilizador.

Se estiver à procura que outros sites remetam para uma das suas páginas, é certo e sabido que essa sua página deve oferecer conteúdo de qualidade

Deve ter mais do que palavras-chave.

Tem de fazer sentido e dar resposta ao problema em questão.

A própria estrutura do texto deve ser pensada para que o mesmo seja “escaneável” – de leitura rápida – para o utilizador. E deve ter em conta outras formas de otimizações técnicas que só uma estratégia de SEO é capaz de oferecer.

À medida que estes elementos vão sendo incorporados e trabalhados, a sua page authority vai aumentando.

Dentro de um domínio, cada página deve ter a sua própria relevância e autoridade. Até porque, para além da page authority, o que realmente importa é a geração de tráfego, os cliques e as conversões.

 

Page Authority vs Domain Authority

Como já deve ter percebido, é a “soma” das suas várias autoridades de página que acabam por influenciar o seu domain authority.

Portanto, se a page authority mede a autoridade de uma página específica, o domain authority acaba por medir a força do seu domínio, como um todo.

Quando se foca no aumento da sua page authority está então, naturalmente, a focar-se também no seu domain authority.

E quanto maior forem ambos os níveis de autoridade, melhor será o seu posicionamento nas páginas de resultados.

E quanto maior for esse posicionamento, maior será a tendência para que outros sites o vejam a si como uma referência e coloquem nos seus próprios textos links que reencaminham para o seu domínio, reforçando essa autoridade já estabelecida.

Entramos então num mundo ideal: um ciclo de crescimento e reforço quase automático do seu posicionamento e autoridade, com base em conteúdo de qualidade e ferramentas de SEO.

Claro que, dito assim, até parece fácil. Mas aumentar a sua reputação digital tem muito que se lhe diga. O melhor é mesmo falar com um especialista.

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Domain Authority
14 janeiro, 2021

Domain Authority

Quando falamos de domain authority falamos, literalmente, da autoridade do seu domínio. 

Essa autoridade, quando comparada, é utilizada para uma monitorização de ranking na página de apresentação de resultados dos motores de pesquisa.

O que é que isto quer dizer? Bem, comecemos por definir autoridade. À moda antiga: o dicionário Priberam define autoridade como “competência ou conhecimento” reconhecido em determinada área.

Repare que utilizamos o Priberam e não outro dicionário. Isto é porque o Priberam tem uma autoridade reconhecida. Ou seja, é de confiança para os seus utilizadores. 

A domain authority pode então ser entendido como o nível de confiança e competência na matéria tratada no seu domínio (leia-se, no seu negócio), quando comparado à concorrência.

E, na prática, o que é que isso significa?

 

O que é Domain Authority?

A domain authority é uma pontuação de 1 – 100 atribuída ao seu domínio. 

Essa pontuação é calculada depois da soma de vários fatores, desde a relevância das palavras-chave ao número de outros websites que incluem nos textos links para o seu domínio.

O valor final pode ser depois equiparado a outros websites mas, em suma, representa a probabilidade do seu domínio aparecer na página de resultados.

Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade.

O valor da domain authority permite-lhe então ter uma noção mais clara da “força” do seu domínio e, portanto, da sua autoridade, quando comparada – nomeadamente à sua concorrência direta.

Por se tratar da soma de vários fatores, dedicar-se apenas a um tipo de métrica como, por exemplo, a criação de conteúdos com base em palavras-chave, não significa que o seu nível de autoridade vá aumentar necessariamente. 

Para além disso, é também importante saber que é muito mais fácil subir a sua pontuação ao início – digamos, de 20 para 30 – do que mais tarde (de 70 para 80, por exemplo).

Então, antes de passarmos às várias formas de aumentar a sua domain authority, que tal avaliarmos de forma mais detalhada a forma como é medido?

 

Como medir a Autoridade do Domínio?

Como vimos, existem muitos fatores que influenciam a autoridade do domínio ou a domain authority.

Existe uma ferramenta que partilhamos mais em baixo, que lhe apresenta o resultado final da sua domain authority

Neste parágrafo o que queremos fazer é deixar claro o seguinte:

É um desafio saber exatamente a razão pela qual o seu resultado subiu ou desceu.

Aliás, existem domínios cuja autoridade lhes é absolutamente natural. E isto acontece só graças ao assunto ao qual se dedicam, por exemplo.

Olhe para o IMDB. A sua domain authority é natural: as palavras-chave são-lhe naturais, tanto principais como secundárias.

No entanto, a maioria dos domínios não se pode dar a esse “luxo”. E mesmo depois de se dedicar a um plano de conteúdos, é possível que o seu nível de autoridade nem se altere. E isso não quer dizer que a estratégia não esteja a dar resultados. 

O exemplo que costumamos dar para explicar este (quase) fenómeno está ligado à criação de listas “Best Of”. 

Todos os anos, saem listas que numeram os países, do melhor para o pior, sobre vários assuntos. 

Vejamos, por exemplo, a qualidade do ensino.  

Digamos que, nessa lista, a Islândia aparece em primeiro lugar. Mesmo que o país continue a investir e a subir os indicadores da sua qualidade de ensino, nada lhes garante que mantenham esse primeiro lugar no ano seguinte, certo?

Principalmente se a Finlândia também melhorar e muito os seus indicadores. Ou se a Dinamarca, que não estava na lista, passar a ser um país considerado.

A Islândia continuou a sua estratégia. Está a ter resultados. Os seus indicadores subiram. Mas desceu no ranking.

Com a domain authority, o mesmo pode acontecer. São tantos os fatores tidos em conta que a sua pontuação pode subir ou descer independentemente das suas ações.

Embora, tecnicamente, o seu conteúdo tenha melhorado tanto em quantidade, como em qualidade.

Medir a domain authority é importante para termos uma noção geral da nossa posição, quando comparados a outros. Mas nunca deve ser vista em termos absolutos. E muito menos como métrica única a seguir. 

 

Como aumentar o Domain Authority?

Antes de mais, o valor mínimo atribuído é o 1. Que é o valor atribuído quando estreamos um novo domínio. 

A partir daí é sempre a subir. 

Os primeiros níveis são mais fáceis de atingir. Quando a quantidade e a qualidade do conteúdo começam a equiparar-se é que se começa a tornar difícil.

Para aumentar a sua domain authority não existem atalhos. Não existe um ponto onde se deva focar, em favor de outro.

É um número difícil de influenciar diretamente, adotando esta ou aquela medida. E isso foi pensado para ser assim, desde o início.

Se o algoritmo do Google, por exemplo, leva em conta muitos fatores, qualquer ferramenta que procure calculá-los vê-se obrigada a fazer o mesmo.

No entanto, existem boas práticas.

Duas, em particular. Quando seguidas, os resultados mostram que o nível da domain authority melhora.

Em primeiro lugar, é demonstrado que os domínios com links externos de outros websites que reencaminham para ali normalmente apresentam um nível mais elevado. E quanto maior a própria autoridades desses websites, melhor.

Em segundo lugar, as palavras-chave. Depois de uma pesquisa por palavras-chave sobre as quais tenha autoridade, deve criar conteúdo em torno das mesmas.

Há uma coisa que é certa:

A sua domain authority vai alterar-se, com o tempo.

Por vezes, sobe. Noutras, desce.

Saber as razões pelas quais isso acontece é um verdadeiro desafio.

Este é um processo a longo prazo, com vários caminhos possíveis.

De qualquer forma, a melhor maneira de aumentar a sua autoridade acaba por ser simples: melhorar a sua estratégia de SEO, em geral. E, em particular, construir um domínio cuja autoridade é demonstrada pelas ligações que reencaminham para o seu website.

E, para isso, estamos cá nós!

Mas se quiser começar a monitorizar a sua domain authority, há várias ferramentas que pode utilizar.

 

Ferramentas para verificar a Domain Authority

A métrica para a monitorização da domain authority foi desenvolvida pela Moz e é com esta ferramenta que pode começar a dar os primeiros passos.

O Ubbersuggest é também uma ferramenta conhecida no mercado, embora utilizada para SEO, no geral. 

Ter uma noção clara da sua domain authority pode ser um pouco complicado. Mas, como dissemos, é um processo a longo prazo.

Mas é um bom número a ter em conta para a sua estratégia de SEO. Lembre-se apenas de que não deve é ser pensado em termos absolutos e apenas comparativamente à sua concorrência.

O seu objetivo não é ter o valor mais alto. É estar acima da competição.

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